Fique sempre ao meu lado

5 Capitulo 5 Vislumbre do passado real


Notas iniciais
Hellllooooo povoooo, Como vão vocês? Animados para um novo capítulo? Espero que simmm. Perdão pela demora

[Gajeel on] " a onde aquela baixinha foi ontem?" Já era a 20º vezes que a mesma pergunta se repetia em minha mente, aproveitando a vasculho enquanto continuo a patrulha. Foi a três noites atrás {flashback on: voltando da patrulha avistei algo se esgueirar pela sombras do castelo, pelo cuidado que tinha já fazia isso a um tempo mas... me aproximei sorrateiramente e peguei em seu ombro... Bom pensei que fosse:

— Droga, baixinha o que faz aqui?

— Como sabia que era eu? – Ela se virou tirando o capuz me encarando surpresa , ficamos um tempo em silêncio no escuro.

— Você não me respondeu. – Falou irritada – E pare de me encarar.

Me surpreendo por se pego a encarando sem perceber, um tom ruborizou as suas bochechas. “O que ela perguntará? Ah sim!”

— Porque, você foi a única anã a se esgueirar pelo castelo – Respondi em meia verdade, enquanto me aproximava cuidadosamente senti o seu cheiro fresco incomodando o nariz, o suficiente pra saber que era ela, além de sua altura, mas ela não precisa saber disso – e você não me respondeu baixinha. – falei a imitando.

— Estava... só saindo um pouco.

Ela colocou o seu capuz e correu para o portão principal, meu corpo queria segui-la, mas não fui, dando meia volta segui meu curso para o alojamento. Fashback off}.

Endireito as costas sentindo os músculos gritarem de dor, “ O que estou fazendo aqui?” olho para a pia da cozinha a minha frente, me recordado do que eu estava fazendo enquanto minha mente divagava. Saio do espaço onde estou e vou para a área de treino.

[Gajeel off] [levy on]

Será, que aquilo ira acontecer de novo?” me pergunto, ao relembrar o ocorrido de três noites atrás.

Pisco uma vez, identificando o lugar onde me encontro, vejo as cores vivas do recinto me receberem com alegria, deixo um sorriso desenhar em meus lábios enquanto aliso a capa do livro a qual peguei sem nem mesmo saber o nome, “ tenho que ter mais cuidado, quando for sair de novo” concluído o pensamento, deixo minha mente divagar mais uma vez, visualizando a pessoa ou melhor o poste que me pegara desprevenida aquela noite.

— vai ler este hime?

— ahhhhh — me assusto com a interrupção culpando a minha mente por se distrair com... ele.

— desculpe, assustei você hime-sama?

— primeiro me assustou sim, Mira-san – coloco uma mão no peito para dar ênfase ao ocorrido – e segundo, é levy, você não precisa ser tao formal comigo, somos amigas – finjo uma cara de desgosto, fazendo a albina sorrir.

— vai ler este então levy ? – reparo na ênfase do meu nome vendo seu sorriso se alargar, enquanto a ponta para o livro em minha mão, sem pensar muito concordo, seu olhar adquiri um tom de divertimento. — Não sabia que tinha interesse nesse tipo de livro.

Franzo o cenho sem entender, novamente vejo a apontar para o livro, enfim do a atenção a ele lendo o titulo “ desejos e seduções do oriente” sinto minha bochechas pegarem fogo, meio sem jeito enfio o livro na estante saindo as pressas da li.

[levy off] [Gajeel on]

ja passa das três quando termino minha patrulha ao redor do castelo e avisto um azulado encostado na construção mais a frente ele nota minha aproximação.

— parece que já terminou sua patrulha – começa “é estranho” penso como ele conversa comigo sem ter medo da minha aparência. Concordo com um movimento de cabeça, vejo suas feições se contraírem.

— o que foi? – pergunto ríspido ao ver ele controlar uma risada abafando a com as mãos, alguns minutos se passa e vejo ele tentar se acalmar me olhando com divertimento, sua boca se contrai em um sorriso controlado.

Ele aponta para o meu cabelo – eu sabia que seu cabelo é volumoso, mas não sabia que era um ninho – passo a mão no cabelo sentindo coisas pontiagudas, meu bom humor estoura ao mesmo tempo em que Jellal solta uma gargalhada alta.

— cala boca – digo, enquanto passo a mão pelo cabelo tirando pequenos galinhos, vendo o Jellal rir descontroladamente rolando pelo chão e apontando pra mim franzo o cenho ainda mais me sentindo irado pelas risadas, depois de tirar todos os galinhos encontro um palhaço tatuado totalmente recuperado do ataque de risos.

— agora que a princesa já acabou de escovar os cabelos, podemos ir – o fuzilo com o olhar vendo ele se afastar, o sigo sem saber para onde íamos, ele para de frente para uma porta colada no castelo perto do pátio com jardim onde fiz minha serenata me dando uma certo constrangimento, que é abalado quando começamos a subir as escadas da área de serviço dos dos empregados “mas onde diabos aquele azulado estava me levando?” a escadaria acaba com uma porta, Jellal a abre o sigo entrando em um corredor aberto com varias janelas banhando o lugar com luz de fora

— pronto – ele solicita todo alegrinho.

— foi para isso que me trouxe? – pergunto controlando a descontentamento na voz . ele para de sorrir e me olha serio.

— Não, trouxe para você patrulhar o castelo por dentro – sinto algo de familiar nisso. {flashback on: vejo ele me perguntar a mesma coisa uma vez e me neguei no mesmo momento, ele tento insistir mas para subitamente encarando algo pro cima do meu ombro.

— esta tentando convencer outra vitima a patrulhar o castelo com você? para ficar observando a ruiva? – a voz se choca junto com um braço musculoso em torno dos meus ombros.

— nã...não e nada disso Laxus – gagueja, fazendo o loiro estreitar o olhar.

— Laxus... é? – provocou com advertência.

— Sr Laxus – indagou o azulado, um pouco sem cor tirando uma risada rouca do maior.

— isso tudo é só para poder ver sua ruivinha, é? – corando com o comentário, Jellal firma o olhar em Laxus.

— você é um mau soldado Fernandez — sorriu.

— não é nada disso – afirmou, com com um tom vacilante.

— bom, boa sorte ai – rindo o loiro saiu do campo de visão, depois disso não vi muito do azulado. Flashback off}

— você não esta aqui para ter um pretexto para a ver a Erza? Esta? – perguntei.

— cla..claro que não – gaguejou sem jeito – estou aqui para te mostrar o interior do castelo -Engulo as palavras e o sigo.

— saiba, que logo você vai começar a patrulhar dentro do castelo – continua contenho o misto de surpresa e estranhamento – por isso talvez acabe avistando a princesa – termina com um suspiro calmo.

— nunca ouvi falar de uma princesa entre as conversas dos soldados – indago curioso com a informação.

— pensando alto, Gajeel – ralha com um sorriso – bom... tem, e não me surpreende que você não sabia... ninguém fala dela.

— porque?

— todos a respeitam muito – ele para de andar e me encara com um olhar triste – ninguém quer ganhar a fama de mexeriqueiro, então não dizem nada, pois aconteceu muita coisas com ela, coisas que ainda me surpreendo quando a vejo sorrir – Eu sei que não devia mas perguntei.

— o que aconteceu? – Encarei o azulado que tinha o olhar perdido e triste.

— foi a muitos anos atrás a senhorita tinha acabado de fazer 10(dez) anos quando um jovem príncipe de de 19 (dezenove) anos, propôs se casar com ela, assim foram comprometidos, ela seria desposada por ele quando fizesse 18 (dezoito) – suspiro – ele parecia bom, era fino e educado, mas seus olhos... eram cruéis ele era um dos príncipes herdeiro das casas dragon castelo das sombras, certa noite ele tento convence-la a fugir com ele, alegando profundo e puro amor mas não tinha nada de puro suas intensões, ela se nego não convencida... então ele a sequestrou e a prendeu em seu castelo, e começou a barganhar e exigir o reino de fiores em troca da vida dela então... – ele toma folego vejo sua respiração descompensada – então para mostrar que estava falando serio ele a... — uma pausa, mais uma golada de ar para acalmar a voz rouca e pesada – ele a espancou brutalmente para pressionar o rei, então um milagre aconteceu ela consegui escapar das garras dele, distração de um dos capatazes dele em vigia-la e isso os custou caro. Nos a encontramos perto de um córrego apagada, coberta de sujeira e sangue, seus pés descalços esfolados pelo caminho longo que percorreu – uma risada sem humor lhe escapa os lábio – ela tinha algumas costelas quebradas e rosto machucado de mais, horas depois o encontraram e o maldito saiu em pune, alegando estar sendo obrigado a fazer, dando essa desculpa mal lavada e um misero sinto muito... o rei pode ter engolindo aquilo mas eu não e juro se eu o encontrar eu...- vejo ele parar de esbravejar, xingando baixinho vejo olhar para mim – pode guardar segredo? Não era para eu contar mas... olha não conte a ninguém mesmo que sua vida dependa disso – aceno em concordância.

Vejo o relaxar os ombro um pouco tenso

— onde paramos ? ah! Sim vamos continuar o tuor. — Sigo atrás dele, tentando estar atento ao lugar guardado os pensamentos que me rodeiam.

[ um tempo depois]

como uma princesa tão nova conseguiu forças para fugir?” a pergunta se repete a um tempo na minha cabeça, me distraindo, olho para o horizonte vendo o céu ser manchado de roxo e azul aprumo os ombros me preparando para fazer a vigia que terminara daqui algumas horas. Dou algumas voltas cumprindo a tarefa ate que, avisto algo se mover nas sombras do castelo, seu cheiro adentra meu nariz, se deliciando pelo aroma enlouquecedor “ provavelmente serei punido, mas...” deixo incompleto o pensamento saindo do meu posto, começo a segui-la.

Notas finais
Então gostaram??? odiaram??? comentem também se tiverem dúvidas sobre o capítulo. É isso povoo, até a próximo capítulo. ♥