Filhos da Lua e a Ascensão dos Corajosos.

80 O ontem é um passado, ainda não bem esquecido.


Notas iniciais
Olá, depois desse tempo, voltamos com mais uma saga sem nome! Que se inicia... Agora! Anteriormente (embora ache que ainda podem se lembrar): Flecher brigou com Vinte, e o soldado voltou para sua cela para ficar bem trancado. Depois em vez de Yan, ele deu explicações para Taz. -Espero que tenham uma boa leitura!

Diana acordou cedo no dia seguinte, ainda intrigada para saber o que tinha acontecido entre Flecher, Vinte e Destiny, já que a ruiva parecia estar confusa demais com tudo para lhe explicar. Diana seguiu para a cozinha, onde tomou um café da manhã com sua irmã Katrina, e depois elas foram para a sala de tevê, para ver um programa que passava cedo. E lá encontraram o Brian adormecido com a larga tv em modo de espera.

–Vamos acordar ele? Quem sabe dizer “Tem um bicho ai! Aaah!”- instigou Katrina falando baixo.

–Que ideia Kat... -e, sorrindo, Diana foi mexer na tevê mudando de canal.

–AI! Você passou o canal...!

–O QUÊ?! -Brian acordou assustado com o grito de Katrina, e quase caiu do sofá ao se sentar subitamente. -Que foi?! O que tá acontecendo?

–Ah, desculpe Brian, não é nada, não. -disse Diana, enquanto a irmã continha o riso.

–Tá assustadinho Jalaskinha? -disse Katrina arcando e passando a mão no cabelo bagunçado do outro.

–Ah, nã... Sim. Tive um sonho estranho, sabe Kat, com pessoas gritando, coisas se quebrando e conversas que eu não entedia nada... Coisas assim em uma noite escura...

Diana riu, o vendo fazer uma expressão confusa.

–Você dormiu aqui, não foi? Assistindo o filme e nem percebeu a confusão de ontem.

–O que? Que confusão?- inesperadamente Bian pareceu que estava acordado há horas e interessado em saber.

Diana contou-lhe o que viu e veio a entender da briga.

Depois de um tempo refletindo, Brian se levantou do sofá espreguiçando-se todo e assistindo o programa que passava.

–Isso não é desenho. -comentou um pouco chateado. -De manhã é bom assistir desenho, para descansar a mente.

–Mas de manhã a mente não está cansada...

Brian apenas sorriu do que Diana disse e seguiu para se encontra com os garotos que ficaram de guarda no subsolo. No corredor dos quartos, onde em um deles estava Vinte, ele não encontrou ninguém, mas notou outra porta aberta e se aproximou.

Ao entrar no comodo viu Lucas bem acordado, sentado em uma poltrona e mexendo em seu celular com um pouco de chateação na expressão pelo que leu em alguma mensagem, e Cadius que estava em um décimo sono, ou cochilo, sobre a cama e com uma caneta e um bloco de desenho aberto caídos perto dele. Brian sorriu ao vê-lo desacordado e entrou no quarto.

Lucas o observou se aproximar das coisas de Cadius e fazer um gesto para que ele fizesse silencio. Brian, com uma expressão travessa, aproximou a caneta de Cadius e começou a fazer o que queria. Mas não demorou muito, pois Cadius despertou, percebeu rapidamente o que estava acontecendo e com um golpe fez a caneta voar para longe deles.

–Foi ideia dele!- exclamou Brian apontando para o quieto Lucas na poltrona, enquanto Cadius levantava irritado.

Como Jalaska era um bom ator, Cadius olhou para Lucas que já negava espantado, chacoalhando a cabeça.

–Eu sei que foi ideia sua Brian! De novo! -disse Cadius e o menino acusado apenas segurou o riso ao ouvi-lo. Depois acabou se afastando e rindo alto após ver o desenho mal começado, indefinido e torto na face de Cadius. -Vai ter troco! Qualquer dia, Brian!

E Cadius juntou suas coisas e saiu para limpar o rosto. Mas adiante, no meio de um dois corredores, ele encontrou Yan, que estranhou a mancha borrada na face dele.

–Brian. -Cadius indicou o rosto, Yan entendeu, pois não era a primeira vez. -Sabe onde tem um lugar perto para limpar isso?

Yan indicou umas das salas e depois seguiu para dar alimento ao seu cachorro. Clark estava um pouco parado naquela manhã, e depois de comer desanimadamente a ração, Yan decidiu leva-lo para dar uma volta, já que o soldado estava preso.

O cão era forte o suficiente para arrasta-lo, ainda mais estando ansioso para sair ao ar livre. Quando chegaram à mansão, o cão guiou Yan em direção à saída, esticando a correia, e com certo trabalho o garoto abriu a porta do hall de entrada. Mas subitamente o cão virou a cabeça para o alto das escadas com as orelhas erguidas. Faith e Hope desciam as escadas e pararam ao ver o cachorro.

–Ele melhorou Yan?- disse Faith incerta. -Destiny nos disse que ele ficou doente.

–Sim, está ficando melhor. Estou levando-o para dar um volta no jardim.

–Podemos ir também?- perguntou Faith depois de Hope cochichar isso em seu ouvido, e Yan concordou.

–Ei, vocês não tinham medo dele? Não foi por isso que me arrastaram para aquela sala, aquele dia que ele perseguiu vocês?- John Jalaska surgiu atrás delas debochando e com um sorriso no rosto enquanto bagunçava o cabelo de Hope, a mais próxima e a mais calada da gêmeas.

–Não temos medo dele, John. Apenas estávamos brincando seriamente.

John concordou não muito convencido, sendo mirado por Faith. Clark deu um latido como se os chamasse e eles começaram a terminar de descer até o hall de entrada.

Beatrice acordou um pouco mais tarde, com o som dos latidos de Clark no jardim da frente inquieto para perseguir uma bola que John jogava. Depois de se arrumar para o dia, desceu para comer alguma coisa na cozinha. Para ela os dias estavam tediosos e até sem graças, apesar dos acontecimentos. Nem mesmo a confusão da noite anterior chamou sua atenção ou interesse.

Assim que Bea entrou na cozinha, parou ao ver a cena de um gato malhado sobre uma pilha de livros amontoados em uma cadeira, de forma que ficasse na altura do tampo da mesa e pudesse tomar o leite de um pires. O animal era observado atentamente por Philipe, que apoiava o lado do rosto na mesa. Depois, ela buscou um Yogute na geladeira e voltou para encarar o gatinho.

–Já deu nome pra isso?

–Hm... -Philipe pensou. — Acho que é Gaspar.

Beatrice interrompeu o gole do seu café da manhã quase se afogando.

–Ãnh?! Que raio de nome é esse?

O garoto deu uma risadinha, então a olhou.

–Ele vive sumindo, e Gaspar era um fantasma. Ou coisa assim, pelo que eu sei. Normalmente casas antigas têm fantasmas... Mas casas antigas também tem mofo. Eu não gosto de mofo, fazem as coisas ficarem feias e desagradáveis, como quando a pessoa carrega um sentimento ruim e vivem reclamando que não tem solução, sendo que o que se precisa é de uma limpeza, uma manutenção com uma mão de tinta, principalmente uma roxa ou verde, são minhas cores preferidas. E...

–Tá certo, tá certo. Já entendi. Agora vou indo. -e ela começou a se afastar falando: -Ah, continue assim Philipe... Dando nomes estranhos as coisas. Vai fazer muitas pessoas rirem.

Na área externa da casa, Marlene voltava de sua caminhada matinal no bosque atrás dos chalés abandonados. Ela gostava daquele mundinho distante e solitário durante a manhã. E de longe Lene viu Flecher sentado solitário em uma mesa de madeira velha, na frente do chalé mais arruinado do terreno, com seus papeis espalhados e um olhar concentrado em um ponto qualquer do gramado enquanto pensava.

–Algum problema Flecher?- ela se aproximou, notando que apesar dos ferimentos ele parecia estar bem, mas com alguma questão complicada para resolver.

Ele notou-a voltando à realidade.

–Talvez. –disse ele e espalhou algumas folhar. –Eu não consigo entender isso. – cutucou uma folha. -Sei que vamos ter que impedir um ataque hoje, mas isso aqui... Eu não sei o que quer dizer.

Ela olhou a folha com linhas e mais linhas de combinações de números, letras e símbolos, alguns trechos estavam marcados e grifados, e a parte que ele indicava estava limpo e ocupava um mais de um terço da folha.

–Eu também não sei. -respondeu ela. -Talvez deva mostra á Yan, ou ao Lucas, eles podem entender algo.

Flecher encarou os papeis e concordou. Então os recolheu e seguiu para mansão acompanhado da menina. Quando chegaram à lateral da piscina, que ficava aos fundos da mansão, um latido veio de longe, fazendo os dois pararem. E enquanto Flecher buscava de onde vinha o som olhando na direção errada, Marlene o puxou para perto, tirando-o da rota do grande cão que ia saltar nele. E Clark mergulhou na água azulada sem intensão.

–Ai Deus!Ele vai se afogar?!- Marlene se preocupou sem soltar Flecher vendo o cão afundar, mas o Clark logo submergiu e começou nadar para a margem.

Yan chegou correndo e pedindo desculpas, dizendo que não conseguiu alcança Clark quando ele começou a correr na direção deles.

Marlene soltou Flecher quando este agradeceu por ter evitado que caísse na piscina com o cão. Então o garoto se virou para Yan e perguntou se ele entendia algo da folha, o menino não soube interpreta-las e nem supor nada além de que era algo novo.

Notas finais
Um capítulo tranquilo depois de tudo. Rs. Mas contem algumas informações, uteis. Tipo: um possível troco a ser dado por Cadius, a aparente boa interação entre os irmãos de Destiny e Brian, o nome do gato que era de Kate e agora é de Philipe (um nome um pouco incomum,acho) e coisas que Flecher não pode decifrar desse novo ataque que vai acontecer. Eu não tenho muito oque dizer. Alem de: 1-To tentando configurar um site no Wix sobre, e para, essa historia. Ta demorando e não sei bem como vai ser, ou se ele vai para o ar... Mas vai ser um lugar para encontrar curiosidades sobre a historia, por imagens, gifs e etc. 2-Terminei a minha outra fanfiction! Há! Acho que é um prova que não sou do tipo que deixa um original pela metade! -se tiver merecedores lendo. Agora posso me dedica a chegar ao epilogo dessa, e depois vou ver se consigo ficar na paz como uma leitora apenas (se não me der a louca para postar um nova historia e prosseguir em 2015 escrevendo mais capítulos). Dedicação total a vocês agora! A ação esta cada vez mais proxima! Muito Obrigada por ler esse capitulo! Espero comentário! Ps.: Se gostam do que escrevo de Ação, nessa fic (Sangue Monstro) que terminei tem! E tem escola, uma festa, habilidades especiais e um personagem um pouco diferente dos que criei aqui. Uma das partes que gosto é uma briga no banheiro dos garotos, e o treino com a menina tímida, ou então, melhor, a batalha para salvar os amigos em uma floresta... São coisas assim que tem lá. Ficaria feliz de saber que conhecerão Roan também, se forem vê-lo lá. ^-^ Ah, e são capítulos mais curtos que os daqui... http://fanfiction.com.br/historia/489641/Sangue_monstro/