Filhos da Lua e a Ascensão dos Corajosos.

35 Festa-parte 2: Noite -quase- feliz.


Notas iniciais
12° Episodio da Calmaria. ~fim da saga~ Olá, voltamos agora com mais uma transmissão contando a vidinha animada dessas pessoas. Não me acho no direito de escrever muito aqui na nota inicial, pois segue abaixo muita coisa. Sejam felizes, se divirtam e desculpe por qualquer coisa, tosca, sem sentido, bobo e etc sem fim que vier a aparece neste loooongo capitulo. Boa Leitura. ~

Beatrice gostava de festas e aquela estava bem interessante, apesar de até o momento não ter visto o dono da festa pra fazer qualquer comentário.

A morena usava um vestido solto e reto com lantejoulas pratas que iam até sobre o joelho, seu cabelo escuro em um penteado que os jogava sobre o ombro direito e a orelha esquerda com um belo brinco e pescoço ficavam a mostra. Seus olhos azuis estavam destacados na mascara prateada por uma sombra escura e usava sandálias e acessórios de cor cinza ou prateada. Ela matinha Marlene por perto, pelo menos teria companhia e não teria que lidar com desconhecidos para conversar sobre qualquer coisa.

Lene tinha uma mascara no formato de borboleta roxa com detalhes claros e um pouco de brilho. O vestido dela era simples de um tom mais claro de roxo e usava um casaco bege de tricô, meia calça e botas pretas de meio cano com um pequeno salto.

Á alguns minutos Bea perguntou como ela tinha feito uns arranhados no rosto e Marlene começo contando sobre a luta que teve com Taz detalhadamente e continuou a falando sobre seus treinamentos e brigas que teve com uma menina de seu bairro. E ela falava sem parar depois de dada a oportunidade. Porém Beatrice a ouvia pessimamente pelo som alto e não se preocupava em perder algumas partes da historia.

–Ei!-Yan as tinha encontrado.-Querem se juntar ao Philipe comigo?-disse ele para as duas.

–Claro. -disse ironicamente Beatrice. -E quem sabe depois eu pule naquele palco, toque a guitarra cantando parabéns para Dukan e faço com que essa festa se torne mais memorável.

Yan ficou sem reação, e podia até rir ao imaginar o que ela disse, mas ignorou-a e se virou para Marlene que aceitou. Eles se juntaram ao menino de orelhas de gato que pareceu ficar mais feliz com a companhia.

Beatrice se chateou pela facilidade que Marlene a abandonou, masdeu de ombros aceitando um copo de ponche que um garçom servia em uma bandeja. Então seus olhos encontraram involuntariamente o menino loiro, dono da festa. Kan estava cercado por duas garotas que Beatrice não conhecia, e elas pareciam conhecê-lo muito bem. O trio conversava de um jeito muito próximo e sorridente, de uma forma que morena sentia uma pressão no estomago crescer e não conseguia tirar os olhos. Uma das meninas era baixa, de longos cabelos lisos e loiros oxigenados que chegavam abaixo da cintura, uma coisa que já irritava Beatrice e fez a sensação dentro dela aumentar a fazendo se sentir levemente enjoada.

Observou um momento que a baixinha chamou Kan para mais perto, para dizer algo, mas a loira era atrevida e quase o beijou se ele não tivesse virado o rosto com um sorriso gozador a deixando acertar apenas seu rosto. E foi nesse momento que Kan viu Beatrice do outro lado do salão, o assistindo,e observou sua expressão séria e um pouco emburrada, seu sorriso aumentou encarando-a. Beatrice se virou e foi para outro cômodo sem conseguir esconder o que sentia. E ao fazer isso ela não viu Kan afastar-se das garotas sem dar-lhes uma explicação e segui-la. Beatrice o notou vindo quando depois de poucos passos não conseguiu conter-se e se virou para ver o que ele estava fazendo, e logo depois que o notou começou a andar mais rápido para despista-lo.

–Beatrice espere... –disse ele já a segurando pelo braço e levando pra um canto. –Não fica assim.Amanda é uma garota que conheço há algum tempo,ela acha que pode ter tudo que deseja quando quer. Ela só esta...

–Kan,por um acaso meu sobrenome é Greyrein? -ele negou sem entender.–Então, não sou sua mãe para você ter que me dar explicações.-ela tentou desviar dele e se afastar, mas ele a segurou pelos ombros na frente dele.

–Não é o que parece. -sorriu de lado olhando-a fixamente.-E posso pensar em outra forma de você se chamar Beatrice Greyrein.-ela o encarava.-Você é doida por mim, admita.-seu sorriso aumentou com os minutos que ela não falava e o analisava sem uma expressão.

–Não seja convencido.-disse Beatrice finalmente e lhe lançou um olhar desdenhoso antes de virar o rosto, mas não se afastou.

–Só se você não for difícil.–negociou ele. -Mas... -Kan pegou o pingente de dragão que ela sempre usava e o observava distraidamente.-Eu sou loucamente louco por você, Beatrice Herondale.–ela o encarou surpresa.-E vai ser difícil me deixar longe.

Kan a admirava com um sorriso, seu olhos verdes vagando pelo rosto pálido da menina que corava levemente.

Neste momento alguém o cutucou no ombro e uma voz estridente chamou seu nome. Dukan ainda observava Beatrice e se virou rapidamente para ver Amanda, que o chamou para irem para outro lugar como se Beatrice nem existisse. Antes de ele dar uma resposta para a loira Beatrice o forçou a se vira para ela e o beijou enroscando seus braços em seu pescoço, tendo que se esticar um pouco para alcança-lo.Ela sentiu as mãos de Kan a envolver pela cintura e não se importou com mais nada. Amanda deu um olhar chocado e foi embora os desprezando. Quando enfim estavam separados ele sorriu completamente feliz de ter conquistado a garota.

–Eu nunca te agradeci por te me salvado na Catedral. Obrigado.-ela o beijou novamente e ele a segurou mais forte.-Eu tinha um pouco de medo de levar um choque se tentasse forçar um beijo sabia?

–Seria bem provável que fizesse isso.-eles sorriram um para o outro.

O apito do microfone chamou a atenção de todos.

“Olá pessoal”- disse o garoto com roupa de roqueiro e guitarra sobre o palco. “Antes de continuarmos a agitar as coisas, o senhor Leno pediu que fizéssemos uma coisa...”

Flecher sentiu uma inquietação dentro de si e se afastou de Taz terminando sua bebida em um gole. O avô dele não ia fazer isso, pensou, mas por mais esforço que fizesse ele não se convencia. Começou a andar indo para escadas sem querer chamar a atenção. Taz o observou se afastar sem entender nada e esperava o garoto no palco acabar com o suspense.

“...gostaríamos de chamar para assumir o vocal de uma musica: Flecher, o neto de Leno!” a maioria dos jovens gritou empolgada para ouvi-lo mesmo sem conhecê-lo.

Yan e todos que conheciam o garoto se espantaram.Dukan se surpreendeu e disse para Beatrice que tinha que ir ver aquilo de perto e a levou.

Flecher tinha parado assim que ouviu seu nome. As pessoas o encontraram seguindo o olhar do vocalista e de Leno e abriam espaço para ele passar. Ele se virou forçando um sorriso fino, pensando que devia ter sido mais rápido. Suspirou vencido e começou a seguir para o palco.

Kate e Aaron, que estavam na piscina e ouviram nos autos falantes, resolveram ir ver o que iria acontecer, mesmo que de longe.Taz sorria, sabendo que se Flecher fosse ruim ia dar muita risada dele. Yan encarou Leno de longe e pela expressão tranquila do velho, que não usava a máscara,acreditou que ele tinha confiança no que fez e com certeza não iria permitir que Flecher passasse uma vergonha na frente de todo mundo.

Brian e seu o irmão, Philipe e Diana com Cadius apoiavam com aplausos e algumas palavras o garoto que andava levemente envergonhado atravessando a aglomeração em frente ao palco. Antes de subir o degrau Flecher lançou um olhar acusador para Leno que sorriu.

O moreno bem arrumado não combinava muito com o estilo dos garotos da banda. Ele abriu o blazer da roupa quando foi conversar com o garoto que o chamou e este passou algum recado para os outros. Ao se posicionar diante do microfone Flecher evitava olhar as pessoas que estavam em sua frente olhando seus sapatos, respirou fundo ouvindo os primeiros acordes da musica e então encarou a multidão um pouco ofuscada pela iluminação direta nele. Localizou Taz vagamente,ela sorriu pra ele achando graça e ele sorriu de volta sem graça.

A ruiva que tinha seus seguidores se encantou pela presença do novo vocalista, enxergando como a luz batia nos olhos azuis e os destacava no meio da mascara preta. Quando ele sorriu para alguém ela se aproximou muito curiosa para vê-lo cantar e a voz era perfeita com a música que começava lenta e se agitava um pouco no meio. Ele cantava excepcionalmente bem e alguns se surpreenderam e comemoraram incentivando que ele continuasse.

Flecher Megsland foi ensinado desde pequeno sobre muitas coisas. E a musica, talvez, fosse o que ele aprendia por prazer até seus onze anos, quando percebeu que aquilo não tinha a mínima importância perto de outros assuntos e coisas que poderia estar aprendendo. Porém Leno notou isso e o forçava algumas vezes a praticar o que gostasse. E naquele momento o velho sabia que o neto estava se divertindo e agradava a todos.

Cadius estava mais acostumado com as pessoas, mas se apegava a presença de Diana para distrai-lo. Os dois haviam se juntado á Marlene,Philipe e Yan para ouvir Flecher cantar. Kate e Aaron ficaram de longe e aproveitaram para pegar alguma coisa para comer e beber nos novos espaços que surgiram. Dukan com Beatrice se encontraram com Brian e John, os dois estavam bem alegres, e Brian não deixou de lançar um olhar sugestivo para Kan vendo os dois de mãos dadas. Dukan sorriu e bagunçou o cabelo do garoto.

Quando terminou sua apresentação Flecher sorriu com a reação de todos que pediram que cantassem outra e ele respondeu sem jeito que a banda já tinha um vocalista e desceu do palco. Ele tentou ir para um lugar onde ficasse mais confortável, sem pessoas falando com ele, e voltou para junto de Taz no balcão de bebidas tomando o novo copo de ponche que ela tinha arrumado e bebendo um gole aliviando a garganta.

–Assim eu não tenho como achar defeitos em você para debochar.-disse a pequena com um careta e sorriu em seguida acompanhada de Flecher.

–Oii... -De repente a ruiva estava do lado dele, falando próximo de seu ouvido. Ele se afastou um pouco e respondeu um oi desnorteado.-Como é o seu nome?-Ela o olhou fixamente nos olhos.

–Flecher.–ele respondeu mecanicamente.

–Não seja besta! Ela sabe quem você é.- gritou Taz para Flecher que se virou para ela com uma expressão confusa.

–Eu sei disso Taz. Não sei por que respondi.

–Então...-Flecher se virou novamente para a ruiva com o coração ganhando velocidade por estar encarando de tão próximo. -Será que posso te separar um pouquinho de seu irmãozinho?

Flecher concordou hipnotizado e sem ligar para a pequena que estava a ponto de passar por ele e socar na ruiva. Entretanto, ao ver o moreno deixa-la para trás sem despedidas, ela ficou com raiva dos dois e os deixou se afastar desvalorizando a companhia deles.

Destiny guiava o garoto segurando-o pela mão até um corredor e no caminho perguntou o que ele achava dela, ele não disse nada e a ruiva o olhou de soslaio sorrindo ao interpretando a expressão dele. Quase no fim do corredor ela o puxou para perto, em sua frente, e se encostou à parede.

–Você tem olhos lindos sabia?-disse ela tocando o rosto dele por um momento. Ele continuava confuso com o que estava acontecendo. -E com essa roupa, fica quase perfeito.

–Quase?-ele ainda a observava tentando esclarecer-se e procurava não se mover muito pela proximidade.

–Sim. Falta estar comigo.-sussurrou ela se aproximando levemente do garoto perturbado e recuou rapidamente sorrindo de lado.

–Você não é a Destiny.-disse Flecher sério quebrando o clima que estava.-Quero dizer... é a Destiny, mas não é ela .-cutucou a testa da garota e se afastou.

Ela sorriu desgostosa de ouvir o nome da outra e abaixou o olhar rapidamente.

–É, parece que você me descobriu. -e voltou a olha-lo charmosamente.-Eu sou Savannah, muito melhor companhia do que a da doce, protetora e de baixa estima: Destiny.-Ela agilmente o puxou para próximo novamente, mas ele se afastou irritado com o “tipo” que era a outra parte de Destiny e foi embora para o quarto.

***

Yan tinha parado para descansar e os outros que estavam com ele o acompanharam. Acomodaram-se no salão de jogos onde tinha mais lugares para se sentar. Cadius logo perguntou se Marlene queria jogar um jogo de fliperama que eles sempre jogavam e ela aceitou. Diana falou um pouco com Philipe sobre o que ele vestia, mas depois localizou Aaron e Kate saindo para a varanda e disse que ia ver o que eles estavam fazendo. Yan e Philipe ficaram sem assunto para conversarem e trocaram um breve olhar sem jeito, que fez Philipe rir.

–Eu tenho que ver como Clark esta.–Yan disse e se levantou do sofá em rumo para a varanda.

–Eu vou com você.-disse Philipe terminando sua bebida rapidamente e o seguindo.Yan só concordou.

De repente Brian e John, que já não tinha as suas mascaras, correram abrindo caminho em uma corrida até a piscina. Gritando ao passar por Yan que Leno tinha deixado usar a piscina. Taz logo apareceu atrás deles sorrindo. Mas para Yan e Philipe uma noite fria mergulhar na piscina não era uma boa ideia, mesmo ela sendo aquecida. Eles continuaram andando tranquilos em direção ao Chalé onde Clark estava.

Ao passar pela piscina Yan localizou Alec na beirada se desfazendo de algumas roupas, empolgado para se juntar aos outros e sentir o peso da água.

–Alec você sabe nadar bem?-o menino de cabelos compridos concordou olhando Yan e depois Philipe que o observava.-Mesmo?

–É claro. Eu nasci para isso Yan.-riu convencido e olhou desconfiado do outro de mascara de gato que não tirava os olhos dele.

–Certo.-Yan riu.-Fique de olho no pessoal que esta na piscina, por favor? Seja o guarda vidas.

Alec concordou e foi chamado por alguém para água.

Yan continuou andando se esquecendo por alguns minutos que Philipe o acompanhava, mas assim que lembrou parou e olhou o menino atrás dele,então este começou a segui-lo em direção ao declive nos fundos da mansão.Para onde eles estavam indo iam ficando cada vez mais escuro. Philipe estava um pouco tenso e começou a falar sobre as criaturas que se escondiam nas sombras e vagavam durante a noite. Yan logo pediu que ele não falasse sobre isso e comentou que no bosque atrás dos chalés tinha um antigo cemitério, então Philipe ficou quieto e provavelmente mais pálido.

O som da festa ficou distante como um sussurrar enquanto eles desciam a encosta gramada. Yan parou ao ouvir o som de Philipe que havia escorregado e voltou para ajuda-lo a se levantar.

–Tudo bem com você? Esqueci de avisar que aqui é um pouco escorregadio.

Philipe respondeu que estava bem ao se sentar e recebeu a ajuda de Yan para ficar de pé novamente.

–Acho que os pernetas não querem que eu vá até lá.- riu -Mas eu não vou desistir de ver o fofo do Clark.

Yan riu da forma que o menino disse e queria perguntar o que eram os pernetas, mas sabia que Philipe iria contar uma longa historia se fizesse isso. Ele deu alguns passos ao lado do menino de mascara de gato e logo ele escorregou e carregou o outro junto para o chão. Yan caiu deitado sobre a grama e Philipe foi parar encima dele sem poder ajudá-lo a evitar a queda. Yan riu do tombo que tiveram e Philipe também.

–Parece que eles não querem que nenhum de nós dois chegue inteiro até Clark.-comentou Yan entre sorrisos.

Philipe concordou e perdendo o sorriso observou o outro que ainda ria do tombo. Ele levantou a máscara do rosto para vê-lo melhor na luz fracada noite e sentiu uma vontade incontrolável de se aproximar mais dele, que sorria e o encarava. Philipe o beijou.Normalmente ele não costumava tomar a iniciativa e naquela situação ele não sabia o que esperar, a não ser que tudo podia ser diferente depois daquilo. Yan não reagiu, nem afastou o garoto. Estava surpreendido e talvez tivesse se alterado pelas diversas bebidas que tomou, esperou que o garoto se afastasse, o que não demorou muito, para então se levantar e pensar melhor no que houve.

Os dois ficaram um tempo sem dizer nada sentado no gramado. Então Yan pareceu que ia falar algo, mas não conseguiu e se levantou continuando andando para o chalé com luz acesa para ver seu cachorro. Philipe não queria ficar ali sozinho e o seguiu colocando as mãos felpudas nas bochechas.

Clark recebeu Yan saltando nele e o menino comemorava com o cachorro como se nada tivesse acontecido. Quando Clark foi receber a outra visita Yan foi verificar a instalação do cachorro. Depois se apoiou no batente do banheiro que tinha no lugar e assistiu Philipe brincar com o grande cão com um graveto. Então ele pensou e não culpou Philipe do beijo, na verdade pode entendê-lo bem melhor.

–Já dá para voltarmos.-disse ele indo para a porta.

O menino de cabelos bagunçados concordou, mas antes de saírem o cutucou e perguntou sobre o que aconteceu; se Yan iria ficar bravo com ele e se afastar. Porém, ainda sem conseguir encara Philipe diretamente, Yan sorriu gentilmente e disse que não podia ficar bravo com alguém que era uma boa pessoa, que havia pessoas piores para dedicar sua raiva e aborrecimento e continuou dizendo, sem querer magoar Philipe, que foi algo estranho para ele e preferia continuar considerando o garoto apenas um amigo.

Philipe ficou aliviado com a reposta e feliz de saber que Yan era seu amigo declarado e já sabia, com o seu poder de saber o que os outros sentiam, que Yan não tinha nada de especial para com ele. Porém eram de fato amigos.

Notas finais
É indescritível minha face ao postar isso. Espero realmente que a maior parte não seja um lixo. :/ ***Fim da saga da Calmaria.*** A próxima: A saga do inimigo. Eu estou avançada em relação as postagem. E garanto que esta nova saga (que se inicia no próximo capitulo) já esta no sétimo episodio. --No próximo capítulo, o 1° da Saga do inimigo, um capitulo mais calmo: Diana não devia confiar na irmã, Cadius precisa ficar mais tempo acordado e Armas modificadas. Muuito obrigada pelos comentários no anterior!!! É obrigatório comentar! E agradeço. Bjs obrigada por ler. ***Divulgação de uma interativa que acompanho**** Cali Extreme Elite (Cheerleaders) -INTERATIVA Tem vagas e esta no começo... em ambiente de escola, e no caso um time de cheerleaders, não me pergunte o que é, so sei dizer que é um tipo de animadores de torcida sem jogo ou seria um show de intervalo, eu não sei direito. Mas quero ajudar a autora. Então esta ai se puderem dar uma olhada, é interativa. http://fanfiction.com.br/historia/501471/Cali_Extreme_Elite_Cheerleaders_-INTERATIVA/