Notas iniciais
Agora siiim!! Acabou, acabou!!! É TETRA!!! Irmãos e irmãs que me acompanharam até aqui, gostaria de dizer que essa fanfic me deixou muito feliz, e creio que essa série seja uma das que eu mais tenho carinho em escrever (não qeu eu não ame todas as outras, mas é que essa aqui acabou me trazendo tanta felicidade na hora de cri[a-la, que eu realmente me animo quando vou escrevê-la). Para quem não sabe, este ser humano que vos fala passou por umas complicações meio fodas aqui no mundo Real, e meio que eu estava muito desanimada para continuar escrevendo, mas, como sempre minhas amigas não me deixaram desistir e eu estou voltando aos poucos com o fluxo de uma produção muito boa e que me traz muita alegria em colocar no ar. Além disso, eu voltei a fazer cosplay e trabalhar com essas coisas mais manuais, que é o que eu realmente gosto. Acabei por ter te me desligar da escola em que eu lecionava, porém, isso para mim foi uma parte mais suave, quase como o desprendimento de algumas amarras. Foi muito bom e hoje em dia posso dizer que as coisas estão tomando um rumo melhor enquanto eu trabalho com a minha mãe. É claro que é corrido, mas eu sinto que tenho mais liberdade na hora de ajeitar minhas aulas particulares e de seguir com as pesquisas para a faculdade. Eu nem sei por que estou falando isso, acho que é por que eu considero todos vocês próximos e sou muito agradecida por todos que me mandaram comentários, views ou simplesmente uma vibração positiva, de verdade! Agora, vou deixar vocês lerem, um beijão!!

Diana estava no lindo quartinho decorado com a temática floral escolhida a dedo por ela e Oneiros para decorar o quarto da filha recém-nascida, a pequena Lyra. Sorrindo com ternura, a ninfa ninava o pequeno pacotinho cor-de-rosa com todo o carinho, cantarolando uma música de ninar antiga.

— Querida... – o sussurro veio depois que a porta do quarto foi aberta por Aquiles, o pai da moça, acompanhado das trigêmeas, Milo e Camus.

— Oi, gente. – sorriu a ninfa, parecendo cansada.

— Ah, minha Athena... – murmurou Milo, olhando para a sobrinha recém-nascida. Todos adentraram o quarto e se aproximaram de Diana.

— Ela é tão linda, Dia. – Camus sorriu, tocando a cabecinha de Lyra.

— Ela é uma deusa? – perguntou Hebe, olhando de baixo para a sobrinha nos braços da irmã.

— Ainda não sabemos. – Oneiros adentrou o quarto, trazendo consigo mais visitas, Hypnos e os outros Oneiroi. – Ela ainda é muito novinha! – sorriu ele, indo ficar atrás da esposa, olhando para a filhinha nos braços de Diana.

— Qual o nome dela? – perguntou Fântaso, olhando para a menina de penugens cinzentas na cabecinha.

— É Lyra. – sorriu Diana, olhando para Oneiros. – A bebê só se acalmava quando Oneiros tocava pra ela, então resolvemos chamá-la assim.

— É lindo, meu amor. – sorriu Aquiles, beijando a testa da filha. – Parabéns, Diana, agora você é mamãe! Passou à frente do Milo, que nem se casou ainda.

— Não me coloca no meio disso. – pediu o escorpiano, revirando os olhos.

— Mas é verdade, Milo, até o Camyu tá se arranjando e você nem pensando em casar. – Kalimera deu uma cotovelada no irmão mais velho, que a estapeou na cabeça.

— Shh. – pediu Morfeu, apontando para a sobrinha. – Vão acordar a menina.

— Fiquem tranquilos, para acordar essa praguinha precisa de muito mais. – riu Diana, baixinho. – Ela só acorda e chora quando está com fome ou para a gente trocar a fralda. – e a ninfa olhou para Hypnos, calado e apenas observando. – Sogro, quer segurar?

— Eu? – perguntou o deus do sono, olhando de Oneiros para Diana. – Bem...

— Vem cá! – pediu a ninfa, sorrindo. – Ela não quebra não. – e, com delicadeza, ajeitou a filha nos braços de Hypnos, que temia derrubar a pequena no chão.

— Ela é tão pequenininha. – comentou o deus de cabelos loiros, sorrindo levemente. – Alguém quer?

— Eu. – ditou Aquiles, já pegando a neta dos braços de Hypnos, com toda a maestria. – Oh, meu Deus, ela é igualzinha a você, Diana.

— É bom ouvir isso, Perséfone disse que ela parece o Oneiros e eu achei desaforo. Poxa, ficou nove meses dentro de mim, para saírem e dizerem que parece o pai? Faça-me o favor. – reclamou e ninfa, sendo abraçada por trás pelo marido, que a beijou na bochecha.

— Diana, trouxemos isso para você colocar no bercinho dela. – Ícelo estendeu para a cunhada um lindo móbile feito de nuvens de feltro e estrelas cadentes. – Fantasia prometeu que vai ajudá-la a dormir melhor à noite.

— Oh, eu sinto falta dela! – volveu Diana, vendo a filha passar de colo em colo. – Por favor, digam a ela que eu quero uma visita em breve!

— Pode deixar, vamos dizer. – sorriu Fântaso, balançando a sobrinha levemente. – Ah... Eu quero uma dessas...

Algumas risadas foram ouvidas na sala e Lyra acabou acordando e logo começou a chorar. Calmamente, Diana a pegou nos braços e a ninou delicadamente, beijando-a no topo da cabeça várias vezes até que a pequena caísse novamente no sono.

— É melhor nós irmos. – ditou Aquiles, com as mãos nos ombros de Kalimera e Hebe. – Você tem que descansar também.

— Ele está certo. – confirmou Hypnos. – Logo, logo ela vai estar correndo por aí e não vai haver onde vocês se esconderem, melhor descansar agora.

Depois das despedidas e dos presentes deixados no canto do quarto, todos se retiraram, deixando os novos pais juntos da filha, num silêncio confortável, quebrado pelo ressonar baixinho de Lyra.

— Ela é linda como você. – sorriu Oneiros, beijando o topo da cabeça de Diana. – Obrigado, meu amor.

— Obrigado por quê? – questionou a ninfa, confusa.

— Por ter me dado esse presente lindo e por me deixar te amar. – volveu o deus dos sonhos, olhando com carinho para a esposa.

— Eu que tenho que agradecer, me fez a mulher mais feliz do mundo!

E, naquela atmosfera de beijos, carinho e muito amor, Oneiros e Diana colocaram a filhinha no berço, observando enquanto ainda havia tempo para conservar em sua mente a imagem da linda bebê que um dia se tornaria uma mulher distinta, criada para seguir seu destino e desbravar o submundo!

***Fim***

Notas finais
Olha, eu não quero dar falsas esperanças a ninguém, mas eu estou bolando uma história com a Lyrinha, por quem eu já desenvolvi uma mor platônico, já que ela é a filha de uma das minhas personagens favoritas! EU amo tanto a Diana que chega até mesmo a doer! Como eu disse lá em cima, eu agradeço imensamente a todos vocês que acompanharam essa história, pois ela já é o meu chuchu e eu fic mais do que feliz em ter dado ao menos um momento bom para quem quer que seja! E realmente espero que isso tenha acontecido, por que eu sei como é bom eler e o quão gratificante e quando a gente lê o que gosta! Espero que essa história seja lago que vocês gostem de ler e reler, como eu mesma faço com muitas histórias. Tem umas que eu até já decorei de tanto que eu reli!! kkkkkk UMa agradecimento especial à minha querida Aisha, minha mana do coração que sempre me manda pensamentos positivos e bos vibes para que eu consiga continuar, além de me dar uns puxões de orelha quando eu preciso para voltar a escrever, e um beijo a minha mais nova amiga, dona Calixto84 por quem eu já desenvolvi um carinho muuuuuito grande e quero muito que a gente possa crescer cada vez mais essa amizade, de verdade!!! ♥ Só sinto amor ♥ Agradeço à todos que me acompanharam e que comentaram, todos você smoram no fundo do meu coração, mesmo que o produto químico que faz o amor venha diretamente do meu cérebro! Então, vocês moram onde eu produzo a minha endorfina ♥ Um beijo ♥
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!