Fill Me, Drill Me, Fulfill Me
14 Epílogo
Notas iniciais
Quinn botou a chave na porta de casa, abrindo e virando a maçaneta. Ela abriu a porta e foi instantaneamente atingida por um pequeno corpo.
“Mãe! Você chegou!” Emmy gritou, abraçando Quinn pelos joelhos. Sua filha parecia ter herdado de Rachel a baixa estatura.
“Meu bebê!” Quinn exclamou, abaixando para pegar Emmy no colo e dar um giro com ela, ganhando uma risada gostosa.
Ela parou de girá-las e fechou os olhos ao sentir sua filha abraçando seu pescoço, correndo os dedos pelas mechas castanhas do cabelo dela.
“Estou feliz que você já esteja em casa, Senhora Fabray.” Bertha, a babá, disse, sorrindo com a cena.
“Eu também Bertha, eu também. Obrigada por cuidar da Emmy hoje. Você é uma salvadora de vidas! Espero que ela não tenha dado muito trabalho.” Quinn disse.
“De jeito nenhum. Ela é sempre um doce de menina. Nós fomos ao parque e você sabe como ela fica perto das outras crianças, mas ela até brincou com eles hoje.” Bertha disse.
Quinn e Rachel não sabiam de onde sua filha havia herdado aquela timidez, já que ambas eram muito verbais. Elas não estavam preocupadas já que esse jeito parecia encantar os adultos e também as crianças.
“Que bom. E obrigada mais uma vez.” Quinn disse.
“Sem problemas, vejo vocês na próxima semana. Ah, dê uma abraço na outra Senhora Fabray por mim.” Bertha disse, pegando suas coisas e indo em direção a saída.
“Pode deixar. Se cuida e diga oi a sua família por mim.” Quinn disse.
“Claro. Tchau, Emmy.” Bertha disse, bagunçando os cabelos castanhos da menina ainda nos braços da mãe.
“Tchau, Bertha.” Ela respondeu com um sorriso tímido.
Mãe e filha acenaram adeus para a babá. Quinn fechou a porta e foi para o sofá.
“Muito bem, dona Emmy, fique aqui enquanto eu troco de roupa e então você me conta como foi o seu dia, ok?” Quinn propôs.
“Uhum.” A morena respondeu com um sorriso encantador, muito similar ao de Rachel.
Quinn beijou o rosto da filha e subiu as escadas para trocar de roupa rapidamente e passar o resto do dia com ela antes que Rachel chegasse em casa e monopolizasse toda a atenção de Emmy.
De volta a sala, ela sentou no sofá onde sua filha estava colorindo um livro de colorir do Bob Esponja.
Ela se aproximou de Emmy e começou a fazer cosquinha em sua barriga, risos preenchendo a casa.
“Quem quer andar de cavalinho?” Quinn perguntou.
“Eu! Eu! Eu quero! Eu quero!” Emmy respondeu rapidamente, pulando do sofá para as costas de Quinn.
Quinn passou a pular pela sala com Emmy em suas costas, fingindo que elas eram um avião.
Depois de algum tempo, Quinn se jogou sem fôlego no sofá com sua filha em seu colo.
“Isso foi divertido, não foi pequena?” Quinn perguntou, dando um beijo de esquimó em Emmy.
“Foi.” Emmy respondeu. “Mãe? Quando a mamãe chega?”
“Daqui a pouco, linda.” Quinn respondeu.
“Eu vi ela na tv de novo.” Emmy informou a Quinn.
“Você viu? Wow!” Quinn respondeu, amando o jeito com que os olhos avelãs de sua filha brilhavam em admiração.
“Uhum! Ela estava tão bonita. Tio Jesse estava com ela.” A morena mais nova declarou.
“Ele estava, não estava?” Quinn disse, sua parte irracional ficando com um pouco de ciúmes de que Jesse estava passando tempo com sua esposa. Mas eles eram atores famosos e estavam em alta no momento num festival de filmes em LA. “E sua mãe estava bonita, é? Assim como você?”
Emmy franziu o nariz e Quinn bateu um dedo nele e ela confirmou com a cabeça.
“Então me conta, o que você fez no parque?” Quinn perguntou.
“Bertha me empurrou no balanço e eu quase toquei o céu.” Emmy disse. “E depois eu brinquei de carrinho com um menino que chamava Mark.”
Quinn sorriu de lado, vendo sua filha corar ligeiramente.
“Sério? Você se divertiu, então?”
“Uhum.” Ela respondeu. “Mas eu queria que você e a mamãe estivessem lá também.”
“Ahh, meu amor, nós vamos ao parque esse fim de semana, ok?” Quinn prometeu.
A barulho da maçaneta chamou a atenção das duas e a porta se abriu para revelar uma estonteante Rachel Berry-Fabray. Emmy guinchou e correu em direção a morena.
Rachel deixou sua mala de lado e ajoelhou para receber o abraço de sua filha.
“Mamãe! Você chegou!” Emmy gritou.
“Eu cheguei! Deus, eu senti tanto a sua falta minha filha!” Rachel disse, fechando os olhos e inalando o cheiro doce e inocente do qual ela tinha sentido tanta falta.
Quinn se levantou em silêncio, deixando as duas aproveitarem o momento por mais um tempo.
Ela andou em direção a elas, sua respiração engatando assim que Rachel abriu seus olhos castanhos e olhou para ela.
“Hey, estranha.” Quinn cumprimentou.
“Ela não é estranha, ela é a mamãe!” Emmy corrigiu.
Rachel riu suavemente, levantando. Ela botou seus braços em volta do pescoço de Quinn, suspirando ao sentir ela segurar sua cintura.
“Hey, você.” Ela sussurrou, olhando nos olhos de Quinn, que estavam transbordando de amor.
“Eu senti sua falta.” Quinn sussurrou de volta, trazendo sua esposa para mais perto ainda, seu corpo já começando a responder àquela proximidade depois de ter sido privado por dias daquele contato.
“Você cortou o cabelo.” Rachel comentou, notando o cabelo mais curto de Quinn.
“Não ficou muito curto, ficou?” Ela perguntou, autoconsciente.
“Não, ficou sexy.”
Rachel brincou com os frios curtos da nuca da loira antes de puxá-la para que seus lábios se encontrassem.
Ambas suspiraram ao sentir o gosto e a familiar sensação dos seus lábios em contato de volta, sentindo que elas eram novamente um só ser. Elas estavam começando a se perder naquele doce beijo quando foram interrompidas.
“Ewww! Sem beijos!” Emmy disse.
O casal quebrou o beijo, rindo do jeito de Emmy.
Rachel deixou um último beijo estalado em Quinn.
“Vá se acalmar.” Rachel sussurrou no ouvido da loira, beijando logo abaixo do lóbulo de sua orelha. Ela podia sentir a excitação de Quinn pressionando contra a fina barreira da calça da loira e de sua própria.
A morena soltou sua esposa, se virando para bloquear a visão de sua filha enquanto Quinn pegava a mala e subia as escadas em direção ao quarto para poder esfriar a temperatura de seu corpo.
Essa era uma reação normal entre elas. Quinn só precisava pensar em Rachel para ficar instantaneamente ereta ou molhada, quando ela não estava portando seu membro extra. Era mais fácil quando era só elas em um pequeno apartamento. Rachel chegava tarde em casa dos ensaios para encontrar Quinn estudando na pequena mesa de jantar delas. Ela só tirava sua calça, botava a de Quinn para baixo só o suficiente para libertar o seu membro e sentava nela, extraindo o prazer de ambos os corpos.
Agora que elas tinham uma filha era muito mais difícil fazer sexo aleatoriamente. Elas tinham que esperar Emmy dormir antes de ir para o quarto delas e poder fazer amor. Os gemidos e grunhidos tinham que permanecer num tom baixo para não acordar Emmy. A última coisa que elas queriam era ser flagradas pela própria filha. Ter sido pegas pelos pais de Rachel quando elas eram novas tinha sido suficiente para traumatizar Quinn pelo resto da vida.
Agora que o seu corpo tinha voltado ao normal, Quinn desceu as escadas, sorrindo ao ouvir seus dois amores conversando e rindo. Ela podia ouvir Emmy falando animadamente sobre o que ela tinha feito nas últimas duas semanas como se ela e Rachel não tivessem se falado pelo telefone ou pelo Skype todos os dias enquanto a morena estava viajando.
Ela caminhou até a sala e sentou no sofá, gesticulando para Rachel botar as pernas em seu colo, a filha delas no colo da morena.
Eram esses os momentos que elas mais gostavam. Só elas três no conforto da própria casa. Sem paparazzi, sem parentes loucos bajulando Emmy, sem estranhos tentando invadir a privacidade delas.
Quinn se inclinou para deixar um leve beijo nos lábios de Rachel.
“Do que as minhas princesas estavam falando?” Quinn perguntou.
“Bom, a senhorita Emmy Dianna Fabray estava me contando que ela foi para a casa da tia Brittany e tia Santana para fazer cookies quando de repente o pato de estimação da tia Brittany começou a andar agitado pela cozinha, destruindo tudo pelo caminho.” Rachel disse, sem se surpreender por uma coisa dessas ter acontecido na casa Pierce-Lopez.
“Oh, Deus.” Quinn riu. “Você devia ter visto a Britt e a Em quando eu fui pegar ela. Elas estavam cobertas da cabeça aos pés de farinha e o pato estava completamente limpo.”
“Eu posso imaginar. Aquele pato é um perigo.” Rachel disse, balando a cabeça.
“O que é peligo?” Emmy perguntou.
“Perigo, meu anjo.” Rachel corrigiu. “Significa que nós temos que tomar cuidado perto dele, que ele é perigoso.”
“Oh, o Pato não é perigoso, mamãe. Ele só gosta de se divertir.” Emmy disse, defendendo Pato, o pato.
“Eu tenho certeza que sim, meu amor.” Rachel disse, beijando a testa de sua filha.
A pequena família continuou no sofá compartilhando os acontecimentos dos últimos dias. Rachel contou a elas sobre as celebridades que ela havia conhecido, Quinn contou para Rachel sobre os novos artistas com os quais ela havia assinado contrato em sua gravadora e Emmy contou sobre as aventuras que ela tinha passado no parque.
Elas continuaram conversando até Emmy descansar a cabeça no peito de Rachel.
“Sono?” Quinn perguntou, tirando alguns fios do rosto da menor.
Emmy só concordou com a cabeça.
“Vamos para a cama então.” Rachel disse.
Quinn ficou de pé e pegou Emmy no colo, que enterrou seu rosto no pescoço da mãe, caindo de sono.
Ela estendeu a mão para ajudar Rachel a também ficar de pé.
“Me dá um segundo para apagar as luzes e eu encontro você no quarto dela.” Rachel disse.
Quinn acenou com a cabeça e subiu as escadas. Ela entrou no quarto da filha e a colocou com cuidado na cama, cobrindo seu pequeno corpo do frio e cantarolando uma música que Rachel sempre cantava para ela desde bebê.
Rachel se apoiou na entrada do quarto, seu coração flutuando ao ver sua esposa e filha, se sentindo feliz por estar em casa.
Ela se sentou ao lado de Quinn, descansando seu queixo no ombro da loira e cantando baixinho os versos da música junto com a esposa.
“Boa noite, princesa.” Quinn disse, deixando um beijo no rosto de Emmy antes de levantar e esperar por Rachel.
“Boa noite, meu anjo. Tenha bons sonhos.” Rachel sussurrou suavemente, também deixando um beijo no rosto da filha.
“Eu tô feliz que você tá em casa, mamãe.” Emmy murmurou em seu sono.
Rachel sorriu.
“Eu também, minha filha.” Ela respondeu.
O casal deixou o quarto, fechando a porta com cuidado e indo para o próprio quarto.
Uma vez dentro, elas fecharam a porta.
Rachel e Quinn rapidamente tiraram suas roupas, ficando só com suas roupas de baixo.
A morena acenou para Quinn se aproximar mais e uma vez atendido o pedido, ela empurrou sua esposa na cama. Ela engatinhou sensualmente em direção ao corpo da loira, sentando em seu colo. Ela desfez seu rabo-de-cavalo, deixando seus cachos caírem sobre os ombros. O arfar que escapou de Quinn fez maravilhas para o seu ego. A loira sempre gostou dos seus cabelos soltos.
A morena levou os seus dedos para o volume que já havia se formado na boxer apertada de Quinn.
A loira levantou inconscientemente seus quadris em reação.
Rachel, com os olhos brilhando de malícia e mantendo contato visual com os avelãs de Quinn, deslizou a boxer pelas pernas tonificadas da loira, deixando a excitação da esposa a mostra.
A morena segurou o membro, deslizando sua mão ao longo de seu comprimento lentamente, observando a respiração de Quinn ficar presa em sua garganta.
Ela se aproximou daquele pau completamente ereto, colocando seus lábios cheios nele e beijando toda sua rigidez.
Quinn grunhiu, afundando seus dedos nos cachos castanhos. Ela arfou ao sentir a cabeça do seu pênis ser encoberta por aqueles lábios deliciosos. Ohh... como ela havia sentido falta daqueles lábios nela.
“Deus, Rachel.”
Rachel gemeu ao botar mais de Quinn dentro da sua boca, enviando arrepios por toda a espinha da loira. Ela passou a movimentar sua cabeça para cima e para baixo, por todo o comprimento, aproveitando cada centímetro da ereção de sua esposa. Quinn tinha a cabeça jogada para trás, as costas arqueadas em prazer e suas mãos fechadas em punho segurando os lençóis.
Quando Rachel sentiu que Quinn estava prestes a chegar ao limite, ela libertou o membro de sua boca e passou a trilhar com beijos o corpo da loira. Lambendo o caminho do seu abdômen definido e completamente tenso até seus seios pequenos e desenvoltos, tomando seu mamilo rosado em sua boca e girando sua língua em torno dele. Ela alternou entre os seios, dando a ambos o mesmo tratamento. Ela alcançou a nuca da loira, mordendo e sugando a pele alva, já livre de qualquer evidência deixada por suas ministrações anteriores.
“Mmmm, Quinnie... você sabe o quanto eu estou frustrada sexualmente? Eu acho que estou molhada pelas últimas duas semanas sem qualquer alívio.” Ela sussurrou roucamente no ouvido de Quinn. “Você corrompeu o meu corpo, baby. Eu não consigo gozar sem você mais, você sabia disso? Meus dedos não são mais suficientes e meus brinquedos não alcançam até onde você consegue me tocar. Até quando eu consigo um orgasmo, ele é tão sem graça comparado aos orgasmos que você me dá quando me fode.”
“Rach...”
“Shhh... você sabe do que eu estou falando. Eu sei o quanto você fica com tesão quando o seu pau aparece, Quinn. Você me mandou aquela mensagem, desesperada para ter algum alívio porque você não conseguia gozar sem me ver. Você viu o quanto minha boceta estava molhada por você, vendo você se masturbar enquanto eu me tocava pra você na webcam.” Rachel disse, arranhando o abdômen da loira, fazendo ela se contorcer de prazer. “Eu nunca tive tanto ciúme da sua mão. Tinha que ter sido minha boceta se apertando em volta de você, baby... se contraindo enquanto você me fodia gostoso.”
Rachel levantou seus quadris só o suficiente para se posicionar sobre o membro de Quinn e deslizar para baixo, suas paredes internas se contraindo em reconhecimento. Ambas arfaram por não terem compartilhado essa intimidade por duas semanas. Quinn ainda era tão gentil e atenciosa que a intimidade da morena ainda era apertada, mesmo depois de dar à luz.
Quinn segurou a cintura morena, seus olhos quase fechando em êxtase por estar dentro de sua esposa novamente.
“Me fode...” Ela gemeu.
“Não é o que eu estou fazendo?” Rachel disse sem fôlego enquanto passava a ditar um ritmo com os quadris, essa posição causando uma fricção direta no seu ponto G enquanto o osso pélvico de Quinn massageava deliciosamente seu clitóris. Ela movimentou seus quadris de diferentes formas, sorrindo maliciosamente para sua esposa, que não parava de se contorcer de prazer embaixo dela, parecendo ao mesmo tempo encantada e hipnotizada pelos seus seios se movendo no mesmo ritmo de suas estocadas.
Ela mordeu os lábios ao trazer as mãos de Quinn por todo o seu corpo para agarrar seus seios de forma firme. Ela gemeu, rebolando e cavalgando sensualmente no membro dolorosamente rígido e grosso de Quinn.
Quinn usou sua força para se sentar e logo tomou para si os lábios vermelhos de Rachel. Ela ainda conseguia provar um pouco de si na língua da morena. Ela sugou seus lábios, mordendo enquanto acariciava os mamilos escuros de sua esposa, aproveitando como os vários estímulos faziam a morena subir e descer mais rápido sobre o seu membro.
“Oh, Deus, Quinn! Assim!” Rachel passou a gemer o mais baixo possível.
“Isso, baby. Me fode mais rápido, rebola bem gostoso em cima de mim.” Quinn estimulou.
Rachel inclinou para trás ao aumentar o ritmo de seus quadris. Quinn molhou seus lábios e atacou o pescoço exposto da morena, sugando e mordendo, sentindo todo o prazer dos gemidos de Rachel vibrando em seus lábios, sua alma e seu membro completamente ereto.
Com uma última estocada, Rachel gozou com um gemido longo, suas coxas se apertando envolta da cintura de Quinn e sua boceta se contraindo em volta do pau pulsante. Com um último suspiro, ela ajeitou sua postura e beijou Quinn de forma preguiçosa, gemendo suavemente ao sentir as pequenas ondas de prazer ainda percorrerem seu corpo. Ela colocou seus braços ao redor de Quinn, seus dedos correndo pelo cabelo dourado. Rachel sentiu um pouco de estranheza com a diferença de comprimento, sentindo falta dos longos fios dourados aos quais estava acostumada, mas aquele novo estilo tinha dado a sua esposa um ar ainda mais sexy.
Ela se remexeu um pouco no colo de Quinn, seu corpo reagindo ao membro ainda duro dentro dela, fazendo Quinn gemer.
Percebendo que sua esposa ainda não havia atingido o ápice e querendo chegar ao limite mais uma vez, ela se inclinou para trás novamente, trazendo o corpo de Quinn junto com ela sem separar suas intimidades. Ela abriu ainda mais suas pernas, o suficiente para acomodar o corpo da loira entre elas.
Sem demora, Quinn começou a se movimentar lentamente dentro de Rachel, sem nunca se cansar de assistir ao rosto da morena assumir uma expressão de puro prazer pela segunda vez naquela noite.
“Eu estava com tanta saudade de você.” Quinn confessou, admirando o rosto moreno.
“Eu também estava... baby.” Rachel respondeu, sabendo que sua esposa, assim como ela, havia sentido falta daquela conexão entre elas que ia muito além do físico. Ela aceitou alegremente os lábios de Quinn, sentindo a loira aumentar ligeiramente o ritmo das suas estocadas.
Quinn quebrou o beijo para olhar para sua esposa, ficando ainda mais excitada ao ver a morena olhando para ela com os olhos em chamas e os lábios formando o sorriso mais sexy que ela já havia visto.
Seus movimentos perderam o ritmo ao sentir a familiar sensação tomar conta do seu corpo, o sinal de que seu orgasmo estava se aproximando.
“Goza pra mim.” Rachel murmurou suavemente.
Quinn nunca havia negado nada a morena e não pretendia começar agora. Ela fechou os olhos, sem conseguir controlar o gemido de prazer e liberou sua essência dentro de Rachel. A morena, sentindo que sua esposa havia acabado de alcançar o ápice, deixou que seu corpo alcançasse junto com ela aquele prazer, seus corpos se contorcendo, colados um ao outro.
Ambas relaxaram aos poucos, tentando normalizar suas respirações. Quinn deitou ao lado de Rachel, trazendo a morena para os seus braços. A loira rapidamente caiu no sono, embalada pelas carícias suaves dos dedos de Rachel em suas costas.
...
“Mãe, por favor!” A voz de Emmy ecoou nos ouvidos de uma Quinn altamente estressada.
“Não, Emmy. Eu já disse que estou trabalhando.” Quinn disse para sua filha, correndo a mão pela sua franja em frustração. Ela nunca negava nada a sua princesa, mas no último mês ela estava extremamente ocupada trabalhando para sua gravadora. A recente expansão da empresa estava demandando mais do seu tempo e retirando uma grande parte do precioso tempo que ela passava com sua filha.
“Mas você sempre está trabalhando!” Ela chorou, irritada e a beira das lágrimas.
“São gritos isso que eu estou escutando?” Rachel perguntou, entrando no quarto. Ela parecia cansada, tendo acabado de chegar de um coquetel de promoção de um filme em que ela estava estrelando.
Emilly finalmente deixou suas lágrimas caírem enquanto corria em direção aos braços da sua outra mãe. Rachel a pegou.
“A mãe não quer ler uma história pra mim antes de dormir.” Ela fungou.
Rachel olhou para a sua esposa sentada na cama com vários papéis a sua volta, o notebook no colo, bluetooth no ouvido e seus óculos no nariz. Ela parecia uma adorável bagunça, com seu cabelo num rabo frouxo e sua franja desalinhada.
“Ela está ocupada, meu amor. Que tal eu ler pra você?”
“Mas eu quero que a mãe leia.”
“Eu sei que você quer, mas ela não pode. Eu leio pra você e até interpreto. O que você acha?”
Emmy concordou a contragosto. Sua mamãe sempre fazia a melhor Bruxa Má do Oeste, ela tinha interpretado a própria na Broadway.
“Dê um beijo de boa noite na sua mãe.” Rachel disse, botando sua filha no chão.
Emmy caminhou hesitantemente até Quinn, que tinha sua bochecha pronta para ser beijada. Emmy depositou um beijo ali e um suave boa noite.
“Você sabe que eu te amo, não sabe, meu anjo?” Quinn disse, encarando o outro par de olhos avelãs iguais aos seus, mas que tinham a mesma intensidade do olhar de Rachel.
“Eu sei, mãe.” Ela disse. “Eu também te amo muito.”
Quinn botou seus braços em volta de Emmy e deixou um beijo em sua testa.
“Eu leio pra você amanhã. Eu prometo, ok?”
“Ok.” Emmy disse, saindo dos braços de sua mãe e segurando a mão de Rachel, que a guiou até seu quarto.
Quinn suspirou e esfregou sua testa em frustração. A última coisa que ela precisava era de estresse em casa também.
Momentos depois Rachel voltou ao quarto, indo direto para o banheiro para tomar um banho relaxante. Ela saiu do banheiro vestindo um blusão da NYU que ela sabia que Quinn amava ver nela.
Rachel esperava que pudesse distrair sua esposa do trabalho e ter um momento íntimo com ela. Faziam semanas desde que Quinn havia feito amor com ela pela última vez ou simplesmente a tocado de uma forma mais íntima.
Ela franziu a sobrancelha por não extrair qualquer reação de Quinn. O teclado estava ganhando mais ação dos dedos de Quinn do que ela ultimamente. Ela subiu na cama e se inclinou para a loira, depositando alguns beijos ao longo do seu maxilar e botando uma mão em cima das mãos ocupadas da loira.
“Que tal você fazer uma pausa e descontar suas frustrações em mim?” Ela sussurrou de forma sensual em seu ouvido, botando o lóbulo da orelha em sua boca e mordendo. Aquele gesto geralmente causava uma resposta instantânea de Quinn.
Quinn pausou.
“Baby, eu realmente não posso agora, eu tenho ainda muita coisa pra fazer.”
“Mas Quinn, nós não fazemos sexo há semanas. Você não sente falta de mim? Do meu toque? Da minha boca em você?” Ela murmurou, enfiando sua mão por baixo do notebook e agarrando a coxa da sua esposa, onde seu membro geralmente descansava.
“Rachel...” Quinn falou suavemente, suas desculpas morrendo em sua garganta.
“Vamos lá, Quinnie. Você não quer me mostrar o quanto você está excitada?” Rachel disse, notando brevemente que o membro de Quinn não estava reagindo como de costume quando ela provocava a loira.
Quinn botou o notebook para o lado, antes de se inclinar para frente e capturar os lábios de sua esposa, botando sua mão por baixo da blusa da morena, rapidamente notando a falta de qualquer tipo de roupa íntima.
Rachel se certificou de continuar conectada aos lábios da loira enquanto deitava, Quinn se acomodando por entre as coxas descobertas. Ela impediu Quinn de tirar os óculos.
“Você sabe que me excita quando você fica com eles.” Ela falou rouca.
Quinn começou a beijar o pescoço da sua esposa, deixando uma marca em seu ponto de pulso. Ela alcançou sua própria calça do pijama e pegou seu membro ainda flácido. Ela pausou momentaneamente ao perceber que estava excitada, mas seu pênis parecia não ter recebido o recado. Ela continuou beijando o pescoço de Rachel, dando uma atenção especial aos pontos onde ela sabia que a morena era mais sensível, fazendo Rachel gemer levemente. Ela começou a estocar seu membro, tentando ficar dura o suficiente para satisfazer sua esposa, mas seus movimentos foram completamente infrutíferos.
Rachel percebeu que algo estava errado. Ela podia sentir uma das mãos de sua esposa se movendo entre suas pernas e era incaracterístico dela gastar aquele tempo em si do que em Rachel.
“O que foi, Quinn?” Ela perguntou.
“Nada... é só que...” Quinn pausou, alcançando a mão da morena e a botando dentro da sua calça para que Rachel sentisse. “Me toca... eu não estou conseguindo...”
A diva circulou o membro, surpreendida pelo fato de que realmente havia algo errado. Sua esposa não estava nem um pouco excitada. Quinn sempre estava excitada por ela, com ou sem o pênis. Aquilo era algo novo e totalmente indesejado.
“Quinn? Você não... eu não estou te excitando?” Ela perguntou, seu orgulho ferido por ter falhado em excitar sua esposa.
“Não, não! Não é isso, baby! Eu só... ele não está funcionando... meu pênis... não está funcionando.” Ela tentou explicar. “Eu me sinto excitada, mas... ele... ele não... levanta...”
Rachel parecia prestes a chorar.
“Rachel, baby, me desculpa.” Quinn tentou se desculpar, xingando mentalmente seu corpo por magoar sua esposa, ainda que sem intenção. Ela moveu para o seu lado na cama quando Rachel virou o rosto para o outro lado.
“Está tudo bem.” Ela disse.
“Não, Rachel, não está tudo bem. Só porque ele não levanta não quer dizer que eu não possa fazer amor com você. Deixa eu satisfazer você, baby, deixa eu fazer você se sentir melhor.” Ela disse, deslizando suas mãos por debaixo da blusa da morena mais uma vez. Rachel parou seu movimento.
“Não. Eu não estou mais no clima. Pode voltar para o seu trabalho. Boa noite, Quinn.” Com aquela palavra final, Rachel se moveu para apagar seu abajur e tentou conter um soluço, lágrimas caindo silenciosamente pelo seu rosto.
Quinn suspirou, abatida, pegando novamente seu notebook e voltando ao trabalho.
...
“Bom dia, Hellen, ela está aí dentro?”
“Está. Quer que eu avise que você está aqui?”
“Não precisa, obrigada.”
Quinn sorriu para a mulher mais velha e respirou fundo antes de entrar no consultório. Ela notou que a doutora estava profundamente concentrada em algo em seu computador.
“Hey, Santana. Eu preciso conversar com você algo.... privado.” Uma Quinn soando estranhamente nervosa disse. “Eu... umm... eu não estou conseguindo fazer ele levantar.” Ela confessou, seu rosto corando profusamente.
“O quê?” Santana perguntou, sem prestar atenção na loira corada a sua frente, ainda concentrada na tela.
“Eu não estou conseguindo fazer ele levantar.” Ela disse um pouco mais firme.
“Do que você está falando, Q?” Santana perguntou, ainda sem olhar para a loira. Ela tomou um gole da sua água enquanto encarava um gif da sua esposa, Brittany, rebolando sensualmente. Que Deus abençoasse seus fãs, ela pensou.
“Eu não estou conseguindo, você sabe...” Ela parou, olhando cautelosamente em volta como se alguém tivesse entrado com ela no consultório da latina. “Deixar meu pênis duro.” Ela sussurrou.
Santana cuspiu água por toda a tela, algumas gotas respingando em Quinn.
“Jesus, Q. Mas que porra? Isso não é algo que você pode dizer numa conversa casual.” A latina disse, tirando a água da tela com raiva.
“Primeiro de tudo, você nem estava prestando atenção em mim. Segundo, eu marquei uma consulta com sua secretária para ver você como paciente, não amiga.”
Para a surpresa de todos, Santana havia se formado em psicologia com ênfase em saúde sexual, se tornando uma terapeuta sexual. Ela estava ficando muito bem conhecida no ramo e era bastante exaltada por salvar diversos relacionamentos.
“Você não precisa fazer isso, Q.” Ela disse, indicando a cadeira para a loira se sentar.
“Preciso. Um, porque eu quero que você seja objetiva em relação a isso e dois, por causa da confidencialidade médico-paciente. Eu não quero a Rachel sabendo que nós tivemos essa conversa, ela já acha que eu não estou mais sexualmente atraída por ela, o que é um absurdo, porque ela é a mulher mais sexy que eu já vi e já estive com, e isso inclui aquelas garotas que eu fiquei durante o nosso breve término na faculdade.”
“Ah, para né, você não pode estar falando sério. Você se lembra daquele gostosa que você ficou, qual o nome dela mesmo... Amy! Isso, Amy.” Ela disse, com um olhar perdido no rosto. “Depois que você dispensou ela, ela me procurou toda triste, precisando de alguém pra fazer ela se sentir melhor. Quer dizer, as coisas que ela fazia com a língua? Pecaminosas. Oh, Deus, mas ver ela fazendo aquelas coisas com a Britt... foi um puta de um menag...”
“Ok, pare agora antes que você tenha um orgasmo só lembrando disso.” Quinn disse enojada. “Nós não devíamos estar falando sobre a minha vida sexual e não a sua?”
“Cacete, Q. Essa seria a terceira vez que eu gozaria na minha vida sem ninguém me tocando. Nas outras duas vezes, a Britt só começou a falar e eu...”
“Credo, Santana! Informação demais!”
“Você é uma puritana quando fala de sexo, talvez seja por isso que você esteja com problemas para fazer seu amigo funcionar.”
Quinn se remexeu incomodada na cadeira.
“Você não consegue nem mesmo dizer pênis sem corar. Vamos lá, diz: Dra. Lopez, eu não consigo fazer meu pênis ficar duro o suficiente para satisfazer a minha mulher.” A latina desafiou.
Para provar o seu ponto, Quinn continuou sentada e corou, tentando não fazer contato visual com sua melhor amiga. Santana revirou os olhos.
“Me diz, o que você fez quando percebeu que o seu pequeno amigo não estava levantando?”
“Uh, bom, Rachel estava tentando me seduzir, sabe? Normalmente não leva muito tempo para eu ficar no ponto e satisfazê-la, mas na noite passada eu estava em cima dela e ele estava lá, inutilmente mole.”
“Bom, o que está acontecendo na sua vida? Tem alguma coisa te causando ansiedade ou estresse? Eu estou perguntando porque isso é o que normalmente impede que os homens... ou você, nesse caso... tenham uma ereção.”
“Bom, você sabe que a gravadora está expandindo e isso está me causando bastante estresse.”
“Ok, então aqui está a solução. Fique no escritório até tarde, quando todo mundo já tiver ido embora. Leve com você algo que te excita e tire uma no seu escritório. O trabalho está criando uma barreira mental e você precisa derrubar essa barreira para fazer você e o seu pênis voltarem a funcionar em harmonia e foder a hobbit.”
“Você tem certeza que isso vai funcionar?”
“Você está duvidando do meu conselho profissional? Eu sou uma doutora do sexo, Dra. Love, se você preferir, claro que isso vai funcionar. A próxima vez que você ver a Rachel você vai foder ela até ela perder os sentidos, confie em mim.”
Quinn ignorou o palavreado da latina.
“Ok, então, eu acho que sei o que fazer. Obrigada, S. E nenhuma palavra com a Rachel ou com a Britt. Entendido?”
Santana passou a mão sobre os lábios, imitando um zíper.
“Eu ligo pra você mais tarde.” Quinn disse antes de pegar sua bolsa e ir embora.
Santana esperou alguns minutos antes de pegar seu telefone.
“Olá, aqui é a Dra. Lopez, eu posso falar com a Sra. Rachel Fabray? Obrigada... E aí, Berry? Sou eu. Você não vai adivinhar o pequeno problema que a nossa Q está tendo... não, não é nada disso... se acalma, caralho... Jesus... merda, desculpa... você pode por favor ficar quieta por um segundo e eu digo pra você o que está errado e o quanto é fácil consertar e você pode me agradecer mais tarde dando o meu nome para o seu próximo filho?”
...
“Sra. Fabray, eu estou indo. Você precisa da minha ajuda para mais alguma coisa?” A secretária de Quinn perguntou.
“Não, Karen. Por hoje é só, obrigada.”
“Boa noite, Sra. Fabray.” Karen disse, olhando para a sua chefe completamente distraída e hesitando por um momento, mas então mudando de ideia e fechando a porta.
Quinn respirou profundamente. O escritório normalmente agitado caiu num silêncio confortável. Era a oportunidade perfeita para pôr em prática o conselho de Santana.
Pegando suas chaves, ela destrancou a primeira gaveta da sua mesa, onde ela guardava as coisas mais importantes. Ela remexeu seu conteúdo até seus dedos acharem a borda do que ela estava procurando. Tirando da gaveta, ela encarou a capa familiar de uma velha edição da Rolling Stones. O título era “O poderoso novo casal da indústria do entreterimento e como elas mantém sua vida amorosa acesa.” A capa era uma foto provocante dela mesma vestida androgenamente enquanto sua esposa estava seminua contra ela, sua perna direita dobrada em volta da loira enquanto ela segurava a coxa de Rachel, ambas olhando para a câmera com olhares ardentes. Elas tinham gerado muita polêmica com a aquela foto excessivamente sexual. Não era culpa delas que elas tinham uma atração insana uma pela outra e eram super atraentes.
Tinha sido um maravilhoso ensaio fotográfico onde a fotógrafa, que graças a Deus era gay, tinha tido que constantemente separá-las antes que elas pudessem ceder à tentação e foderem uma a outra sem dar a mínima se tinha alguém assistindo a elas ou não.
Ela amava essa revista. Ela folheou até sua página favorita, abrindo-a com cuidado por estar grudada depois de ser vítima de vários orgasmos mal calculados. Oh, como aquela página tinha ajudado naquelas noites solitárias quando ela estava com frio e com tesão e sua esposa não estava lá para esquentá-la.
Nessa página em particular, o foco central era Rachel e sua sensualidade inadulterada. Ela estava usando uma lingerie preta e suas pernas estavam abertas, seu olhar cheio de luxúria encarado a câmera com uma Quinn atrás dela mordendo sua orelha.
Só olhar para aquela cena pareceu acordar o membro de Quinn dentro da sua calça social. Eu acho que a Santana estava certa. Por que ela nunca tinha trazido essa revista para relaxá-la no trabalho? Quanto mais ela olhava para Rachel, mais excitada ela ficava. Ela olhou para o volume que havia se formado em sua calça e deslizou sua mão direita por ele, suspirando com o pequeno alívio que sentiu. Ela continuou se provocando sobre o tecido da calça, sempre olhando para a imagem de Rachel.
Não aguentando mais, ela se acomodou melhor em sua cadeira de couro, abrindo sua calça e abaixando-a junto com a boxer que ela usava só o suficiente para permitir que sua ereção se libertasse. Ela gemeu quando seu membro ereto fez contato com o ar frio do seu escritório.
Quinn deslizou seus dedos suavemente em torno da pele sensível do seu membro, sorrindo ao sentir ele corresponder ao toque. Ela olhou para a revista em sua outra mão e mordeu seu lábio inferior, se lembrando de como ela e sua esposa haviam liberado toda a tensão sexual depois do ensaio na parte de trás da limousine que havia levado elas até o local.
Ela trouxe a revista para perto do seu membro, traçando o corpo de Rachel com a cabeça do seu pau, soltando um gemido quando ela deslizou sobre os lábios cheios da sua esposa, pelo vale dos seus seios até o abdômen definido, finalmente chegando por entre as pernas da morena.
“Cacete.” Ela murmurou ao deixar uma trilha de pré-gozo no corpo da sua esposa, manchando a página ainda mais. Ela fechou a mão firmemente em torno do membro e começou a se masturbar num ritmo lento, sua mão subindo e descendo pelo seu pau completamente duro, seu rosto começando a corar e seus quadris se movimentando para frente.
Seus olhos se afundaram sobre a foto, desejando que ela pudesse virar realidade só para que ela pudesse sentir o calor do corpo da sua esposa junto ao seu. Ela fechou os olhos quando imagens dela mesma penetrando a boceta completamente molhada de Rachel sob as luzes de um palco da Broadway, cinco anos atrás, onde elas tinham, sem saber, concebido sua filha, começaram a assaltar sua mente. Rachel tinha sido particularmente insaciável aquela noite, provavelmente em virtude do fato de que ela estava de fato sendo fodida num palco da Broadway pela sua esposa, palco onde ela simulava sexo com Jesse St. James praticamente todas as noites diante de uma audiência. Fazer sexo com Quinn num palco nunca tinha perdido a graça.
“Porra, Rachel...” Ela rosnou, sua mão se movendo mais rápido.
“Hmm, como você é safada.” Uma voz quebrou o silêncio do seu escritório.
“Merda!” Quinn reagiu, seus olhos se abrindo arregalados, seu coração se afundando em pânico por ter sido descoberta. Ela rapidamente se cobriu com a revista, olhando para o intruso.
“O-o que você está fazendo aqui?” Quinn perguntou, sem acreditar que sua esposa havia se materializado bem a sua frente enquanto ela se masturbava pensando nela. Sua imaginação era boa, mas não tão boa assim.
“A Dra. Lopez me ligou dizendo que você está tendo muito estresse no trabalho e prescrevendo a solução perfeita para o seu problema.”
Quinn revirou os olhos para si mesma por ter acreditado que sua melhor amiga manteria a confidencialidade médico-paciente, mesmo que no fundo ela estivesse agradecida por ela ter quebrado.
Ela passou os olhos pelo corpo da sua esposa, arqueando a sobrancelha ao perceber que ela estava usando um sobretudo e salto alto.
“Você não está curiosa pra saber o que eu estou vestindo por debaixo disso?” Rachel disse, movendo-se em direção à mesa de Quinn. Ela se sentou na borda da mesa, abrindo suas pernas e botando seus saltos um em cada lado da cadeira da loira, presenteando sua esposa com a sua visão.
“Você não vai me despir?” Ela sussurrou, seus lábios formando um sorriso safado, notando o efeito que ela estava causando na loira.
Com as mãos tremendo, Quinn alcançou o sobretudo, desfazendo o nó e revelando o corpo moreno. Rachel vestia um baby-doll azul marinho e uma calcinha de renda branca. Ela sentiu seu membro ficar extremamente ereto com a visão e um gemido involuntário escapou por entre seus lábios.
A insegurança de Rachel sobre não ser mais sexy o suficiente para excitar sua esposa voou pela janela naquele instante.
“Você gostou?” Ela perguntou, mesmo já sabendo a resposta.
Quinn encarou sua esposa, comunicando através do olhar que ela havia muito mais do que gostado.
Rachel levantou seu pé, colocando-o no peito de sua esposa, fazendo com que Quinn se inclinasse ainda mais na cadeira.
“Desabotoe sua blusa.” Ela demandou, deslizando a ponta do seu salto pelo torso da loira.
Quinn desabotoou sua blusa rapidamente, sem desviar os olhos de Rachel, vendo a morena passar a língua entre os lábios enquanto ela revelava cada vez mais sua pele.
Rachel se contorceu em cima da mesa ao sentir o pulsar por entre suas pernas se intensificar ao ver o peito arfante e o abdômen da sua esposa entrarem em sua visão. Ela sentia que com o passar do tempo sua esposa ficava impossivelmente cada vez mais sexy.
“Tire.” Ela ordenou, puxando a frente do sutiã preto de Quinn com o seu salto. Quinn seguiu a ordem, abrindo o fecho frontal e removendo a peça sem tirar sua blusa já aberta, um pequeno truque que nunca deixava de excitar a diva.
Rachel escaneou o torso praticamente desnudo da sua esposa, até seu olhar recair na evidente ereção por debaixo da revista que ela sabia que sua esposa guardava por razões unicamente masturbatórias, se regozijando com o fato de que Quinn usava suas imagens como material para tal tarefa.
Com o seu pé, ela removeu a revista do colo da sua esposa, exibindo o membro orgulhosamente ereto da loira e as gotas de pré-gozo que ele havia deixado em sua barriga. Rachel sentiu sua própria boceta se contrair, pedindo para ser preenchida por ele.
“Tire a minha calcinha.” Rachel ordenou.
Quinn se moveu rapidamente para frente, segurando o cós da calcinha de Rachel e a arrastando por entre suas coxas tonificadas, notando o quanto o tecido havia grudado em sua intimidade por conta da evidente excitação da morena. Ela engoliu em seco quando os pelos castanhos da boceta morena deram lugar ao sexo completamente molhado, inchado e mais do que pronto da sua esposa. Seus grandes lábios se abriram diante dela, sua entrada escorrendo com a sua essência, convidando seu membro.
“Posso provar você?” Quinn pediu.
Rachel gemeu em resposta. “Ainda não. Eu quero ver você terminar o que começou.” Ela disse, deslizando seu salto cuidadosamente sobre o membro da loira, fazendo com que Quinn voltasse a sua posição na cadeira e começasse a se masturbar num ritmo acelerado. Seu olhar alternando entre os olhos castanhos de Rachel e seu centro molhado. Nada se comparava a Rachel. Com a respiração cada vez mais rasa, a morena lutava contra sua própria vontade de sentar no colo de Quinn e enfiar aquele pau em sua boceta. Enquanto assistia sua esposa se satisfazer, ela desistiu de lutar contra sua excitação e começou a deslizar a mão direita pelo seu próprio corpo, massageando seu mamilo endurecido sob o tecido do baby-doll.
“Cacete, Rachel.”
“Quer que eu me toque pra você, baby?”
Quinn só conseguiu gemer em resposta.
Ela então desceu a mão para a sua barriga, que ainda mantinha sua forma perfeita mesmo depois dela ter ficado grávida. Quanto mais perto ela ficava da sua boceta molhada, mais Quinn aumentava o ritmo de suas estocadas, os gemidos e rosnados se tornando cada vez mais frequentes, um óbvio sinal de que a loira estava perto do seu orgasmo.
Finalmente chegando ao seu destino, ela começou a espalhar sua excitação pelo seu clitóris completamente endurecido e para fora, pronto para receber atenção. Ela o circulou suavemente com a ponta dos dedos, gemendo com a fricção causada, seus quadris se remexendo sutilmente. Ela abriu mais ainda suas pernas quando uma forte sensação de prazer disparou do seu clitóris, fazendo com que ela arqueasse as costas.
A boca de Quinn abriu em resposta, completamente sem ar, seus pulmões trabalhando furiosamente em busca de oxigênio.
“Mmmm, Quinn...” A morena gemeu enquanto tocava sua própria intimidade, um calor tomando conta de todo seu corpo.
Os quadris de Quinn começaram a se mover fora de sincronia enquanto seu membro parecia inchar de tanto prazer, cada vez mais perto de explodir.
“Ohh... Rachel, Rachel, e-eu vou... baby...”
“Eu quero ver você gozar, baby. Goza gostoso pra mim.” Rachel a incentivou.
Quinn soltou um gemido estrangulado, seus olhos rolando para trás em êxtase.
“Ohh Deus, ohh... ohh... ohh!” Ela gritou, finalmente ejaculando, seu sêmen disparando sobre si mesma e por entre as pernas de Rachel.
Ela continuou bombeando seu membro, até seu orgasmo se desfazer numa sensação de serenidade. Ela se afundou mais ainda em sua cadeira com um longo suspiro.
“Quinn, baby... olha como você deixou a minha boceta... eu preciso muito que você limpe ela todinha pra mim.” Rachel disse, deixando o gozo de Quinn se misturar com a sua essência.
Quinn rapidamente entrou em ação, acomodando sua cabeça perto da intimidade morena, inalando aquela essência que pertencia unicamente a Rachel. Com os seus dedos, ela abriu os grandes lábios e com um movimento longo, deslizou sua língua pela intimidade de Rachel, gemendo ao sentir o gosto delicioso que havia se formado com a mistura de seus líquidos.
Rachel soltou um gemido estrangulado, arqueando em cima da mesa enquanto a loira assaltava seu clitóris, sentindo a língua de Quinn se mover com certa urgência. Ela enlaçou seus dedos nos cabelos dourados, afastando a franja para ter uma visão melhor dos olhos avelãs de sua esposa a encarando de volta. Ela lutou contra a vontade de fechar suas pernas ao sentir um prazer intenso disparar por todo o seu corpo. Ela podia sentir Quinn sorrindo contra ela. Rachel gemeu prazerosamente quando Quinn chupou seu clitóris e o colocou completamente dentro da sua boca, massageando a pele sensível com os lábios inchados. Ela sentiu sua esposa libertar seu clitóris logo depois e penetrar sua língua dentro da sua boceta, fazendo com que ela ficasse ainda mais lubrificada. Quinn prendeu a boca mais uma vez ao seu clitóris e inseriu dois dedos em sua entrada quente, sentindo os músculos vaginais de Rachel se fecharem ao seu redor.
“Ohh, Quinn!” Rachel gritou, segurando a cabeça de Quinn no lugar com as duas mãos enquanto suas coxas se fechavam em torno dela. “Oh, baby, isso! Assim!”
Tendo memorizado o corpo da sua esposa, a loira rapidamente achou o seu ponto G, tocando o tecido esponjoso implacavelmente. Ela abriu seus dedos dentro da morena e curvou suas pontas ao sair, abrindo ainda mais a boceta molhada e a deixando pronta para o seu membro pulsante.
“Cacete, baby...” A morena xingou ao não aguentar e sentir seu corpo finalmente ser tomado pelo êxtase, derramando sobre a boca de Quinn toda a sua essência, se sentindo completamente saciada.
Quinn gemeu contra ela, sentindo as paredes da boceta morena se fecharem ao redor dos seus dedos com o orgasmo, inundando sua boca com o néctar de Rachel, o que ela recebeu com prazer. Ela sentiu a intimidade de Rachel relaxar conforme o orgasmo ia se dissipando, depositando beijos suaves contra ela.
Ela subiu seus beijos através do corpo quente moreno, levantando o baby-doll que ainda cobria o torso de Rachel. Ela depositou beijos delicados em sua barriga, deslizando a língua contra suas laterais. Ela alcançou a dobra dos seus seios, dedicando uma atenção extra aos mamilos endurecidos, mordiscando e provocando a ambos com a língua. Ela depositou um beijo bem em cima do coração disparado da morena, mordendo suavemente sua clavícula antes de deixar pequenas mordidas contra a pele suada e salgada de seu pescoço. Ela beijou os dois lados do pescoço moreno, sentindo ambos os pontos de pulso com os lábios.
“Eu amo você, Rachel.” Quinn sussurrou em seu ouvido.
Rachel agarrou a cabeça de Quinn e finalmente a beijou, ambas gemendo ao compartilhar o gosto de Rachel em suas bocas. Suas línguas brincando entre si, nenhuma procurando dominar, mas somente sentir. Elas se separaram com um arquejo quando Quinn começou a inconscientemente movimentar seus quadris contra Rachel. O membro de Quinn já estava novamente duro como uma pedra, deslizando ao longo dos lábios delicados da intimidade morena, friccionando e flertando com o feixe de nervos.
Ambas estavam olhando para as suas respectivas intimidades em contato quando Quinn começou a guiar seu membro mais a fundo, posicionando sua cabeça na entrada da boceta morena e com um suave movimento dos seus quadris, finalmente penetrando sua esposa. Ela começou a se movimentar para frente e para trás, indo mais fundo a cada estocada, até ter todo o comprimento do seu membro dentro da cavidade escorregadia da morena.
As paredes de Rachel tencionaram em prazer, se alargando e acomodando o pau completamente ereto de Quinn. A loira a beijou com desejo, sentindo Rachel se acomodar em volta dela. Ela respirou profundamente pelo nariz ao começar a penetrar sua esposa com mais propósito, gemendo um pouco de dor quando a morena enlaçou suas pernas em volta da sua cintura, seus saltos penetrando em sua pele. Seu membro rapidamente estabeleceu um ritmo, completamente lubrificado pela excitação de Rachel. Quinn amava ver seu pau entrando e saindo da sua esposa, brilhando sua essência como prova de todo o prazer proporcionado. Quinn segurou a cintura morena e continuou seus movimentos, a mesa rangendo a cada estocada.
“Você ainda me acha atraente, não acha?” Rachel perguntou de repente, ofegante. “Eu ainda te deixo excitada?”
A pergunta tirou a loira da névoa sexualmente induzida que era seu cérebro no momento. Ela parou seus movimentos ao captar incerteza e insegurança no tom utilizado pela morena. Ela olhou dentro dos olhos castanhos e encontrou aquelas mesmas emoções a encarando de volta.
Quinn sorriu, a beijando suavemente antes de começar a se movimentar novamente, num ritmo mais devagar.
“Você lembra quando começamos a namorar e você me fez gozar contra aquela árvore no parque e disse que o meu pau pertencia a você? Então, ele pertence, baby. Eu não estaria excitada dessa forma nem fazendo amor com você se eu não te achasse atraente. Você deu à luz a nossa filha e você continua gostosa pra caralho. Ninguém me excita mais do que você mesmo depois de todo esse tempo. Eu estou sempre cercada de mulheres bonitas e elas não me excitam em nada, mas basta um pensamento em você e esse pau que está te fodendo agora fica completamente duro, baby. O único motivo pelo qual aconteceu aquilo ontem foi porque eu estava realmente estressada, mas você está curando isso baby, você já me fez gozar uma vez por você.” Ela disse, carinhando o rosto de Rachel com seu polegar.
Quinn aumentou o ritmo de suas estocadas, querendo trazer Rachel ao limite do prazer. A loira trouxe sua mão para o jogo, esfregando o clitóris da morena com seu polegar. Rachel se inclinou, capturando os lábios de Quinn mais uma vez enquanto arfava em sua boca, amando toda a atenção e amor que o seu corpo estava recebendo da loira. Ela nunca mais iria duvidar do amor e da atração de Quinn por ela. Com Quinn dentro dela, ela podia sentir todo o amor que a loira sentia. Sua esposa se masturbava com fotos dela, pelo amor de Deus! Quando ela tinha acesso a todo o tipo de mulher e pornografia. Sem dúvidas, qualquer mulher abriria as pernas para ter uma prova daquele membro que sempre pertenceria a ela e ela tinha certeza que Quinn somente usaria aquele pau, aqueles dedos e aquela língua nela e somente nela. Ninguém jamais iria sentir a paixão indomável que era Quinn Fabray em seus corpos. Ela sorriu com o pensamento, sabendo que aquele pau que estava dando tanto prazer a ela no momento, que estava entrando e saindo de dentro dela, que estava fazendo Quinn gemer seu nome, somente seria tomado pela sua própria essência e ficaria ereto e excitado somente por ela.
“Você está perto, baby? Me diz o que você precisa.” Quinn murmurou contra o seu pescoço.
“Assim está perfeito.” Ela respondeu, o membro de Quinn e os dedos da loira brincando em seu clitóris, a deixando muito perto do ápice.
Com mais um aperto em seu clitóris, uma deliciosa estocada e um sonoro “eu amo você”, o mundo de Rachel se desfez em êxtase ao sucumbir ao orgasmo, suas paredes se fechando em torno daquele membro grosso e gostoso, responsável por tanto prazer, implorando para que ele liberasse também sua essência. Seu corpo inteiro estremeceu. Ela sentiu Quinn segurar seus quadris com firmeza, invadindo sua boceta descompassadamente, gemendo contra o seu pescoço quando seu gozo finalmente explodiu dentro da morena.
Quinn continuou estocando suavemente, ambos os corpos se movendo em direção ao outro, estendendo ao máximo aquela sensação. O membro de Quinn ficou flácido e ela cobriu o rosto de Rachel com beijos. Rachel sorriu, registrando o quanto sua esposa ficava romântica, carinhosa e amorosa depois de fazer amor. Momentos como esse a faziam sentir a profundidade do amor de Quinn por ela.
Ela segurou o rosto de sua esposa, arrumando seu cabelo ligeiramente bagunçado. Os traços dourados daqueles olhos avelãs brilhando em adoração. Rachel deslizou seus dedos pelas bochechas da loira, traçando a linha do seu maxilar. Ela era uma deusa. Não era surpresa que toda a América a amava. Haviam sites e mais sites dedicados unicamente a beleza de sua esposa. Às vezes ela não conseguia controlar seus acessos de ciúmes quando as pessoas começavam a apreciar demais o corpo da sua mulher, especialmente quando ele estava sob a forma totalmente feminina e mostrando seu perfeito abdômen na praia.
“O que você está pensando?” A voz rouca de Quinn interrompeu seus pensamentos.
“O quanto eu tenho sorte por ter você toda pra mim e poder ver você nua quase todos os dias.”
Quinn deu um sorriso presunçoso. “É mesmo?”
“Você está ficando excitada de novo? Deus, Quinn, seja um pouco menos narcisista.” Rachel disse, revirando os olhos ao sentir o membro de Quinn se contorcer dentro dela.
Quinn riu. “Não, eu estou ficando excitada porque eu acabei de perceber que eu estou fazendo sexo com uma das celebridades mais sexys do mundo e mesmo que você simule sexo com homens e mulheres atraentes no palco e nos filmes, eu sou a única que sabe como é sentir essa boceta gostosa.” Ela disse, movimentando seus quadris para provar seu ponto.
Quando elas terminaram por seis meses durante a faculdade, tinha sido uma completa tortura ver Rachel com outra pessoa. Uma vez, elas tinham se encontrado na mesma festa. Quinn estava ficando com Amy e tinha visto Rachel chegar na festa com um cara que ela assumiu ser da sua companhia de teatro. Rachel tinha admitido mais tarde que ela estava tentando fazer Quinn ficar com ciúmes, no que ela obteve um estrondoso sucesso assim que o cara começou a ficar com Rachel na frente dela, sua língua dentro da boca da morena. Mas o que a quebrou aquela noite foi ver aquele idiota levar sua futura esposa para o andar de cima e Quinn saber que outra pessoa estaria compartilhando do corpo moreno.
Aquela noite Quinn se acabou de tanto beber, se afogando em sofrimento. Só depois Rachel havia confessado que não tinha conseguido ir até o fim nem com aquele cara nem com qualquer outra pessoa. E o mesmo havia acontecido com Quinn.
“Quinn.” Rachel gemeu, sentindo os quadris da loira se moverem para frente em um gesto de possessividade.
“Segura em mim baby, nós estamos indo pro sofá.” Quinn avisou sua esposa. Rachel tirou a blusa de Quinn enquanto a loira se livrava de sua calça. A loira manteve Rachel em seu colo, sustentando seu peso e ainda dentro dela e a carregou até o sofá que ela costumava usar para reuniões informais em seu escritório. Ela sentou nele, Rachel em seu colo.
“No que você está pensando?” Rachel perguntou, começando a movimentar seus quadris, investindo lentamente contra sua esposa, suas testas juntas e suas respirações acelerando. Quinn segurou sua cintura, deixando que ela guiasse o ritmo.
“Que eu amo quando você está por cima.” Ela respondeu, beijando-a. “E que ninguém vai te amar como eu te amo. Nós somos pra sempre, Rach.”
Rachel sorriu contra os seus lábios, ofegando ao sentir Quinn agarrar sua bunda e firmar seus pés no chão, passando a investir seus quadris para cima, seu membro penetrando deliciosamente na cavidade morena. Elas gemeram na boca uma da outra, só quebrando o contato para respirar. Rachel provocou os mamilos rosados de Quinn com os dedos, observando os quadris da sua esposa intensificarem os movimentos ainda mais. Ambas sentindo o calor se espalhar por entre seus corpos, se movendo em sincronia e com o mesmo objetivo. Rachel gemeu audivelmente, jogando sua cabeça para trás ao sentir Quinn deslizar suas unhas pelas suas costas e mais uma vez agarrar sua bunda.
“Quuuuinnn...” Ela gemeu.
“Ohh... quase lá baby... espera por mim... Deus, é sempre tão bom sentir você...” Quinn murmurou contra o pescoço da morena.
Rachel tencionou seu interior para se fechar ainda mais em torno de Quinn, gemendo sem fôlego sempre que a cabeça do membro da loira acertava seu ponto G. A grossura do pênis de Quinn a preenchia perfeitamente e ela cavalgou em cima da sua esposa até sentir a primeira onda de prazer indicando que seu orgasmo estava perto. Ela enterrou a cabeça na curva do pescoço de Quinn, fechando seus olhos e gemendo alto quando o orgasmo tomou conta de todo seu corpo.
Quinn a segurou firmemente enquanto assistia sua esposa gozar, ficando mais difícil penetrar no interior comprimido da boceta morena, seu membro lutando pelo seu espaço até que o prazer se tornou demais e ela sentiu seu esperma jorrar dentro de Rachel mais uma vez. Ela caiu para o lado, levando sua esposa com ela, ambas esperando suas respirações voltarem ao normal.
Rachel deitou com a cabeça no peito de Quinn, ouvindo as batidas erráticas e aceleradas do coração da loira irem diminuindo gradativamente.
“Wow.” Ela ouvir Quinn sussurrar, rindo suavemente.
Elas permaneceram deitadas em silêncio, um clima de sexo, amor e saciedade pairando no ar.
“Então... tem alguma outra parte desse prédio que te deixa estressada?” Rachel perguntou para sua esposa já sonolenta.
Quinn demorou um tempo para processar a pergunta. “Tem a sala de reuniões.” Ela respondeu depois de um momento.
Rachel levantou do sofá, levando uma Quinn com um sorriso safado em direção a sala de reuniões.
...
Algumas semanas depois, ambas estavam deitadas na cama nos braços uma da outra depois de fazerem amor incansavelmente quando Rachel quebrou o silêncio.
“Baby?”
“Mm?”
“Você pode ir na cozinha e trazer o pote de picles pra mim?”
“Picles?” Quinn perguntou, botando seu torso sobre o corpo moreno. “Você quer picles agora?”
Rachel assentiu timidamente.
Quinn a olhou por um momento e então respondeu. “Tá bom, então.”
Ela saiu gentilmente dos braços da morena, que rosnou com a perda. Ela pegou seu robe e foi em direção a porta quando a voz da sua esposa fez com que ela parasse de andar.
“Ahh... e amor?”
“Oi?”
“Estou grávida.”
E o mundo de Quinn escureceu.
Rachel assistiu com divertimento e uma leve expressão preocupada sua esposa desmaiar na sua frente pela quarta vez (ela realmente não deveria ter olhado a vagina de Rachel se dilatar enquanto dava à luz a Emmy).
A morena permaneceu na cama um pouco mais, correndo suas mãos levemente pela sua barriga quase que imperceptivelmente maior.
“Viu, bebê? Se você acabar engravidando uma garota ou ficar grávida e for contar a novidade para a sua mãe, se assegure de que ela esteja sentada.” Ela avisou para a criança em seu interior.
Rachel sorriu ao imaginar como aquela nova adição ao clã Fabray iria afetar suas vidas. Emmy ia ficar extasiada quando soubesse que iria ser a irmã mais velha de alguém.
A morena finalmente se sentiu mal pela sua esposa caída no chão, inconsciente. Ela se levantou e se ajoelhou ao lado de Quinn, sussurrando algumas palavras na tentativa de trazê-la de volta à realidade.
Ela estava tão focada em acordar sua linda esposa adormecida que não ouviu a porta do quarto se abrir.
“Mamãe? Por que você está pelada?”
...
“EU NUNCA MAIS VOU FAZER SEXO COM VOCÊ, SUA FILHA DA MÃE!” Rachel gritou para uma Quinn completamente pálida, enquanto a morena fazia força para dar luz a mais um filho. “EU ODEIO VOCÊ! COMO VOCÊ OUSOU ME ENGRAVIDAR DE NOVO?”
Quinn xingou seu pênis pela décima vez aquele dia. “Baby, não foi minha intenção...”
“VAI SE FODER, QUINN!” Rachel gritou, soltando mais um grito de dor enquanto fazia força, sua mão segurando a de Quinn como se sua vida dependesse disso.
“Baby, você está me machucando.” Quinn reclamou.
“EU ESTOU MACHUCANDO VOCÊ? EU ESTOU MACHUCANDO VOCÊ? EU ESTOU DANDO À LUZ AO SEU FILHO, QUINN! PELA MINHA VAGINA!”
Risos foram ouvidos e um olhar assassino foi direcionado a uma Santana segurando uma câmera, que calou sua boca imediatamente.
Momentos depois...
“Eu amo tanto você, Quinn.” Rachel disse ao deixar sua esposa beijá-la mais uma vez. “Desculpa ter quebrado sua mão.”
Quinn olhou para a sua mão e pulso engessados num gesso cor-de-rosa (escolhido por Emily) e pensou que tinha valido totalmente a pena. Uma enfermeira havia botado a marca do pezinho de seu filho recém-nascido, Derek Fabray, e a marca da mão de Emmy.
“Mamãe, eu posso segurar ele?” Emmy perguntou uma vez que o caos do nascimento havia se dissipado.
“Pode. A tia Britt vai ajudar você.” Rachel disse, apontando para Emmy sentar ao seu lado enquanto Brittany botava Derek em seus pequenos braços.
Todos os adultos presentes se derreteram.
“Ele é você cuspido, Q.” Puck disse, batendo nas costas de Quinn. “Você manda bem pra caralho em fazer filhos bonitos.”
“Bom, não era isso que a Rachel estava dizendo a uns minutos atrás.” Ela disse, fazendo todo mundo rir, enquanto ela olhava timidamente para a sua esposa.
...
Quinn voltou para casa depois de um dia cheio no trabalho. Ela arqueou a sobrancelha para o quanto a casa estava silenciosa. Ela subiu as escadas quando um barulho suave vindo do quarto de Emmy chamou sua atenção. Ela abriu a porta e seu coração se derreteu imediatamente com a visão.
Rachel estava cantando para as crianças. Uma de suas mãos fazendo carinho nas costas de Derek, que estava deitado em seu colo com a cabecinha em seu peito e a outra mão passeando suavemente pelos cabelos de uma Emmy já adormecida.
Rachel deu a ela um sorriso cansado.
Quinn entrou no quarto, sentando na cama ao lado de Emmy. Ela beijou a testa da sua filha, sussurrando boa noite. Olhando para o bebê nos braços de Rachel, ela correu os dedos pela bochecha rechonchuda de Derek e beijou sua esposa nos lábios com todo o amor que ela conseguiu reunir.
“Obrigada.” Ela sussurrou.
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