Filha da Fama
34 Rodeo Drive
Notas iniciais
EEEE, JUSTIN GANHOU TODAS AS CATEGORIAS QUE CONCORRIA NO AMA!
Só que a motícia ruim é que acho que ele ainda tá com a Selena, quer dizer, quase certeza né? Sadness (U_U)
Enfim, boa leitura, espero que gostem!
Tomei uma decisão: fecharia meu coração e me afundaria no trabalho. Seria bom, além do mais, eu tinha muito: as gravações de Amor Infernal começariam, faria uma campanha de divulgação do Rediscovery, uma apresentação no EMA, um AMA e um Grammy pela frente.
Tim disse que o filme iria sair rápido.
- A tempo de concorrer o Oscar. – ele disse, fazendo-nos rir. – mas para isso, vamos ter de trabalhar como loucos! Todos de acordo?
Gritamos: SIM!
Tive de por extensões no cabelo, agora ele ia até a cintura, pesava!
Um dia estava ensaiando para o AMA e passei em frente à onde eu iria me sentar. Era ao lado de Justin e Usher. Uma produtora passou perto de mim.
- Aqui, moça, poderia me mudar de lugar? – parei-a e perguntei. Ela me encarou, para depois sorrir.
- Claro! Vou lhe por na primeira fileira do outro lado, do lado do One Direction e da sua amiga Elisa, está bem? – ela disse. Eu sorri.
- Está ótimo. – respondi. Não queria me encontrar com Justin ainda, não estava preparada.
No EMA, eu concorria de “Revelação”, “Melhor Música” (You da One), “Melhor Look” e “Artista Revelação”. No AMA, “Artista do Ano”, “Artista Novo”, e “Artista Feminina Pop/Rock”.
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Um dia antes do EMA, era o meu dia de folga. Estava deprimida no meu quarto quando meu celular toca, era Tim.
- Cherry querida, tenho uma noticia ótima para te dar: seu CD, com apenas duas semanas já venderam 7 milhões de cópias, e seu cachê milionário já está na conta! – disse ele. Dei gritinhos e pulos de alegria. – agora, sinto lhe dizer, tem muito trabalho pela frente.
- Ah, trabalho é tudo o que eu preciso. – falei amuada. Qualquer coisa valia para não pensar em Justin.
De repente, a porta do meu quarto foi escancarada.
- Por Deus, querida! Esse quarto está expelindo depressão! – disse Lana, entrando.
Enquanto meus pais achavam que eu era um bebê, Lana tinha certeza absoluta que eu era um, com mentalidade e corpo de 15 anos.
- Olha só quem fala, Sr.Summertimes Sadness. – disse sarcástica.
- O dia está lindo lá fora! – ela disse abrindo as cortinas, revelando um céu completamente nublado. – ok, não tão lindo, mas tenho planos espetaculares para nós duas hoje!
- Ah, não! – reclamei, tampando o rosto com o travesseiro. Lana subiu na cama e ficou me sacudindo.
- Ah, vamos! Quer que o Justin fique pensando que está triste por causa dele? – ela insistiu. Tirei o travesseiro do rosto e a encarei.
- Eu estou assim por causa dele. – falei ríspida.
- É, mas ele não precisa saber disso. Vamos, vai ser tão legal! – falou ela, com sua voz fina e afetada.
Suspirei. Tinha algum sentido não ir?
- Está bem, vamos. – falei, revirando os olhos e sorrindo. Ela fez uma festinha.
- Ótimo! Então se arruma bem glamorosa e diva que eu vou lhe esperar lá embaixo, ou quer que eu fique aqui com você? – ela perguntou animada.
- Não, pode ir. – disse educadamente. Ela se dirigiu até a porta e saiu.
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Depois de uma dose de força de vontade, terminei de me arrumar e desci.
Quando chego à área, estavam Lana e meu pai conversando animadamente. Não pude evitar de pensar que eles dariam um belo casal.
- Uau, você está linda, bonequinha de luxo! – falou Lana.
- Tenho certeza de duas vidas passadas minhas: uma garota dos anos 50 e uma roqueira muito vida loka. – falei, fazendo-os rir.
- Muito bem querida, vamos! Tchau bruno. – disse ela dando um beijo no rosto do meu pai. Me pegou pela mão e me guiou até seus lamborguine branco estacionada na frente de casa.
- Agora, onde você vai me levar? – perguntei, pondo os óculos. Aquele sol forte de chuva tinha aparecido.
- No Rodeo Drive primeiro, Queen of Coney Island. – respondeu ela, pondo os seus óculos.
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Bastou nós chegarmos ao Rodeo que centenas de paparazzi e fãs nos cercaram. Confesso que fiquei feliz vendo fãs gritando meu nome. Por sorte, Lana tinha contratado três seguranças, mas eles quase não davam conta.
- Er, Cherry querida, más noticias: fiquei sabendo que o Justin está aqui.... Com a Selena. – falou Lana, escondendo o rosto logo em seguida.
- Poxa Lana, valeu eing, super programa. – eu disse irritada. Mas depois respirei fundo. – não liga não Lana, você não tem culpa, não tinha como saber que ele iria vir. E tanto faz se ele está aqui ou não, não tenho medo dele, então por que ficar evitando? Vamos lá! – falei convicta. Lana sorriu.
- Assim que se fala! – ela disse, me dando o braço.
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Depois de muito andar e com muitas sacolas nos braços, nos sentamos cansadas.
- Vou comprar um Milk-shake, quer de quê? – ela perguntou, se levantando.
- De menta com ovomaltine, por favor. – eu disse, e ela se foi.
Quando ela foi, fiquei um pouco nervosa. Se Justin chegasse, eu estaria sozinha.
E realmente, uma multidão dobrou o corredor, e no meio disso tudo, o vi. Ele e ela, o casal do momento, Justin Bieber e Selena Goméz.
Droga! Ele tinha de ser tão… lindo? Senti que eu iria chorar, mas respirei fundo e me acalmei. Não queria que ele percebesse como eu ficava, como eu estava. Mesmo assim, não consegui desviar o olhar dele.
Até que ele levantou a cabeça e me fitou, através dos óculos Ray-Ban. Desviei os olhos no mesmo instante, por favor, não venha até aqui!
Ele seguiu sua procissão de pessoas pelo lado esquerdo do banco. E quando passou pelo meu lado, me limitei á apenas olhar para o meu celular.
Respirei fundo, aliviada. Nada tinha acontecido. Por enquanto.
Lana apareceu, sem nada nas mãos.
- Vamos lanchar no Burger King? Eu tenho de ter aquela coroa de papelão! – ela disse, me fazendo rir. Só ela mesmo!
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Já no Burger King, sentei-me em um daqueles conjugados com com o banco de couro na beirada.
- Senta aí que eu peço, já vou – disse Lana, encaminhando-se à fila.
Enquanto ela estava lá, parei para pensar um pouco, sobre tudo, mas esse tudo, em 10 vezes, 9,5 eram Justin. Não iria deixar de amá-lo tão cedo, nem nunca. Deus, o que eu iria fazer?
De repente, alguém se sentar do meu lado, bem do meu lado, bem perto. Alguém não, Justin.
- Cherry, temos de conversar. – ele diz, sério, mas com imensa súplica nos olhos.
Como eu conseguiria conversar sendo que tinha que me concentrar muito só em respirar?
Notas finais
Deixe seu comentário! Até recomendação vale, kkkkk
Bjoo rarah
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