Notas iniciais
Oieee gente explicasoes no fim do capitulo ok??? Um muito obrigadas grande, gigante, maravilhoso e perfeito a todas as meninas que comentaram o ultimo capitulo: BellsMSC, Sabrinne Masen Cullen, Alissa, vi swan, laryssa, Isa Andry, Bryda18, cleinha bieber cullen, Odranreb, Loisllene, Nana, mary, Liliane Salvatore, fernandaspiti, GiihLemes, Twihard, Marta, Estela, Drezza, Mayah, GabrielaS, chrikadsm, Lola, Supsii Patinson, Ana Carolina Cullen, Marddioriê Ferreira, marafun, Marcella Sophia Cullen, Leh Rocha, Amanda Melquiades, Sarah Magalhães, Chelley Lima, isabella_maries, nanda_lokamo, jsk, Náthali Peclat, e principalmente a Julyah que recomendou a fic. Muitooo obrigadooo minha lindas e por vcs que eu continuo a fic. O capitulo e dedicado a vcs e principalmente a Julyah. Boa Leitura :D
Perdão pela formatação do texto. Prometo que vou corrigir o mais rápido possível.

Pov. Bella

Acordei lentamente sentindo-me sobre alguma coisa. Abri os olhos e fitei os olhos verdes de Edward abaixo de mim. Ele sorria com uma felicidade tão grande que foi impossível não sorrir também. E então os fatos de ontem à noite preencheram minha mente. Fechei os olhos assustada comigo mesma. Puta que pariu o que eu fiz?

–Bom dia minha Bella. Abri os olhos ao ouvir a voz de Edward e suas palavras. Meu deus ele estava radiante. E foi ai que decide que não importava. Fodas a merda que eu falei ontem a noite. Já estava feito e sinceramente no momento em que vi a felicidade em Edward não me arrependo nem um pouco.

–Bom dia meu Edward. Seu sorriso se alargou ainda mais se é que isso fosse possível. Sorri para ele e me espreguicei tentando espantar a preguiça. Fechei meus olhos tentando clarear meus pensamentos por um momento. Eu teria que ter uma conversa seria com Edward. Eu podia até pertencer a ele, mas Edward que ousasse sequer pensar em mandar em um fio de cabelo meu. Ah, ai ele estaria ferrado.

–Precisamos conversar. — Dissemos os dois ao mesmo tempo. Abri os olhos surpresa. O que ele queria conversar comigo? Seus olhos eram carinhosos, mas pude perceber algo que não pude identificar no meio de tanto amor.

–Fale você primeiro. — Eu disse já sabendo que o meu assunto daria briga. Era fato. Sentei-me na cama de frente para Edward com as pernas cruzadas. Envolvi-me com o lençol ao ver o olhar de Edward ir a lugares inapropriados para a conversa. Ele suspirou pesadamente como se controla-se a si mesmo. Abriu os olhos e percebi neles uma tristeza tão grande. Meu deus o que tinha acontecido?

–Por que mentiu para mim? — De todas as coisas que eu imaginei que ele falaria essa era a única que eu sequer havia cogitado. Senti todas as minhas barreiras irem ao chão com isso. Como ele sabia? Olhei espantada para Edward e minha voz saiu esganiçada quando falei.

–O que? Do que está falando? — Ele suspirou resignado e se sentou corretamente na cama, tendo o cuidado de manter seu membro escondido pelo cobertor. Seus olhos verdes me examinavam como uma flecha me deixando totalmente exposta. Sua voz era fria quando começou a falar.

–Seu nome é Isabella Marie Swan. Tem 22 anos e nasceu em Phoenix, Arizona. Aos 13 anos se mudou com seus pais para Seattle embora sua casa ficasse em Forks. Seu pai morava em Seattle na semana e nos fins de semana ia para Forks ficar com sua esposa Renné e você. Eram conhecidos pela família mais requisitada dos EUA. Eram a família perfeita até que Isabella mostrou suas asinhas e começou a se envolver em escândalos. Aos 17 anos, foi mandada para um colégio interno onde passou um ano. Depois disso Isabella Marie Swan desapareceu e chegou a ser dada por morta pela mídia. A família Swan entrou em decadência na mídia mas continua com sua fortuna em Forks. — Minha boca estava em um perfeito o com a declaração do Edward. Ele tinha descrito de forma sintática toda a minha perfeita vida. Era impossível. Ninguém nunca havia ligado a minha pessoa e Isabella Marie Swan a pirralha ignorante que vivia na elite americana.

–Como? Como você descobriu? Quer dizer como você sabe? — Edward suspirou e vi seu semblante ficar ainda mais triste mas no momento eu não estava me importando. Ele era o único a saber desse segredo, nem mesmo Rosalie ou Jasper sabiam. Ele era o único que saiba algo que eu mesma me negava a acreditar. Suas mãos foram para o meu rosto secando lágrimas que nem eu saiba que caiam.

–Eu sei tudo sobre você Princesa. Por que você é minha. E eu conheço o que é meu. Eu fechei meus olhos e apoiei minha cabeça em sua mão. Eu não poderia esconder aquilo por muito mais tempo. Os problemas só estavam começando e pelo o que eu sabia da minha vida. Esses mesmos segredos poderão ferrar com tudo.

–Eu era a filha perfeita para a mídia. Tinha amigos perfeitos, escola perfeita, pais perfeitos. Mas ninguém desconfiava do que realmente se passava naquele Lar Perfeito. Meu pai nunca estava em casa. Minha mãe nunca gostou de mim. Sempre que eu chegava a casa eu tinha minhas tarefas perfeitas que eu deveria executar com perfeição. Nenhum erro era admitido. Era como se eu nunca fosse humana. Aprendi a tocar violão, violino, piano e guitarra. Sei falar oito idiomas diferentes. Sou uma bailarina profissional. Tenho cursos de defesa pessoal e arco e flecha. Tive notas perfeitas durante toda a escola. Todas as faculdades de Ivy League estavam dispostas a me aceitar desde o oitavo ano do fundamental. Mas nenhuma delas me ensinaram a aguentar firme. Nenhuma delas me ensinou a suportar minha mãe e suas criticas. Nenhuma delas me ensinou a não chorar. Nenhuma delas me ensinou a superar.
Edward me colocou em seu colo e acariciou meu cabelo. Eu sentia as barreiras ruindo, mas doía demais para mim sequer reparar.

"A primeira vez foi quando eu tinha quatro anos de idade. Eu estava fazendo dever de Mandarim, mas eu era uma criança e queria brincar. Achava aquilo chato. Eu sabia que minha mãe iria brigar, mas duvidava que ela fosse fazer algo demais. Afinal ela era minha Mamãe. E por mais que sempre fosse fria comigo atribui isso ao estresse. Negava-me a acreditar que ela não me amasse. Então deixei o dever de lado e peguei minhas bonecas. Brinquei a tarde inteira e depois peguei um bloco de desenhos e comecei a rabiscar. Era tão bom. Eu estava realizada! Mas no fim da tarde minha mãe chegou e foi direto para o meu quarto. O Material de Mandarim ainda estava jogando sobre a escrivaninha todo incompleto e com desenhos nas bordas. E eu estava encima da cama brincando com as minhas bonecas.

–O QUE VOCÊ PENSA QUE ESTÁ FAZENDO ISABELLA? SOLTE JÁ ESSAS BONECAS! -Lembro-me de começar a chorar e dizer que queria brincar e não aguentava mais estudar. Era irritante eu tinha tido. Foi então que minha mãe desferiu um tapa sobre a minha boca. A força do tapa combinado com o susto me fizeram cair na cama. Eu não acreditava. Minha própria mãe.

–CALE A BOCA. E PARE DE CHORAR! CHORAR NÃO VAI TE LEVAR A LUGAR NENHUM SUA IMPRESTAVEL. SÓ VAI FAZER VOCÊ SER MAIS UMA DESSAS IDIOTAS. CALE-SE. — Foi a primeira vez que minha mãe me bateu. A cada grito, a cada pedido de clemência, a cada soluço ela batia mais forte. Cada vez que eu gritava pedindo perdão, jurando nunca mais fazer isso ela me batia mais forte. Dizia que eu nunca deveria abaixar a cabeça. E foi assim por horas até que eu cansei. Eu não tinha mais força para gritar. Meu corpo já estava todo roxo e em alguns lugares já sangrava. Eu estava exausta e simplesmente me rendi. Minha mãe bateu ainda mais dizendo que eu era fraca demais. Que eu não conseguia. E então eu desmaiei com a dor. Eu tinha quatro anos e foi quando meu inferno começou."

Senti Edward rígido atrás de mim. Suas mãos estavam em meu colo, fechadas em punho. O ódio dele chegava até mim. Mas era impossível parar. Eu tinha que colocar para fora. Eu tinha que fazer parar de doer. E se eu me calasse agora só doeria mais.

"Foi assim durante toda a minha vida. Minha mãe sempre cobrava a perfeição. Eu sempre tinha que ser melhor que todos, ela gritava quando eu falhava. Era um inferno. Eu nunca fui um ser humano que erra, chora, grita, briga, perdoa e se levanta. Eu nunca fui ensinada a isso. Cada erro, cada choro, cada grito era seguido por uma sessão de espancamento que me deixava roxa por dias ou muitas vezes me deixava de cama. Quando eu chorava era ainda pior. Era como demonstrar fraqueza, demonstrar humanidade. E minha mãe não queria a humanidade. Ela queria um robô. E fui assim durante toda a minha infância e adolescência se é que posso chamar aquele período assim. Nunca andei de bicicleta e nunca nadei um dia inteiro nunca piscina brincando. Nunca joguei futebol ou vôlei e nunca fiz ou participei de uma festa do pijama. Nunca comi chocolate um dia inteiro e depois passei mal ouvindo minha mãe brigar comigo, mas depois cuidar de mim. Nunca tive amigos e os poucos que tive eram interessados no meu dinheiro. Nunca fui ao cinema com as amigas e nunca participei de uma guerrinha seja ela qual fosse. Nunca fui ao parque de diversões e nunca fiquei abraçada com meu namorado no cinema. Coisas tão bobas que a maioria despreza mas que eu daria qualquer coisa para ter vivido. Nunca conversaram comigo sobre sexo e um garoto nunca deu em cima de mim na cara de pau. Nunca tive uma crise de riso e nunca fiz maratona de filmes triste com as minha amigas enquanto chorava um pé na bunda. Era sempre os estudos, a vida social. Eu era um robô. Até que minha mãe me resolveu colocar em um colégio interno. Eu estava radiante mas não transpareci. Minha mãe sempre me tirou qualquer coisa que me desse prazer. E eu queria ir para esse colégio. Seria minha chance de liberdade! Finalmente! Mal sabia que ai sim meu inferno estaria completo."

As lágrimas já não caiam e minha expressão se tornou de puro ódio. Eu já não sentia dor, mas simplesmente uma raiva pura e mortal.

"Eu odiava a mim mesma naquela época. Tive uma colega de quarto, Jessica Stanley. Ela era ótima. Se tornou uma grande amiga e assim que cheguei logo fui parar no grupo dos populares. Entrei para as lideres de torcida e era idolatrada por todos. Pela primeira vez em uma carta minha mãe disse que eu finalmente estava no caminho certo. Mas eu sabia que não era eu mesma ali. Eu era egoísta e ignorante. Foi nessa época que aprendi a ser uma pedra. Ninguém me tocava. Eu era insensível e isso me pôs no topo do mundo.Até que tudo começou a desmoronar.

Eu gostava do Jacob Black. Ele era o capitão do time de futebol então o romance entre nós dois era esperado e foi o que me deixou radiante. Jacob era perfeito. Romântico, me idolatrava. Enchia-me de presentes, chocolates e elogios. Mas algo estava errado. Depois de alguns meses de namoro ele começou a me pressionar para transar. Eu era jovem e atribui isso aos hormônios. Grande erro o meu. Com isso senti Jessica diferente comigo. Ela não conversava mais tanto comigo e as vezes eu ouvia notas de nojo e ironia em sua voz mas me convenci que estava enlouquecendo.

Até que topei transar com o Jacob. Foi a pior decisão da minha vida. Por mais que fosse minha primeira vez, ele não foi delicado. Doeu muito e só me lembro de sentir dor e ouvir Jacob gemendo de prazer. No fim ele se virou de costas para mim e dormiu como se não tivesse feito nada demais. Chorei aquela noite inteira e quando acordei de manha encontrei um bilhete de Jacob dizendo que tinha saído. Fui para o meu dormitório arrasada. Aquilo deveria ter sido perfeito. Fazia um mês desde o fatídico dia e tudo tinha desmoronado. Jacob me ignorava e eu me culpava por não ter conseguido ser boa o bastante.

Jessica não ficava mais comigo e eu fui tirada do posto de capitã das líderes. Eu estava derrotada e entrava em meu dormitório esgotada quando vi a pior coisa da minha vida. Jacob estava transado com Jessica na minha cama e os dois riam de mim e da minha inocência. Foi ai que eu percebia que ali nunca foi meu lugar. Na mesma manhã eu tinha descoberto que estava grávida de Jacob e ia contar a ele que sempre me dizia que queria ter um filho. Mas depois daquela cena resolvi ser mais pratica.

Lembro-me de ter entrado no quarto calmamente com uma expressão fria no rosto. OS dois pararam de transar, mas continuaram a me rebaixar. Foi quando eu simplesmente olhei para eles e disse que podiam continuar que eu estava voltando para casa, pois tinha recebido uma bolsa de estudos na melhor escola do país. Aquilo era verdade e ver o rosto dos dois pasmos foi a melhor coisa que me aconteceu em tempo. Eles tinham armado tudo para me derrubar e mesmo assim eu sairia de lá por cima.

Mas as coisas não podiam ser tão fáceis. Voltei para casa dos meus pais e chorando contei tudo para minha mãe. Mas eu já deveria esperar que ela não entendesse. Eu tomei uma surra gigantesca que por pouco não perdi o bebê. Mas acho que minha mãe não estava satisfeita. Fui expulsa de casa somente com a roupa do corpo e aos gritos da minha mãe que me xingava de todos os nomes possíveis.

Eu estava caminhando pelo central Park. Sozinha, espancada, chorando e ainda por cima quebrada. Tanto por fora quanto por dentro, mas eu não ligava. Minha aparência era horrível, mas minha dor interior superava tudo. Lembro-me de ajoelhar em frente e uma arvore e chorar por tudo perguntando, implorando, lembrando de tudo o que eu fiz e como pude chegar aquele ponto. Foi quando Jacob apareceu.

Eu tomei o maior susto da minha vida. O internato era bem distante da minha cidade. Mas eu não tive tempo de perguntar o que ele estava fazendo ali. Jacob estava bêbado e terminou de me quebrar. Ele me batia tanto quanto a minha mãe e me chamava de nomes absurdos. Mas eu me encolhia em posição fetal protegendo o único ali que se importava comigo: meu filho. Eu o protegi até o ultimo instante, suportando toda a dor por ele. Ele não tinha culpa de nada. Era só um bebe indefeso, mas Jacob não iria deixar passar.

Foi um chute na barriga que fez meu bebe morrer. Lembro-me de ter sentido internamente a dor daquilo. O sangue entre minhas pernas denunciava e eu chorava mais que tudo. A única felicidade que eu havia ganhado tinha se esvaído entre meus dedos. Chorei rios e clamei por algo que nem eu sabia e foi quando Rosalie e Jasper apareceram. Até hoje não me esqueço. Rosalie espancou Jacob até que o mesmo não tivesse mais forças enquanto Jasper me pegava no colo e me levava até o carro indo para um hospital. Os dois me socorreram me deram abrigo e seu sobrenome.

Tratavam-me com todo o carinho que eu nunca tive, mas eu me fechei. Era dor demais até para mim. Eu ficava em meu quarto fitando o nada e me tornando cada vez mais gelada. No fundo eu sempre soube que os amava. Eles eram meus portos seguros, mas eu precisava me defender. O foi o único jeito que meu corpo encontrou. Perdi a capacidade de sentir qualquer coisa a não ser pelos dois.

E eu já sabia que iria me vingar de cada um que me fez sofrer. Então em um dia resolvi descer as escadas e encontrei os dois na sala de estar com uma caixa de armas na mão conversando com um dos maiores traficantes do mundo. Eu esperei o traficante sair e perguntei o que era aquilo. Não dei escândalo, não chorei, não berrei, não fiz nada. Eu havia descoberto a minha nova maneira de viver. Não havia motivos para isso. Os dois me explicaram que eram Assassinos Profissionais e eu disse que queria participar.

Eles relutaram, mas acabaram cedendo. Foi quando meu treinamento começou. Eu tinha uma mira perfeita e um cuidado gigante. Logo percebi que não conseguir sentir nada me seria de extrema ajuda e me tornei ainda mais fria será que era possível. Eu só expressava um pouco de carinho com os dois e não demorei a supera-los. Eles me levaram a Aro e tudo começou. Entrei na Máfia. Tornei-me a melhor. E com isso fiquei fria. Tive vários casos de uma noite. Queria sexo só isso.

E quando Aro disse que eu poderia ser uma Di Ângelo achei meu nome. Expliquei a Rose e a Jazz e disse que estava me mudando para minha própria casa e que teria meu próprio sobrenome. Eles aceitaram, mas impuseram a condição que seriamos sempre os três juntos. E eu aceitei. Não queria me separar deles mesmo, mas queria ter minha vida própria.

E foi ai que nasceu Isabella Di Ângelo. E com ela Mellody Gabbe."

Olhei Edward e o vi petrificado. Não sei identificar se era de ódio ou simplesmente raiva, mas isso estava o deixando mais do que tenso. Seu maxilar estava tenso e as mãos sobre meu colo estavam fechadas em punho, prontas para socar alguém. Seus olhos se mantinham fechados e seu corpo adquiriu uma postura tensa. Limpei o resto das lágrimas dos meus olhos e passei a mão por toda a face de Edward tentando acalma-lo. Faze-lo voltar a realidade.

Edward abriu os olhos e fitei uma escuridão que não imaginei. Seus olhos verdes ardiam numa fúria que normalmente era minha companheira. E foi ali que eu vi o Poderoso Chefão a minha frente. O Implacável. E ai eu percebi que ele se importava.

–Bella, você não faz ideia do quanto eu quero ir atrás de cada um deles e faze-los sofrer o dobro do que causaram a você. A minha vontade é tão grande que só o fato de você estar no meu colo está me controlando. Juro que vou matar cada um deles que ousaram sequer apertar demais você.

Abracei Edward apertado e o soltei com os olhos flamejando de um humor negro. Sorri amargamente.

–Eu já fiz Edward. Vinguei-me de todos eles.- Ele olhou me questionando e meu sorriso cresceu. -Primeiro fui atrás da Jessica. Eu me vesti de mulher gato. Era como ela me chamava. Ela foi a primeira a morrer. Depois fui atrás das minhas outras Amigas. Para cada uma delas usei uma fantasia diferente. Deixei Jacob por ultimo. Vesti-me de noiva. Ele dizia que nós íamos nos casar um dia. E só por isso me vesti assim. Fiz questão de infligir a ele a mesma dor que ele me causou ao matar meu filho. Do meu pai eu não tirei nada. Ele sempre trabalhava para nós dar o melhor e querendo ou não ele nunca viu minha mãe me batendo. Acho que me amava. Da minha mãe eu tirei o que ela mais amava: O Status. Fiz com que os Swan fossem banidos das festas da elite. Vinguei-me. Mas isso não diminui a dor que eu passei. — Edward apertou-me contra seu peito e senti sua cabeça em meu pescoço dando-me um beijo.

–Bella você não faz a mínima ideia do que significa para mim. No momento é minha fortaleza Princesa. Perdão se fiz você sofrer ao te lembrar de tudo, mas eu precisava saber. Eu estava ficando louco ao imaginar o porquê de você mentir para mim. Não suporto o fato de qualquer um tenha encostado um dedo que seja em você. Tornei-me extremamente protetor com você. E por favor, não me afaste. -Sorri docemente de um jeito que eu não fazia há tanto tempo que eu nem sequer lembrava.

–Não vou Edward, por isso mesmo temos que conversar.- Ele se virou para mim com os olhos ternos e me derreti. -Eu sou sua isso já um fato.

Fui interrompida por um beijo de um Edward que só faltava rasgar o rosto do tamanho do seu sorriso. Meu deus como ele era lindo. Passei os dedos por seu rosto e continuei:

–Mas isso não te torna meu dono. Não ouse sequer cogitar a ideia de mandar em mim Edward. Não sou um gato para ser domado. E não tente me mudar. Eu sou assim. E vou continuar sendo. Faz parte de mim. E também nem ouse cogitar a possibilidade de me fazer mudar de profissão. A Máfia faz parte de mim. — Ele deu um sorriso travesso e sussurrou em meu ouvido.

–Não quero te domar. Você não é como um gato está mais para uma tigresa. E sinceramente isso me deixa ainda mais gamado em você garota. E não vou te tirar da Máfia não. Posso ser controlador, mas não sou louco quer dizer pelo menos não a esse ponto. Mas você que ouse sequer olhar para outro macho, Isabella que o aconteceu ontem vai parecer parquinho de diversão. E se outro homem olhar para você estou pouco me fudendo quem quer que seja, mas eu arranco as pupilas dele sem pena nenhuma. -Sorri e mordisquei sua orelha entes de sussurrar em seu ouvido:

–Digo o mesmo Chefe.

PERDÃO MILHARES DE PERDÃO POR ISSO SERIO. eu tinha prometido post semana passada mas no dia que eu ia postar o meu pc travou quando eu tava respondendo os rewies e agr ele n ta mais funcionando ou seja eu tive que mandar para o técnico e taus e nao sei quando vou receber ele de novo. Milhares e mais milhares de desculpas. prometo que assim que eu receber vou mandar os bônus para vcs junto com o bônus desse capitulo ok?? perdão msm vcs nao sabem o quando to triste por ter deixado vcs na mão mas juro que nao foi culpa minha e agr to postando rapidao to iPad da minha prima pq nao queria que vcs ficassem Com mata raiva mas acho que vc já estão.... Milhares de perdão. Nao vai dar para mim responder seus rewies mas prometo que assim possível eu termino de responder todos. milhares de desculpas minha lindas e por favor comentem esse capitulo msm que vcs estejam chateadas comigo...

Notas finais
bem gente mereço que vc estejam mtuu chateadas mas por favor comentem Aki... Só para aliviar um pouco a consciência da autora que vos fala.... perdão mais uma vez e prometo que mando os bônus do capitulo passado o mais rápido possível junto com o desse capitulo ok?? Perdão mais uma vez.
Mereço rewies? Recomendações?
Bjss
Da Loka Da Lice
Podem dar uma olhadinha na fic da minha beta: http://fanfiction.com.br/historia/304155/O_Despertar_Do_Odio_Ou_Sera_Amor