Filho De Apolo
1 Minha vida cotidiana - Matheus
Certo dia , lá estava eu , parado em frente ao portão da diretoria , e foi naquele momento que tudo mudou. Eu ja havia sido expulso de 2 escolas só naquele ano , e meu boletim era péssimo pois eu nunca prestava atenção e as letras pareciam sair do livros que eu lia.
Bom , o primeiro de tudo meu nome é Matheus Vieira e eu tenho 12 anos , moro com a minha mãe em um bairro digamos "ruim" de São Paulo , meu pai abandonou nós dois quando eu tinha apenas 8 meses . Minha mãe ficou arrazada mas eu não fico tão triste , acho que foi uma coisa boa pois minha vida não é la tão ruim , se eu não contar os fatos ruins que acontessem comigo , principalmente nas minhas escolas.
Bem , continuando a história , a diretora apareceu e minha mãe estava com uma cara de triste , eu provavelmente havia sido expulso da 3 escola este ano , mas não foi minha culpa , eu simplesmente toquei no fogão da cozinha e ele começou a derreter , mas todo mundo achou que eu tivesse tacado fogo naquilo , mas eu não pude fazer nada como sempre.
Voltando para casa , minha mãe me deu várias broncas e disse que teria de me colocar em alguma escola especial para garotos "problemáticos" como eu , mas eu não fiquei tão contente com essa noticia , eu tinha certeza que seria expulso da escola como nas outras.
–------------------------------------- 2 meses depois --------------------------------------------
Lá estava eu , na escola para garotos problemáticos , o colégio Proteção contra o Mundo. O nome não era a pior do que o ensino.
Os professores eram muito , mas muito chatos , principalmente a professora Vanessa .Ela dava medo até na própria diretora.
O professor mais legal era o professor de história , desde que eu entrei no colégio ele tem ensinado apenas sobre ass histórias da grécia antiga , sobre Deuses e etc... Essa era a unica aula que eu conseguia tirar uma nota B.
Não sei o motivo , mas o meu deus favorito era Apolo , não por que eu sou quente , mas sim por que eu consigo me identificar com ele.
Meu melhor amigo era o Raí , um garoto que sempre sentou ao meu lado no colégio , ele andava de muletas , então era excluído assim como eu , mas depois desses tempos que nós conversamos , percebi que tinhamos muitas coisas em comum , e hoje ele é meu melhor amigo .
Voltei para a minha casa feliz , a diretora marcou um passeio ao Metro mais antigo da cidade , e ele ainda funcionava por incrivel que pareça velho.
Mostrei a autorização para minha mãe e ela assinou sem nenhum problema , contanto que eu não fizesse alguma bobagem que destruiria minha vida nesta escola . Tive que implorar de joelhos mas finalmente ela deixou.
No outro dia no colégio , eu mostrei a autorização e quase toda a minha classe também , o passeio seria no mesmo dia então eu ja fui preparado com comidas e meus pequenos canudos para jogar bolinhas de papel , não tem como evitar , isso é quase meu passa-tempo , eu sempre acertava no alvo que eu queria.
Saindo do colégio , a professora Vanessa iria nos acompanhar , junto com o professor Rodolfo ( o professor de história ) . Bom , pelo menos estaríamos equilibrados , a pior professora , e o melhor professor , com certeza se eles separassem-nos em grupos , eu concerteza gostaria de ir para o grupo do Rodolfo.
Depois de horas no onibus , finalmente chegamos ao metro . Um grande prédio grande e amarelo com detalhes vermelhos , rachaduras por todos os lados e algumas janelas quebradas.
Mas isso não foi um problemas , o odor vindo de dentro do prédio era horrivel , na hora eu pensei "coitadas das pessoas que tem que passar por isso todo dia" .
Foi como eu pensei , separam em dois grupos , mas foi por ordem de chamada e eu infelizmente fui para o lado da Vanessa , eu queria ter rezado para nascer chamado Adailton ou Angélico , não ligo para o nome mesmo ele sendo horrivel , mas com o nome começando com A eu iria para o lado do Rodolfo.
Foi então que tudo ficou estranho no grupo da Vanessa.
Notas finais
Mais tarde eu posto outro.
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