First Time

1 Capítulo Único


Notas iniciais
Olá, pessoas! Espero que gostem dessa fic. Eu já estava com umas ideias de escrever algo assim, mas foi uma pessoinha que conheci lá no Wattpad, a Gaby, que me empurrou e disse "anda logo com essa joça e escreve, mulher!". Bom, graças a ela que vocês poderão ler essa obra prima -cofcofmentira Tenham uma boa leitura!

Se passaram alguns meses após o acidente do Lysandre. Tudo tinha voltado a ser como antes.

Bom, não tudo. Uma coisa tinha mudado.

Agora, todos sabiam que eu e ele estávamos juntos.

Fiz questão de ficar de mãos dadas com ele no segundo dia de aula. No primeiro, todos queriam perguntar como ele estava, e eu não queria interferir.

Meus pais também sabem agora. Já fazia um tempo desde que levei Lysandre em casa para apresenta-lo como meu namorado. Meu pai não aceitou muito bem, mas com o tempo voltou ao normal.

Então, graças a isso, nos víamos todos os dias após a escola. Ou melhor, ele ia para a minha casa.

Normalmente, fazíamos as lições juntos, e depois assistíamos um filme ou uma série.

Preciso confessar que estou com um pouco de medo.

Quando estamos lado a lado no sofá, eu me sinto estranha. Eu não consigo prestar muita atenção ao filme. Eu só consigo prestar atenção na respiração e nos movimentos dele.

Eu fico meio que eufórica. Não sei se essa seria a palavra. Mas é uma espécie de nervosismo. E é só quando estamos sozinhos. E quanto mais perto, pior é. Mais eu quero...beija-lo. Mais eu quero que ele fique perto, que me toque...

Isso está me assustando um pouco. Eu não sei o que fazer.

Daqui a pouco ele chega, e eu estou mais perdida que barata no centro ao meio dia.

Eu já tomei banho, arrumei o cabelo, passei perfume...

Bom, eu faço isso todos os dias.

Mas a cada dia que passa, eu fico mais preocupada com isso. Se estou bonita, perfumada, e etc.

E eu estou nervosa demais. Para com isso. Para, só para.

Para.

Eu escuto o som da campainha, e meu estômago vai parar no quadril. Minha garganta seca completamente enquanto eu pego as chaves e abro a porta. Essa última parte virou rotina.

Abri a porta, e vi Lysandre. Lindo, como sempre.

Hoje não havia lição para fazer, então...

Ele sorriu, entrou, parando na minha frente e depositou um beijo rápido em minha boca — Desculpe a demora. Leigh pediu ajuda para levar alguns tecidos para a loja.

— Tudo bem — Fechei a porta.

— O que veremos hoje? — perguntou, sentando-se no sofá.

— É sua vez de escolher — Deixei a chave na mesinha de centro e me sentei ao seu lado, não muito perto.

— Tem certeza? — Me olhou, pensando.

— Sim — Sorri. — Ontem eu escolhi.

— Ah, certo.

Lysandre escolheu um filme e o colocou, voltando a sentar-se no lugar.

O filme começou, e como de costume, Lysandre passou o braço por meu ombro, e eu encostei em seu peito. Então peguei sua mão esquerda e a fiquei segurando em cima de sua perna.

Enquanto tentava prestar atenção no filme, eu fazia carinho em sua mão. E ele começou a passar a ponta dos dedos em meu braço, de leve.

Aquilo me fez ficar arrepiada. E ao mesmo tempo, aquele nervosismo veio. Parecia uma tensão. E então eu encolhi os ombros, me sentindo envergonhada.

— O que foi? Isso te incomoda? — Lysandre perguntou, me olhando, preocupado.

— N-não, claro que não — Olhei para baixo.

Ele tirou sua mão das minhas, a colocou em meu rosto e me fez o olhar. — Pode me dizer, não tem problema.

— Não... Eu gosto.

— Mesmo?

— Sim.

— Tudo bem — Passou os dedos em minha bochecha. — Você fica muito linda corada assim — Sorriu.

Balancei a cabeça levemente, e Lysandre abaixou o rosto para me beijar. Ele se afastou um pouco, me olhando, e meu corpo pedia mais. Era como se algo me puxasse para ele.

Automaticamente, levantei mais o rosto e o beijei.

E ficamos nos beijando por um tempo. Lysandre não parou, como fazia ás vezes. Apenas me beijou com mais intensidade.

Meu corpo só pedia mais. Queria ficar mais perto dele, entre seus braços.

Sem pensar muito, levantei sem parar de beijá-lo e sentei de lado em seu colo.

Lysandre parou de me beijar, mas continuou perto, sorrindo levemente. — Acho que você não gostou da escolha do filme.

Dei de ombros e sorri. Lys voltou a me beijar e cercou minha cintura com um braço. Sua mão direita foi para o meu rosto.

Apoiei meus braços em seu peito e deixei minhas mãos na lateral de seu rosto.

Senti ele tirar a mão da minha cintura e procurar algo no sofá. Depois ouvi a TV ser desligada.

Ficamos naquilo durante um bom tempo. Mas eu ainda queria mais.

Então cerquei seu pescoço, o abraçando apertado. Ele respondeu pressionando minhas costas, e me apertando contra ele.

A essa altura eu já estava com calor. Não sabia se ele também estava, mas se estivesse, coitado. Estaria o dobro com aquilo tudo de roupa.

Nosso beijo ficou mais acelerado, e consequentemente nossas respirações ficaram um pouco mais altas. E aquilo só me fazia querer mais.

Eu não sabia até onde aquilo poderia ir.

Lysandre começou a beijar minha bochecha, e distribuiu beijos, descendo por minha mandíbula e indo para o pescoço.

Mais arrepios. Suspirei.

— Eu adoro o seu cheiro, sabia? — Ele disse baixo, dando beijos em minha clavícula.

— Ah, é? – perguntei em um sussurro.

Ele não respondeu. Apenas continuou beijando e descendo lentamente.

Era quase uma tortura o que ele estava fazendo. Eu queria que ele descesse mais...

Então, ele fez o caminho inverso. Foi beijando meu pescoço e voltou a beijar-me na boca.

Lysandre parou para me olhar, como se quisesse ver minha reação. Ou como se pedisse permissão. O olhei, sabendo que estava vermelha, mas não disse nada. Eu estava morrendo de vergonha. Mas ele também estava corado.

— Você está bem? — Ele perguntou.

Balancei a cabeça, e acabei mordendo o lábio de baixo sem perceber. Ele voltou a me beijar, e logo foi para meu pescoço, indo para a clavícula mas fez uma coisa diferente.

Conforme ele puxava a alça da minha regata e do sutiã para o lado, deixava beijos onde elas estavam, e, conforme descia, eu me sentia mais e mais ansiosa.

Minha perna estava começando a doer, então me apoiei nele e a passei para o lado. Cada perna minha ficou ao lado de cada coxa dele.

Ele puxou as alças do outro lado também, enquanto beijava o vale entre meus seios.

Minha vergonha triplicou quando ele, ao mesmo tempo, abaixou as peças e deu beijos em meu peito esquerdo, e logo em seguida colocou a boca em meu ponto sensível.

Eu dei um pulinho de susto. Mas logo o susto foi substituído por um prazer novo.

Minhas mãos foram parar em seu cabelo enquanto eu suspirava um pouco mais alto.

Suas mãos me apertaram mais enquanto ele beijava o outro seio.

Não estava mais conseguindo ficar parada no lugar. Meu coração estava acelerado, igualmente minha respiração. Eu queria que ele me tocasse mais. Estava tudo pulsando.

Lysandre levantou o rosto e me beijou na boca. Um pouco depois, ele parou e olhou para o lado.

— O que foi? — Olhei também.

— Acho que ouvi um carro parando na rua — Me olhou. Então puxou minha blusa e sutiã para cima.

Os ajeitei no corpo e sai de cima dele, voltando a me sentar ao seu lado.

Ele pegou o controle e ligou a TV, dando play no filme.

Cinco minutos depois, ouvimos alguém destrancando a porta. Minha mãe surgiu cheia de sacolas nas mãos.

— Oi, querida. Oi, Lysandre! Filha, me ajuda a pegar as sacolas no carro.

— Claro — Suspirei e sai para a rua.

Lysandre me ajudou a levar as sacolas.

Meus pais saíram cedo do trabalho por ser sexta-feira e foram ao mercado.

Infelizmente tudo foi interrompido. Continuamos o filme enquanto meus pais faziam a janta. Depois, comemos, e à noite, Lysandre se despediu.

O acompanhei até a rua, onde ele beijou-me rapidamente.

— Desculpe — falei o olhando.

— Pelo quê?

— Bom... Meus pais atrapalharam tudo.

Ele segurou meu rosto. — Não precisa se desculpar. E não há motivos para agilizarmos o processo.

— Você... não queria continuar?

— Claro que queria, mas não precisamos ir rápido. O mais prazeroso nisso é conhecer um ao outro. Teremos mais oportunidades.

— Hmm... Segunda? — Dei um sorriso envergonhado.

Ele sorriu. — Segunda — E beijou-me novamente antes de ir embora.

***

Tenho que dizer em como o final de semana pareceu demorar dois anos. Eu já sentia falta dele no momento em que foi embora.

A aula de segunda, então. Demorou uma semana.

Mas tudo já estava esquecido quando sentei no colo do Lysandre novamente, na sala.

Quando ele chegou, me peguei agarrando seu pescoço e o beijando com certa intensidade. E ele parecia estar tão ansioso quanto eu.

Nem fizemos questão de ligar a TV. Fomos direto para o sofá, onde continuamos de onde paramos na sexta.

Tudo parecia estar mais intenso. Parecia que essas sensações tinham acumulado ao longo do final de semana.

Comecei a respirar mais alto quando Lysandre tirou minha blusa, e beijava-me enquanto desabotoava meu sutiã. Antes de perguntar se podia, claro.

Eu ainda estava com vergonha, mas menos que sexta. Aquele sentimento novo era maior. Ao mesmo tempo que havia vergonha, havia uma vontade de que ele me visse daquela forma.

Nunca que eu pensaria em ter vontade de me deixar ser vista assim. Mas a forma que Lysandre me apertava contra ele apagava todos os medos que eu tinha.

Em um movimento rápido, Lysandre se levantou, me segurando, e me deitou no sofá, ficando por cima de mim. Beijou-me na boca, e começou a beijar meu pescoço.

— Diga-me se eu for longe demais, ok? — sussurrou.

— Uhum — Foi tudo o que eu consegui dizer entre suspiros.

Senti Lysandre sorrindo contra minha pele, e logo em seguida beijando meu seio, enquanto acariciava o outro delicadamente.

Minhas mãos foram para seu cabelo. Eu só conseguia puxar os fios enquanto o trazia mais para perto de mim.

— O que acha de irmos para o seu quarto? — perguntou, me olhando.

Apenas consegui balançar a cabeça. Sorrindo, Lysandre me pegou no colo, juntamente com minhas roupas, e me levou até meu quarto.

Fechou a porta e me deitou na cama, voltando a ficar por cima de mim.

— O que podemos fazer agora? — perguntou, com tom de brincadeira.

O olhei, envergonhada, e olhei para seu casaco e blusa, voltando a olhá-lo nos olhos em seguida.

— Quer que eu tire? — Balancei a cabeça. — Então me ajude — Pegou minha mão e me puxou, me fazendo sentar em sua frente.

Tentei me concentrar em retirar o casaco de seus ombros. Depois, comecei a desabotoar sua camisa, tentando ignorar o fato dele não tirar os olhos de mim.

Logo vi seu peito, que não era super definido nem nada, mas era desejável.

Enquanto puxava a camisa pelos ombros, me levantei e distribui beijos por seu pescoço e peito. Então ele levantou os braços para tirar o resto da roupa, e eu a deixei cair no chão.

Estávamos iguais.

— Posso ver sua tatuagem?

Lysandre parecia analisar todas as minhas expressões. No fundo, parecia preocupado com algo.

— Claro — E se virou, ficando de costas para mim.

Passei as mãos por cima do desenho de asas. Sua pele era macia. Não resisti e distribui beijos pelo pescoço, nuca, ombros e por cima da tatuagem.

Ouvi ele suspirar baixinho e me senti quase triunfante. Queria fazer ele sentir o mesmo que eu senti.

Lysandre se virou e me agarrou, me prendendo contra ele e me beijou intensamente. Deixei minhas mãos em seu ombro, e uma mão dele foi parar em minha nuca, puxando meus cabelos levemente.

Nossas peles se encostando dava outra sensação. Era muito melhor. Eu conseguia sentir que a pele dele estava tão quente quanto a minha.

Então, Lysandre me puxou para fora da cama e me fez ficar de pé em sua frente, enquanto ele continuava sentado na ponta do colchão. Continuou me beijando enquanto segurava minha cintura contra ele. Voltou a beijar meus seios e ficou neles por um tempo.

E voltou a me torturar. Tudo repuxava dentro de mim, e parecia que minha pele estava extremamente sensível. Parecia não. Estava.

Ele parou e me olhou, ao mesmo tempo que tocou a borda da minha calça.

Em vez de falar algo, apenas cerquei seus ombros com os braços, me apoiando. Então ele desabotoou o botão e puxou a roupa para baixo. Levantei uma perna de cada vez para ajudá-lo a tirar, e logo eu estava apenas de calcinha.

— Você é linda — Olhou em meu rosto e me beijou.

Eu estava enlouquecendo. Parecia que meu corpo queria explodir. Eu tentava não me contorcer demais em seus braços.

Enquanto nos beijávamos, senti suas mãos deslizando pelas laterais do meu corpo, chegando na última peça de roupa que eu vestia. Lentamente, ele colocou os dedos por dentro do tecido e começou a puxá-lo para baixo.

Novamente, levantei as pernas para ajudá-lo, e logo eu estava sem mais nada.

Suas mãos deslizaram lentamente por meus quadris, coxas e bumbum. Mas naquela situação, eu só queria que ele tocasse em um lugar.

Sem perceber, eu tinha até aberto um pouco as pernas. Eu estava de olhos fechados e conseguia apenas sentir o trajeto de suas mãos.

Sua mão passou pela minha coxa, pela parte de dentro, e foi subindo. Parecia que qualquer coisa que me tocasse ali me faria desabar.

Muito devagar, senti a ponta de seus dedos passando pela parte de fora, e aos poucos, foi entrando, indo de trás para frente.

A tensão era tanta que eu poderia...

— Avise-me se eu te machucar, está bem? — falou baixo, com a voz suave.

Balancei a cabeça, e ele tomou minha boca, enquanto tocava lá. Ele parecia explorar tudo, bem de leve, até que tocou em um ponto extremamente sensível. Eu dei um pulinho de leve, e ele continuou naquele mesmo lugar, fazendo movimentos circulares lentamente.

Eu alternava em beijá-lo de volta e respirar com a boca, enquanto apertava seus ombros.

Eu não sabia como, mas seus dedos deslizavam facilmente, e conforme o tempo, a tensão aumentava cada vez mais, coisa que eu achava que fosse impossível. Era quase insuportável.

Aquela altura eu estava gemendo um pouco mais alto, e me agarrei nele de tal maneira que parecia que eu ia cair. Conforme eu o apertava, ele acelerava um pouco mais os movimentos.

Até que senti uma onda de calor. Ao mesmo tempo, todos os meus músculos se apertaram e eu perdi a noção de tudo, e até perdi a força nas pernas. Apenas percebi isso porque me agarrei mais forte no pescoço dele, e ele me segurou pela cintura.

Eu senti como se uma onda de mar passasse sobre meu corpo, suave e ao mesmo tempo forte. Minhas partes íntimas começaram a pulsar, enquanto meu corpo tremia levemente.

Magicamente, senti-me saindo do chão e sendo deitada na cama, enquanto os pulsos diminuam aos poucos, cada vez mais fracos, até que tudo se acalmou.

Quando abri os olhos, vi que Lysandre estava em cima de mim, me olhando. Então me beijou.

— Como você se sente?

— Bem — disse baixo, abrindo um sorriso envergonhado.

— Acho que acertei... Para quem nunca tinha feito isso antes.

— É — Sorri. — Você acertou em cheio.

— Está cansada? — Balancei a cabeça. — Quer continuar?

Balancei de novo, sentindo aquela mesma tensão voltar. — Mas... — Olhei para baixo, para sua calça.

— Quer que eu tire?

— Sim... Temos que ficar iguais, não?

Ele sorriu. — Certamente — E levantou.

Me sentei, ficando na altura do umbigo dele. Olhei para frente, me sentindo um pouco nervosa. O que eu faria?

Comecei desfivelando o cinto. Depois desabotoei a calça e a puxei, tomando cuidado para não encostar... nele.

Lysandre já estava sem os sapatos, e me ajudou a terminar de tirar a calça. Quando coloquei os dedos na costura da boxer preta, ele segurou meu rosto e me fez o olhar.

— Não precisa fazer isso se não quiser.

— Não... Eu quero.

Ele balançou a cabeça e deixou as mãos na lateral do corpo. Continuei, e puxei a cueca para baixo, olhando o...negócio. Terminei de baixar a cueca e Lysandre a tirou.

Bom, não era a coisa mais linda do mundo, mas, olhando o conjunto todo, era lindo de morrer. Lysandre tinha a linha da barriga bem marcada, e seus quadris estreitos combinavam perfeitamente com o resto do corpo.

Mordi o lábio de baixo e o segurei, sem saber o que fazer. Olhei para Lysandre, que estava um pouco corado. Ele entendeu que eu estava perdida, e segurou minha mão que o estava segurando. E devagar, fez movimentos de baixo para cima.

Depois que peguei um pouco o jeito, ele retirou sua mão e me deixou continuar sozinha.

— Está bom? — perguntei, o olhando.

De olhos fechados, ele apenas balançou a cabeça.

Eu queria fazer mais... mas... Será que ele iria achar ruim? Não sei porquê, mas estou com vontade de...

Senti a mão dele na lateral da minha cabeça quando o coloquei em minha boca. Eu não sabia o que fazer exatamente, então fiz como se fosse um beijo de língua... talvez uma massagem de língua... Bom, sei lá. Pelo menos ele parecia estar gostando.

Ouvir a respiração acelerada dele era incrível. Me fazia me sentir poderosa, sem falar que era extremamente sexy.

Em um momento, ele me fez me afastar, segurando meu queixo levemente. O olhei, sem entender.

Ele sorriu levemente. — Desculpe. Estou muito perto e não quero que você se suje.

Me sujar? — Tudo bem... Eu estava fazendo direito?

— Sim, direito até demais — Abaixou e deu beijos em meu pescoço.

— Hmm... E agora? — perguntei baixo.

— Acho que podemos nos divertir juntos — falou baixo, com o rosto perto do meu.

Ele estava tão atraente... Como poderia resistir?

Enquanto nos beijávamos, Lysandre subiu na cama e fomos indo para trás. Parei apenas quando encostei na cabeceira. Então ele me fez deitar e ficou por cima de mim, entre minhas pernas.

Continuou me beijando, e logo seus beijos foram descendo pelo pescoço, seios, barriga e, antes de descer mais, me olhou, buscando uma confirmação se podia.

Respirei fundo e fechei os olhos. Lysandre ajeitou minhas pernas, e logo senti algo quente lá. Os mesmos movimentos que ele fez com os dedos, agora fazia com a língua.

Era mil vezes melhor. Cravei as unhas no lençol, enquanto que com a outra mão agarrei seu cabelo.

Não demorou muito para que aquela mesma onda de calor viesse novamente. Tensão, músculos, pulsos... E senti algo diferente enquanto tremia.

Abri os olhos, e Lysandre tinha levantado o corpo. Estava apenas com a mão lá.

— Está tudo bem? — Ele perguntou.

— Sim. Por... — Então senti ele mexendo algo dentro de mim. Pisquei, e uma pequena dor veio. Não era bem uma dor. Era mais um incomodo. Mas ele continuou mexendo, de trás para frente, e o incomodo foi sumindo, dando lugar a outro prazer.

Voltei a deitar a cabeça no travesseiro e fechei os olhos. Meus quadris começaram a se mexer junto com os movimentos dele, enquanto minha respiração ficava cada vez mais alta.

Pouco depois, senti o mesmo incomodo. Percebi que ele estava colocando mais um dedo. Tentei continuar relaxada para não doer mais. Mas passou rápido. Logo ele estava fazendo o movimento mais rápido.

Mas quando estava ficando melhor, ele parou e desceu da cama. Procurou algo em sua calça. Pegou sua carteira e a abriu, tirando um pacote cinza de lá. Ele destacou um pacote e deixou o restante no criado mudo.

Rasgou o plástico e tirou a camisinha de lá. Rapidamente a colocou e voltou a ficar em cima de mim.

Agora era a hora.

— Tudo bem? — Ele perguntou.

— Sim. E você? — Sorri.

— Estou ótimo, obrigado — Sorriu. — Talvez doa um pouco — falou preocupado.

— Tudo bem — Cerquei seu pescoço com os braços. — Eu sei que vai passar logo.

Lysandre me beijou intensamente enquanto se ajeitava entre as minhas pernas. Senti ele encostando lá, e empurrando devagar.

Respirei fundo, tentando não fazer caretas, enquanto ele fazia movimentos de vai e vem conforme entrava.

Demorou um pouco até me acostumar. E quando percebi, ele já havia entrado completamente e parado de se mexer.

— Você está bem? Está doendo?

— Não está mais. A dor passou.

— Ainda bem — Sorriu e beijou-me, voltando a se mexer devagar.

Naquele momento, eu só sentia prazer. — Mais rápido...

Lysandre atendeu meu pedido e começou a aumentar a velocidade. Não conseguíamos mais nos beijar. Estávamos apenas respirando muito rápido com a boca perto uma da outra.

— Não consigo mais segurar — sussurrou.

— Então não segure — Segurei seus cabelos.

Ele continuou por mais um tempo, até que foi diminuindo aos poucos e depois parou, deitando ao meu lado, meio em cima de mim, com a cabeça em meu pescoço. Nossas respirações ainda estavam aceleradas.

Um pouco depois, ele levantou o rosto e apoiou a cabeça na mão, me olhando. — Tudo bem? — Fez carinho em meu rosto com a outra mão.

— Sim — Deitei de lado, ficando igual a ele. — E você?

— Também estou bem. Muito bem — Me beijou rapidamente e sentou, ficando de costas para mim.

Ele retirou a camisinha e deu um nó nela, e a colocou de volta na embalagem rasgada. A deixou no criado mudo e voltou a deitar, me abraçando.

— Está cansada? — Deu um beijo em minha testa.

— Não. E você?

— Também não.

O olhei. Ele parecia bem relaxado. Acariciei seu rosto e o beijei.

— Mais uma vez? — Ele sorriu.

— Talvez — Distribui beijos por sua mandíbula.

Lysandre agarrou minha cintura e me puxou, me colocando em cima dele ao mesmo tempo em que se deitava de barriga para cima. Me sentei em sua barriga, enquanto ele esticava o braço para pegar mais um pacote de camisinha. Descartou um e me deu.

Olhei para ele e depois para o pacote em minha mão. Tentei imitar o que ele tinha feito antes. Rasguei o pacote, peguei a camisinha — que era bem estranha, escorregadia — e me sentei mais para atrás.

O segurei com uma mão enquanto a outra segurava o preservativo e olhei para Lysandre. Ele me olhava com uma expressão de quem estava secretamente se divertindo.

Então, ele me ajudou. Depois, ele se sentou e eu me ajeitei em cima dele. Me apoiei em seus ombros enquanto nós nos encaixávamos.

Eu estava um pouco dolorida, mas conforme me mexia esquecia daquilo. Lysandre segurou minha cintura e me ajudava ter mais segurança para me mexer de baixo para cima.

Nossos peitos se encostavam, igualmente nossos narizes e nossas bocas ás vezes.

Mesmo com as pernas doendo, eu não parei até ele dizer que estava perto. E quando disse, me mexi o mais rápido que pude.

Senti ele tremendo levemente em baixo de mim e encostando a testa em minha clavícula enquanto respirava forte.

Aquilo era demais.

Lysandre encostou na cabeceira da cama, parecendo um pouco cansado. Sai de cima dele, e ele retirou o preservativo, dando um nó e o deixando junto com o outro.

Voltei a me sentar em seu colo, de lado, e ele me aninhou.

Beijou minha testa. — Agora sim está cansada, não é?

— Acho que sim. Eu poderia dormir aqui — Me aconcheguei em seu peito.

— Eu também. Mas melhor nos trocarmos. Não seria nada agradável se seus pais nos vissem assim.

— Nem me fale — Peguei meu celular no criado mudo para ver as horas. — Bom, ainda vai demorar um pouco para eles chegarem. Podemos tomar um banho.

— Hmm. Tudo bem.

Levantamos e fomos ao banheiro. Tomamos um banho rápido e Lysandre jogou as camisinhas fora, tomando o cuidado para esconde-las, claro.

Nos vestimos, arrumamos meu quarto e voltamos para a sala.

Enquanto Lysandre escolhia um filme, eu fiz pipoca. Depois, nos sentamos no sofá, abraçados, comendo e assistindo.

Pelo menos por esse dia, eu não me sentia mais nervosa. Eu me sentia extremamente bem. Eu me sentia...saciada. Talvez essa seja a palavra. E Lysandre parecia estar tão bem quanto eu.

Estávamos ainda mais próximos. E eu sentia que era impossível melhorar... Bom, até o momento em que nos olhávamos e começávamos a nos beijar. Ai sempre melhorava mais.

Notas finais
Então, gostaram? É a primeira vez que escrevo um hot, quero saber se ficou bom! Por favor, comentem! Vou amar saber o que vocês acharam! Obrigada por lerem! Beijinhos ♥
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!