Notas iniciais
Gente, eu vou tentar postar novos capítulos de mais histórias mais rápido, ok, eu sei que eu tô demorando muito, mas vou tentar ser mais esforçado, beleza. Boa Leitura!

Puxava e enganchava o telefone, repetidas vezes, na tentativa de fazer a moça do telefone voltar a falar, não tinha entendido da primeira vez.

Começou a tocar em todos os botões de uma única vez, até que a mensagem voltou a se reproduzir e dessa vez ele escutou com muita atenção tudo o que ela tinha a dizer.

Agachado ao lado do aparelho, foi aos poucos entendendo a questão.

Não completamente.

Tinha alguém infiltrado no estabelecimento que procurava incriminar outra pessoa intitulada como “homem de roxo” e pelas palavras protocolo, banco de dados e programação, deu pra perceber que se tratava de alguém robótico, claramente um animatrônico, mas quem?

E quem é o homem de roxo? Seria William? De qualquer forma, em uma semana essa moça vai vir buscar o tal do informante, vai levá-lo para uma vistoria, mas isso não importa, dane-se que tenha um informante, isso não muda nada em sua situação.

Não interessa se havia alguém que espionando um restaurante em cacos, só queria ficar sozinho por um tempo que fosse; mas por algum motivo, aquilo o incomodava muito, pensava que estava errado em escolher ficar isolado enquanto os outros queriam e precisavam de sua ajuda, e haviam pedido, estavam angustiados e perdidos.

Eles o tinham, e ele só tinha a eles, seria tão egoísta a ponto de ignorar e evitar a eles?

Por isso se levantou e caminhou para fora da sala, voltava ao salão principal depois de pensar de verdade, chegou a conclusão que eles não precisavam muito dele, eles não estavam perdidos.

Ele é quem estava.

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Era estranho ver aquelas três figuras que eram apenas mascotes “fofos” de uma pizzaria parados no pé do palco em meio a escuridão, acompanhados da marionete de palco antiga que tinha sido reformulada para maestrar o cantinho do prêmio:

“Você tem que ajudar ele, seu sofrimento; tão grande que recooa pelas paredes” Uma voz passava por Puppet:

Eu sei, mas eu não sei exatamente fazer no caso dele, seria melhor se você fosse lá e desse um jeito com ele.

“ Não posso…” A voz continuou “...Ele já está muito confuso, eu poderia piorar muito as coisas”.

Piorar como? Você sabe muito mais do que eu, era você quem deveria guiá-los, e não eu.

“De maneira alguma, há meses eu cheguei, não me comparo a você, você é a melhor de nós, a mais consciente como você mesma disse”.

Ok… eu vou ver o que posso fazer…

Assim que finalizou, ela demorou a notar que Reening retornou a partir das sombras, vagamente:

Reening?!

…Oi

Cada vez que se aproximava, seu rosto se iluminava com a luz ambiente, ficava ao lado deles, com um olhar vago:

Eu… eu sei que estava muito ignorante naquela hora, mas agora com a cabeça mais limpa, eu pensei que vocês almejam essa tal vingança e eu vi que… no mínimo, eu acho que eu poderia sim ajudar vocês.

Não dava para se notar, mas a expressão da máscara de Puppet estava suave:

Você não tem ideia de como isso me alegra!

Só que, eu tô fazendo mais por vocês, e não por mim.

Claro, entendo, a sua presença já é o suficiente.

Ele não sorriu, mas o suspiro de sua alma fora audível; caminhou entre eles e puxou uma cadeira.

“Abriu uma oportunidade” a voz sussurrava novamente:

E eu vou aproveitar.

Ela respondeu.

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Como havia sido combinado, às seis da manhã já tinham voltado aos palcos, para não levantar nenhuma suspeita.

Naquela manhã o jornal com o anúncio de serviço para guarda noturno foram vendidos, não tiveram muitas ligações para o trabalho, mas as que realmente valiam a pena forçaram o estabelecimento negociar uma carga horária dividida em dois turnos, um diurno e um noturno para dois diferentes funicionários, um começaria naquela madrugada e o outro começaria apenas no dia seguinte.

No expediente daquela manhã, foi mais corrido do que a anterior por conta do “Super Show Faztástico de terça”, isso fez com que Reening ficasse isolado em seu palco.

A não ser por uma garotinha que apareceu por ali.

Encostou em seu braço e começou a chamar sua atenção:

Oi…Reening… você está ligado?

Seus olhos, ao qual estavam apagados, ligavam aos poucos:

— Olá povo! Prontos para uma mágica?

Ela soltou um gemido assustado, tomado logo em seguida por um sorriso:

Ué, mas onde é que está o povo?

Oi Reening… sou só eu, os outros estão no show dos seus amigos.

Hmm, entendo. Então somente “vocêzinha” está aqui?

Ela assentiu:

Não se lembra de mim? Sou eu, a Vani!

Vani…?

Ele pôs a mão no queixo e deixou sua mente processar, então estalou os dedos, os qual saíram purpurina azul:

Vani! Lembro de você, de ontem, você foi a quem aplaudiu mais alto todos os meus atos! Além de ter sido a minha auxiliar em um dos números!

Isso!

Ela subiu com um pouco de dificuldade na plataforma do ilusionista e ficou junto a ele:

O que você procura pequena?

Eu queria conversar com você um pouco, eu tinha estado tão sozinha ultimamente.

Vani era uma menininha de onze anos, os cabelos loiros e olhos como esmeralda, quando sorria se sentia a vontade de oferecê-la o mundo, mas naquele momento, o sorriso não aparecia:

Mas o que houve?

Eu… perdi uma pessoa importante pra mim recentemente, e meus amigos vem se afastando de mim também, me sinto só.

Mas, quem você perdeu?

Ela demorou responder um pouco, e suspirou:

Era meu melhor amigo…

Reening virou a cabeça para um lado e para o outro, depois, com seu sorriso estável que nunca saia, ele disse:

Ora essa! Não se deve fazer isso com amigos! Mas, porque eles se afastaram?

Eu não sei, eu acho… acho que eles não gostam mais de mim.

Seus olhos se enchem de lágrimas, mas não chegam a descer, pois o ilusionista as secou por ela:

Não fique tristinha Vani, se ninguém quer vir falar com você, lembre que eu vou estar aqui pra te ouvir quando quiser!

De sua mão fez aparecer uma flor, um pouco murcha mas ainda perfumada, deixando sair um sorriso tímido, ela recebeu a flor:

Obrigada Reening.

Desponha!

Afastando dela, ela se gesticulou em despedida:

Agora vá se encontrar com sua mãe, lembre-se, nunca saia da vista de seus pais!

Sim, até depois!

Correu de volta para o caminho de onde veio, sorrindo e com o coração palpitando com a amizade repentina do mágico; já este depois de alguns minutos, entrou novamente em estado de espera enquanto o show ainda tocava.

E o expediente continuou assim, sem algo impactante…

… Até a noite chegar, pois assim que o relógio bateu as 11:30 da noite, um tilintar de chaves pôde ser ouvido e a porta foi aberta, uma figura passou pelo palco escuro e foi em caminho àquela sala onde Reening se refugiou por parco período.

Hank Zombanger, um homem que se prontificou para trabalhar como guarda por procurar um emprego fácil, estava em seu primeiro dia de trabalho.

Assim que se sentou na cadeira, uma folha estava disposta no balcão:

“Caro Hank, bem vindo ao seu novo emprego como guarda no Freddy 's Fazbear Pizza, queremos deixar um pouco claro do que você será permitido ou proibido neste trabalho de uma forma rápida e reunida para uma experiência trabalhista surpreendente.

A seguir, apresentaremos as principais regras que são:

1 Não corra

2 Não grite

3 Não levante a voz

4 Não faça as necessidades no chão

5 Não toque no Freddy

6 Não danifique propriedades

7 Vá embora antes que amanheça

Pedimos para você seguir todas as regras com finalidade de manter ordem e segurança em nosso estabelecimento.
O único serviço que você tem é de atenção às câmeras e não deixar que ninguém vandalize ou invada o local. Pedimos também que, se puder, gravar uma nova mensagem de voz para acolhimento para futuros novos funcionários de segurança, já que um funcionário não é único para sempre; nele você deve informar os protocolos entregues a você em sua entrevista e suas experiências nessa primeira semana de trabalho.

Para finalizar, Freddy's Fazbear Corporation não é responsabilizado por acidentes ou incidentes em seus estabelecimentos (sede/filial) produzidos por clientes ou funcionários em sã consciência independente do ato.

Obrigado por ajudar a produzir um dia mais Fazbear!

A gestão.”

Não parecia muito convidativo de primeira olhada, mas com mais algumas lidas, relaxou na cadeira e suspirou:

Bem, vamos com isso… mensagem de voz…

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Reening já caminhava para o “Cantinho do prêmio”, na mesma hora que Puppet saia da caixa de surpresas:

Puppet, você percebeu aquele cara que passou por aqui?

Não… como ele era?

Ele pensou um pouco, como ele era mesmo?

Era… meio alto, usava um boné e tinha uma barba rala… se eu não me engano, ele era desse jeito.

Puppet saiu por inteira da caixa e ficou totalmente exposta:

Temos que checar, sendo ele ou não, devemos ficar fora de vista.

Fora de vista?

A amiga apontava para uma das câmeras que estava virada exatamente para a direção deles:

Todo esse lugar é preenchido por câmeras, não podemos fazer com que quem quer que esteja por lá, nos “denuncie”.

Entendi, mas e os outros?

O que tem eles?

Eles também devem ser um pouco, tipo, furtivos. Certo?

Sim, mas por que você tocou nesse assunto?

O ilusionista se vira para o palco principal, vazio:

Por nada…

Um sentimento de desespero toma conta de Puppet:

Isso é ruim, isso é muito ruim!

E o que você tem em mente?

Ela caminha uns dois passos para fora do palco:

— Se não for ele, se nós pegarmos o cara errado… a gente tem que evitar isso.

Ok, vamos tentar focar em cada um, o que sobrar, nós dois abordamos.


Não é um dos melhores planos, mas vamos pensando em um enquanto fazemos tudo.

Ele assente e a segue na procura dos outros que se aprofundaram no homem errado.

Notas finais
Nem todo capítulo vai ter uma chamada de telefone, deixando claro. Até a próxima, girls and boyz!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.