Filha da Fama

37 Capítulo 37


Notas iniciais
Oii!
Aqui, com vocês, a Cereja da Depressão
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Ali eu vou postar os capítulos, notícias dos famosos, tirinhas de humor, tuudo! Curtam lá, se quiserem continuar a companhar a fic né?
Boa leitura!
Geente, temos mais de 100 leitoras, êêê! Imagina se pelo menos metade deixasse reviews? #orgasms

Voltou-se para a penteadeira e começou a passar um batom vermelho púrpura.

– Ah, como é bom não ter que fingir com você! Não leve para lado pessoal, são só negócios. – ela falou, sem esconder uma maldade e malicia natural na voz.

– Claro, o que mais seria? Mas, por que meu pai? – perguntei, sem mudar a postura.

– Rick reconhece uma fonte de dinheiro de longe! Bruno está tendo uma fama e um lucro incríveis, e tem um futuro brilhante á frente. Poderia imaginar uma oportunidade melhor que essa? – falou ela, naturalmente. Ti uma ultima vez, para depois assumir uma expressão severa e ameaçadora.

– Pois eu acho que você devia procurar outro otário para enganar, porque meu pai você não vai conseguir. – falei, séria e polida. Ela riu divertida.

– Seu pai já está com a minha coleira, ele acreditaria se eu dissesse que a Terra é quadrada. – ela disse.

– Não se preocupe, eu estou aqui para lhe dizer que não é verdade. – rebati.

– Não me faça rir pirralha, quem é você pra me contrariar? Eu sou a namorada querida do seu papaizinho, você é só a bastardinha inconveniente, ele já me disse isso! – ela blefou, tentando me manipular.

– Mentindo de novo? Tsc, tsc, eu nunca acreditei em uma palavra do que você diz, por que acreditaria agora? – falei, o sarcasmo dando um tom perigoso à fala. – você pode ser a namorada dele, mas eu sou a filha, para a opinião de quem você acha que ele vai dar mais importância?

– É só seduzi-lo! Usar o corpo para conseguir o que quero é fácil. – ela falou normalmente – o Bruno é meu.

– Ouça o que eu estou lhe dizendo, saía enquanto pode, ou será muito pior depois. – falei, calma e desafiadora.

– Eu não vou sair. Você vai ter que me engolir. – ela falou, lentamente. Levantei-me e me dirigi até a porta.

– Está bem, mas não diga que e não avisei. – e saí. Fui para o meu quarto, iria resolver isso até o final da semana. Iria fazer uma visita hoje, mas não antes de fazer algumas pesquisas.

~//~

Assim que eles saíram, me arrumei e chamei um táxi. Daria tempo de fazer a visita e ir para os ensaios.

Adentrei o luxuoso hall do edifício, haviam poucas pessoas, todas ocupadas e pouco se lixando que eu estava lá. Peguei o elevador para o último andar, saí e me dirigi ao 401, onde apertei a campainha. Ele abriu.

– Ora ora, se no és la celebridad del momento! – falou ele,sarcástico. Sorri.

– Olá Rick, como está? – falei, simpática.

Rick era um latino perfeito. Os cabelos e olhos negros, a pele bronzeada, alto e forte. Tinha costeletas e os cabelos penteados para trás, numa sensualidade mútua.

– Muy bien! O que faz aqui? – ele perguntou. Não sabia se estava sendo receptivo ou tentando me seduzir, acho que a segunda hipótese.

– Vim conversar com você sobre um assunto importante. Posso entrar? – perguntei, sem deixar transparecer raiva ou repugnância. Ele abriu espaço e entrei. Pude sentir seus olhos em mim ao passar por ele.

O apartamento era muito luxuoso, bem à cara de quem vivia de aproveitar dos outros.

– Sente-se, quer algo? – ele ofereceu.

– Não, obrigada. – respondi, sentando-me e cruzando as pernas. Ele pegou um copo de uísque e sentou-se, muito próximo à mim. Me senti deveras incomodada e sufocada, mas lembrei-me que ele era latino, a tentativa de seduzir e a malicia era naturais em nós.

– O quer falar comigo? – ele foi logo ao assunto.

– Você deve saber, mas eu vou refrescar a sua memória: vim falar sobre aquela vagabunda que você colocou na minha casa. – falei, polida. Ele sorriu cínico.

– Ah, então você sabe! – ele falou. Seu sarcasmo era irritante.

– É, eu sei. E eu quero que você a mande sair da nossa vida. – falei, séria. Ele riu divertido.

– E por que eu faria isso? Só por que você sabe? – ele perguntou, tomando seu uísque. Tirei alguns papéis da bolsa.

– Unh, Ricardo Sanches, 28 anos, unh, acusado de tráfico de drogas, roubo e assassinato? Nossa! E é procurado pela polícia de Porto Rico por imigração ilegal e com suspeita de tráfico de pessoas? Que feio Rick! – falei, com todo o cinismo e satisfação possível.

Ele engasgou com o uísque e me olhou surpreso. Eu sorri perversa.

– C-Como conseguiu isso?! – ele perguntou, raivoso e surpreendido.

– Não importa, o que importa é que se eu por acaso mostrar isso á policia, alguém aqui vai para a cadeia, e sabe o que os presos fazem com os assassinos de mulheres indefesas? Coisas muito ruins. – falei, com um toque de infantilidade á voz. Ele parecia estático. Depois me olhou ameaçador.

– Eu posso te matar aqui e agora, ninguém vai saber, ninguém vai suspeitar que fui eu, é só apertar esse seu pescoçinho. – ele falou, assustador. Eu dei uma pequena risada.

– Ah sim, seria mais um crime para sua ficha! Na verdade, não seria um crime para a sua ficha, e sim para a minha. Ouse encostar em mim que eu te mato. – falei, ríspida e amedrontadora. Ele recuou.

– Uau, você é malvada! – falou, recuperando o sarcasmo.

– Eu era malvada, não mais. Só estou querendo proteger minha família. – falei, como uma promotora. – vai tirá-la do caminho ou vai querer que eu entregue isso á policia?

Ele coçou o queixo liso, pensando. Depois me olhou conformado e um pouco feliz.

– Está bem, vou tirá-la do caminho. Na verdade, eu não gosto de fazer isso, ela quem me obriga. – ele disse.

– Ah, claro, sem dúvidas. – falei irônica.

– Mas Jessica não vai querer sair normalmente, ou de mãos abanando. Ela pode esfaquear a camisinha e ficar grávida, ou falsificar uma testamento e enganar seu pai para assinar, e depois matá-lo – ele disse.

– Eu já sei disso, e já pensei em algo. Ele vai terminar com ela. Ah, se importa de assinar isso aqui? Você pode estar mentindo. – falei, lhe estendendo um documento.

– Não acredita em mim? – ele perguntou, numa ofensa cínica.

– Claro que não. – respondi sem rodeios. Ele sorriu, pegou o documento e a caneta e assinou. Entregou-me. – vamos ver se é verdadeira. – peguei outro papel que tinha a sua assinatura e comprovei que era a oficial.

– Você é mesmo esperta eing! – ele me elogiou. Peguei minha bolsa e me levantei.

– Sem dúvidas, agora que já terminamos, eu vou embora, tenho compromissos agora. – falei, arrumando o casaco. Ele foi até a porta e a abriu.

– Adiós Cherry, gracias por librarse de Jessica! – ele disse. Sorri em resposta, e fui para o elevador.

Sorri, um tanto aliviada. Não que eu fosse perversa e malvada. Eu só protegia as pessoas que eu amo, e não poupava esforços para isso.

Nem vidas.

Notas finais
Uuui, que medo da Cherry! (0___0)
Prometo parar de fazer esses looks de velha para a Cherry, mas é que ela é diiiva (*_*)
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Bjoo rarah