Notas iniciais
E aí, galera? Nem demorei, tá vendo? rs Adorei os comentários do capítulo anterior! Hahaha Obrigada por vocês sempre comentarem, amo! Só queria lembrar que a história não é minha, mas da lps-record, então todas as tentativas de homicídio devem ser redirecionadas a ela! Rs Boa leitura!

“Por quê com ela, Quinn? Por quê com ela?” Rachel gritou, lágrimas escorrendo pelo seu rosto, cega demais pela sua própria dor para ver a dor que também transbordava dos olhos de Quinn.

“Oh, olha quem está aqui.” Santana sorriu debochada, gostando daquela cena, até uma bola de fúria de 52 quilos atingi-la.

“Sua vadia!” Rachel gritou, fechando a mão e desferindo um soco bem no olho de Santana. “Por que você não podia nos deixar em paz?” Ela disse, desferindo mais um soco. Santana estava tentando se esquivar embaixo dela, mas o peso de Rachel não permitia que ela saísse daquela posição.

“Fabray! Ah!... tire essa anã de cima de mim! Para!” Ela gritou de dor.

“Ela é minha! Você não pode tirá-la de mim! Você tira tudo de mim! Você ficou com o Finn e agora a Quinn? Qual é o seu problema? Por que você me odeia tanto?” Ela perguntou, ambas lutando por dominância.

“Rachel, baby!...” Quinn disse, tentando impedir sua garota de se machucar fisicamente, sem conseguir não se excitar ao ver Rachel dar uma surra em Santana.

“Não ouse tocar em mim, Fabray!” Rachel avisou com raiva, pegando os braços malhados da latina e prendendo suas pernas com o corpo, impedindo a latina de sequer pensar em chutá-la.

“Me solta! Seu lixo!” Santana cuspiu, sem conseguir se mexer.

Quinn pegou Rachel pela cintura, a segurando contra seu corpo, enquanto a morena continuava desferindo socos no ar. Quinn não sabia que alguém tão pequeno podia ter tanta força.

“Me solta, Fabray!” Ela lutou contra o aperto de Quinn, com raiva e com o coração partido, lágrimas ainda escorrendo pelo seu rosto.

Santana se levantou, limpando sua boca e percebendo que agora ela tinha um lábio inchado e provavelmente um roxo no olho esquerdo.

“Você é louca feito a porra, Berry!” Uma Santana de sangue quente gritou.

Rachel tentou ir mais uma vez em direção à latina atrevida, mas foi impedida por Quinn.

“Vai embora, Santana!” Quinn ordenou.

“Ok! Vejo você mais tarde, Quinnie. Não se esqueça do que conversamos.” A latina disse, tentando sorrir, mas sem sucesso. Ela foi embora com o dedo do meio erguido para a morena.

“Rachel, ela machucou você?” Quinn perguntou, afastando um pouco o corpo moreno para ver se havia algum roxo ou machucado.

Rachel olhou para ela com os olhos cheios de raiva.

De repente, Quinn se viu com as costas na cama, com uma Rachel furiosa atacando seus lábios com beliscões e mordidas. Seu corpo respondeu imediatamente àquela agressividade.

“Rachel...” Ela gemeu, botando as mãos na cintura da morena só para ter sua mão expulsa de lá e presa por cima da sua cabeça.

“Não, você não vai me tocar depois de tocar aquela puta.” Ela rosnou, pressionando seu corpo contra a excitação da loira.

“Rach...”

“Não fala nada!” Ela rosnou de novo, agora mordendo e chupando o pescoço de Quinn.

Quinn estava ficando completamente sem ar.

Rachel se inclinou para o lado para achar o que ela estava procurando no criado de Quinn.

Ela pegou a camisinha, rasgando a embalagem e puxando a calça e a cueca box de Quinn o suficiente para libertar seu membro.

“É, eu tenho que agradecê-la por deixar você pronta para mim, não tenho?” O tom era sarcástico.

Quinn estava muito excitada para corrigi-la, ela sempre estava pronta para a morena só de pensar nela.

“Tá vendo? Você nem nega!”

“Baby...”

“Eu disse para não falar nada!”

Rachel rolou a camisinha pelo membro ereto de Quinn e levantou rapidamente para tirar sua própria calça e calcinha, jogando-as no chão.

Ela sentou no pênis de Quinn e se deixou penetrar por ele, gemendo ao ser preenchida. O corpo de Rachel estava amando aquilo. Seu coração e sua mente podiam estar machucados e confusos, mas seu corpo sabia o que queria e o que ele queria já estava dentro dela.

“Cacete, Rach!” Quinn gemeu, suas mãos mais uma vez tentando achar apoio nos quadris da morena.

Rachel as expulsou dali outra vez, aproximando seu rosto do dela, se perdendo momentaneamente naqueles olhos avelãs.

Ela balançou a cabeça para sair daquele transe.

“Você fodeu ela, Quinn? Ela faz as coisas que eu faço melhor do que eu? Huh? Ela fez você gritar o nome dela como você grita o meu?” Ela perguntou, seus quadris se movendo para cima e para baixo sob o membro rígido da loira, num ritmo frenético que estava tirando toda a sanidade de Quinn.

“Deus, Rachel! Caralhooooooo!” Quinn gemeu de prazer enquanto entregava seu controle e seus sentimentos para Rachel.

Rachel botou seus cotovelos de cada lado da cabeça de Quinn, ainda segurando as mãos da loira, assistindo o rosto de Quinn ser tomado por puro êxtase. Seus olhos estavam fechados e sua boca estava ligeiramente aberta enquanto ela lutava por ar.

Quinn levantou seus joelhos, botando o peso do seu corpo em seus calcanhares e começando a se movimentar para cima, tocando o clitóris completamente quente e molhado da morena.

“Ohh... porra, Quinn!” Rachel jogou sua cabeça para trás com o movimento repentino entre as suas coxas.

Ambos os orgasmos estavam chegando e depressa.

Elas gemeram e gritaram juntas, murmurando os nomes uma da outra. Palavrões foram ditos enquanto elas se perdiam uma na outra naquela paixão ardente.

Com mais uma estocada dos seus quadris, Rachel gozou, suas paredes se contraindo, fazendo com que o gozo de Quinn explodisse na cabeça do seu pau. Ambas gemendo enquanto seus orgasmos tomavam conta dos seus corpos.

Rapidamente controlando sua respiração, Rachel parou seus movimentos e olhou para o rosto de Quinn, ainda perdida em seu próprio orgasmo.

“Essa é a última vez que você me tocou, Fabray. Nós terminamos aqui.” Rachel disse, rapidamente retirando o membro amolecido de Quinn de dentro dela, se vestindo e indo embora do quarto antes que Quinn pudesse ver suas lágrimas.

Quinn ainda estava em torpor e a voz de Rachel mal foi registrada pela sua mente completamente nublada. Tudo que ela conseguiu perceber foi que a sua garota não estava abraçada a ela e a sensação de vazio que aquilo trouxe.

Ela se apoiou nos cotovelos e olhou em volta.

“O quê?” Ela perguntou para o quarto vazio. “Oh, não. Não, não, não. Rachel!”

Ela estava de pé num instante, indo rapidamente para o banheiro para jogar fora a camisinha e botar sua calça, antes de sair em disparada do quarto e descer as escadas, saindo da casa e alcançando a rua para ver o carro de Rachel virando a esquina.

“Oh, merda! Merda! Merda! Merda!” Ela gritou no meio da rua.

Ela viu o carro da sua mãe aparecer na mesma esquina que o carro de Rachel tinha desaparecido e estacionar na garagem.

“Olá, querida! Eu acabei de passar pela sua namorada e ela estava com tanta pressa!” Ela sorriu, mas então notou que sua filha estava prestes a cair no choro.

“Quinnie? Minha filha? O que houve?” Judy perguntou, chegando mais perto da filha. “Aconteceu alguma coisa com a Rachel?”

Quinn só assentiu e explodiu em lágrimas contra os ombros da mãe.

“Shh, shh, está tudo bem, querida.” Ela disse, aconchegando sua filha em seus braços.

“Ela terminou comigo, mãe!” Ela soluçou. “E tudo por causa daquela estúpida da Santana e um maldito mal entendido!”

“Oh, querida.” Judy lamentou, seu coração doendo ao ouvir que aquele casal que parecia tão apaixonado havia terminado. “Vamos entrar para você poder me contar o que aconteceu.”

As duas entraram em casa e Judy guiou sua filha até o sofá.

“Agora me diz o que aconteceu.” Judy pediu.

“Santana descobriu o meu segredo e disse que contaria a todo mundo sobre ele se eu não terminasse com a Rachel... e ela ficou dizendo um monte de mer... um monte de coisas sobre a Rachel e eu parti pra cima dela, mas na hora a Rachel chegou e nos pegou numa posição comprometedora e foi ela que partiu de verdade pra cima da Santana e foi tão, mas tão quente e então nós... Mãe! Eu tenho que ir atrás dela!” Quinn disse, levantando.

“Quinn, espera. Você vai ver a Rachel, mas antes ela precisa se acalmar e você também precisa se acalmar.” Ela disse. “Além disso, eu duvido que ela queira ver você agora. Querida, ela acha que viu você e Santana numa posição que ela pode ter interpretado mal...” Ela disse a Quinn. “E sobre a Santana ter descoberto seu segredo, bom, você também tem que conversar com a Rachel sobre isso, eu tenho certeza que ela vai entender e te ajudar.”

“Ela tem que entender, mãe.” Quinn se jogou de volta no sofá. “Ela é a melhor parte de mim e ela faz com que eu não me sinta uma aberração, sabe? Eu a amo e eu não posso perdê-la.”

“Só se acalme, Quinnie. As coisas vão se acertar, você vai ver.”

“Obrigada, mãe.”

...

Quinn estava em seu quarto olhando para o celular, uma foto dela e de Rachel se beijando docemente na tela.

Ela sorriu suavemente, se lembrando daquele momento ao lado da morena.

Ela pressionou a discagem rápida e esperou tocar.

“Se você é a Quinn Fabray, eu sugiro que você desligue agora! Não me deixe mensagens, cartas, e-mails ou qualquer outro tipo de comunicação! Eu não quero te ver nem ouvir de você de novo! Se você não for ela, por favor deixe uma mensagem rápida depois do sinal.”

Quinn cancelou a chamada e suspirou. Ela mudou a mensagem de voz rápido.

Ela abriu uma nova mensagem em seu celular e começou a digitar.

Rachel, por favor baby, nós precisamos conversar, realmente não foi o que pareceu. Q

Você quer que eu cante pra você? Eu canto! Só me responde, Rach! Q

Rachel... eu vou invadir a sua casa! Q

Ok, talvez eu não faça isso, eu não quero ir presa. Eu sei que você provavelmente chamaria a polícia para mim. Q

Rachel. Eu amo você. Q

As mensagens continuaram nesse mesmo ritmo por um tempo. Ela também mandou e-mails e deixou várias mensagens no Facebook, MySpace, Tumblr, Twitter, Youtube e todas as outras redes sociais das quais Rachel fazia parte.

No fim, ela pensou que talvez sua mãe estivesse certa e ela tivesse que deixar Rachel sozinha por um tempo e quem sabe no outro dia na escola ela pudesse ter uma chance de conversar com a morena.

...

Pois é, talvez não. Já era o outro dia e Rachel a estava evitando como se ela fosse uma praga. Para sua sorte, Santana não tinha ido à aula, provavelmente pelo estado que seu rosto deveria estar no momento.

Até nas aulas que ela compartilhava com a morena, Rachel estava conseguindo ignorar completamente a sua presença.

Quinn levantou a mão.

“Ms. Andrews, eu tenho algo a dizer.”

“Vá em frente, Quinn.” A professora sorriu.

“Rachel Berry, você tem que...”

“Ms. Andrew, peço licença para ir até a enfermaria. Por favor e obrigada.” Rachel a cortou, pegando suas coisas e indo embora.

“Umm... ok? Ms. Fabray, se sente por favor.” A professora disse.

“Mas, Ms. Andrews, eu tenho que ir atrás dela! Ela pode não estar se sentindo bem e...”

“Desculpe Quinn, mas você vai ter que permanecer em classe!”

“Merda!” Quinn gritou.

“Quinn, mais uma dessa e você está de detenção!” A professora avisou.

Quinn permaneceu fumegando de raiva, fazendo buracos na carteira agora vazia de Rachel.

...

No Glee não foi melhor.

“Mr. Schue, eu gostaria de cantar uma música do famoso musical da Broadway Wicked, posso?” Rachel perguntou.

“Vá em frente, Rach!” Ele respondeu entusiasmado.

Brady começou a tocar o piano.

Hands touch, eyes meet

Sudden silence, sudden heat

Hearts leap in a giddy whirl

She could be the one

But I’m not that girl

A voz de Rachel ecoou pela sala, preenchendo o coração de Quinn com a sua dor. Rachel encarou profundamente a loira, cantando o que estava sentindo diretamente para ela. Rachel realmente achou que Quinn era o amor da sua vida, mas ela estava errada e como isso doía! Lembrar dos toques, do calor, das batidas do coração que um dia tinha sido dela e agora pertencia a outra.

Don’t dream too far

Don’t lose sight of who you are

Don’t remember that rush of joy

She could be the one

I’m not that girl

Ela estava cansada de relacionamentos. Ela nunca mais iria sonhar com um futuro onde sua namorada ainda estivesse presente. Ela realmente achou que ela e Quinn eram para durar. Só de lembrar dos momentos juntos da loira faziam seus olhos se encherem de lágrimas.

Ev’ry so often we long to steal

To the land of what-might-have-been

But that doesn’t soften the ache we feel

When reality sets backs in

As memórias faziam sua dor se intensificar porque era só isso que elas eram agora, mais nada. Elas não substituiriam sua realidade. Uma realidade sem a sua Quinn.

Blithe smile, lithe limb

She who’s winsome, she wins her

Gold hair with gentle curl

That’s the girl she chose

And Heaven knows

I’m not that girl

Mas Quinn tinha feito sua escolha. Ela queria Santana, uma garota que fosse popular, não ela. Uma perdedora, uma diva de sonhos grandes e capitã do Glee.

Don’t wish, don’t start

Wishing only wounds the heart

I wasn’t born for the rose and the pearl

There’s a girl I know

She loves her so

I’m not that girl

Ela realmente esperou que Quinn fosse ficar com ela para sempre. Que elas se casariam, teriam filhos, cresceriam e envelheceriam juntas, fariam sexo em cada superfície da casa delas, criariam seus filhos, que ela veria Quinn na primeira fila do seu primeiro show na Broadway. Mas agora esses pensamentos doíam. Ali estava ela e Quinn havia escolhido outra.

Terminando a música, ela saiu correndo com Quinn nos seus calcanhares.

“Rachel, por favor! Me deixa...” Ela gritou atrás dela.

“Não, Quinn. Você não vê? Dói olhar pra você. Dói saber que eu não vou poder mais te abraçar, te beijar.” Rachel disse num tom sofrido, se virando.

“Por que você não me deixa explicar?”

“Porque eu não quero ouvir você dizer que escolheu ela ao invés de mim. Todo mundo escolhe alguém ao invés de mim. Eu já entendi, Quinn. Eu realmente entendi. Mas você... eu...” Rachel saiu correndo de novo, deixando Quinn no lugar.

Quinn assistiu seu amor fugir mais uma vez dela, apoiando contra os armários e escorrendo até sentar no chão e ceder as lágrimas.

Ela então foi levantada por alguém que ela pensou ser Puck.

“Está tudo bem, Q. Você vai conseguir ela de volta.” Ele assegurou à loira.

Ela só chorou mais ainda.

...

Quinn estava cansada de ficar se lamentando pelos cantos. Ela estava em casa, deitada na cama com uma pilha de lenços, roupas confortáveis e assistindo “Funny Girl”. Ela estava chorando porque Fanny Brice só a fazia pensar em Rachel. Foi naquele momento ela disse, foda-se, eu vou fazer ela me ouvir.

Ela desceu as escadas correndo, pegou sua chave e dirigiu até a casa da morena.

Assim que ela parou em frente à casa dos Berry, ela saiu do carro e começou a bater na porta.

“Rachel, baby, por favor deixa eu me explicar! Eu te imploro, Rachel, abra a porta e deixa eu te ver! Eu não posso ficar sem você. Por favor, não faz isso comigo!” Ela gritou, batendo na porta que separava ela do amor da sua vida.

Ela continuou batendo até a porta se abrir de repente e revelar um Daniel Berry extremamente preocupado.

“Quinn Fabray! O que está acontecendo? Minha filha está no quarto ouvindo Metallica no último volume pelo segundo dia seguido. METALLICA, Quinn! Algo está chateando minha filha e ela não quer nos contar o que é. Ela se trancou no quarto com aquela música!”

Quinn se jogou nos braços dele, botando a cabeça contra o seu peito e começando a chorar. Tudo que Daniel fez foi corresponder ao abraço, dando tapinhas suaves em suas costas.

“Eu sinto tanto, Mr. Berry! Ela está pensando que eu e Santana... eu... preciso falar com ela... por favor, não tire ela de mim!” Ela chorou e implorou.

“Ok, Quinn. Está tudo bem. Ninguém vai tirar a Rachel de você, mas nós não temos a chave do quarto dela.” Ele disse. “Mas então realmente tem um motivo para ela estar trancada.” Ele pensou em voz alta.

“Eu tenho que falar com ela! Só me dê dois clipes, eu posso arrombar a fechadura.” Ela disse, soltando o pai de Rachel e começando a andar de um lado para o outro, torcendo as mãos.

Daniel não sabia se ficava impressionado ou perturbado com o fato de que aquela jovem garota sabia como arrombar portas.

Ele guiou Quinn até o segundo andar. O quarto de Rachel estava vibrando com a música Enter Sadman.

“Espere aqui.” Ele disse em frente a porta, tomando a direção do seu próprio quarto e pegando dois clipes da sua gaveta ao lado da cama. Ele retornou e os entregou para Quinn.

“Tome. Eu vou sair para jantar com o Jimmy e nós vamos demorar. O que quer que tenha acontecido entre você e ela, conserte. Conserte antes que o James veja ela chorando e vá atrás de você com uma motosserra.” Ele avisou. “Ele acha que o Glee está passando por uma fase metal.”

“Eu vou, Mr. Berry. Obrigada.” Ela disse, acreditando piamente naquela ameaça.

Ele se inclinou e beijou sua testa. “Conserte, Quinn. Porque você nos prometeu que não a magoaria e a faria feliz.” Ele então desceu as escadas e foi embora.

Pensando no que o pai de Rachel tinha acabado de dizer e com a energia renovada, ela se agachou perto da maçaneta da porta e ajeitou os clipes, botando ambos na fechadura e mexendo-os até ela clicar.

Ela se levantou lentamente e entrou no quarto iluminado somente pela luz que vinha da tela do notebook da morena.

Lágrimas começaram a escorrer dos seus olhos com a visão de Rachel em posição fetal, chorando no seu macaco de pelúcia. Ela quase foi em sua direção, mas mudou de ideia.

Ela foi até o notebook e pausou a música.

Os soluços de Rachel pareciam maiores com aquele silêncio ensurdecedor.

“P-p-pai... c-como... você entrou aqui?” Rachel falou, sua voz rouca pelo choro.

Ela lentamente levantou a cabeça do travesseiro e viu o motivo da sua dor em pé em frente a sua cama, com uma expressão de dor nos olhos e completamente linda, seus cabelos bagunçados num rabo-de-cavalo, seus olhos avelãs vermelhos e inchados e seu rosto branco como a neve...

“SAI DAQUI, QUINN! Eu não quero ver você nunca mais!” Ela gritou com todo o ar que tinha em seus pulmões.

“Rachel, por favor, só me escute!” Quinn implorou, indo em direção à morena.

“Não chegue perto de mim, Fabray! Eu já fiz aulas de autodefesa e eu vou usar minhas habilidades contra você!” Ela avisou.

Depois de ter visto a pequena morena dar uma surra em Santana, Quinn acreditou nela.

“Baby, por favor, deixa eu explicar!” Ela gritou de volta.

“Não me chame assim! E você não tem nada que explicar. Foi bem óbvio o que estava acontecendo!” Rachel disse com a voz quebrada.

“Não foi o que pareceu, Rachel! Eu prometo pra você!” Quinn disse.

“O que você vai me dizer? Huh? O quanto a Santana é mais gostosa que eu?” Ela disse, sentindo a dor de ser traída em seu coração. “Primeiro ela tira a virgindade do Finn quando nós prometemos um ao outro que iríamos esperar até os 25 anos e então ela rouba você de mim! Contaminando você com aquelas mãos de vadia!” Ela gritou, outro soluço saindo pela boca. “Você não podia ter feito isso comigo, Quinn. Você prometeu. E-e deixou ela tocar você.” Ela disse.

“Rachel, me escuta! Não aconteceu nada! Você tem que acreditar em mim! Você foi a única com quem eu tive relações! Eu não quero imitar o Presidente Clinton aqui, mas eu juro que eu nunca fiz nada com aquela vadia!”

Rachel de repente começou a hiperventilar, botando a mão no peito. “Eu... eu não... eu não consigo respirar.” Ela sussurrou ofegante, a respiração rasa.

“Rachel, Rachel! Respira. Respira fundo, meu amor!” A loira instruiu, tentando chegar mais perto.

“Não... chegue... perto... de mim.” Ela ofegou.

Quinn ignorou a morena e botou os seus braços firmemente em volta de Rachel, que começou a lutar contra o aperto.

Depois de alguns instantes lutando, Rachel cedeu ao abraço da loira, deixando-se chorar e ser abraçada por Quinn.

“Eu sinto muito, baby.” Quinn chorou nos cabelos da morena, a respiração de Rachel se acalmando.

Elas permaneceram abraçadas pelo que pareceram horas. Finalmente Rachel quebrou o contato, lembrando que estava sendo abraçada por aquela que a tinha magoado.

“Eu vou te dar uma chance de dizer o que aconteceu porque por mais que me machuque, eu ainda amo você e...” Rachel disse. “Seja rápida e depois disso me deixe em paz.”

Quinn assentiu, sorrindo entre as lágrimas e começando a falar.

“Eu... eu... eu estava... hum... me masturbando com as fotos que você me enviou... e eu estava prestes a... você sabe... e... e a Santana me flagrou no ato. Ela sabe sobre como eu sou e ela disse que a não ser que eu termine com você e fique com ela... que ela contaria para todo mundo...” Quinn disse com lágrimas nos olhos. “E então ela começou a falar um monte de merda sobre você e eu parti pra cima dela, mas aí você chegou antes que eu pudesse fazer alguma coisa.” Ela finalizou.

“Por que você estava por cima dela então? Você estava toda corada e ela estava gemendo... e eu pensei...”

“Porque eu empurrei ela antes de ir pra cima dela! Ela me deixou com tanta raiva! Eu só queria machucá-la. Não você, Rachel!”

Rachel se deixou abraçar mais uma vez por Quinn, acreditando a contragosto no que a loira tinha dito. Realmente fazia sentido.

“Como ela descobriu sobre o seu pênis?” Ela murmurou contra o peito de Quinn.

“Ela nos viu fazendo sexo no vestiário.” Quinn respondeu. “Ela disse que tem as provas no celular.”

“Quinn! Eu sinto muito!”

“Não é culpa sua, baby! Você não fez nada sozinha.”

“O que vamos fazer agora?”

“Ela está me chantageando com isso e disse que eu tenho que terminar com você. Ou ela vai contar pra todo mundo.”

“Oh, Quinn.” Ela apertou a loira com mais força. “Isso significa que você vai terminar comigo?” Rachel perguntou, seu coração batendo dolorosamente com a perspectiva de ficar sem a loira.

“Isso significa que nós estamos juntas de novo?” Quinn sorriu, a segurando mais forte. “E não... não... eu não posso... não existe a possibilidade de eu te deixar agora que eu te tenho de volta... nós vamos pensar numa solução. Eu preciso de você, Rachel. Principalmente agora.” Quinn disse.

Rachel assentiu com a cabeça ainda no peito da loira.

“Eu também não quero te perder para a Santana, Quinn. Eu não sei porque ela está fazendo isso com a gente, mas se eu tiver que proteger você e o seu segredo, eu farei de tudo. Só me prometa uma coisa.” Rachel disse, olhando nos olhos da loira.

“O que você quiser, Rachel.”

“Nunca vá para cama com ela ou tenha qualquer tipo de atividade sexual com ela, não deixe ela tocar você na minha frente.” Rachel disse, seus ciúmes já correndo entre suas veias.

“Eu não vou, baby. Você é a única com quem eu quero ir pra cama e fazer qualquer coisa. Você ainda não sabe que é a única que me excita?” Ela perguntou.

“Eu sei, mas só de pensar nela tocando em você eu...” Rachel voltou sua cabeça para o ombro de Quinn, se aconchegando nela, suspirando ao sentir os dedos de Quinn correndo pelos seus cabelos.

“Shhhh, baby.”

Elas ficaram alguns instantes em silêncio.

“Quinn?”

“Sim, meu amor.”

“Meu pai saiu?”

“Uhum. Foi ele quem me deixou entrar e arrombar a sua porta.”

“Oh.” Mais silêncio. “Espera. Você arrombou minha porta?”

“Bom, sim. Não existem barreiras que possam me impedir de chegar até você.”

“Você não é encantadora?”

“Só com você.”

“Hmmm.”

Silêncio.

“Quinn?

“Sim?”

“Você realmente estava se masturbando com as fotos que eu mandei?” O lado narcisista de Rachel teve que perguntar.

Quinn corou.

“Estava... só de pensar em você já me deixa completamente excitada.” Ela respondeu.

“Mmm... bom saber.” Ela sorriu. “Quinn?

“Sim?”

“Faz amor comigo?”

“Com prazer.”

Rachel rapidamente removeu suas roupas e foi para debaixo das cobertas. Ela observou Quinn também retirar as suas e então aconchegar seu corpo quente em cima do seu, fazendo a morena tremer. Rachel cobriu as duas. Quinn sustentou a parte de cima do seu corpo com os cotovelos, assistindo a dona do seu coração olhar em seus olhos.

“Você realmente arrombou minha porta?” Rachel perguntou, sentindo seu corpo começar a esquentar com o corpo de Quinn por cima dela.

“Eu realmente arrombei sua porta. Like a boss.” Ela sorriu.

Rachel riu da expressão da loira e de quanto ela era dramática. Talvez Quinn finalmente estivesse sendo influenciada por ela.

“Por que você não, sei lá, bateu?”

“Eu... eu não sei. Talvez porque eu soubesse que você não ia abrir a porta?”

“Eu achei romântico. Você entrar sorrateiramente aqui como uma ninja. Foi realmente sexy.”

Quinn sorriu, se inclinando para finalmente capturar aqueles lábios que a deixavam completamente louca. Rachel enroscou os dedos nas mechas douradas, segurando a loira no lugar enquanto o beijo se tornava cada vez mais ardente. Ela deslizou suas mãos pelas costas de Quinn, acariciando a pele macia.

Elas estavam se beijando como se fosse a última vez que elas fossem fazer aquilo. Quinn começou a pressionar seu corpo levemente contra Rachel, seu membro ereto deslizando pelos seus lábios molhados, provocando seu clitóris com a fricção.

A loira começou a deixar beijos pelo rosto moreno, bochechas, queixo, maxilar e então pelo seu pescoço. Com a sua mão ela agarrou um dos seios, brincando com o mamilo escuro até ele endurecer, enviando arrepios e calafrios por todo o corpo da sua namorada.

Ela continuou traçando uma linha de beijos pela clavícula de Rachel, seu colo e então seus seios, cobrindo os mamilos com a boca, chupando avidamente, passando a língua ao redor deles, sentindo eles endurecerem ainda mais. Ela deixou marcas ao redor dos seios morenos e desceu os beijos para barriga, ganhando um breve riso da morena com o seu cabelo fazendo cócegas no local. O riso logo se transformou em gemido quando ela passou do umbigo e seu nariz passou a roçar os pelos castanhos já úmidos de Rachel, sentindo o odor sem igual da excitação da morena, que a fizeram ficar ainda mais excitada.

“Seu cheiro é tão bom, baby.” Ela sussurrou na boceta morena, observando os quadris de Rachel se levantarem assim que seu hálito quente perpassou toda a sua umidade.

Rachel gemeu, puxando a cabeça de Quinn para onde ela realmente a queria.

Quinn segurou sua vontade de sorrir presunçosamente diante da avidez da morena.

Ela abriu as pernas de Rachel, passando as mãos pelo interior das suas coxas, assaltando seus nervos, lambendo os lábios com a visão da intimidade inchada, corada e molhada de Rachel. Ela arrastou sua língua seguindo a linha dos grandes lábios, lambendo o máximo de líquido possível, passando a língua pelo feixe de nervos.

“Ohhhhh, Quinn... mmmmm”

A loira desenhou corações, notas musicais e as suas iniciais no clitóris da morena.

“Ohhhh, assimmmm... baby...” Rachel já estava arqueando suas costas, sua cabeça jogada para trás, seu lábio inferior preso entre os seus dentes e os olhos fechados.

Quinn continuou acariciando o clitóris com a língua, fechando seus lábios ao redor dele e chupando, se deleitando com o gosto da morena.

“Caceeeeete, isso!” Rachel estava movendo seu centro contra a boca deliciosa de Quinn.

Quinn começou a cantarolar uma música qualquer e a vibração que aquilo provocava estava deixando Rachel louca.

“Oh, baby... para... eu preciso... mais... vem cá.” Rachel falou, puxando o cabelo dourado gentilmente para que elas nivelassem seus corpos.

Ela sentiu os mamilos de Quinn deslizando pela sua pele até elas estarem novamente com os olhares cruzados, a loira com um sorriso safado no rosto, seus lábios e queixo brilhando com a sua essência.

Ela trouxe a boca de Quinn para ela e compartilhou do seu próprio gosto na língua da loira.

“As camisinhas estão na primeira gaveta numa caixa.” Rachel sussurrou contra os lábios vermelhos.

Quinn não mudou de posição enquanto sua mão foi a procura da caixa. Ainda beijando a morena, ela encontrou e pegou uma camisinha.

Se separando brevemente dos lábios de Rachel, ela rasgou a embalagem com os dentes e retirou a camisinha.

“Quer que eu ponha pra você?” Rachel perguntou com os olhos escurecidos.

“Quero.”

Rachel pegou a camisinha lubrificada dos dedos de Quinn e segurou o membro grosso e ereto que descansava por entre os seus lábios, já lubrificado com a sua excitação.

Rachel ajeitou o membro com todo cuidado, botando a camisinha em sua cabeça e gentilmente rolando o material para baixo por todo o seu comprimento até alcançar a base.

“Melhor assim?”

“Muito.” Ela beijou a morena. “Pronta?”

“Você ainda acha que não?” Ela sorriu, trazendo seus braços para o pescoço de Quinn, abrindo suas pernas provocativamente.

Quinn posicionou o seu membro na entrada de Rachel, provocando a morena com uma promessa de penetração.

“Eu amo você, Rachel Berry.”

“E eu amo você, Quinn Fabray.” Rachel respondeu e com um movimento rápido Quinn a penetrou.

Rachel jogou sua cabeça para trás, suspirando de prazer.

“Caralho, Rach... eu senti falta disso... olha para mim, baby.” Quinn disse, vendo os olhos da sua garota se abrirem, seu olhar cheio de desejo e amor a encarando de volta.

Ela moveu seu quadril para trás, quase tirando todo o seu membro de dentro da morena e penetrando novamente, iniciando um ritmo lento, aproveitando a sensualidade do momento.

“Oh, Quinn, baby... ele é tão gostoso e grande.” Rachel falou, vendo os lábios da sua namorada formarem um sorriso de lado enquanto movia mais uma vez seus quadris.

“Mmmmm... é mesmo? Cacete, você é tão apertada e gostosa, Rachel... eu amo fazer amor com você.” Ela sussurrou nos lábios da morena, sentindo a respiração de Rachel se misturar com a sua.

“Me prometa que você nunca vai fazer amor com mais ninguém.” Rachel sussurrou.

“Eu prometo, Rachel. Você é minha primeira e única, baby.” Ela respondeu, captando a vulnerabilidade na voz da morena.

Elas selaram a promessa com um beijo enquanto Quinn entrava e saía lentamente do interior completamente molhado e quente de Rachel.

“Está bom pra você?” Quinn perguntou.

“Está perfeito.” Rachel respondeu, como se elas tivessem todo o tempo do mundo para continuarem conectadas daquela forma.

Talvez tenha sido a intensidade do momento, mas Rachel sentiu lágrimas começarem a descer pelo seu rosto.

“Quinn...” Ela murmurou.

“O que foi, baby?” Ela perguntou preocupada, quase parando o movimento dos seus quadris.

“Não, continua, eu preciso disso... eu preciso sentir você.” Rachel disse, olhando para a loira.

“Eu não vou parar.” Ela deixou um beijo em seus lábios, olhou nos olhos da morena e continuou penetrando e tentando se segurar para não ir mais rápido.

“Baby... ohhh, Deus...” Quinn gemeu, tentando não fechar os olhos em êxtase. Estava ficando cada vez mais difícil não aumentar o ritmo enquanto as paredes da morena massageavam seu membro deliciosamente.

Já que ela estava usando uma camisinha, ela imaginou que duraria mais, mas o calor e a intensidade do momento estavam dificultando aquele objetivo.

“Quinn, você é tão linda.” Rachel disse enquanto observava o rosto de Quinn se contorcer de prazer a cada investida que ela fazia para seus corpos se encontrarem.

“Você que é linda, Rachel. Eu tenho tanta sorte de ter você como minha namorada.” Quinn sorriu para a morena, ganhando em troca um sorriso que pareceu iluminar o quarto.

Os olhos de Rachel se encheram ainda mais de lágrimas com a declaração de Quinn, ela estava se sentindo tão amada naquele momento. Ela não queria pensar no que aconteceria depois, ela só queria aproveitar aquele momento.

“Quinn... baby... mmmmmm... você está me fodendo tão gostoso.” Rachel gemeu, também lutando contra a vontade de fechar os olhos.

“Isso, baby... continua falando...” Ela disse, inconscientemente aumentando o ritmo dos seus movimentos, seus corpos tão em sincronia que palavras não eram necessárias para dizer a ela o que o corpo de Rachel queria.

“Sabe o que me deixa louca em você?” Rachel perguntou, afastando a franja da loira para o lado.

“O- o quê?” Ela perguntou, encarando a morena.

“A cara que você está fazendo agora enquanto você me fode assim, sem pressa e com todo o amor do mundo.” Ela sorriu.

“É?”

“Pode apostar, baby... ohhh... eu posso ver tudo através dos seus olhos... eles são tão lindos e intensos.” Ela sussurrou.

“Rachel...” Quinn gemeu.

“Faz o que você quiser, baby.” Rachel disse, sentindo a intenção de Quinn de fazer alguma coisa.

Quinn parou de se movimentar, botou a perna direita de Rachel sobre os seus ombros, deixando um caminho molhado de beijos pela panturrilha tonificada e voltou a penetrar a morena, seus movimentos muito mais firmes e fortes. A nova posição dando muito mais acesso ao membro de Quinn, que se movimentava deliciosamente dentro dela.

“Caralho, Quinn!” Rachel gritou, sentindo o membro de Quinn alcançar o seu ponto de prazer.

“Rachel... baby... porra, isso é bom demais.” Quinn gemeu, grunhindo ao sentir as paredes de Rachel se fechando em torno do seu pau com aquela nova posição.

“Ohh, Quinnn! Assim! Ahmmmmm...” Rachel gritou, seus lábios formando um sorriso safado e sexy.

“Você gosta disso, Rachel?” Quinn perguntou, também sorrindo e mordendo seu lábio com a visão estonteante da morena.

“Demais. Me beija.” Rachel demandou.

Quinn se inclinou, admirando o quanto Rachel era flexível, sua perna ainda levantada.

Elas se beijaram com vontade, paixão e fogo. Gemendo com o calor que envolvia seus corpos.

Quinn trouxe sua mão para baixo, massageando o clitóris de Rachel com o seu polegar, pressionando o feixe de nervos, sorrindo nos lábios da morena ao ouvir seus gemidos ficarem cada vez mais altos.

Rachel prendeu sua mão nos cabelos de Quinn, todas as sensações concentradas no seu centro. O movimento do membro grosso e gostoso de Quinn dentro da sua boceta pulsante, seu polegar assaltando seu clitóris, o ar escapando dos seus pulmões, sua língua explorando sua boca.

“Quinn, eu estou muito perto.” Ela sussurrou suavemente nos lábios da sua garota, seus quadris perdendo qualquer senso de ritmo enquanto Quinn a penetrava cada vez mais rápido, seu clitóris amando a fricção do dedo da loira.

Rachel não precisava ter dito nada, Quinn estava ficando sem ar enquanto seu membro era firmemente abraçado pela boceta morena cada vez mais apertada, ficando cada vez mais difícil de se movimentar dentro dela. Ela estava introduzindo todo o seu comprimento para dentro e fora daquela boceta gostosa que latejava no seu pau.

“Goza, baby. Goza... pra mim...” Quinn gemeu.

“Eu queria... ahhh... poder sentir seu gozo quente dentro de mim de novo.”

“Oh, Rach.” Quinn gemeu, seu gozo despontando na camisinha, seus espasmos fazendo com que Rachel gozasse também. Ambas fundiram seus lábios, gemendo no ápice do prazer dentro da boca uma da outra.

Elas juntaram suas testas, ofegando. As duas ainda movendo seus corpos lentamente, prologando a sensação.

“Mmmmm... foi muito bom.” Rachel riu suavemente, encarando os olhos avelãs que brilhavam em sua direção.

“Nem me fala.” Quinn sorriu ao ouvir aquele som maravilhoso.

“Fica comigo essa noite?’

“Claro.”

Elas permaneceram deitadas, depois de se vestirem para o caso dos pais de Rachel decidirem ver como elas estavam. Quinn fez Rachel dormir tranquilamente em seus braços enquanto cantava suavemente em seu ouvido.

...

Duas horas depois os pais de Rachel surgiram hesitantes na porta. Eles viram o casal dormindo abraçadas uma a outra, completamente em paz. Rachel estava ligeiramente por cima de Quinn, com a sua perna envolta da sua cintura, sua cabeça enfiada em seu pescoço e sua mão direita segurando a blusa de Quinn sobre seu ombro esquerdo.

Quinn estava segurando a morena firmemente e sua outra mão estava segurando a camiseta da morena na parte inferior das suas costas.

“Awwww, elas são tão fofas!” Daniel guinchou baixinho, batendo palmas.

“Isso é altamente inapropriado, Danny! Acorde elas e mande Quinn ir para o quarto de hóspedes!” James disse.

“Aww, que isso Jimmy! Olhe para elas, elas estão dormindo! Eu não quero acordá-las.” Daniel disse.

“O que a Quinn está fazendo aqui para início de conversa?” James perguntou.

“Bom, suponho que para fazer Rachel parar de ouvir Metallica.”

“Claaaaaaaaro... se fosse um garoto, você não estaria permitindo isso.”

“Eu acho que permitiria. Olhe para nossa filha. Ela está com um sorriso no rosto. Você quer ser o responsável por tirá-lo de lá?”

“Não.” James resmungou, seu coração cheio de alegria por ver sua filha feliz daquela forma. “Mas você vai ter que me compensar por deixá-las ficarem assim... e essa noite, senhor!”

“Oh, sim! Vem!” Daniel disse, puxando seu marido para fora do quarto de Rachel.

O quarto foi deixado com o feliz jovem casal, dormindo em um sono sem sonhos, seus corações em sincronia e suas almas completas.

Notas finais
Gostaram?