Greetings, Himeros. God of sexual desire, son of Aphrodite. Lay back, and feast. As this audio guides you through new and exciting positions. I wanna be your G. U. Y.

Encarei meu reflexo no espelho novamente e suspirei não gostando do que via, tinha que ser algo melhor, mais sexy e simples, caso contrário, nada daria certo entre nós dois.

Olhei para as várias roupas do meu closet pensando em algo sexy e simples para vestir, até que me lembrei de uma camiseta do Jason que estava escondida no fundo de uma gaveta. Preta e meio transparente, já havia adquirido o meu cheiro e eu só precisava de uma tesoura para fazer dela uma peça sexy.

De calcinha e sutiã abri gaveta por gaveta até achar a tesoura para fazer o trabalho sujo. Estendi a camiseta pela poltrona e cortei sua gola, de modo que ela iria cair dos meus ombros e depois fiz vários cortes nas costas e na frente dela, finalizando com franjas que quase chegavam ao meu quadril.

Vesti a camiseta e ela ficou do jeito que eu imaginava. Caída no ombro, cortes mostrando meu sutiã e a minha pele, franjas que chegavam a mostrar minha calcinha fio-dental.

Coloquei os saltos mais altos que tinha e passei um batom vermelho, muito rímel e lápis de olho. Coloquei um colar comprido e com uma lua crescente, me dando como pronta.

Uau — Thalia disse quando passei pela sala, lá estava ela, junto a Nico e um pote de comida japonesa — Se o Percy não cair no seu encanto, eu mesma o interno em um hospício... Mas só me tira uma dúvida? Essa camiseta era do Jason não? Sim, eu sabia que era.

Eu não respondi a pergunta dela, ela mesmo chegou a conclusão. Revirei os olhos, ainda meio tonta pela quantidade de perfume francês que havia passado e encarei o Nico.

Qualquer coisa... Você...

Eu avisei o Percy que iria sair com uma gata, ou seja, sua prima — ele deu de ombros. Suspirei aliviada — Luke teve um "compromisso" Las Vegas e não sabe quando volta e o Percy deixou bem claro que iria passar a noite resolvendo casos dele... Ele sabe a ser patético as vezes.

Concordei com a cabeça e peguei as minhas chaves, abri a porta e entrei no elevador já aberto, apertando o andar do apartamento dos meninos. Hoje a noites seria uma festa, literalmente.

Bati os saltos no chão metálico do elevador freneticamente, enquanto mexia nas minhas unhas bem feitas e pintadas de preto, deixando minha mão ainda mais branca do que ela já é. Não tenho culpa se odeio esmalte claro.

Mordi o interior da minha bochecha e sorri, vendo a porta se abrir e bati meus saltos pelo chão enquanto caminhava pelo longo corredor. Não diria que era sorte, mas ninguém passou ou ousou sair da sua casa durante meu trajeto.

Aperte o botão da campainha e sorri, voltando a encarar minhas unhas tão perfeitas. Uma coisa que eu deixei de ser: humilde.

Annabeth? — o moreno arregalou os olhos, depois que abriu a porta e passou os olhos pelo meu corpo descoberto. Ampliei meu sorriso e passei por ele, entrando no apartamento.

Como vai? — perguntei me sentando no sofá e cruzando as minhas pernas, vendo a papelada sobre a mesa de centro.

Bem... O que faz aqui? Nico saiu — ele revirou os olhos, tentando ignorar minhas pernas.

Eu sei disso — revirei os olhos — Ele me trocou pela Thalia, acredita? Fiquei totalmente sozinha lá em casa, ai me lembrei de que você também estava sozinho aqui... Decidi vir fazer companhia.

Ele franziu o cenho, se sentando no chão, de frente para a mesa e encostando as costas no sofá. Me aproximei mais e inclinei meu corpo para frente, encostando meus lábios no seu ouvido.

Irei te atrapalhar? — sorri internamente, sabendo que ele encarava meu reflexo na tela da televisão.

De jeito nenhum — o moreno disse tenso. Sorri.

Tirei meus saltos e engatinhei pelo sofá, sentando atrás dele e sobre as minhas panturrilhas. Apoiei cada uma das minhas mãos em cada ombro dele e comecei a massagear tranquilamente, esperando a tensão dele passar.

Sabia que o nevorsismo apenas nos desconcentra do que estamos tentando nos focar — murmurei no seu ouvido, apertando um nervo dele. Seu gemido foi baixo e não foi de dor, e sim de alivio — Rachel não faz isso com você?

Não, acho que ela tem medo de quebrar as unhas — ele disse inclinando a cabeça para trás, de modo que a mesma ficasse deitada nas minhas pernas — Isso é ótimo.

Sorri vendo seus olhos esmeraldinos me fitarem por cima dos cílios e um sorriso se formar, apertei seu nervo novamente e outro gemido escapou dos seus lábios.

Sempre que precisar de uma massagem e sua noiva estiver com medo de quebrar as unhas, me procure, eu sei fazer ótimas massagens — aproximei meus lábios do seu rosto e apertando pela última vez seus músculos tensos.

Proposta tentadora — ele disse se virando e ficando de frente para mim — Estaria sendo louco se recusasse.

Ri jogando minha cabeça para trás, e a deixando apoiada no encosto do sofá, com os olhos fechados e o sorriso estampado no rosto.

Depois de uns minutos, abri novamente e encarei o moreno com um sorriso meigo estampado nos lábios. Ele retribiu o sorriso e se levantou, para se sentar ao meu lado.

Então... Essa camiseta é o que? Especificadamente — ele riu, segurando uma das franjas da minha camiseta.

Acho que a partir de agora ela vai ser um pijama — ri encarando o teto — Estava sem nada para fazer em casa, então fui mê livrar de algumas roupas que já estavam fora de moda e achei essa camiseta... Era do meu ex namorado.

Ele se surpreendeu com o meu pequeno resumo falsamente verdadeiro, eu de fato passei a tarde me livrando de roupas, mas não achei a camiseta por conhecidencia, eu a achei por necessidade.

E decidiu picotá-la? — ele arqueou uma sobrancelha. Concordei com a cabeça, encarando ele — Por que?

Águas passadas — joguei as minhas pernas por cima das dele. Inclinando meu corpo para frente — Eu ainda não tive a chance de me desculpar pelo beijo que roubei aquele dia no elevador... Não sei onde estava com a cabeça, você é o noivo da minha melhor amiga...

Fui interrompida pelos seus lábios, eles avançaram contra os meus e eu fui obrigada a corresponder. Eu queria corresponder.

Percy me puxou mais para perto dele, quebrando qualquer espaço entre nós dois, com nossas línguas duelando e com nossas bocas se encaixando, como duas peças corretas do mesmo quebra-cabeça. Quando o ar nos faltou, seus lábios trilharam uma linha de fogo pelo meu queixo, pescoço, ombro e clavícula.

Acha mesmo que eu não queria aquilo? — ele falou contra a curva do meu pescoço, dando um mordida logo em seguida. Soltei um suspiro — Será nosso segredo.

Adoro segredos, são eles que unem as pessoas — sussurrei, limpando o batom vermelho em seus lábios. Percy não combinava com vermelho — Principalmente se eles são bons, como esse.

Podemos torná-los melhores — suas mãos acariciaram minhas coxas e pararam na minha bunda, onde ele fez questão de apertar. Sorri maliciosamente, afinal, o moreno não era nenhum Santo — Desde o dia que te vi naquele restaurante, pode ter certeza, venho alucinando com o dia que vou ver seu corpo nu.

Isso não é problemas então — mordi meu lábio, levando minhas mãos até a barra desfeita da camisa e a puxando para cima, revelando a peça minima que usava. A vantagem, era que Percy usava apenas uma calça de moletom, havia reparado nisso quando cheguei — O que acha de me ajudar com o resto?

Me levantei, calcei meus saltos e caminhei pelo corredor bem conhecido, dando uma última olhada para ele por cima do ombro e mandando um beijo. Provocá-lo seria meu paraíso particular, onde os limites e as regras não existiam.

Abri a última porta do corredor, a porta que me dava a entrada para o País das Maravilhas, e me joguei na cama macia, sentido o cheiro do moreno se misturar com o amaciante. Ele logo apareceu, com um sorriso traiçoeiro estampado na face.

Estralei minha língua, me livrando meus meus saltos novamente e em seguida mê sentando na cama, com o mesmo sorriso. Passei a mão pelo cabelo, o jogando para o outro lado e curvando um pouco a minha cabeça para o lado.

Não vai me ajudar? — arqueei minha sobrancelha. Percy fechou a porta e com passos calmos se aproximou de mim, inclinou seu tronco para frente e me beijou novamente, puxando meu corpo para cima e me deixando de joelhos na cama.

Enquanto seus lábios estavam nos meus, suas mãos ágeis acariciavam minha pele até encontrar o fecho do meu sutiã. Ele era esperto.

Mordi e puxei seu lábio enquanto ele deslizava o sutiã por meus braços lentamente, como se estivesse me torturando ou algo parecido. Ele jogou o sutiã para trás e começou a trabalhar na pele fina do meu pescoço, dando mordidas, sugando e até mesmo beijando.

Ele me jogou para trás, fazendo meu corpo se chocar com o colchão macio e em seguida, se colocou sobre mim, tomando meus lábios para os dele novamente enquanto sua mão esquerda massageava dolorosamente e deliciosamente o meu seio. Levei meus dedos até seus fios macios e os puxei, arranhando seu couro cabeludo.

A trilha de fogo começou novamente, agora eu tinha certeza de que iria ter lindas marcas roxas e vermelhas no meu pescoço no dia seguinte, quem sabe até em meus seios sensíveis.

Dei meio suspiro, deixando-o preso pela metade quando seus dentes se prenderam vem volta do meu mamilo e ele o puxou com força. Controlei o gemido que iria escapar e puxei seus fios novamente, vendo ele voltar a dar vários chupões no meu seio direito enquanto sua mão trabalhava com o esquerdo.

Maldito! — gritei quando ele mordeu com força desnecessária meu mamilo, ele não tinha noção de como eles eram sensíveis.

Ele riu e deu um beijo no vale entre meus seios, respirei fundo e segurei sua cabeça, impedindo ele de avançar seus lábios do capeta para meu seio esquerdo e o fazendo me encarar desentendido.

Estou em desvantagem nesse jogo — mordi meu lábio. O moreno riu e se esticou para me beijar, mas acabei virando o rosto.

É um jogo então? — ele arqueou a sobrancelha, rindo.

Não sei, mas se for, que seja um jogo justo — nos virei na cama, me sentando em cima do seu membro coberto pela calça e pela cueca.

Jogos sexuais nunca são justos, ao contrário, eles são bem sujos — havia duplo sentido na sua frase, teria que ser muito burro para não notar.

Um jogo não precisa ser limpo, para ser justo — dei-lhe uma piscadela, avançando meus lábios para os dele e dando um curto beijo. O moreno não gostou, deixou isso bem claro no muxoxo que soltou.

Se ele deixou meu pescoço todo vermelho, roxo e azul, nada mais justo eu fazer o mesmo com a pele pálida do pescoço dele. Mordi, chupei, beijei e mordisquei, descendo os beijos até seu pomo de Adão, seu peitoral e abdômen definido, até chegar no caminho para a felicidade.

Afinal de contas, Percy havia caído na toca do coelho.

Sabe no que ando pensando ultimamente? — arranhei toda extensão do seu peitoral e abdômen até minhas mãos se prenderem no cós da sua calça.

É bom?

Depende dos olhos de quem vê — sorri, abaixando sua calça lentamente. O moreno se apoiou nos cotovelos para ver meu rosto.

No que anda pensando? — ele arqueou a sobrancelha, com um sorriso sexy estampado no rosto.

Em virar uma coelhinha da playboy — ele engasgou com a própria saliva e depois arregalou os olhos. Joguei sua calça para trás e engatinhei até o meu rosto estar próximo ao dele — Gostou da ideia?

Como resposta ele me beijou, então cheguei a conclusão de que isso era um sim e no fundo, eu seria apenas a coelhinha dele. Iria satisfazer todos os desejos sexuais dele.

Seria uma G.U.Y

É bem... Sexy — ele arfou quando soltei seus lábios. Joguei minha cabeça para trás e o encarei depois.

Principalmente para você — dei de ombros, olhando a sua tatuagem e depois me lembrando que tinha um desejo a satisfazer — Três letrinhas: G.U.Y

Ele arregalou os olhos e sem mais delongas eu tirei sua cueca box, deixando seu amiguinho — que por sinal era bem grande — livre para a minha felicidade. Mandei um beijo para ele joguei meu cabelo para trás, lambi sua glande e dei um pequeno beijo na mesma.

Antes de abocanhar seu amiguinho, o encarei e dei um última piscadela, não iria mais longe do que isso.

Com movimentos de vai e vem, o deixei excitado o suficiente para sentir seu membro pulsar na minha boca. Arranhando o mesmo com os meus dentes e o não deixando ele me ajudar no meu trabalho sujo e, quando percebi que o moreno logo iria gozar na minha boca, parei.

Sem qualquer aviso prévio me levantei e caminhei pelo apartamento vazio, rumo a cozinha para pegar uma bebida bem forte, apenas para provocar o moreno. Era esse o meu ramo, provocar.

O que você pensa que está fazendo? Vai me deixar assim? — ele apareceu na cozinha enquanto eu virava o uísque em um copo. Olhei para ele e ri, ao perceber que ele estava vermelho e nu.

Quem sabe — mordi meu lábio, levantando o copo para ele e depois o levando até meus lábios. O moreno se infernizou e caminhou com passos duros até mim, me virando e tirando o copo da minha mão.

Não existe essa de quem sabe comigo — ele disse e, antes que pudesse responder, ele me sentou no balcão de mármore e atacou meus lábios. Correspondi o beijo arranhando e puxando os fios da sua nuca, enquanto ele tinha uma certa dificuldade para tirar a minha calcinha.

Bom, pelo menos ele não pensou em rasga-lá.

Quando a peça finalmente não estava mais no meu corpo, ele colocou dois dedos dentro de mim e arrancou bons gemidos, me deixando no mesmo estado em que eu o deixei. Exitada e vulnerável.

Não existe quem sabe — ele falou roçando nossos lábios, tirando os dois dedos de dentro de mim e depois precionando meu clitóris — Existe o sim e não.

Tenho que escolher? — mordisquei seu lábio — Por que se tiver — abracei seu quadril com as pernas, roçando as nossas intimidades. Eu estava molhada demais e ele ereto demais — A minha resposta é sim — sussurrei no seu ouvido, passando meus braços no seu pescoço.

Nossos lábios se encaixaram enquanto ele caminhava comigo para algum lugar, foram questões de segundos até que as minhas costas fossem chocadas contra a parede gelada.

Deixei um grito escapar dos meus lábios quando seu membro entrou em mim e os movimentos de vai e vem começaram com brutalidade, a cada estocada fazendo as minhas costas se baterem contra a parede e os gemidos se variarem em tons diferentes. Meus gritos e gurnido se misturando com os do moreno, minhas unhas danificando a pele das suas costas e suas mãos apertando minhas coxas e a minha bunda a cada estocada.

Nao havia ritmo certo, era no ritmo do moreno. Lento, rápido, mais rápido e lento de novo. Minhas costas iriam doer amanhã, provavelmente minhas pernas ficariam moles, mas eu não me importava, eu era a G.U.Y.

Ele havia conseguido alcançar meu ponto G, coisa que nenhum homem no qual eu já transei conseguiu fazer. Isso me deixou mais excitada ainda, arrancou mais gemidos e suspiros meus.

O que era para ser apenas sexo causal, se tornou algo mais alucinante, mais prazeroso.

Você não era virgem não é? — ele perguntou dando estocadas mais lentas. Meu corpo já estava mole então apenas neguei com a cabeça — É apertada.

Eu fui stripper caso não se lembre — gemi contra seu pescoço suado, sentindo as minhas costas baterem novamente contra a parede — Não sou virgem — suspirei ofegante. Se ele soltasse as minhas pernas, eu iria desabar no chão — Então, não seja doce comigo... Detesto sexo camomila.

Você não aguenta nem falar — ele riu, me fazendo encará-lo.

E você aguenta dar estocadas mais fortes do que essa? — provoquei. Eu poderia morrer, mas morreria feliz.

Dito e feito, o moreno parou de ser camomila e virou um bruto, dando estocadas que me faziam ver pontinhos pretos na minha frente. Não iria desmaiar, respirei fundo e ataquei seus lábios, arranhando sua nuca e sentindo meu interior se contrair. Era questão de estocadas como essas.

Vamos, Perseu, mostre o que você tem de melhor — tentei rebolar, mas quando se está apoiada em uma parede é complicado. Ele deu duas estocadas fortes, duas mais lentas e repetiu o mesmo ritmo algumas vezes até um grito de alivio escapar da minha garganta quando ambos chegamos ao ápice juntos.

Ofegante e fraca eu desabei sobre ele. Meu corpo estava mole, mas não cansado, poderia repetir doses como essa a noite toda, mas a garantia de que amanhã andaria eram mínimas demais.

Ele me jogou no sofá e se deitou do meu lado, com nós dois ofegantes e tontos por causa da loucura dos últimos minutos, ou horas, não sabia definir ao certo quanto tempo passamos nisso.

Depois de um tempo nossa respiração se regularizou e eu sentia meu corpo pesar toneladas, mas não me importei muito com isso, se importar com a dor não era do meu feito.

Me deitei em cima dele, enrolando nossas pernas e deixando meu ouvido no seu peito. Seu coração batia acelerado.

Outra rodada? — perguntei quando suas mãos apertaram as minhas nádegas.

Notas finais
Okay, vou ser sincera, tenho medo desse capítulo '-' Não acredito que escrevi ele, mas acho que depois dele mereço comentários decentes porque né... ¬¬ Tem ai Percabeth, tem Wild Sex e tem putaria, nada mais justo do que ter comentários decentes e bons. Se tiver, posto outro capítulo ainda essa semana Kisses ♥