Notas iniciais
P.O.V Karollin Bem vindos a mais uma das minhas fic's. Estão vendo dois nomes ali em cima? Isso mesmo eu e a diva da Luz estamos trazendo a vocês uma fic cheia dos casais mais divos de Fary Tail. É uma honra para mim escrever junto com a Luz porque ela é top na balada u-ú Vocês nem imaginam o quanto está sendo divertido escrever com ela. Apesar dela ser super chata, tem boas ideias ( brincadeira Let, te amo ♥) Espero que essa fic os atraia tanto quanto nos atraiu. Se vocês não gostarem puxarei o pé de cada um de madrugada u-ú USAHS Brincadeira...ou não u-ú P.O.V Luz Olá para todos que estão aqui prestigiando nosso trabalho, tenho algumas coisinhas a dizer também! Sim, vocês precisam ler nosso discurso u_ú Mas prometo ser breve. Quero dizer que estou imensamente feliz por estar fazendo essa Fic juntamente com a Karollin que é uma das autoras que eu mais admiro aqui no Nyah. Gente, vocês não tem noção do quanto estou me divertindo fazendo essa Fic junto com ela! É como se nós nos completássemos, OK, isso ficou gay então esquece. (Karol finge que não leu isso ok?) - cof - Voltando, err... Espero que vocês gostem tanto quanto nós. Acreditem, essa fic promete muitas surpresas. É por isso que espero imensamente que vocês comentem, recomendem, favoritem etc.♥ Boa leitura, espero que gostem ( e deixem comentários!) ASUHASUPS: Prestem atenção aos horários, para não ficar confuso :)

Lucy Heartphilia – Las Vegas, Mansão do Sr. Hereg – 20:00.

Vinte horas. Hora de agir.

Corri com passos ágeis e leves por cima da calçada um pouco esburacada. As nuvens tampavam a luz da lua, ajudando-me a camuflar em meio às sombras das moradias. Avistei o alvo: uma casa de muro branco, maior do que as outras ao redor, com um belo jardim que poderia ser visto da rua graças ao portão ornamentado, elegante e de grades douradas.

Com extrema facilidade, consegui escalar a grade e pulei em cima da grama aparada sem fazer barulho. A residência possuía diversas câmeras por sua extensão, porém já estavam devidamente desativadas, graças a Levy.

Coloquei o envelope que segurava entre as pernas e tirei dois grampos dos meus cabelos, fazendo com que os fios loiros caíssem sobre meus ombros. Abri os dois objetos e os coloquei dentro da fechadura da porta da frente que era feita de carvalho envernizado. Ouvi o trinco estalar e girei a maçaneta o mais silenciosamente possível. Porém, assim que abri a porta muito delicadamente, as dobradiças rangeram, fazendo um frio percorrer minha espinha e deixando-me paralisada no lugar. Esperei alguns minutos e ,quando comprovei que ele não havia percebido o barulho, entrei na casa, dessa vez tomando cuidado para nada ranger.

A sala estava escura, porém, graças à iluminação dos postes na rua, era possível ver quadros esplendorosos nas paredes, uma grande mesa de jantar luxuosa com oito cadeiras de madeira envernizada, um sofá de couro branco, uma televisão de tela plana e, por fim, um grande tapete felpudo cor creme que cobria o piso de madeira. Além disso, no cômodo havia uma belíssima roseira cujas rosas eram vermelhas, no entanto, algumas flores haviam sido cortadas recentemente, pois a seiva no caule ainda estava úmida. Então é ele mesmo.

Hoje darei fim ao reinado de Thomas Hereg, um dos caras mais repugnantes da face da Terra. Alguns dias atrás estava procurando algum divertimento e invadi a delegacia à noite, como de costume, para ver se tinha algum maldito condenado a solta. Não precisei procurar muito para encontrar a ficha de Thomas em cima da mesa de um policial com várias acusações de estupro. Matar pessoas condenadas por crimes horrendos, mas que ainda desfrutavam da liberdade, era idéia de diversão para mim. Levy havia ajudado a procurar provas mais concretas invadindo o sistema empresarial do cretino e Juvia não obteve problemas em se aproximar dele para ter acesso a sua casa e, assim, instalar escutas, câmeras e coisas do tipo. Por fim, o que achamos era muito pior do que prevíamos. Aquele gordo era um pedófilo filho da puta!

Abaixei sem fazer barulho e tirei minhas botas de couro, pois elas possuíam salto alto e eu não queria que fizessem ruídos ao andar pela casa. Deixei-as ao lado da porta e caminhei silenciosamente até seu quarto. Assim que entrei, vi-o dormindo profundamente com a barriga proeminente virada para baixo. Retirei uma seringa do envelope e uma corda. Dentro da seringa havia um composto de anestesia Peridual. Sua ação é imediata e causa perda dos movimentos no paciente, mas sua duração é limitada então eu precisava agir rapidamente. Injetei-a em sua coluna de uma só vez para que sentisse muita dor. Com essa ação ele despertou, mas seus sentidos só funcionaram o suficiente para se virar um pouco. Habilidosamente amarrei seus pulsos atrás das costas e juntei-os com os tornozelos também presos.

— Que merda é essa?! — Reclamou ele puxando seus braços, mas os efeitos da anestesia já estavam avançados e os movimentos foram inúteis.

— Você só está tendo o que merece — falei despreocupada.

— Quem está aí?! — perguntou aterrorizado.

— A última pessoa que você vai ver na vida — disse colocando minhas luvas para não deixar impressões digitais.

Natsu Dragneel – Las Vegas, Mansão do Sr. Hereg – 21:45.

— Já encontraram a Flor de Lótus? — Eu entrei ainda sonolento na mansão. Comprei dois cappuccinos pelo caminho para me manter desperto.

Era meu dia de folga, mas Gajeel me ligou falando a respeito de mais um crime que teria sido, possivelmente, uma vitima das Lótus.

— Nada ainda. — Percebi Gajeel parado em frente ao corpo ensanguentado no chão.

Alguns peritos examinavam o local, tirando fotos e procurando por evidencias.

— Porra Gajeel! Você me ligou a toa? Ta cansado de saber que se não tem flor, então não foram elas. E se não foram elas, não tem nada a ver com a gente — esbravejei.

— Calma esquentadinho, a quanto tempo você não faz sexo cara? Sabe, dizem que sexo é bom pros nervos — ele falou fazendo um movimento de vai e vem com o quadril.

— Vai se ferrar Gajeel.

Dei uma examinada rápida com os olhos pelo local. Era realmente uma cena muito típica daquelas criminosas. A vitima estava amarrada com os braços para trás, e uma corda curvava seu corpo ligando as mãos aos pés. Ele tinha claramente alguns ossos quebrados, com cerca de três tiros no peito e alguns hematomas no rosto indicavam ter apanhado bastante. Porém, o que mais chamava atenção eram as fotografias. A mulheres da Flor de Lótus só matavam criminosos, se achavam justiceiras ou sei la o que, não importa porque, a meu ver, eram assassinas do mesmo modo. Entretanto, para provar que suas vitimas mereciam morrer elas sempre espalhavam evidencias que comprovassem esse merecimento, por exemplo, dessa vez tinham colado fotos em uma parede inteira. As imagens se diversificavam, mas todas mostravam o assassinado tendo relações com algumas crianças. Algumas reviraram meu estômago.

— Senhor, encontramos a Lótus.

Olhei novamente em direção ao corpo. Uma perita havia aberto sua boca e com uma pinça comprida estava retirando uma Lótus de Cristal de lá de dentro. Eram elas. Constantemente faziam isso, deixavam uma Flor de Lótus no local de sua atuação. Sempre eram diferentes, uma vez até cortaram o formato da flor no peito de uma vitima.

Eu e Gajeel nos aproximamos do objeto. Nele havia luzinha vermelha piscando continuadamente. Uma bomba? Não, um sinal de envio de imagem, uma câmera. Nós estávamos servindo, mais uma vez, de diversão. Elas estavam nos assistindo e, muito provavelmente, rindo por termos chegado tarde mais uma vez. Vi quando Gajeel agarrou a flor com fúria e encarou diretamente.

— Nós vamos fuder vocês.

Foi tudo o que ele falou antes de pisar naquilo, quebrando em diversos pedaços. E assim, acabou com o sinal e com certeza com a festinha delas.

— Caramba, esse cara vai sofrer de dores nas costas para sempre no inferno — uma voz irritante e muito conhecida por mim ecoou pela sala.

Olhamos em direção da porta e notamos, sem dificuldade, a figura desprezível de Gray Fullbuster recostada no arco de madeira, com o sorriso mais detestável que conseguia ter. Ele olhou para a câmera recém quebrada no chão.

— Deviam pelo menos ter tentado rastrear o sinal — falou com uma voz de superioridade ridícula.

— Você sabe muito bem que isso é inútil, elas são inteligentes — respondi. Aquilo era tão óbvio.

Eu sou um dos três representantes designados ao Caso da Lótus. Esse foi o nome cafona que deram a nossa missão de investigar, perseguir e capturar as integrantes da Flor de Lótus. Las Vegas possui três Departamentos Centrais de Policia e cada um é responsável por administrar as delegacias e outras instituições menores da policia. Em uma reunião a cerca de dois ou três anos atrás, os três Departamentos decidiram designar um de seus melhores policiais para atuar exclusivamente nesse caso contra as Lótus. Sendo assim, eu represento o 1° Departamento, o Gajeel o 2° e o ser asqueroso na minha frente chamado Gray, representa o 3°. Mesmo ele preferindo atuar sozinho sempre acabávamos nos encontrando, infelizmente...

— Então, voltamos a estaca zero — suspirei.

Lucy Heartphilia – Las Vegas, Esconderijo #1 Flor de Lótus – 21:15.

— Eles já acharam o corpo? — Perguntei entediada.

— Lucy, se você me perguntar isso mais uma vez juro que a parede ficará decorada com seus miolos! — respondeu Juvia irritada.

— Já tem quase uma hora que eu matei aquele gordo pedófilo! Eu quero meu divertimento. Sabe o quão entediante foi colar aquelas merdas de fotos uma a uma na parede? Vocês nem quiseram me ajudar! — Reclamei.

— Minha função não é essa. Foi você quem quis cuidar das mortes, agora fique quieta porque eles chegaram! — falou Levy animadamente.

Nós éramos o trio conhecido por Flor de Lótus. Esse era um nome muito temido e até mesmo admirado nos dias de hoje, porque matávamos os criminosos. Na maioria das vezes éramos contratadas para aniquilar um alvo. Quando isso ocorria, procurávamos saber tudo sobre a vítima para ter certeza se ela merecia ou não morrer. Às vezes pegávamos casos por conta própria, mas isso não acontecia com muita frequência.

Eu estudei medicina, sei várias maneiras de matar uma pessoa usando os mais improváveis objetos, e por isso sou a responsável por aniquilar nossos alvos. Confesso que não há nada mais divertido do que fazer autores de crimes hediondos pagarem pelo que fizeram.

Liguei a televisão de tela plana, pequei o saco de pipoca e sentei-me ao lado de Juvia no sofá de couro preto. Olhei para a baixinha que estava olhando fixamente as várias telas de computador ao seu redor.

Levy é nossa hacker. Ela consegue achar tudo sobre uma pessoa. Se você quiser saber que horas alguém espirrou, acredite, ela saberá até os segundos em que isso aconteceu. Normalmente vive enfurnada em meio aos equipamentos e computadores feitos por ela. A baixinha é um gênio em informática. Caso queira encontrá-la, vá a uma loja de informática ou ao quarto de um homem gostoso. A segunda opção eu não recomendo, a menos que queira presenciar uma cena fervorosa de sexo explicito. Isso mesmo, ela é ninfomaníaca.

— É hora do show. Passe a imagem da câmara para a televisão, Levy! — pedi.

Ela cumpriu meu pedido e sentou-se ao nosso lado, aumentando o volume.

'' — Mas que merda é essa? — falou o policial de cabelo preto e longo.''

— Olha Levy, esse é o seu homem. Ele gosta de baixinhas, e se eu não estiver enganada, alias, eu nunca estou enganada, seu maior fetiche é sexo selvagem. Sabia? — falou Juvia rindo maliciosamente.

— Ele é bem gostoso. Será que ele vem para a cama comigo? — perguntou a pequena quase gemendo, fazendo-nos rir.

— Juvia e sua incrível capacidade de saber o tipo de mulher de cada homem — comentei rindo ainda mais.

Juvia era nossa especialista em investigação. Ela tem uma habilidade incrível de "ler" as pessoas. Não sei bem ao certo como ela faz isso, mas por meio da voz e movimentos do corpo ela consegue descobrir coisas inescrupulosas sobre as pessoas, como se estão mentindo etc. Mas sua maior e melhor capacidade é saber reconhecer o tipo de mulher que cada homem gosta e assim manipulá-los e, por esse motivo, também é uma ótima atriz.

— Calem a boca, estamos perdendo a melhor parte! — resmungou Levy.

''— Natsu, venha a rua Harringthon número 321, residência do Sr. Hereg. Temos um potencial crime feito pela Flor de Lótus — falou o moreno gostoso no telefone.

Alguns minutos depois, um homem de cabelos róseos e cara amassada de sono entrou.''

— Quando o Natsu vai tirar essa cor gay do cabelo dele? — falei.

— Cale a boca! Como você é chata Lucy! — falou Juvia revirando os olhos.

— Magoou — falei com uma voz irritante, sempre achei divertido provocar a Juvia.

— Shiu! — exclamaram juntas as duas azuladas.

''— Já encontraram a Flor de Lótus?

— Nada ainda — o moreno respondeu.

— Porra Gajeel! Você me ligou a toa? Tá cansado de saber que se não tem flor, então não foram elas. E se não foram elas, não tem nada a ver com a gente — esbravejou Natsu.

— Calma esquentadinho, ha quanto tempo você não faz sexo cara? Sabe, dizem que sexo é bom pros nervos — ele falou fazendo um movimento de vai e vem com o quadril.''

Nós três começamos a rir histericamente daquilo.

— Esse Gajeel não muda nunca. Ótima escolha Levy — zoei ofegante.

— Vá à merda Lucy — falou ela ainda rindo.

''— Vai se ferrar Gajeel.''

— Olhe! Eles estão apreciando meu mural! Só de ver a cara de enjôo deles valeu a pena o trabalho que tive! — vangloriei-me sorridente.

''— Senhor, encontramos a Lótus — falou uma mulher tirando nossa câmera da boca do homem.''

— Ah não. Ela vai acabar com nossa diversão! — reclamei.

— Dá próxima vez teremos que colocar a câmera em um lugar mais escondido para podermos apreciar mais o show — falou Juvia.

— Estou aberta a sugestões. Que merda! Eu achei que eles demorariam para descobrir minha câmera — respondi irritada.

— Minha câmera você quer dizer né Lucy? E aquilo não é apenas uma câmera, também é o sinal que envia as imagens das outras câmeras. Se eles quebrarem, todas desligam — explicou Levy.

''— Nós vamos fuder vocês.''

— Mal posso esperar — falou Levy fazendo-nos rir.

— Não fique muito excitada, eles sempre dizem isso, mas nunca chegam nem perto de nos encontrar — Juvia sorriu ao dizer.

Era verdade, eles nunca nos encontravam, mas era divertido mostrar o quão ineficiente a policia de Las Vegas é, e o quanto nós somos superiores, eliminando aqueles a quem eles deveriam estar prendendo, mas sem êxito. Eles foram imprestáveis no passado e continuam sendo até hoje.

Notas finais
♥ Gostaram? Odiaram? Deixem comentários e deixem duas autoras loucas felizes u-ú ♥ Comentem ou eu, Karollin, colocarei vocês na lista negra delas. E sim, isso foi uma ameaça -q ASUHUASH