Fleet Captain
5 Capítulo 5 - Fogo!
Notas iniciais
— Jared. – Eu sussurrei quando seus lábios foram de encontro com a minha clavícula. Eu já estava pegando fogo. Os beijos do capitão eram algo indescritível, na verdade não so os beijos. Ele estava com a mão por baixo da minha camisola acariciando a parte interna da minha coxa, muito perto de um lugar que eu defino sagrado. Jesus, eu estava com tanto calor! Jared me beijar e suas mãos começaram a tomar seguir rumo a minha intimidade. Arfei e ele sorrio durante o beijo. Eu fiz uma coisa que nunca fiz antes – como se tivesse beijado antes! – mordi seu lábio inferior e ele gemeu baixinho, isso fez com que um arrepio percorresse todo o meu corpo. Ele voltou a beijar meu pescoço e sua mão ainda acariciava minha coxa, dessa vez com os dedos quase tocando minha intimidade. Então um cheiro me abateu de uma forma que fiquei tonta. Abri os olhos e soltei um grito.
- FOGO!
- É eu sei Ceci, estou pegando fogo também. – Jared deu uma mordida no meu pescoço.
- Não, fogo! – Eu o empurrei e ele me olhou assustado e depois de alguns segundos ele arregalou os olhos.
- MEU DEUS FOGO! – O corredor estava entrando em chamas. O tapete vermelho que estava estendido no chão havia pegado fogo em certa parte que acabou chegando na mobília de cerejeira fazendo com que o móvel agora estivesse pegando fogo quase que totalmente.
Mais o que raios começou isso? Olhei em volta e não encontrei nada e olha que o local estava bem iluminado. Iluminado? Ah, não acredito! A vela! Eu devo ter deixado cair durante os beijos – não so beijos admito – com o Capitão.
- Cecile, corra! – O Capitão saio correndo pelo corredor batendo nas portas doa quartos gritando algo como “Fogo!” ou “Saiam todos, isso não é brincadeira.”
Eu fiquei catatônica parada olhando para ele.
- Cecile! – Ele gritou um tanto irritado. Eu pisquei algumas vezes tentando sair dos meus devaneios. – Tomo, chame-o agora!
Não pensei duas vezes – era boa em cumprir ordens diretas. – e bati na porta do Sr. Leto
- Sr. Leto! Tomo! Por favor, a casa esta pegando fogo, rápido! – Quando ia dar mais uma batida Merli abriu a porta do quarto com os olhos arregalados.
- Por Deus Cecile o que esta havendo? – Merli? O que ela estava fazendo no quarto do Tomo. Um pensamento me ocorreu mais essa não era a hora de esganar Merli. Tomo apareceu atrás amarrando as calças. Ah, mais a Merli vai ver so uma coisa, como ela tem um caso e não me conta?!
- Agora não é a hora pra bater papo! Corram, vão para o portão. – Merli assentiu e me puxou pelo braço. Eu tropecei duas ou três vezes, mais enfim consegui acompanhar seu ritmo.
~x~
- Parece que os danos não foram tantos. – Um dos escravos comentou com papai que assentiu serio.
- Defina não parece. – Sua foz grave de trovão ecoou forte, poderosa e assuatadora.
- O primeiro andar teve perda parcial, porem o primeiro esta intacto. – Meu pai assentiu novamente. Suspirei e virei as costas andando em direção a cerejeira – cereja era uma das marcas da minha família. Sentei-me em baixo de uma das mais frondosas arvores da espécie e fechei os olhos.
Como fui irresponsável! Primeiramente, fui idiota em pensar que Tomo estava sendo atacado por fantasma, quando em vez disso ele estava se atracando com Merli – que eu estava mantendo voto de silencio ate agora. -. Segundo, fui uma imbecil em me permitir beijar – e quase mais – o Capitão. Ele, com a ajuda de Tomo, consegui acordar todos da casa deixando todos a salvo.
So de pensar que eu podia ter matado meus pais, uma das minhas irmãs ou meu irmãozinho me dava vontade de chorar. Espera, eu já estava chorando. Dei um alto suspiro e apoiei minha cabeça no tronco. E mesmo se não tivesse ocorrido o incêndio a noite não teria acabado de melhor forma, provavelmente essa hora eu estaria na cama do Capitão, um homem que vive engravidando moças da minha idade mundo a fora. Um homem que so penso no bel prazer. Um homem que já matou. Um homem que já machucou. Um homem que eu daria tudo pra me amar. Balancei a cabeça com esse pensamento. Eu nunca dormiria com aquele homem. Eu, Cecile Currie Jossen Jenevive Morsson juro que nunca irei me deitar com Capitão Jared Joseph Leto! Dei um meio sorriso confiante, é isso ai.
- Ceci! – Abri os olhos e avistei os cachos ruivos de Anne vindo ao meu encontro.
- Sim. – Ela sorriu e me entendeu a mão. Ela era tão bonita, uma pena que ia ser freira.
- Vamos, todos estão entrando e esta frio. Vamos tomar uma taça de vinho para nos aquecer.
- Claro. – Sorri ainda mais, era impossível dizer não a alguém como Anne.
Caminhamos calmamente pelo jardim indo a caminho a casa. Quando chegamos na porta ouvi vozes, algo como uma discução.
- Preciso saber quem causou esse incêndio. – Papai falava irritado. – E quando eu encontrar o desgraçado ele que me aguarde. – Eu engoli seco e varri a sala com os olhos a procura dele. O Capitão estava sentado ao lado de Tomo com uma taça de vinho tinto nas mãos e olhar serio. Tomo estava com uma ruga de preocupação na testa, e em menos de um minuto vi ele olhar para Merli umas quatro vezes. Bufei.
- Cecile. Vinho. – Anne me passou uma taça e eu sorri. Caminhei lentamente ate o sofá que estava vazio, já que todos estavam em um canto da sala cochichando e especulando quem foi o causador do incêndio.
Comecei a observar o capitão. Ele olhava para o nada, totalmente perdido em pensamentos. Dei um gole no vinho, fiz uma careta, era vinho tinto seco, preferia os suaves. Quando voltei a encarar o Capitão notei que ele me olhava. Acho que o pânico estava mais que visível nos meus olhos. Ele assentiu. Então como se tivemos uma conexão mental eu percebi que ele estava demonstrando que não contaria para ninguém sobre o ocorrido no corredor e que a causadora de tudo era eu.
Fechei os olhos e acho que dormir, porque quando recobrei a consciência vi que a sala estava vazia.
- Ceci, papai quer falar com você – Disse Simone. – E ele não parece nada feliz. – Arregalei os olhos. Essa não!
Notas finais
Enjooy.
E obrigada mesmo por todos os reviews, essa é uma das fics que mais me da prazer de escrever.
Reviews? Recomendações - porque não? -?
Beijuus e continuem lendo!
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