Notas iniciais
Mamute para você! A nuvem negra da não criatividade pairava sobre mim, e foi tenso a batalha sob sua tempestade. Fui parar em um abismo. Mas isso não importa tanto se o que interessa é o seu personagem nessa historia ou o capitulo que trago. Anteriormente: “Dukan retornou para junto dos combatentes em meio a uma batalha. E trouxe junto mais duas ajudas e um totem. Eles retornaram para a mansão, mas alguns combatentes estavam inconsciente, porém Nia, uma assistente treinada do Estado, ajudou para desenvolver o reversor, e eles acordaram. Coisas românticas acontece, com um pitada de calmaria para essa panela quilométrica de ficção sem logica. ” -Mais na nota final!- e Boa leitura Querida (o)!

Na mansão de Dukan, ele tinha encontrado o funcionário administrador da casa na mesma noite em que voltou. No começo os funcionários se espantaram com o ressurgimento dele, já que não sabiam que ele estava envolvido com o Estado e achavam que ele tinha fugido de alguma confusão de Badboy. E Beatrice foi de boa ajuda para controlar os funcionários que o questionava sobre o que ele estava fazendo nesse tempo fora, os pondo no lugar. No dia seguinte (o mesmo em que a formula do reversor era finalizada), Dukan descobriu que os funcionários avisaram seus pais, se explicando que tiveram que pedir a autorização deles para começarem a arrumar a casa. O problema para Kan era que eles estavam vindo por acharem que ele estava criando confusões demais e chegariam com longos discursos e sermões o ameaçando com cortes de mordomias que ele já tinha deixado. No resto do dia ele teve que compreender o que estavam fazendo na casa, ouvindo o que os empreiteiros contratados estavam fazendo, o que os funcionários disseram para as autoridades e tantas outras confusões administrativas que os pais dele o questionariam quando chegassem. Beatrice queria ficar ao lado dele, mas algumas coisas a entediavam, pois a lembrava que ela também tinha os funcionários dela para lidar, e em alguns momentos ficava em algum lugar lendo algum livro, ou fazendo outra coisa, deixando o loiro se virar sozinho. Quando a noite chegou, as coisas estavam resolvidas na mansão de Dukan, o que lhe deu a chance de sair para um jantar com a garota que ele amava e que estava ao lado dele.

Na manha seguinte, a casa tinha uma voz diferente e logo Dukan acordou sabendo quem era. A mulher falava sobre as cores de algum cômodo que a desagradou, mas ouvindo a conversa alta que vagava pela casa ele resolveu se levantar da cama e ir intervir em favor do funcionário que tentava argumentar. Ainda com a roupa de dormir e do alto do patamar da escada, ele disse o argumento a favor do funcionário “Mas vocês estão sempre ocupados demais para ouvirem o que acontece aqui”, e a mulher de longos cabelos amarelados em uma trança o olhou com espanto. A seguir o pai dele surgiu vindo do escritório com um olhar severo, mas então amenizou ao observar alguém mais acima da escada. Kan sabia quem era, e aproveitou a distração de seus pais em Bea, que impediu que eles já despejassem sermões, para falar sua historia do porque sumiu e ele não mentiu. Os pais deles não gostaram da ideia da briga grande que ele arrumou, mas também tinham uma consciência que não tinham muitas coisas para impedir o rapaz da idade. Depois tiveram interesse em conhecer Beatrice, e com um leve orgulho Kan apresentou-a aos pais. Após algum tempo de conversas Kan disse que tinha que levar Bea para um lugar e a tirou do meio dos questionamentos e avaliações visuais dos pais dele.

#

–Gaspar! Gaspar! — era o que dizia a voz dentro do quarto vizinho ao de 177.

Pouco depois, ainda debruçado no peitoril da janela do segundo andar, Philipe chamou novamente seu gato e alguém bateu na porta. Ele se espantou pensando que era o gato e foi abria-la rapidamente. Mas acabou sendo atingido na testa pela mão de 177, que ia bater uma ultima vez na porta. O rapaz pediu desculpas assim que percebeu o que fez, vendo Phil se afastar esfregando a testa e resmungando que ele não era o gato dele. Subitamente Philipe ficou quieto ao notar a presença dos sentimentos daquele que ele nunca tinha visto e estava o olhando fixamente.

–Ãnh... Você esta procurando alguém?- perguntou 177 um pouco sem jeito.

Philipe apenas balançou a cabeça. Depois olhou o quarto atrás do gato novamente, mas logo voltou a encarar o garoto com estranheza:

–Porque você gostou de mim?

–O quê?- 177 ficou confuso. –Eu não... -e ficou quieto estranhado Phil saber.

No silencio entre eles o miado veio de algum lugar não muito longe.

–Gaspar?! — falou Philipe espantado e depois saiu do quarto com os ouvidos atentos.

–Espera. Gaspar é o que chamam de gato? -177 o seguiu. –Katrina me mostrou um ontem. –dizia ele enquanto Philipe chamava o gato pelo corredor. -Acho que tinha um no... – E Philipe abriu a porta do quarto de 177, e o gatinho saiu o olhando acima e miando. -No meu quarto.

Philipe pegou o gato do chão e se virou para 177 de repente:

–Esta com fome? -E o garoto assentiu. –Vamos ver se encontramos pudim!

Na cozinha o ex-cobaia perguntou por que o animal se chamava daquele jeito enquanto saboreavam um bom pedaço de pudim rosado. Phill explicou com uma longa historia com criatividade demais e comparações estranhas sobre a inspiração do nome e até mesmo como conseguiu o gato, e 177 escutou-o sem o interromper. Logo quando terminou de falar Philipe emendou a pergunta de qual era o nome de 177, mas não gostou da resposta, e o gato, que estava sentado na cadeira ao lado dele, miou o olhando.

–Boa ideia Gaspar. -Então Phil se voltou para 177. -Nós vamos escolher um nome para você.

–Nós?- indagou o garoto com leve sorriso.

Philipe concordou se levantando e buscando papel e caneta que tinha em uma das gavetas dos vários armários da cozinha. Escreveu uma lista e depois cortou cada nome e o dobrou. Curioso 177 apenas observou, viu Phil pegar o gato da cadeira e coloca-lo sobre a mesa, o bicho parecendo interessado no que ia acontecer. Juntando os papeis nas mãos, Philipe os jogou na frente do gato, e o bichano caçou os por brincadeira, até ficar com um entre as patinhas de filhote. Philipe sorriu pela relutância do gatinho de permitir que ele pegasse o papel, mas logo, sem desdobrar, deu o pedaço de folha ao garoto na frente dele e perguntou:

–Qual o seu nome?

Inseguro o ex-cobaia desdobrou o papel e leu, então sorriu e olhando para Philipe respondeu:

–Charlie.

#

Diana tinha acordado cedo, se sentia bem melhor depois que aquela formula incomodou seu estomago, e quando pode correu para a cozinha. Encontrou os dois garotos se olhando com um sorriso, e estranhou, mas seguiu para a geladeira apanhando um par de potes de sorvete e as colheres. Subiu as escadas e andou pelos corredores, chegou à porta do quarto com Yan saindo.

–Como ele esta?- perguntou ela.

–Esta bem. Mas mesmo com os analgésicos ainda esta com dor de cabeça...

–Beleza. -e ela entrou no quarto deixando Yan de fora.

Cadius estava na cama, coberto pela coberta macia e pronto para voltar a dormir, mas a menina salto/sentou na cama o chacoalhando e dizendo que trouxe sorvete. Ele se sentou preguiçosamente e a olhou um pouco irritado pela dor de cabeça, e ela percebeu que falou alto, então em remição estendeu o pote para ele.

–Eu não gosto muito desse. –falou ele depois de interpretar a embalagem.

–Eu também não. — disse ela dando de ombros e olhando o pote.

–Da próxima traga algo que você goste, é mais provável que eu goste também. -Ela sorriu concordando e o olhando. –Tipo esse outro. -e ele apontou o pote meio oculto ao lado da perna de Diana.

Um pouco relutante eles fizeram o acordo de dividir o sorvete.

#

Yan ainda andava pelos corredores da mansão quando Taz finalmente o encontrou e falou que Flecher estava de pé. Ele agradeceu e foi para o quarto do amigo, mas ela o seguiu reclamando de ter ido procura-lo no subsolo antes de subir de novo. Eles entraram no quarto encontrando Flecher terminando de vestir a ultima peça de roupa. Ele logo perguntou para eles o que aconteceu. Taz começou explicando o que houve na batalha da escola, mas na parte que falou que Vinte surgiu para ajuda-los, Flecher encarou Yan, que se pôs a explicar o motivo de ter deixado o soldado ir. Não muito contente com a descoberta, ele pediu para Taz continuar. Por fim só restou falar do ressurgimento de Dukan, nem Yan ou Taz sabiam explicar com certeza tudo o que aconteceu, mas basicamente disseram o que sabiam.

–E onde esta Dukan?- perguntou Flecher ansioso para poder conversar com ele e descobrir com mais detalhes tudo o que o loiro viu e aconteceu.

–Acho que foi para a casa dele e até agora não voltou. -Yan respondeu.

Flecher ficou um pouco desapontado, então se lembrou do Totem que se encaixou como a peça mais importante no seu plano de ataque, e pediu para Yan convocar os dois que Kan trouxe para conhecê-lo no subsolo, onde ele iria começar a avaliar a aeronave; Taz o acompanhou curiosa para ver e conhecer a nave.

Marlene estava acompanhando Nia pela mansão, as duas falavam bastante sobre a vida no Estado e trocavam algumas informações. Então elas encontraram Yan, descendo as escadas para o hall de entrada.

–Nia, Flecher quer conhecer você e o... o 177. Esta esperando no galpão do subsolo.

A menina concordou e começou a ir para os elevadores, sozinha.

–Nia! -John surgiu de um das passagens e se aproximou dela. –Posso te mostrar algumas coisas? Sabe jogar vídeo game? Ou musica?

A menina continuou andando e negando com a cabeça, até que conseguiu falar em meio as diversas perguntas dele:

–Eu tenho uma coisa importante para fazer agora. Mas mais tarde me pergunte de novo.

John acabou parando de segui-la, e observou ela sumir para dentro de um elevador.

Marlene e Yan acharam 177 na cozinha.

–117, Flecher quer conhecê-lo. Esta esperando no galpão subterrâneo.

–É Charlie. -corrigiu Philipe olhando Yan e Marlene, que não entenderam, mas ele encheu a boca de Pudim sem poder se explicar.

–Ele escolheu meu nome: Charlie. Acho até que é bonito. -explicou o garoto renomeado. -Um-sete-sete é estranho de usar aqui. –e Philipe concordou.

Charlie seguiu Yan e Marlene até o subsolo. Flecher conversou com eles coisas do Estado nave, deles e também sobre a fuga. Nesse tempo Dukan voltou para a mansão com Beatrice e logo foi convocado a se unir ao grupo e falar do que sabia.

No resto do dia, Flecher, Aaron, Nia e seus manuais e Brian e Taz como ajudantes, fizeram uma manutenção e vistoria no Totem. Alguns itens novos seriam instalados ao mesmo tempo em que peças arruinadas ou gastas teriam que ser concertados para terem uma viagem mais segura. E tudo isso levariam um tempo.

Vinte/Téo foi aconselhado a não estar na vista de Flecher, se queria continuar livre, e na maioria das vezes ele ficava bem longe da onde o moreno ia.

Em menos de um dia Dukan e Beatrice reassumiram os treinos de luta e estratégia. Kan sabia que era melhor prepara-los mais, já que os soldados que iam encontrar tinham mais experiência e treino.

Nia e Charlie passaram a transmitir o que conheciam do Estado em aulas, e depois ajudaram todos a estudarem o que estava nos diversos manuais de Nia. A garota levava isso mais a sério que Charlie, mas ele foi mais útil quando começara a discutir estratégias, onde ele usou a habilidade desenvolvida no setor de raciocínio, em que era cobaia. Charlie também não deixava os irmãos Jalaska felizes quando disputavam algum videogame, pois ele vencia, mesmo sem ter jogado o jogo antes.

Leno, o avô de Flecher, superou a doença que o afligia nos dias que passaram. Mas mesmo assim Flecher passou a tentar não envolvê-lo muito com esses assuntos da batalha.

Notas finais
“Arrumaram uma autora meio de panela virada.” Abismo= isso significa que estou entre agradar e desagradar. Com a cabeça cheia ao ponto de pensar em dois caminhos: dizer tchau (o que seria um desespero final para Não deixar vocês perdendo tempo comigom já que tó enrolada e sem saber o que é necessário nos cap), ou seguir com os pneus furados, mas chegar em algum lugar(o fim).(traduzindo: me esforçar para continuar apesar da dificuldade.) Sobre o cap: Com o viram estou meio correndo com o tempo deles, já que não sei com o que incrementar, e se fizesse isso essa seria a maior fic que já leram. Sobre o próximo capítulo: Existe um fato que esta pendente, uma historia paralela, que acho que não perceberam. Lucas tem um historia e não teve um capitulo de apresentação. Sabemos o seguinte: Lucas tem um irmão mais velho que veio visita-lo um dia, e teve uma irmã capturada brutalmente por soldados quando ele era pequeno. Mais não só isso, a família dele é envolvida com o ramo de assassinos de profissão, o que pode existir nessa sociedade bagunçada dessa realidade. Lukas (com K) é um vilão na família dele, tomou o lugar dos pais de Lucas no ranking de assassinos e já o sequestrou quando era pequeno só para provocar os pais de Lucas, e... E então que saberemos mais sobre ele! Tudo no próximo capitulo (mudando um pouco do tipo de ação, eu diria). Talvez leitores não fiquem felizes, pois vai ser só sobre o Lucas, mas vai ter ação, tiros, espada, sangue e policia. Ultima informação sobre a historia: Fiz o meu “roteiro” do final. 1800 palavras registrando os passos que imagino. Pior é que esse roteiro sugere que chegamos aos 102 capítulos, no mínimo. Hehehe, isso se eu não virar a panela de novo e detalhar mais. Agradeço por ter lido! Comente! Tudo de esplendoroso de bom! (Eu não tenho com quem discutir ou comentar essa historia aqui em casa, por isso escrevo essas notas grandes e digo essas coisas. Desculpem por isso.)