Fire With Fire

23 (Cap. 23) Brigas, entrigas e mais confusões


Notas iniciais
Ammooorees *--* Como vocês estão lindas?? tudo bem?? Sim eu conseguiii u.u kkk Aqui estou eu sem atrasos em plena segunda feira postando para vocês (se sintam importantes por que eu não entrei no meu fc para postar para vocês) maass gente como eu estou correndo de novo (novidade ¬¬) por que acabei de descobrir que tenho prova amanha e ainda não estudei, não vou conseguir colocar os nomes de vocês aqui lindas... me desculpem amores *--* mas de qualquer modo saibam que todas as que comentaram são: lindas, divas, perfeitas, gatas, maravilhosas eeee vão ganhar bonus u.u kkkkk) espero que gostem meus amores *--*
Boa Leitura :D
P.S NOTAS FINAIS

Pov. Bella

-Quem é você? Para onde está me levando? Você vai me matar? Ai senhor... Não me diga que você vai me entregar para os caras... Por favor, eu juro que não faço mais nada, mas, por favor, não me entregue... – Já havia mais de dez minutos que James continuava na mesma ladainha irritante de por que eu não deveria entrega-lo, quem eu sou e para onde estamos indo. Juro que se tivesse que passar mais um segundo com esta maritaca, iria contraria todas as ordens e meter bala nesse ser insignificante.

-ME RESPONDE. QUEM É VOCÊ?

-CALA A SUA BOCA SEU IDIOTA OU EU JURO QUE METO BALA EU MESMO NESSA SUA CABEÇA DE BAGRE. E VÊ SE FICA QUIETO LOGO CARALHO. –Gritei perdendo minha paciência. “Até que durou muito dessa vez.”. Nem mesmo as minhas próprias reflexões estavam conseguindo me acalmar. Assim que eu deixasse esse idiota no galpão, seguiria até o porto onde roubaria uma carga junto a Edward. Seria uma missão particularmente fácil. Uma carga de milhões de dólares, cinco seguranças mais três caras de base, eu e Edward. È... Talvez fosse fácil até demais, mas mesmo assim eu quase não conseguia me conter. Bem vamos aos fatos:

1-Edward estaria com sua roupa de chefe, o que seria no mínimo excitante.

2-Ele mataria e roubaria pessoas, o que o deixava ainda mais excitante.

3-Eu estaria vestida sensualmente, ao seu lado, auxiliando-o na matança.

4-A gente não poderia sem pegar!

Entenderam agora o meu sofrimento? Era a mesma coisa de estar a três dias sem comer e ter o prato da sua comida preferida a sua frente, mas só pode-la degustar depois que todos da mesa acabassem. Seria simplesmente uma tortura. E Para completar tudo, eu ainda estava completamente excitada pelo nossa ceninha incompleta de cedo e a adrenalina em minhas veias não ajudava em nada.

Resultado: eu estava mais inconsequente que o normal, mais excitada que o normal e mais irritada que o normal. Juntando isso ao fato que ter alguém extremamente irritante gritando em minha orelha me tornava no mínimo mortífera. Olhei para o lado e foi comm extrema satisfação que vi James encolhido no banco e por um milagre divino, calado. Dirigi por mais alguns metros, me sentindo glorificada com o silêncio... Bem finalmente era hora de largar a encomenda e ir prestar contas ao fabricante.

Parei o carro a alguns metros do galpão e desliguei o carro saindo logo em seguida, esperando o paspalho entender a deixa e me seguir. Acho que o grito que eu dei nele serviu para algo além de mantê-lo calado pois logo que sai do carro, o infeliz veio atrás me seguindo como uma gatinho assustado. Ah, Vamos logo seu inútil. Quero ver meu poderoso logo. “Quem diria ein?”.

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Parei encostada no carro e olhei em volta procurando Edward. Precisávamos rever o que faríamos. Embora eu não fosse reclamar se ele mandasse improvisar. Olhei no relógio novamente e antes que eu levantasse a cabeça senti seu cheiro penetrar minhas narinas. Meu poderoso estava ali.

Sorri de canto e levantei minha cabeça feliz ao me deparar com um par de olhos verdes, que pareciam brilhar no sol. Mas pela primeira vez em muito tempo não me demorei nos olhos. Fitei Edward desde os caros sapatos italianos pretos, perfeitamente lustrados até o chape preto que ele ostentava na cabeça. Puta que pariu. Ele estava simplesmente... Sexy. A encarnação perfeita de Eros, o deus da beleza e da paixão. Edward se aproximou sem me tocar simplesmente sussurrando em meu ouvido.

-Minha Afrodite. –Sorri e lambi seu pescoço exposto, sendo agraciada com um gemido no mínimo bestial. Meu Eros. –Controle-se Isabella, caso contrario, eu duvido que eu mesmo o faça.

Gargalhei com a confissão e me afastei subindo no capo do carro e brincando com a minha faca na mão. Edward sorriu de lado, mas continuou parado ao meu lado.

-Então chefe, qual o plano? – Edward sorriu e tirou o chapéu somente para passar a mão por suas mechas revoltas. Meu deus, como eu amava quando ele fazia isso. “E vamos combinar que junto ao terno italiano preto ele estava simplesmente um fodedor perfeito.”. “Cale- se Mell. Quero permanecer com a calcinha intacta pelo menos por uma parte da missão e você não esta ajudando.”. “haha, Diga-me então Isabella, se ela continua inteira?”. Sorri de lado ao ver as coisas pela perspectiva da Mell. Esse vadio mal havia chegado e minha calcinha já fora pelos ares.

-Isabella? Espero que seus pensamentos e esse sorriso torto sejam dirigidos a mim, caso contrario tenho dó do filho da puta. – Disse Edward me trazendo de volta e me fazendo sorrir. Cruzei as mãos sobre o peito.

-Ciúmes, Chefe? – Edward sorriu e se aproximou novamente. “Vai dar merda.”.

-Protegendo o que é meu. È diferente. – “Touché”. “Quando você se tornou tão engraçadinha, senhora Mellody?”. –Agora Senhora Di Ângelo, você poderia, por favor, prestar atenção ao plano?

Balancei minha cabeça e voltei a me concentrar no presente. A Mell se veria comigo depois. “Estou morrendo de medo, garotinha.”.

-Claro Chefe. Desembuche. –Edward sorriu e assim começou uma descrição perfeita do que faríamos hoje. Como eu havia pensado, seria fácil. Edward cuidaria dos seguranças de fora me dando cobertura enquanto eu entraria no barco e impossibilitaria o piloto e os quatro seguranças de dentro. Fácil. O Difícil seria passar pelos policias subornados sem que eles desconfiassem que a mercadoria seria roubada. Assassinatos de policiais, mesmos executados com perfeição causavam problemas demais.

Edward olhou no relógio e observou o porto a nossa frente.

-Vamos Princesa. È a nossa hora. – Pulei no capo do carro e andei rapidamente até o porto até esconder-me atrás de uma pilha de caixas de dinamites. Olhei para o lado e Edward também estava agachado esperando. Ele iria primeiro e eu teria o honra de ver o Poderoso em ação e sinceramente já havia desistido da minha calcinha. “Quem precisa dela mesmo?”. Sorri e observei o barco ser ancorado e os seguranças extras saíssem. Eram mais do que a gente esperava, em torno de 15 a 16 somente do lado de fora. Virei-me para Edward e ergui três dedos. Ele acenou concordando e logo em seguida levantou-se... Eu não poderia perder isso por nada. Edward se distanciou e no mesmo momento sentei-me em cima da caixa com a faca na mão caso acontecesse algo. Queria ver melhor.

Edward andava calmamente com uma postura de um lorde ou rei inglês. Seus passos eram calmos e destemidos e chapéu estava novamente em sua cabeça completando o visual de mafioso perfeito. Infelizmente eu não poderia ouvir do lugar em que eu estava, mas graças a deus eu sabia fazer leitura labial.

-O que você quer e quem é você? – Disse o segurança da frente que tinha dois ao seu lado. Edward sorriu e o vi rir baixinho com escárnio. Suas feições eram duras e frias. E dessa vez eu poderia dar minha calcinha por encerada.

-Alguém que você nunca vai saber. – Logo em seguida Edward avançou para o segurança de mão limpa. “Todos merecem alguma diversão.”. Os dois seguranças de apoio logo avançaram para cima também enquanto Edward lançava golpes sobre o primeiro que já jazia morto no chão sem capacidade de se movimentar.

-Menos um. – Disse Edward antes de partir para cima dos dois com uma graça incrível. Ele parecia um felino em luta... Era incrível. Ele lutava com os dois ao mesmo tempo como se nem se esforçasse. Enquanto um abaixava a guarda ele desferia e em seguida atacava o outro que já planejava o atacar. Cruzei minhas pernas e me vi entretida com a luta. No mesmo tempo que Edward nocauteava mais um, os outros 14 desciam da proa do barco para o porto como uma enxurrada. “E agora a coisa começa a animar. Ou não.”. No mesmo momento, num gesto quase imperceptível Edward sacou a arma e atirou contra o ultimo da luta. “ok... Mais 14.”. Os seguranças começaram a atirar quase ao mesmo tempo, mas Edward tinha um senso que era quase injusto. Para cada um que atirava para ele, eram menos dois. O tiro passava sempre longe como se uma atmosfera o protegesse. No final, sobrou Edward com uma arma apontada para um segurança que tremia inteiro, mesmo dessa distancia eu conseguia ver. Não sabia ao certo o que Edward falava sobre ele, mas antes que eu pudesse prestar atenção duas mãos envolveram meu pescoço.

-Vamos ver se ele continua com esse rompante levando em conta que eu peguei a gatinha dele. – Pela tom da voz e pelo cheiro de sangue provavelmente foi um dos dois primeiros que Edward tinha nocauteado, mas não matado. Revirei os olhos e continuei calma ao rodar a faca e em minha mão e num único golpe, enfia-la na garganta do infeliz que tentava sem sucesso me estrangular. No mesmo momento suas mãos afrouxaram do meu pescoço e ouvi o baque do seu corpo caindo no chão. Desci do caixote e virei, deparando-me com o primeiro adversário de Edward com um corte transversal que jorava sangue e uma faca fincada. Seu rosto estava todo desfigurado pelos socos e foi com frieza que vi a vida se esvair de seus olhos dos quais eu nem fiz questão de prestar atenção. Peguei minha pistola com silenciador e atirei na cabeça do infeliz dando um passo para trás ao ver seus miolos quase sujarem minha roupa. Idiota. Virei para trás e vi com desagrado que o segurança com quem Edward falava já se encontrava caído no chão junto a uma pilha de outros corpos. Desgraçado. Fez-me perder o fim da luta. Tirei minha faca do seu pescoço e limpei-a com um lenço. Ela não merecia ser impregnada com esse sangue imundo. Andei calmamente com Edward, que repousava silenciosamente na escada do barco. Sorri orgulhosa ao ver que ele não possuía uma única gota de sangue no próprio corpo. “Ele nos pegou Isabella. O que você esperava dele?”.

-Sinto estragar sua brincadeira Princesa, mas temo que você vá ter que ser rápida. Recebi um chamado urgente e acho que vou ter que te levar junto á mim. Mas a brincadeira aqui tem que acabar em cinco minutos. – Fiz um biquinho de decepção e segurei em seus ombros antes de pular para alcançar o primeiro degrau da escada.

-Droga, vou ter que usar gás. Já tinha imaginado as técnicas de tortura. –Recebi um tapa na bunda e ao virar-me encontrei um Edward com um sorriso lascivo no rosto.

-Quando eu chegar em casa te recompenso ok? – Sorri animada e subi o resto das escadas rapidamente sendo agraciada com o riso de Edward. Ele era perfeito. Entrei no barco e qual foi a graça ao ver que todos os outros seguranças se encontravam dentro da cabine a prova de som vigiando todas as caixas da mercadoria?! Seria fácil até demais e para completar minha sorte, o piloto entrou na sala no mesmo momento. Peguei meu celular e apertei algumas teclas e no mesmo momento as portas da sala foram trancadas junto às janelas. Essa tecnologia... Tão manipulável. Mais dois toques e pum. Toda a sala se encontrava com uma fumaça branca de gás mortífero. Foi um pouco engraçado ver os seguranças e o piloto correrem por todos os lados e baterem nas portas, mas ao mesmo tempo uma parte da minha antiga humanidade deu as caras. Quantos ali têm famílias? E quantos filhos se tornaram órfãos por sua causa? “Quem se mandou eles se meterem nisso Isabella. Pare de molengar ou eu vou assumir.”. Respirei fundo e me afastei da porta, indo até a escada chamar Edward, mas qual foi a minha surpresa ao encontra-lo atrás de mim.

-o Barco é nosso Chefe... Vamos? – Edward sorriu e tomou minha mão antes de levar-me até a cabine do piloto. Edward no mesmo momento assumiu o volante e apertou uma serie de botões fazendo o barco voltar a funcionar e andar devagar até voltar ao mar. Íamos partir desse porto para um porto nas localidades de Edward, onde o nossos homens nos esperavam. Fitei o mar a minha frente por um tempo e logo virei-me para Edward e me surpreendi ao encontra-lo serio. Hora de fazer uma brincadeira.

-Então o chefe sabe pilotar também... Há mais alguma coisa que você queira me dizer? –Edward sorriu triste e colocou o barco no piloto automático antes de se virar para mim e pegar minhas mãos. Putz, era para ser uma brincadeira.

-Nos estamos indo ver meus pais.

Puta que pariu.

Notas finais
Oiiiee gente o que acharam do capitulo?? eu particularmente não gostei tanto... sei la.. eu não estava tão bem quando escrevi mas espero sinceramente que vocês tenham gostado.. gente quanto ao bonus vou explicar. A Ana (minha beta) que manda os bonus para vocês teve um imprevisto e por causa da mesma prova não pode manda-los para vocês hoje mas ela mesmo me prometeu que amanha assim que chegarmos da aula, ela vai mandar o bonus para vocês ok? E beeem, agora assim que vocês comentarem vocês ja receberam o bonus entãao não se surpreendam kkkkkkkkk...
Leitoras fantasmas aparaçam... Quem comenta ganha um bonus com uma história extra (ou outra fic) que eu mando como bonus para todo mundo que comenta ok? Serio gente quero ver vocês la e proometoo que não se arrependerão :) Tia Lice não morde kkkkkk... Boom tenho que ir amores...
Beijooss
Ate proxima segunda *--*
P.S hahaha viu? eu não atrasei dessa vez u.u