Notas iniciais
E esse domingo maravilhoso? Hahaha Pra animar um pouco, lá vem mais um capítulo, afinal, prometi tá prometido! Boa leitura, galera!

No dia seguinte, Quinn e Rachel andaram pelos corredores do colégio como se nada tivesse acontecido. Poucas pessoas não gostaram do que viram, especialmente Finn, Santana e Sam, enquanto os outros ficaram estáticos, a exemplo de Puck.

Todos seguiram com seu dia ignorando as duas porque, afinal, elas eram gleeks, mas claro que sempre tinham os caras do time de futebol.

Rachel estava sozinha, alegremente caminhando para a aula, quando Azimio e Karofsky se aproximaram dela.

“E aí gay pela Fabray, onde está sua líder de torcida?” Azimio rosnou.

“Eu não entendo. O pequeno problema do Hudson te chateou? Porque baby, eu não tenho esse problema e eu poderia te mostrar como homens de verdade fodem uma mulher de um jeito que a Fabray nunca te mostrou.” Karofsky disse, empurrando Rachel rudemente contra os armários, ficando muito próximo dela.

“Não ouse encostar em mim, Dave!” Rachel disse ousadamente.

“Oh, ela está estressadinha!” Karofsky riu com Azimio. “Por isso que o Hudson devia gostar de bater nessa bunda, eu gosto das estressadinhas também.”

“Toque nela e eu vou castrar a porra do seu pau, Karofsky!” Disse uma Quinn Fabray furiosa aparecendo no corredor, seu coração e seu instinto haviam lhe alertado que a mãe do seu filho estava em perigo.

“Oh, olha o que a Parada Gay trouxe, nossa HBIC Quinn Fabgay!” Azimio disse, mesmo que o seu tom denunciasse um certo medo pelo fogo no olhar de Quinn.

Karofsky riu, ignorando a loira, o que foi um erro, já que no instante seguinte ele foi arremessado contra o outro lado dos armários. Assustado com o que tinha acontecido, ela tentou se mover, mas foi impedido pelos impetuosos olhos avelãs de uma líder de torcida espumando de raiva.

“O que eu disse, desgraçado?” Ela disse, abaixando sua voz num tom tão frio que poderia congelar o inferno.

Quinn não era alta como Karofsky, mas ela com certeza estava o assustando agora, ele nunca tinha visto ela daquele jeito antes.

“Fabray, que merda! Eu só estava zoando!” Ele tentou se explicar, vendo uma galera começando a se formar em torno deles.

“Não abra a porra da sua boca.” Ela ameaçou, completamente cega para o que acontecia ao redor, a não ser para sua namorada, que estava encarando os dois, sem saber o que fazer.

“Mas...” Ele tentou, mas levou um soco no nariz, o sangue começando a escorrer. Ele levou as mãos ao rosto, tentando estancar o sangue, quando sentiu uma joelhada no meio das suas pernas. Gemendo de dor, ele caiu no chão, com a mão no meio das pernas.

Quinn se aproximou dele e segurou seus cabelos acima da nunca.

“Não diga que eu não avisei. Não toque, fale, olhe ou esteja a menos que cinco metros dela ou eu vou matar você, você escutou? Eu vou matar você!” Ela gritou, prestes a socar ele mais uma vez, mas sentindo alguém agarrá-la por trás e suspender seu corpo.

“Whoa, Q! Deus, não mate ele ainda. Relaxa que o Puckassauros resolve o resto por aqui.” Puck disse, colocando a loira do lado da morena, que ainda não tinha saído do lugar.

“Isso serve para todos vocês!” Quinn disse, olhando para a multidão que havia se formado, que rapidamente se dispersou, não querendo provocar ainda mais a fúria da loira.

“Quinn, baby, se acalme.” Rachel disse, repousando sua mão no braço da loira, instantaneamente espalhando paz por todo seu corpo, fazendo-a se sentir exausta.

“Vamos para a enfermaria dar uma olhada nessa mão.” Rachel disse, examinando o punho vermelho da loira.

“Rachel, eu estou bem.” Ela disse impaciente.

“Quinn Fabray, não fale assim comigo. Nós vamos para a enfermaria agora!” Ela respondeu com uma atitude de diva. Quinn assentiu, se sentindo culpada por ter falado daquela forma com a morena.

Chegando na enfermaria, Rachel Berry demandou que sua namorada, a capitã das líderes de torcida, fosse atendida naquele instante e um saco de gelo automaticamente apareceu em suas mãos.

Ela guiou Quinn até uma cadeira, sentando em seu colo e botou a mão de Quinn sobre o seu próprio colo, descansando o saco de gelo na mão machucada.

“Obrigada por me salvar, Quinn.” Rachel sorriu para ela, que sorriu de volta, botando sua mão na barriga da morena.

“Eu sempre vou estar aqui para te proteger, baby.” Ela disse de forma simples, beijando Rachel docemente nos lábios.

Rachel sentiu que estava se apaixonando ainda mais por aquela loira incrível. Nem Finn havia defendido ela daquela forma, em nenhum momento.

...

“Você está com medo?” Quinn perguntou num tom nervoso, suas mãos firmemente entrelaçadas com as da morena.

“Claro que eu estou! Eu estou apavorada!” Rachel exclamou, recebendo olhares curiosos dos outros pacientes. “E você pode fazer o favor de parar de balançar a perna? Está me deixando ainda mais nervosa.” Ela ralhou, botando uma mão em cima da coxa de Quinn.

“Desculpa.” Ela disse, começando a bater o pé nervosamente no tapete.

Elas estavam na clínica, esperando para serem chamadas. Ambas estavam uma pilha de nervos, tendo sido incapazes de dormir na noite anterior e ficado ao telefone, conversando até o amanhecer.

Rachel olhou em volta, haviam mães com barrigas enormes, garotas que pareciam mais novas que elas e casais nervosos assim como ela e Quinn. Exceto pelo fato de que Quinn era uma garota, que por acaso tinha o equipamento necessário para poder engravidar outra garota.

Uma depois da outra, as pacientes eram chamadas e saíam chorando de alegria ou com grandes sorrisos no rosto.

Finalmente seu nome foi chamado.

“Rachel Berry? A doutora está pronta para ver você.” Uma enfermeira disse.

Apertando suas mãos, o assustado e jovem casal levantou e seguiu o caminho indicado.

A enfermeira as deixou numa sala de exame cheia de pôsteres sobre gravidez, DSTs, higiene sexual, aborto e etc.

“Por favor, sente-se, senhorita Berry.” A enfermeira trouxe uma cadeira até ela. “A doutora vai estar aqui daqui a pouco.”

Rachel sentou. Quinn pegou um banco e sentou ao seu lado, segurando suas mãos.

“Não importa o resultado, eu te amo Rachel Berry e eu vou estar aqui, ok?” Quinn disse, beijando Rachel profundamente.

“Eu também amo você, Quinn.” Ela respondeu, sorrindo com as palavras da loira.

Alguns minutos depois uma médica muito bonita e ruiva entrou na sala.

“Olá, meninas. Eu sou a Dra. Montgomery.” Ela sorriu educadamente, oferecendo sua mão e cumprimentando as duas garotas. “Pela ficha, você está aqui para verificar se você está grávida ou não, correto?”

“Isso. É por isso que eu estou aqui.” Rachel respondeu.

“Ok, para poder te ajudar, eu vou precisar que você me diga o que levou você a acreditar que está grávida, além de, você sabe, ter tido relações sexuais.” Dra. Montgomery disse.

Ambas coraram.

“Minha menstruação está atrasada pela primeira vez. Sempre vem no dia 16 de todo mês. Então depois de uns dois dias eu fui até uma farmácia fora da cidade e comprei um teste de gravidez e deu positivo.” Ela explicou.

“Entendi.” A doutora disse, pensativamente. “E quando você se tornou sexualmente ativa?”

Ambas coraram mais uma vez, suas mãos ainda entrelaçadas.

“Há uns dois meses, eu diria.” Ela respondeu.

“Você pode me dizer quantas vezes você teve relações sexuais que envolveram de fato uma penetração?” Ela perguntou.

“Bem, acho que umas três vezes.” Ela respondeu.

“E você usou camisinha ou alguma outra forma de proteção?” A doutora perguntou.

“Eu, hmm, não, a gente acabou se deixando levar pelo momento e não pensamos direito e eu sei que foi irresponsável da nossa parte, mas...” Rachel começou a divagar.

“Ele ainda está com você?” A doutora quis saber.

“O quê?”

“O garoto que você fez sexo, ele ainda está com você?”

Rachel e Quinn olharam uma pra outra, sabendo que esse era um caso especial e que mentir seria mais seguro.

“Está, mas eu não vejo como isso possa ser relevante.” Ela disse.

“Por que ele não está aqui com você?” A Dra. Montgomery perguntou.

“Ele não sabe que eu estou aqui.” Rachel disse, passeando o polegar pelos nós dos dedos de Quinn.

“Hmm, ok.” A doutora murmurou, deixando o assunto de lado. “Eu vou te dar outro teste de gravidez e vamos ver o resultado.” Ela levantou e foi até um armário, pegando uma caixa e entregando-a para Rachel. “É só seguir as instruções e trazer o palito de volta depois que você acabar e aí nós vamos dar uma olhada no resultado. O banheiro é do lado de fora dessa porta.” Ela apontou.

Rachel levantou, nervosa, soltando da mão de Quinn e passando pela porta, mas não sem antes olhar para trás e trancar seus olhos com os da loira.

Quinn ficou sozinha com a médica, secando suas mãos suadas no jeans.

“Que bom que você está aqui com ela, sabia? Pode ser assustador fazer isso sozinha.” A doutora disse, olhando para a loira, feliz que a morena pelo menos tinha alguém para lhe dar suporte.

“Eu sei. Eu estou feliz de ter vindo com ela, ela significa muito para mim e eu mal consigo suportar ver como ela está com tudo isso.” Quinn disse.

“Vocês são muito próximas?”

“Mais do que você imagina.” Ela respondeu.

“Hmm. E esse garoto com quem ela está, ele trata ela bem?”

“Humm, pelo que eu já vi, ele trata ela como uma princesa, sempre ao lado dela. Ele faria de tudo para fazê-la feliz.” Ela disse.

“Isso é bom. E você também é ativa sexualmente?”

Quinn quase engasgou com sua própria saliva.

“Uhum.”

“E você usa algum tipo de proteção?”

Antes que ela pudesse responder, Rachel voltou do banheiro e sentou na cadeira, segurando as mãos de Quinn e entregando o palito para a doutora.

A espera foi cruel. O tique e taque do relógio de parede parecia mais alto que o de costume naquele silêncio. A doutora ficava entre olhar o palito e fazer algumas anotações na ficha da morena.

“Muito bem, Rachel.” A doutora finalmente falou. “Pelo que eu estou vendo...”

O jovem casal prendeu a respiração, esperando.

“Você não está grávida.” Ela disse, sem nenhuma emoção transparecendo, mas sabendo internamente que isso era bom para a jovem morena, porque ela ainda tinha todo um futuro pela frente e muito tempo para ter filhos.

Ambas começaram a chorar, abraçando uma a outra, Rachel chorando no pescoço de Quinn e Quinn chorando nos cabelos de Rachel, sussurrando palavras doces em seu ouvido. Elas estavam verdadeiramente aliviadas, sabendo que elas não teriam que explicar uma gravidez entre elas para a população do McKinley.

Dra. Montgomery pegou uma caixa de lenços e ofereceu as duas, que aceitaram, limpando o rastro de lágrimas do rosto.

“Suponho que era isso que você queria ouvir?”

“Oh, Deus, era. Eu... Eu sou egoísta e realmente queria realizar meus sonhos e ter uma criança está dentro dos meus planos, mas não agora. Mas mesmo que eu estivesse grávida, eu teria mantido a gravidez e continuado a lutar pelos meus sonhos.” Ela explicou. Quinn assentiu sem ter realmente escutado, concordando com tudo que Rachel estava dizendo.

“Que bom, eu estou feliz de escutar isso.” A doutora disse, sorrindo. “Mas agora, para evitar outros sustos como esse, eu recomendo que você faça algum tipo de controle e...” Ela foi até o bolso do seu jaleco. “Aqui estão algumas camisinhas para ambas usarem.” Ela disse, entregando uma mão cheia de camisinhas para o casal extremamente envergonhado. “Eu espero que vocês façam uso delas sempre que forem ter qualquer tipo de relação sexual.” Ela disse. “E aqui está o meu cartão, se vocês tiverem qualquer dúvida. Acho que isso é tudo. Eu não quero ver nenhumas das duas por aqui pelos próximos sete anos, pelo menos.”

Ela rapidamente receitou um anticoncepcional para Rachel e também para Quinn, que só encarou a receita, sabendo que ela não precisava daquilo, desde que a única pessoa que ela queria ter sexo era Rachel e a morena nunca poderia engravidá-la.

Uma vez dentro do carro de Quinn, elas trocaram vários beijos. Elas estavam felizes por tudo ter dado certo.

Suspirando e descansando a cabeça no banco, Quinn pegou uma camisinha do seu bolso e olhou para ela curiosamente.

“Humm, sabor berry.” Ela comentou.

“Não é o seu sabor favorito?” Rachel perguntou provocante.

“Ele mesmo. Que pena que eu não estou com o meu pequeno amigo para usá-las.” Ela sorriu safadamente.

“Mmmmm, eu mal posso esperar para você usá-las em mim.” Ela disse, se inclinando e capturando os lábios de Quinn e sensualmente mordendo seu lábio inferior.

...

“Umm, Rachel, onde estão os seus pais?” Quinn perguntou, pendendo a cabeça para o lado, expondo a pele branca e suave do seu pescoço para uma ávida morena.

“Quinn Fabray!” Rachel exclamou, parando suas ministrações.

“Isso aí, baby! Grite o meu nome!” Ela disse, sorrindo provocativamente.

Rachel desferiu um tapa em sua coxa. “Por que você está pensando nos meus dois pais gays quando eu estou completamente nua em cima de você preparando nossos corpos para um sexo de comemoração?” Ela perguntou incrédula.

“O quê? Seus dois pais gays são gatos e totalmente me excitam.” Ela disse brincando, levantando suas sobrancelhas.

“Você não disse isso!” Rachel engasgou. “Você está perigosamente perto de estragar o clima e se você disser mais alguma coisa que não seja gemendo o meu nome, eu vou deixar você aqui nua e sexualmente frustrada para se satisfazer sozinha.” Ela ameaçou.

“Baby, eu estou brincando! Eu só queria ter certeza de que não seremos interrompidas, agora vem aqui e me mostre o que você pode fazer.” Ela disse, botando Rachel completamente em cima dela de novo.

Deslizando seus lábios sensualmente, elas gemeram com o contato entre seus corpos mais uma vez.

A coxa de Rachel estava confortavelmente posicionada contra o centro de Quinn, que estava movimentando também sua perna num ritmo lento e torturante, fazendo com que a morena deixasse um rastro molhado em sua coxa. Ela correu as mãos sobre todo o corpo de Rachel, acariciando cada curva daquele corpo escultural.

“Mmm, você está gostando, meu amor?” Rachel perguntou, sabendo muito bem que ela estava pelo líquido que escorria em sua própria coxa.

“Mmmmmhmmm.” Quinn gemeu contra os seus lábios.

“O que você quer, Quinn?” Ela sussurrou em seus ouvidos.

“Eu... Oh... Eu quero gozar junto com você, baby. Eu amo quando nós fazemos isso.” Ela respondeu, seu corpo ficando ainda mais quente e excitado com a imagem de uma Rachel com a cabeça inclinada para trás em êxtase assaltando sua mente.

“Oh, baby.” Rachel sussurrou, balançando seu quadril contra a coxa de Quinn, os lábios da sua boceta completamente molhada se abrindo e esfregando sua essência na pele branca, os toques e as palavras sussurradas por Quinn a excitando impossivelmente mais.

“Eu quero tentar uma coisa que eu vi na internet.” Rachel disse, parando seus movimentos.

“Baby...” Quinn choramingou, parecendo uma criança que teve seu brinquedo favorito arrancado dela.

“Calma, amor. Senta.” Ela propôs a Quinn, oferecendo suas mãos e levantando ambas. “Abre suas pernas pra mim.” Quinn seguiu suas instruções, abrindo suas pernas tentadoramente devagar, dando a Rachel uma visão completa da sua excitada, rosa e totalmente encharcada intimidade. Ela observou Rachel molhar os próprios lábios e se encaixar em seu colo, colando seus corpos, permitindo que suas intimidades se encontrassem e seus clitóris eretos entrassem em contato.

Ambas gemeram assim que sentiram seus grandes lábios se entrelaçarem. Quinn já estava amando a posição, visões de um auditório mal iluminado, um assento e uma Rachel nessa mesma posição a levando à loucura.

Rachel começou a movimentar seu quadril lentamente, pressionando seu clitóris contra o de Quinn, suas essências se misturando, tornando o movimento ainda mais prazeroso.

Quinn segurou a cintura da morena, intensificando os movimentos dos seus corpos, se dando conta de que Rachel tinha controle total sobre sua excitação, estimulando-a deliciosamente.

“Oh, Deus, Rach... isso... isso é bom.” Ela gemeu, sua boca acariciando o ombro da morena, mordendo-o levemente.

Rachel mordeu os lábios, colocando suas mãos em volta do pescoço de Quinn, movendo seu quadril sensualmente, bem devagar, aproveitando cada vez que suas intimidades se encontravam e se afastavam. Ela mergulhou os dedos nas mechas douradas de Quinn, gemendo ao sentir a loira mover as mãos da sua cintura para sua bunda.

“Mmmmm baby, você está tão molhada.” Ela gemeu, sentindo a grande quantidade de umidade que escorria por entre as coxas da namorada.

“Isso, amor... continua assim.” Quinn pediu num leve tom de desespero, lambendo o pescoço da diva, deixando marcas aqui e ali e nos seus ombros.

“Porra, Quinn... isso é bom demais.” Ela disse sem fôlego, sentindo tanto prazer quanto quando Quinn a fodia com o seu membro.

“Eu sei, Rach... mmm... baby... fode a minha boceta bem assim...” Quinn disse, suas mãos na cintura da morena acelerando o ritmo com que elas se moviam ao encontro uma da outra.

“Isso, Quinnie... merda... ohhhhh!” Ela gemeu, jogando sua cabeça para trás, deixando-se sentir.

Seus clitóris se friccionavam e deslizavam um contra o outro, ambas se sentindo como se fossem entrar em combustão a qualquer momento.

“Porra, Rach, s-só continua assim baby.” Ela conseguiu dizer, frustrada por não poder mover seu próprio quadril do jeito que ela queria contra Rachel.

“Mmm, Quinn! É tão bom sentir você dessa forma...” Ela disse, pressionando ainda mais seus centros num ritmo alucinante.

Seus corpos pareceram se contorcer, um leve suor se formando entre eles, fazendo com que suas peles parecessem brilhar com a luz do pôr-do-sol que entrava pela janela.

Era uma bela visão, Rachel de olhos fechados, cabeça jogada para trás e Quinn tomando conta do seu pescoço exposto, movendo de forma brusca os quadris da morena, aumentando o prazer e o calor que irradiava do seu corpo.

“Você está perto, Rach?” Quinn murmurou.

“Tão... oh... perto... só mais um pouco...” Ela respondeu.

“Oh Deus, oh Deus, Rachel... Eu vou... vou... ohhhhhhh caceeeeeete! Raaaacheeeel!” Quinn gritou.

“Eu amo você, Quinn! Meu Deus! Mmmmm... ohhhhhhhhh!” Rachel seguiu Quinn até o limite, sentindo a pulsação que parecia estar em cada pedaço dos seus corpos.

Suas intimidades se contraíram de prazer juntas, seus orgasmos ainda escorrendo das suas entradas, seus clitóris extremamente sensíveis.

Quinn jogou seu corpo pra trás, trazendo Rachel consigo, caindo na cama com um suspiro.

“Eu também te amo, Rachel. Tanto.” Ela arquejou, correndo sua mão pelo corpo moreno e suado, parando para fazer um carinho suave entre os cachos castanhos.

A cabeça de Rachel estava descansando no pescoço de Quinn, no seu rosto um sorriso ao ouvir as palavras da loira.

Quinn levantou ligeiramente, só para alcançar o lençol e cobrir a ambas.

Elas permaneceram deitadas, naquela mesma posição, Rachel sentindo o sono a alcançar aos poucos até que...

“Estrelinha, você não vai acreditar no que encontramos na loja de discos! Eu... Santa Barbra Streisand! Você deflorou nossa filha!” Um homem negro falou, desmaiando na entrada do quarto de Rachel.

Ambas se separaram, assustadas com a voz, e assistiram um dos pais de Rachel desmaiar enquanto outra voz falava...

“James, você contou... Oh, meu Deus, James... O qu... OH, MEU DEUS!” Um homem branco completamente assustado gritou, botando a mão no peito ao ver sua filha nua na cama com outra garota.

“Rachel Barbra Berry!”

Elas olharam uma para a outra.

“Merda.” Elas disseram ao mesmo tempo.

Notas finais
Ahh, estão organizando um especial de natal faberry e vou escrever uma one-shot sobre o tema... alguma coisa que vocês queiram ver? Estou aceitando ideias! Boa semana pessoal!