Filha de Poseidon e o Filho de Hades
40 Uma noite meio...Quente.
Notas iniciais
POV Duda
Eu poderia dizer que Connor e Travis simplesmente iriam em missão, mas...Não. Quíron deixou eles fazerem uma "festinha" bem "calma" no pavilhão, que estava escuro e coberto de luzes coloridas, fumaça e bebida. Naquela noite eu fui vestida de vestido curto — não tão curto assim — vermelho, maquiagem normal — tirando o batom vermelho — e saltos pretos — eu não sabia como andar completamente de salto. Meus cabelos caiam como cascatas onduladas pelas minhas costas e por meus ombros. Podem me chamar de tudo admito que meu cérebro gritava: DI ANGELO!
Sim, eu sou uma vadia. Completamente.
Quando cheguei o cheiro de bebida forte tomou conta do meu nariz. Vi Anna Clara sentada, conversando com Gustavo. Vicky e Jason bebiam irritados um com o outro, Piper os observava. Annabeth fugia de Percy que gritava "DESCULPA" pelo pavilhão. Leo encarava Vid conversando com Connor. Nico e Mellie não estavam á vista. Ah, se aquela... PS: Eu peguei uma bebida.
– Duda — Leo murmurou, nem percebi mais havia caminhado até ele.
– Oi
– UAU — me olhou de cima para baixo.
– Ér... — corei — Leo...
– Ah me desculpe — ele corou.
– Viu Nico?
– Não — ele cruzou os braços — Por que?
– Nada — falei apressada
– Sim, sei — ele tomou um gole da bebida, virei minha cabeça e vi Bree e Letícia coradas enquanto Will Solace e Bernardo falavam com elas. Ri e caminhei até elas, com outra bebida que queimava minha garganta na mão.
– Oi — falei.
– Oi Duda — falou Letícia.
– Will, Bernardo.... — eles me encararam — SAIAM!
Encarei as meninas sorrindo, elas riram e eles se foram.
– Então eu... — Letícia começou a falar — Duda sei que vai me matar mas...UAU!
– O qu... — perdi a fala depois que virei a cabeça...Um Nico completamente de preto — óbvio — e lindo entrava. Os cabelos estavam bagunçados e o olhar, era malicioso, as filhas de Afrodite suspiraram. A jaqueta preta dava um ar de BadBoy nele, não vou dizer que não gostei.
– Vai lá — sussurrou Bree.
– Eu?
– Vá antes da Mellie — falaram as duas
Vi a mesma robô caminhar até ele, mordendo os lábios.
– Hoje não é o dia dela — disse caminhando, antes que ela pudesse chegar nele. Parei em sua frente — Mellie — falei a encarando.
– Eduarda — me encarou de cima a baixo, com raiva.
– Querida, hoje não — a empurrei de lado com uma certa força e parei em Nico, que me encarou de cima a baixo — ESSE POVO ADORA FAZER ISSO! — e mordeu os lábios, discretamente.
– Pequena — ele sussurrou.
– Nico.
– Quer conversar...?
Dei de ombros.
– Venha — ele segurou minha mão gentilmente e fomos caminhando até a fogueira, onde nos sentamos.
– Então — falei tentando parar de encarar sua face que brilhava com o crepitar do fogo.
– Está bonita — disse ele.
– Eu sei, é, você está...Mais ou Menos — era mentira, Nico estava a definição da palavra "gostoso", bem...Talvez ele sempre tenha sido.
Ele deu uma risadinha baixa e se aproximou, a mão em meu rosto e a outra em minha...coxa...
– Sabe — encarou meus olhos — Mente muito mal quando quer...Pequena, seria errado eu beijar você?
– Talvez... — ele me encarou confuso e malicioso — M-Mas...Quem disse que eu ligo.
Ele sorriu mais, com a mão passeando por minha coxa, porém com a outra fazendo carinhos em minha bochecha que ia adquirindo coloração avermelhada. Sua calma respiração bateu em minha cara, enquanto a mão ia cada vez mais levantando meu vestido. Seus lábios se juntaram aos meus e um choque elétrico de desejo e saudade passou pelo meu corpo. Não foi um inicio muito calmo. Sua língua logo pediu passagem enquanto minhas mãos iam direto para seus cabelos. Todo o meu corpo parecia ligado a uma tomada, e, cada célula gritava "NICO!". Isso que dá ter 16 anos e ser virgem...
Nico logo levantou-se sem parar o beijo me levando junto, a sua mão que estava em minha coxa logo partiu para minha cintura e a outra, meu quadril, apertando os dois lugares com força, enquanto grunhia com os lábios grudados nos meus.
Eu sabia que ele me levava para o chalé de Hades, porém, quando entramos, Nico revelou seu lado mais...Selvagem. Logo deu impulso e fez minhas pernas envolverem seu quadril, enquanto procurava o zíper do meu vestido, meus sapatos já estavam no chão quando Nico conseguiu achar o zíper e me deitar em sua cama. Minhas mãos se cansaram de seu cabelo e partiram para a jaqueta, tentando tira-la, enquanto eu me levantava um pouco sentindo suas mãos tirarem meu vestido. Nico estava em cima de mim e nenhum de nós tinha o pensamento do que estávamos fazendo era errado. Ele separou seus lábios dos meus e o ar voltou aos meus pulmões. Que beijo...
Porém ele logo colou nossos lábios de novo, enquanto me ajudava a tirar sua camiseta preta, enquanto eu estava apenas de sutiã e calcinha. Seu olhar malicioso se prendeu em meus olhos enquanto eu tentava parar de olhar para sua barriga, com músculos — nada exagerado — com as bochechas vermelhas.
Ele logo se colocou em cima de mim novamente enquanto minhas mãos suavam, ao sentir seus lábios em meu pescoço, nervosos com o pedaço de pele que não era a boca da Eduarda. Eu comecei a suspirar enquanto ele descia os beijos e abaixava a alça do meu sutiã distribuindo beijos e mordidas pelo local...Era...Bom.
Sua mão direita tomou minhas costas, procurando o fecho, ajudei-o enquanto arranhava sua barriga, ouvindo-o suspirar em meu ouvido, meus pelos se arrepiavam.
Quando senti meu sutiã fora de meu corpo, fechei meus olhos e corei. Nico apenas me encarou, abri um olho e vi que ele pedia permissão com um olhar.
– Ei — ele murmurou, subindo o rosto até colar sua testa na minha.
– Sim...?
– Se você não quiser...
– É vergonha — murmurei, sentindo um selinho.
– Você é perfeita, se quiser parar é só dizer...Ok?
Assenti, sentindo suas mãos geladas em meus seios, segurei um suspiro quando sua outra mão descia pela minha cintura e ele mordia e sussurrava em meu ouvido. Aquela era uma ótima sensação, minhas mãos foram em direção a sua calça, enquanto Nico abaixava a boca em direção aos meus seios, quando sentia sua boca no local, suspirei pesadamente.
– Te machuquei? — perguntou preocupado
– É...Que...Não — falei corando, sentindo sua outra mão brincando com a calcinha.
Com minhas mãos tirei sua calça, enquanto ele distribuía beijos por todo o meu corpo, enquanto eu suspirava, arquejava e segurava os lençóis negros...
Quando a calça deslizou de seu corpo, ele segurou minha mão e colocou junto com a dele em sua cueca, me ajudando a tira-la. Não encarei abaixo de sua barriga, encarei o teto, sentindo suas mãos abaixarem e deslizarem a calcinha por minhas pernas.
Sua boca se encontrou com a minha e ele disse.
– Quer mesmo continuar?
– Nico você nem parece virgem...
– Mas eu sou.
– Mesmo?
– Sim, só estou preocupado com você...
– Sério?
– Sim.
– Achei que não se preocupasse com as pessoas.
– Mas você é minha vida, tenho que me preocupar com você.
Corei e então senti a penetração de Nico, lenta porém dolorosa. Fechei o rosto em uma careta e gemi baixinho.
Ele começou os movimentos e a leve dor passou a ser prazer, agarrei as costas de Nico, enquanto ele dava pequenos gemidos e grunhidos, como eu.
– Apertadinha — murmurou
Arranhei suas costas.
Seus lábios voltaram aos meus, enquanto os movimentos aumentavam. Comecei a aumentar meus gemidos e ele também.
Até me senti mole e quase me senti no paraíso, suspirei, porém Nico continuou até que senti um líquido quente e ele caiu em cima de mim.
Eu não parei para pensar em mais nada, porém, quando fechei os olhos ter o corpo de Nico perto do meu foi bom, já que pude me aconchegar sentido sua respiração.
Abracei seu corpo e cai nos sonhos.
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