Filha da Fama

24 Wild Ones


Notas iniciais
Mais um capitulo, espero que gostem! Foi rápidim né? Tá meio hot o começo, mas podem ler o resto. Esse capitulo tá meio fraquinho (a não ser pelo hot), mas podem se preparar: as coisas vão começar a ficar teensas! '-'

Separamo-nos, ele tirou sua camisa. Pude ver como ele tinha se desenvolvido, o peitoral largo e talhado com alguns músculos, os braços idealmente fortes, o abdômen definido. Estava... Perfeito.

Voltou a me beijar. Agarrou minhas coxas e me levantou, arrancando de mim um suspiro-exclamação-gemido, dando-me impulso para passar as pernas ao redor da sua cintura.

Ele me levou até a cama, não resisti nem um segundo, nem conseguiria. Se fosse ter minha primeira vez, que fosse com ele e que fosse que o desejo me possuía.

Deitamos sem partir o beijo. Ao sentir aquele corpo sobre o meu, sua masculinidade pulsante sendo pressionada contra a minha feminilidade, não pude evitar um gemido baixo do fundo da garganta.

Os braços de Justin me envolveram, me apertaram e me impeliram para si. Seus lábios começaram a descer, primeiro para o queixo, depois para meu lóbulo. Arrepie-me dos pés à cabeça, como ele podia saber exatamente onde tocar?

Ele desceu lentamente até meu pescoço, deixando um rastro. Beijando e chupou casa centímetro do meu pescoço deixando pequenas marcas, fazendo-me contorcer e gemer de prazer. Ele desceu até a abertura do decote e lambeu toda a parte dos seios exposta. Não consegui reprimir um alto gemido que veio.

Não era possível que eu fosse ter um orgasmo apenas com aquelas caricias... Ou era? Sentia-me como se fosse sair do ar a qualquer momento.

A porcaria do telefone começou a tocar. Justin parou e me olhou, os olhos febris, a respiração descompassada.

- Vai atender? – perguntou, a voz enrouquecidamente sensual.

- Não. – respondi rapidamente e o puxei para mais um beijo. Nunca pensei que desejaria tanto alguém como estava desejando Justin. A euforia e o desejo não deixaram o medo e nervosismo se instalarem em mim.

- Oi você ligou para a Cherry, no momento não pude atender, mas deixe seu recado que eu retornarei assim que eu puder! – falou a minha gravação na secretaria eletrônica.

- Oi Cherry, é a mamãe. Só liguei para avisar que acabei aqui, então dispensei Polly, já estou chegando em casa tá? Beijo, tchau!

Justin parou de me beijar e me fitou com um sorriso maroto nos lábios.

- Seria ridículo se sua mãe nos pegasse, não acha? – falou. Sorri de volta.

- Acho. Melhor pararmos por aqui. – falei, mas não tinha a menor vontade de parar. Ele aproximou os lábios dos meus ouvidos.

- Na próxima vez, eu não vou parar. – sussurrou ele, fazendo meus pelos eriçarem.

- Eu não vou querer que você pare. – sussurrei de volta. Ele deu um beijo em meu pescoço.

Tirei minhas pernas ao redor dele e ele se levantou. Pegou sua camisa do chão e a pôs, depois foi até o banheiro e arrumou-se, enquanto eu só consegui me sentar na cama e tentar lembrar meu nome. Jutin chegou e pulou na cama, apoiando a cabeça no braço dobrado, muito sensualmente.

- Como ela está? – perguntei, depois de algum tempo.

- Ela quem? – ele perguntou. Fuzilei-o com os olhos – ah, Selena. Ela está fazendo o que faz melhor: gritando e brigando com tudo e com todos.

- E você continua com ela. – falei amarga.

- Bom... Hoje à noite eu vou ao Saturday Night para fazer um comunicado oficial de que estou solteiro. – falou jeitoso. Olhei-o luminosa.

- Está solteiro é? – falei maliciosa, sentando em cima de sua barriga. Ele levantou o dorso e me envolveu pela cintura.

- Solteiríssimo. – falou no mesmo tom malicioso. Ele deitou novamente, mas desta vez me puxando. Saí de cima dele e fiquei ao seu lado na cama, deitando a cabeça sobre seu peito, ouvindo as batidas de seu coração. Ele afagava meus cabelos delicadamente.

- Vi o clipe de As Long As You Love Me. – falei.

- E o que você achou? – ele perguntou ancioso.

- Uma pouca vergonha, devia ser proibido para menores de 18, o pai da garota tava certo em te encher de porrada. – brinquei e ele riu muito.

- Serio? – ele perguntou entre risos.

- Em parte sim, mas ficou muito bom. Em Next 2 You teve um pequeeno selinho, em Mistletoe também, Boyfriend umas mãos bobas e agora um sexo animal em ALAYLM. – brinquei e ele riu novamente. – ah, dessa vez vocês pegaram uma loira não é?

- Ah, foi o Scooter que escolheu e... Hey, isso na sua voz, foi um tom de ciúmes?

- Não foi um tom, foi uma sinfonia inteira! Dá para imaginar como eu fiquei ao te ver com aquela oxigenada lá?

- Ownn, não precisa ficar com ciuminhos, era só uma encenação! E também, Chanel é meio enjoada demais. – ele falou rindo.

- Não importa, só por causa disso eu vou chamar o Harry Styles para o meu vídeo.

- Vídeo? – ele perguntou.

- Eu escrevi uma musica hoje mais cedo. – contei.

- Ah, deixe-me ver.

- Não... – fiz doce.

- Qual é Cherry, me deixa ver! – ele insistiu.

- Ah, eu tenho vergonha! – falei. Ele abaixou a boca até minha orelha.

- Você não teve vergonha alguma quando estava quase fazendo sexo comigo não é? – sussurrou, os lábios roçando levemente em minha orelha. Não importava quantas vezes ele o fizesse, eu me arrepiaria todas as vezes.

- É que essas coisas são menos complicadas. – brinquei e nos rimos, mas ele tinha razão. Levantei-me e fui até a escrivaninha, onde estava a letra. Entreguei — à ele.

- Vê ai enquanto eu tomo banho, daqui a pouco eu vou com Elisa ao shopping.

- Posso ir com vocês? — ele pediu.

- Claro que pode, precisa perguntar? – falei alegre.

- Sabe quem adoraria ir? – ele falou malicioso.

- Quem? – perguntei curiosa.

- O Cody. – ele respondeu, pegando seu iPhone. Levou-o ao seu ouvido.

- Põe no viva-voz. – pedi.

- Alô? – disse Cody do outro lado da linha. Ainda não conseguia entender como aquele garoto fofo que cantava iYiYi virou esse homenzarrão.

- Fala Cody! – cumprimentou Justin.

- E aí Bieber! O que manda?

- Sabe a filha da Beyoncé e do Bruno, a Cherry?

- Claro, o que tem ela?

- É que eu, ela e uma dela vamos ao shopping agora, quer ir?

- Que horas?

- Que horas Cherry?

- Às 14:00 – respondi.

- Ah, não tenho nada pra fazer mesmo, então eu vou sim!

- Ótimo, agente passa ai pra te buscar ok? Tchau!

- Ok, tchau. – e desligaram.

- Percebeu que isso é quase que como um encontro de casais? – falei. Ele me enlaçou pela cintura.

- Quase? – repetiu maroto.

- Está bem, é um encontro de casais. – admiti, ele riu e me deu um beijo rápido. – agora eu vou lá tomar meu banho e me arrumar tá?

- Está bem, vou me controlar para não ir lá e transar loucamente com você no chuveiro. – ele disse naturalmente

- Se nós fossemos transar no banheiro, provavelmente seria na banheira. – provoquei, dirigindo-me ao banheiro. – e nada de espiar pela fechadura!

- Ah, droga. – ele fingiu decepção, nós rimos.

Enquanto me despia, não pude deixar de perceber o quão excitada eu fiquei: minha cavidade estava totalmente melada, a calcinha encharcada. Meu corpo estava quente, o perfume de Justin impregnado em mim.

Me olhei no espelho: meus cabelos estavam um pouco bagunçados, os lábios levemente inchados. Tomei um banho gelado para esfriar o corpo, mas era só me lembrar de Justin e eu ficava em ponto febril. Não ia apelar à masturbação, eu nunca sentia nada mesmo, então só me restava ser torturada pelo desejo.

Coloquei o roupão e saí do banheiro. Justin estava deitado na cama, lendo minha musica. Quando saí, ele levantou o olhar em minha direção. Olhou-me com um misto de luxuria, malícia, desejo e fascínio. Fiquei com receio de que minha feminilidade pingasse, tamanha minha excitação.

- Você é a garota mais linda e gostosa que eu já vi em toda a minha vida – falou enrouquecidamente, entre dentes. Sorri para ele, era bom saber que alguém me desejava assim.

- Mais do que a minha mãe? – testei, sabendo que nunca iria ser.

- Mais do que a sua mãe. – ele confirmou, para minha surpresa.

- Mentiroso. – falei sorrindo.

- Não estou mentindo, é sério. – falou. Não respondi, não tinha certeza se era verdade ou não. Fui á gaveta e peguei um conjunto de sutiã e calcinha, mostrei a ela. – uau, que sexy!

- Obrigada. – agradeci e fui ao banheiro, colocando-o. Coloquei o roupão apenas por cima, sem amarrá-lo. Saí do banheiro.

- Ai. Meu. Deus! – exclamou Justin pausadamente. Primeiro olhou-me de olhos arregalados e boquiaberto, para depois morder o lábio e me olhar com pura luxuria e malicia. Senti meu corpo estremecer, ele estava me comendo com os olhos, lembrei-me de quando nos conhecemos na sorveteria. Com certa dificuldade, fui ao closet pus minha roupa, depois fui á penteadeira arrumar meu cabelos e fazer a maquiagem.

- Cherry, esta musica é ótima! – falou Justin.

- Ah, que exagero! – falei envergonhada.

- Não estou exagerando, ficou realmente boa. – falou sorrindo. Respirei fundo, ia contar à ele.

- Eu... F-fiz inspirada em você. – consegui dizer.

- Ah, sério?! Awn Cherry! – falou ele levantando-se da cama. Correu até mim e me abraçou muito apertado. Comecei a rir, ele me deu um beijo no pescoço. Retribui.

- Estava enlouquecendo por não falar com você, foi fácil escrevê-la – falei. Ele sorriu e me deu um beijo na testa.

- Fiquei sabendo que o Timberlake é o seu mentor. – falou Justin, sentando-se no sofá e abraçando uma almofada.

- É, ele correu na frente do Usher dessa vez. – comentei, nós rimos.

- Fiquei me sentindo meio culpado depois. – falou sem jeito.

- Own, não precisa mais, agora ele tem á mim.

- Unh, metida. – zombou ele, jogando a almofada em mim. Terminei de me arrumar.

- Já estou pronta! – falei, levantando-me – agora é só esperar minha mãe chegar. – corri e pulei na cama.

- Cherry! Quer quebrar a cama é? – brigou Justin. Olhei para ele sedutoramente.

- Vem deitar aqui comigo, vem. – chamei dengosamente. Ele, para provocar-me, veio lentamente. Deitou-se ao meu lado, olhando fundo em meus olhos. Eu mergulhava naquela imensidão castanho-esverdeada, sem saber se voltaria. Começou a afagar meu rosto. Não faço idéia de quanto tempo ficamos neste estado, mas fomos despertos por algumas batidas na porta. Levantei-me e fui abri-la.

- Oi mãe! – falei abraçando-a.

- Oi querida, oi... Justin? – perguntou ela. Olhou-me. Mandei á ela um olhar “depois eu te conto tudo”, ela assentiu.

- Então mãe, nós já estamos indo. – falei, fazendo um sinal para Justin, que veio até mim. – tchau — tchau.

- Tchau Beyoncé, até mais ver. – despediu-se Justin.

- Tchau queridos, divirtam-se! – desejou a minha mãe; Demos os braços e saímos andando. No caminho, Jhulius veio correndo até mim.

- Own Justin, você conhece o Jhulius? – falei pegando-o no colo.

- Meu Deus, mas que poço de fofura é esse? Espero que ele esteja embaixo desse monte de dobrinhas, que coisa fofa! – falou, acariciando-o. Ele estava com uma caara de sono.

- Jou-jou, mamãe vai sair agora tá? Mas logo eu to de volta e agente vai lá pra casa do vovô tá? Tchau neném! – e o coloquei no chão. Justin me olhou curioso. – sim, eu trato os cachorros como se fossem meus filhos, algum problema?

- Nenhum, eu também trato eles assim, okaay. – ele falou, nós rimos.

- Você veio caminhando? – perguntei, ele riu.

- E por acaso eu ando a pé? – falou sacudindo as chaves.

- Com qual você veio?

- Com o lamborgine . – respondeu. Saímos nos portões e lá estava ele, o lamborgine branco. Ele se sentou, claro, no banco do motorista e eu no do carona. Ele ligou o rádios e estava tocando Wild Ones. Ele sorriu para mim.

- Um dia nós vamos ligar o radio e vai estar tocando uma musica sua. – ele falou gentilmente.

- Deus te ouça. – falei, suspirando. Ele deu a partida.

Hey I hear you are a wild one...

Notas finais
Quero meus reviews ok? Não esperei encher as duas paginas pq esse capitulo tava assim bobo, mas como as coisas vão ficar, digamos, tensas, quero os reviews para saber se continuo ou enrolo ainda mais ;)
So, enjoy!
Bjoo rarah