Fim Da Justiça

11 Retribuindo as visitas


Notas iniciais
Olá, meu povo! Quero gentilmente agradecer aos comentários de Beto (que bom que voltou!) e Writer! E por Devonxin favoritar minha fic! O meu muito obrigada, pessoal! Bom, vamos ao que interessa. Batman irá atrás de Mentor... depois terá a visita de Superman. Diálogos secos serão trocados. Bom, durante toda a fic, lancei pistas e dicas de quem possivelmente seria o vilão. Mas nem todas eram verdadeiras. Algumas coisas foram escritas para ludibriá-los. A intenção foi diverti-los e surpreendê-los, pois eu julgo-me não muito boa em descrever algo que não quero contar. Enfim, não posso escrever muito mais, pois como estamos na reta final, qualquer coisa que eu disser será um SPOILER. Portanto, boa leitura, povo!

— Patrão Bruce, o Coringa sumiu!

Batman precisava decidir o que faria primeiro.

— Alfred, cheque as imagens de segurança e veja como—

— Mas senhor, eu já fiz isso. Não há imagens dele na caverna depois que... Que despencou do andar.

Ponderava se era possível que alguém estivesse manipulando remotamente o sistema da caverna como bem quisesse. Por isso, instruiu o mordomo nas seguintes ações que devia tomar, como por exemplo, acionar o rastreamento via satélite e o sistema de alarme da caverna.

Paralelo a isso, pensando na “fuga” do criminoso, uma das possibilidades mais prováveis seria a qual Mestre dos Espelhos voltara e levara para um esconderijo, o corpo do falecido Coringa. A outra era que, por incrível que pareça, o palhaço tivesse levantado e, simplesmente, saído de lá sem que ninguém o notasse – devido a invasão na rede.

Entretanto, ainda referente ao vilão, caso estivesse mesmo vivo, o que mais incomodava o herói era o fato do Coringa saber sua real identidade. E no que ele podia – pretendia – fazer com isso.

— O alarme vai acionar se alguém, alguma coisa, entrar ou sair da caverna. Até mesmo da Mansão, então, fique atento. Tenho outras prioridades, agora. Do palhaço, cuido mais tarde.

— Então, acredita que ele ainda esteja vivo?

— Preciso ver com os meus próprios olhos, Alfred.

A comunicação da aeronave para a caverna fora desligada. Batman sobrevoava a cidade que não “dormia”. Era também conhecida como “a cidade luz”, mas essa não era Paris.

—--

Não passara muito tempo que falara com seu patrão sobre o sumido do falecido, o alarme soou sutilmente pela caverna. Estava preparado, com a sua espingarda em mãos. “Se da última vez você ficou de pé, desta vez, vou garanti que fique no chão...”. O mordomo aguardou até o intruso aparecer.

— Alfred, seria pedir muito não apontar essa arma para mim?

— Oh... S-sr Superman.

O herói, que se revelou após sair das sombras, flutuava diante do mordomo. Pousou logo depois de Alfred abaixar a arma.

— Perdoa-me a recepção, Sr. Mas a última visita que tivemos, não nos foi muito agradável.

— Entendo, Alfred... Queria ter avisado da minha chegada, mas J’ohn descobriu que Batman desativou a comunicação da Torre para a caverna. – Observava a caverna, com um olhar distante. — Ele sempre está um passo à frente – divagava sobre os recentes acontecimentos até voltar para Alfred, que permanecia ali, curioso para saber o motivo da visita. — Bom, só queria saber se está tudo bem e se o seu patrão se encontra. Pelo jeito, não...

— Não está. – Houve uma longa pausa de ambos, no entanto, Alfred resolveu quebrar o gelo. — Aceitaria um café?

—--

Invadira o escritório de seu alvo – o local exato indicado no mapa após o arquivo ser decifrado – e começara a procurar por evidências da capacidade e petulância do “ladrão”. Iniciou a procura no notebook que ali estava. Descobrira que o mandante dos ataques viajaria para Nova Zelândia pela manhã, num jatinho particular. “Pra quê ir tão longe?”, se questionava.

Numa busca mais minuciosa, encontrou um arquivo que constava informações sobre a máscara-holográfica. A qual conseguia transmitir, por pequenos pontos de hologramas, qualquer rosto que a mesma estivesse programada a transportar. Simultaneamente, essa máscara-holográfica continha um programa que modificava o som da voz no momento da fala. Ou seja, o indivíduo conseguiria enganar a todos até mesmo no tom de voz. “Então, foi assim que Lex conseguiu enganar Lois...”, concluiu.

Uma coisa estava levando a outra e a curiosidade do herói só aumentava. Cara de Barro continuava com o comunicador de Diana, o qual mostrava o endereço de onde o vilão estava. Mas outra coisa chamou-lhe mais atenção. Um arquivo que era criptografado. Sem muitos problemas, conseguiu decifrá-lo usando um dispositivo que poderia ser confundido por um pendrive, pela sua capacidade de armazenamento semelhante. Contudo, sua outra função era simples; buscar nos históricos a última vez que o arquivo foi aberto e simular a entrada. Era como se o dono estivesse percorrendo todos os caminhos que havia passado com o mouse, na tela e o Batman fosse somente um telespectador. Mas após entrar no arquivo-cofre, Batman teria a liberdade de esquadrinhar qualquer coisa. Outro arquivo fora selecionado, o Homem-Morcego fora intuitivo. Era um vídeo. Não era possível enxergar muita coisa, até que uma luz amarela crescia na tela, a qual revelara ser de Thaal Sinestro, o Lanterna Amarelo.

Batman adiantou alguns momentos, já que o vídeo não tinha áudio e sua qualidade não era a das melhores, devido a má iluminação, por isso também não conseguira fazer a leitura labial. Viu a hora que ocorreu inúmeras explosões. Antecipou um pouco mais o vídeo e visualizou um Sinestro desnorteado. Só não pôde continuar, por ter percebido que alguém chegara. Batman não pretendia estragar seus planos de contra-ataque.

Retirou seu equipamento no notebook e, rapidamente, saíra pela janela.

—--

De volta à Gotham, na batcaverna, Bruce não parecia satisfeito com a visita.

— Eu disse que ninguém podia entrar, Alfred – advertiu enquanto saía do cockpit da aeronave.

— Não, não disse, Patrão Bruce... – Alfred retrucou, levantando-se da cadeira e levando a bandeja com xícaras de café de volta à Mansão. Clark, que acompanhava o mordomo no café, se pronunciou após ter notado que era totalmente ignorado pelo outro herói.

— Não vai adiantar me ignorar por muito tempo—

— O que está fazendo aqui, kryptoniano?

Pronto, querendo ou não, Clark tinha a atenção dele. Seria direto.

— Tive uma conversa séria com todos. E chegamos a uma decisão. – O kryptoniano observou que Batman pouco se importava com o que dizia, mesmo assim continuaria: — Lamento, Bruce, não o querem mais na equipe.

— Eu já facilitei isso. E é definitivo.

— Entendo... – Houve uma pausa. — Depois de saber como todos foram atacados, me peguei perguntando o quanto dos seus planos de contingência foram modificados. – Outra pausa. — O quão louco você se tornou, Bruce...

— Está justificando seu voto? – dizia enquanto conectava um pendrive no compartimento do painel de controle da caverna. Na verdade, tratava-se do dispositivo que facilitou a entrada e armazenamento de informações do computador invadido mais cedo. Digitou algumas vezes e voltara a prestar atenção na conversa.

— Não foi para isso que vim aqui, era—

— Então, o que você quer? Os meus planos? – Depois de soar um breve apito, Batman retirou o pendrive e o jogo em direção do Homem de Aço. — Toma. Se isso o fará ir embora, pode levar. Agora, estou muito ocupado.

Superman segurou o objeto por alguns instantes. Pensava no que Alfred havia lhe contado, durante o café. De como o Coringa os atacou. Não acreditava que esse seria o plano do Batman contra si mesmo. Pensando melhor, será que ele tinha um? “Ele não pode ser tão arrogante a ponto de não ter criado um plano contra si...”, ponderava Superman. Por fim, sabendo que a conversa não passaria de respostas brutas para perguntas azedas, finalizou dizendo:

— Eu devia quebrar a sua cara, Bruce. Mas isso seria se importar demais. – Alçou voo.

No caminho, Clark observara o objeto, atentou-se em atirá-lo para longe, já que soubera do pior jeito possível, como o plano funcionava. Por ventura, o manteve escondido em sua mão fechada.

Em Metrópolis, com trajes civis, Clark voltara para seu apartamento, como se voltara do Planeta Diário, como fazia todos os dias. Consultou sua secretária eletrônica e lá havia várias mensagens de Lois Lane, duas de Jimmy informando que estava bem e que achava sinistro Lex se vestir como ele. E de sua mãe, Dona Kent. Até do seu chefe, Perry White, reclamando que o final de semana estava demorando muito para passar e que o “Kent” deveria voltar logo pro trabalho. Apesar do carinho de todas as mensagens, sentiu que devia averiguar o conteúdo do pendrive, primeiro.

—--

Os primeiros raios de Sol se apresentaram e anunciaram um novo dia. E conforme o que fora combinado, todos iniciaram os contra-ataques simultâneos, assim como havia ocorrido, anteriormente. Era a hora de retribuir as visitas.

Mestre dos Espelhos havia voltado da “reunião dos melhores vilões” como gostava de zombar e se encontrava em seu desorganizado apartamento. Acabara de finalizar uma careira inteira do pó puro que lhe fora oferecido em troca do bom dinheiro dado. Pensava, ironizando, que tinha grana suficiente para comprar toda a cocaína que o mundo podia produzir.

Estava entretido na brisa que a droga lhe proporcionava que não notou a presença alheia no recinto. Fungava a todo momento, de olhos fechados e cabeça encostada no encosto do sofá. Porém, começara a bater uma “bad trip” que há tempos não tinha. Uma paranoia extremamente forte o dominava. Teve a impressão que seu peito não tinha espaço para seu coração que batia cada vez mais rápido. Abrira os olhos. Nada conseguia enxergar.

— AH! MEU DEUS! ESTOU CEGO! – berrava.

— Não está cego, só verá aquilo que quero que veja. – Era Caçador de Marte, estava atrás do sofá e tinha pousada as suas mãos nas têmporas do vilão. Queria garantir que Mestre dos Espelhos tivesse a pior viagem da sua vida.

—--

Cara de Barro lia e relia os pós e contras da experiência de reverter sua condição física atual. Havia julgado que queria parar de ser um “ser gosmento”, por, talvez, acreditar que seria o ator renomado que já fora um dia... Que as pessoas poderiam ter esquecido dos seus atos abomináveis do passado... Mas, para si, questionava se voltaria a ter uma vida normal, de fato. Observava o interior de seu pobre trailer e ponderava que, depois da cirurgia, não teria mais a capacidade de fuga que só ele tinha, caso a tentação ou a necessidade em roubar fosse mais forte. Por impulso, rasgara os papéis.

— Grrr... Foda-se! Eu seria um inútil normal, um ator fracassado ou uma gosma morta. Prefiro continua como o Cara de Barro.

— É mesmo?

Surpreendido com a pergunta inesperada, Cara de Barro transmutou seu braço direito em uma enorme clava de ferro.

— Quem está aí? APAREÇA!

De repente, as laterais do trailer começaram a se comprimir.

— Sou aquele que está devolvendo a gentileza dada. Destruiu a nossa casa. Agora, estou destruindo a sua.

Lanterna Verde, usando seu anel, bombardeou o interior do trailer com algumas bombas de gelo e envolveu a residência do vilão numa enorme e impenetrável câmara de compressão. Cara de Barro foi impedido de sair, já que estava coberto por um pó cristalino e arrefecido que endureceu sua gosmenta “pele”, impossibilitando quaisquer movimentos.

John Stewart parou de comprimir o móvel e só arrancou todas as partes das paredes, deixando o Cara de Barro amostra.

— Eu só estava esperando por isso... – disse Shayera, que atacou o monstro congelado com a sua maça, o reduzindo em vários blocos pequenos de gelo. Lanterna os recolheu.

— Terminamos a faxina por aqui.

Repousou sua clava em cima de seu ombro, enquanto sorria para John. Que, por sua vez, não se permitiu resistir aquele lindo sorriso. Era a mulher da sua vida, a queria para sempre. A envolveu pela cintura, encurtando o espaço que havia entre eles. Nada precisava ser dito. Seus lábios se envolveram num longo e apaixonado beijo.

—--

Seguira a recomendação que lhe fora dada na última reunião. Recebera a quantidade exata de dinheiro que fora solicitada, estava satisfeito. Nunca fizera um negócio tão lucrativo e prazeroso como este. Mentor era um gênio, de fato. Contudo, ainda havia uma pulga atrás da orelha que incomodava Penumbra. “Por que tanto mistério?”. Nunca vira o tal Mentor, mas acreditava que Mestre dos Espelhos o conhecia pessoalmente, que o descreveu, numa das reuniões, como “o homem que usava mais que 20% de seu cérebro”. Era admirável, mas quem ele era, afinal?

Sentado diante à mesa, com três maletas abertas lotadas de dinheiro, contava cada nota verde do montinho. Mas um laço dourado o envolveu rapidamente, que estreitou em seus braços. Ouviu o questionamento de alguém por trás, sendo impelido de falar a verdade.

— Eu não sei quem ele é. – Passada a surpresa inicial, encontrava-se calmo, apesar de achar estranho falar quando não queria.

— Você só falará a verdade quando estiver envolvido pelo laço. Você recebeu esse dinheiro ao participar do ataque juntamente com a Mulher-Leopardo, não foi?

— Sim. Foi o que eu pedi.

— Pediu? – Fez uma pausa. — Então, diga-me, o que Mulher-Leopardo pediu em troca?

Penumbra tentava com todas as forças não falar, mas era como um impulso incontrolável. Como um espirro. Não que se tratava de um grande segredo, mas falar naquele momento, não era da sua vontade. Mas discorreu:

— Ela não pediu muita coisa. Só um laboratório. Mas deixou claro que seu desejo maior não poderia ser realizado por terceiros. Isso era ela que concretizaria.

— Fale! O que é?

— Acabar com você.

Penumbra virara para vislumbrar a expressão da heroína. Mulher Maravilha não se deixara abater, acreditava que, um dia, faria Barbara voltar a si, mas quando esse dia chegaria?

Sem mais delongas, Diana puxou o laço, fazendo Penumbra cair no chão, ainda na cadeira. Amarrou as mãos soltas e finalizou pousando sua perna no pescoço do indivíduo até o mesmo perder a consciência.

— Flash, onde você está? – Diana usara seu novo comunicador. Carregava em seu ombro, o adormecido Penumbra.

—--

— Ô, maravilha! Tô terminando aqui!

Flash corria em círculos, impedindo que Chapeleiro Louco e os gordos Tweedledee e Tweedledum agissem. A dupla de irmãos gêmeos começara a passar mal. Chapeleiro tentou jogar um cartão de controle da mente no herói, porém, Flash desviou e finalizou a luta com um soco bem dado no queixo de Jervis Tetch. Agora, os gordos e Chapeleiro Louco se encontravam desmaiados juntos ao Capitão Frio, que fora arrastado pela cidade inteira, pelo Flash.

— Pronto. Só pensei que isso seria mais divertido.

— Não tem nada de divertido nisso, Flash.

— Desculpa, Di... Bom, precisa de ajuda aí?

— Não, obrigada. Leve eles a uma delegacia, tá?

O que foi pedido, foi feito.

—--

Diana estava irritada, por assim dizer, por não ter sido ela a acertar as contas com Barbara. Superman havia insistido que ele faria isso. Entretanto, ela não esperaria por mais tempo em ter notícias.

— Superman. É a Diana—

— Sabia que não aguentaria.

— Você sabia que eu queria ter conversado com ela.

— Diana, ela é uma selvagem, agora. Não acredito que ela queira ser salva. Sabe no que eu acredito? Ela te mataria, se pudesse, sem pensar duas vezes. Entendo sua compaixão, Diana. Mas não quero que se arrisque tanto por nada.

— Kal... Não diga o que você não sabe. Barbara foi uma grande amiga minha, uma das primeiras e melhores amigas que tive quando cheguei aqui. Quero ajudá-la, mas acho que, quando ela precisou, eu não pude por não estar perto. É por isso que ela alimenta esse ódio por mim...

— Diana... Eu cumpri minha promessa.

— Obrigada, Kal.

—--

Superman solicitou a todos um último encontro na Torre de Vigilância. Tinha que definir cada ação a ser realizada, já que a fase final estava prestes a acontecer. Porém, o Homem de Aço ainda teria que aguardar o sinal.

— Pessoal, eu peço a compreensão de todos sobre este assunto. Eu sei que não entrei em detalhes sobre os contra-ataques realizados agora pouco, mas realmente precisava de um tempo para. Para conseguir ingerir as informações obtidas.

— Nossa, mas o que você soube que te deixou tão impressionado, Super? – como sempre fora ligeiro, Flash questionou. — Tipo... Depois do que a gente também soube... Né?

— Bem, Batman repassou as informações—

— Ah! Agora entendi por que você não entrou em detalhes. Ele está metido nisso ainda, não está? – Shayera levantou-se da cadeira. John teve a intenção de impedi-la.

— Shay...

— Não! Se ele ainda está nos “ajudando”, por que diabos votamos para que ele não ficasse mais na Liga?

— Shayera, por favor. Não percebe que isso é muito maior do que a permanência do Batman na Liga? – Diana elucidava a todos que exaltaram, ou que pretendiam. — Ainda temos que lidar com o mandante dos ataques, o que nem sabemos ainda quem é.

— Pessoal, teremos mais tempo para discutirmos esse tópico, depois... Agora, trata-se de um vídeo... Só vendo para crê.

No telão, no painel de controle, iniciara o vídeo que Superman mencionara, o qual Batman copiou do computador de “Mentor”. Todos observavam perplexos, as cenas seguintes a explosão. Superman deu uma breve pausa no vídeo para situá-los.

— Eles o chamam de Mentor. Mas não passa de um velho conhecido nosso...

— Peraí, tá dizendo que a gente já conhece esse cara, esse tal de Mentor? – Stewart indagou-se.

— Sim. Desta vez, quero que vejam com os seus próprios olhos.

Clark deu continuidade no vídeo, onde mostrara claramente quem era que atacara Sinestro. A figura diante do Lanterna Amarelo possuía uma adaga medieval na mão esquerda. Efetuara o corte, arrancando-lhe a mão de Sinestro. Retirou o anel e concluiu com o golpe mortal. A adaga fincada no rim de Thaal Sinestro.

Por alguns instantes, o rosto que estava coberto por sombras, se revelou. Superman pausou na hora exata.

— Que desgraçado – deixou escapar, sutilmente, o ligeirinho.

— Ele realmente soube se esconder. Ninguém suspeitaria que era o Mentor, se ele estivesse participando dos ataques. Agora, quero que prestem atenção e, novamente, a compreensão de todos.

Superman discorreu todo o plano que Batman havia formado durante sua volta à Gotham e armazenado no dispositivo que tinha lhe entregado. Ninguém questionou ou se negou a ajudar. Estava mais do que na hora de encerrar com a audácia de alguns conhecidos vilões.

Agora, era a hora do Alexander Joseph Luthor, ou mais conhecido como Lex Luthor, aprender uma lição.

Notas finais
Eba! Finalmente sabemos quem é o Mentor! E aí, gostaram? Nada melhor para esconder algo, é deixá-lo bem de baixo do nariz. :) Lições de vida. Hahahahaha' É isso, pessoal. Espero mesmo que gostem, peço desculpas pela demora na revisão, e logo logo teremos o capítulo final. Até a próxima!