Fighting For Our Love

7 Capítulo 7 – Memórias (Part: I)


Notas iniciais
Meus queridos e queridas por causa de alguns apelos, e por eu mesma ter achado que o ultimo capítulo ficou pequeno, decidi postar outro capítulo hoje. Então, aproveitem!

Uma manhã inusitadamente ensolarada acordou Seattle, o clima leve parecia imitar o humor de Arizona Robbins e Callie Torres, pela primeira vez em meses as duas estavam mais leves. Eram oito da manhã quando um batalhão de médicos invadiu o quarto do hospital para visitar a paciente especial, Sofia Robbin Sloan Torres, e suas mães. Quase todos estavam no cômodo que se tornará pequeno. Bailey, Cristina, Owen, Meredith, Alex e até Avery vieram ter noticia da pequena Sloan-Robbin’s-Torres.

“Bom dia, Arizona e Callie!” Bailey saudou as duas mais Callie continuou dormindo “Torres!” Depois de falar mais alto que Calliope sentou-se no susto e olhou para Bailey, que lhe deu um sorriso e uma piscadela cúmplice com a história da tapa em Bowsell na noite anterior. “É como está esta linda e maravilhosa bebê?!” Bailey falou aproximando-se da cama onde estava Sofia a despeito de todos no quarto dormindo tranquilamente.

Arizona adiantou-se a falar rapidamente Sofia estava se recuperando e Callie sorriu ao ver as ‘corujisses’ de Arizona com Sofia. Callie ainda estava sentada em uma das camas de acompanhantes que haviam colocado no quarto, ela ainda esfregava os olhos tentando espantar o sono e tinha os cabelos bagunçados, e mesmo assim Arizona a achava miraculosa.

“Ela acordou cedo e dormiu outra vez!” Arizona estendeu a mão para Alex, que a ajudou sair da cama e passar para cadeira de rodos “Ela tem uma fome tão grande quanto seu sono” Constatou Arizona.

Callie notará que Arizona parecia não se importar que eles a vissem sem a prótese ou na cadeira de rodas até pediu ajuda de Alex, ela não parecia ter vergonha, isso deixou Callie surpresa e orgulhosa de Arizona.

“Imagino de quem ela herdou isso, a fome pode ter sido do Mark mais o sono, eu acho que não!” Derek ralhava com Torres que lhe deu um soco no braço. “Ai, bem ela já esta sem sedação desde a meia noite de ontem e não sentiu nada?” Com a resposta negativa das mães ele continuou “Com os exames limpos e nenhum sintoma eu estou dando alta da ‘neuro’ para ela. Então vou indo.” Quando Sherpherd estava saindo do quarto Avery o impediu.

“Sherpherd! Só um instante, quero aproveitar que todo o conselho e o chefe do hospital esta aqui para avisá-los que a doutora Bowsell pediu um afastamento hoje pela manhã, ela me pediu um tempo para resolver problemas pessoais.” Avery falava constrangido mais era a única oportunidade que tinha de avisar o conselho do hospital.

Todos olhares correram para Torres até que Miranda Bailey começou a gargalhar deixando todos confusos, alguns foram embora apenas ficando Bailey e Yang, que havia ficado muito curiosa.

“Sim, o que foi aquilo quando Avery falou ‘vaga...’ Ops, Arizona você se importa se eu chamar a Bowsell de ‘vagabunda’?” Cristina falou levando um muro de Callie e uma tapa na cabeça de Bailey. “Aiiiii” Cristina reclamou fingindo dor.

“Cristina... Eu não posso eximir minha culpa! Sou uma ‘vagabunda’ maior que a Lauren, pois, eu que tinha um compromisso com Callie. Mas, ela esta sendo mesmo uma vagabunda quando não aceita quando eu digo que não a quero, e nem nunca vou querer ainda mais quando ela tentou usar de joguinhos para criar problemas entre eu e Callie até mesmo com Alex” Arizona falou um pouco receosa mais conseguiu dizer o que pensava, sabia que ser sincera era necessário, e Callie precisava ouvir cada vez mais a verdade. “Bem, vou deixar vocês conversarem em paz!”

“Arizona você não atrapalha” disse Miranda “Não é Calliope?” Ela lançou mandou um daqueles ‘olhar Bailey’.

“É verdade, Ari... Você não incomoda!” Callie sorriu para Arizona.

“Na verdade eu tenho uma consulta!” Arizona disse colocando as mãos nas rodas da cadeira. “Já estou atrasada.”

“Você não tirou folga?” Perguntou Callie amarrando os cabelos.

“Sim! Eu não sou a médica nesta consulta estou indo para minha sessão de terapia.” Ela ofereceu um sorriso doce Calliope “Vou indo!” Arizona movimentou a cadeira até a porta.

“Arizona, não quer que alguém te acompanhe?” Disse Miranda.

“Na verdade não há a necessidade, mas, adoraria a companhia!” Ela disse esperando que Callie se oferece-se mais isso não aconteceu, então, Miranda saiu junto com Arizona.

“Agora me diga o que aconteceu? O que houve entre você, a Bowsell e a Bailey?” Cristina sentou ao lado de Callie.

“Eu dei uma tapa na vagabunda e Miranda apareceu e acabou com a discussão.” Callie brincava com uma mecha de seu cabelo.

“Uouh... foi por isso que a ‘vagabunda esquelética’ fugiu! Estava com medo de você. Legal.” Cristina falou olhando despreocupadamente para o relógio “Droga, tenho que ir mais eu volto quando eu souber informações sobre a fuga da Bowsell”. Ela saiu do quarto batendo continência para Calliope, que ficou imaginado os motivos de Bowsell ter ido embora já que ela havia afirmado não desistir de Arizona tão facilmente, e depois foi embora.

Naquele dia Arizona e Callie voltaram para o apartamento estalaram Sofia no quarto e algumas instantes depois Arizona estava se preparando para voltar ao ‘flet’ que esta estalada depois que se separou de Callie.

“Callie, eu já estou indo para o meu ‘flet’ mais qualquer coisa me avisa, ok?” Ela disse seguindo para a porta, ela havia deixado o hospital de muletas já que ainda não poderia colocar sua prótese, e ficou na porta esperando Callie abrir. “Eu volto mais tarde para ver a Sofia... se não houver problema?”

“Ari, você não precisa ir agora... Ah, Sofia vai gostar de te ver quando acordar!” Calliope falava mexendo no dedo anelar que ainda não havia se acostumado estar sem aliança. “Você descansar lá no Mark?” Ela estava muito receosa em estar pedindo para Arizona ficar mais próxima, pois, ela sabia que precisava confiar em Arizona para deixar que ela se aproximasse.

“Isso seria maravilhoso, mas, não tenho roupas para me trocar” Arizona estava muito feliz por Callie desejar sua presença mais sabia que deveria manter a tranqüilidade e, em hipótese alguma apresar as coisas.

“Ainda tem roupas suas aqui!” Calliope lembrou que na presa de tirar Arizona do apartamento, ela não havia colocado todas as roupas da ex-esposa nas malas que ela mesma fez depois da tempestade, e nem Arizona veio ao apartamento para buscar o restante de suas coisas.

“Isso seria ótimo além do mais não tenho nada para fazer curativo no ‘flet’, assim, evito voltar no hospital” Arizona falava tranquilamente mais era palpável o seu sorriso “ Ainda tem o quite de primeiros socorros lá no Mark?”

“Tem sim! Eu vou buscar umas roupas suas e levo para lá” Callie levantou e entregou a uma chave para Arizona “Pega a chave e vai indo na frente que eu já levo umas roupas pra você!”

Arizona em caminhou-se para o apartamento de Mark ao abrir a porta ela não deixou de ser invadida por memória de dias felizes e tristes mais que fizeram a sua história é modificaram sua vida, ali ela aprendeu a ter raízes, amigos e uma família

“Você faz falta, sabia? Se estivesse aqui tenho certeza que tudo não estaria essa bagunça.” Arizona falou olhando uma foto de Mark e Sofia, e em outra foto estavam ela e Callie abraçadas junto de Mark com Sofia no colo. “Esse foi um dia especial!” Ela tinha um sorriso saudoso.

“É verdade” Calliope falou da porta do apartamento. “Uma tarde incrível na casa do Sherpherd e da Meredith com as crianças... nos divertimos tanto, e principalmente, ele!” Callie entrou no apartamento sempre sentia com se o amigo fosse aparece ali a qualquer momento gritando, fazendo comentários inapropriados sobre sexo a três ou a chamando para beber “Ele adorou a babá da Meredith... como é mesmo o nome dela? A ninfeta de rabo de cavalo?” Arizona riu do velho habito de Callie colocar apelidos esdrúxulos em vez de decorar o nome das pessoas.

“Jenny... O nome da ‘ninfeta de rabo de cavalo’ é Jennifer!” Arizona lembrava-se da felicidade daquele dia, isso abria um buraco em seu peito, aquelas memórias mostravam tudo àquilo que tudo que ela perdeu. Uma perna, um amigo e sua esposa. É boa parte do seu sofrimento era culpa exclusivamente dela, pois, ela deixou-se dominar por um sentimento de rancor e depois deixou-se levar por uma aventura idiota. “Ele realmente faz falta... Não somente por você e Sofia mais também por mim! Eu pedi tanto para que ele vivesse pela nossa família e depois que saímos daquela maldita floresta achei que estaríamos a salvo. Eu realmente não sabia o quanto as coisas poderiam ficar piores.” Arizona sentou-se no sofá.

“Ari, como você mesmo já disse eu não estava naquela maldita floresta, mas, tudo é melhor do que aquele sofrimento. Pois, eu não posso mensurar o que vocês viveram ali mais posso dizer o que eu vivi aqui, e foi terrível” Callie sentou-se na mesinha de centro de frente para Arizona. “Eu sofri tanto pensando que todos vocês haviam morrido... a cada minuto que se passava meu temor pelo pior aumentava desde o momento que Owen me avisou que o avião de vocês não havia chegado...”

XXXX Há alguns meses atrás flashback de Calliope XXXXX

Owen Hunt senta-se na mesa de reuniões do Seattle Grace Mercy West depois de um dia extremamente cansativo, ele havia demitido Teddy que era uma amiga de longo tempo, ainda estava brigado com Cristina. E, ele ainda tinha que terminar de despachar antes de poder ir para casa, depois de assinar alguns papéis ele começou a escutar suas mensagens de voz do dia inteiro, após a quarta mensagem da Doutora Sheehan avisando que o avião com os cirurgiões não havia chegado, ele comerá a se preocupar.

Depois de algumas ligações Owen confirmou que o avião havia desaparecido há horas, não havia noticias boas, apenas medo. O avião havia sumido do radar e o transmissor não tinha sinal, tudo indicava que o avião havia caído algumas horas após a saída de Seattle, o que deixava a busca ainda mais complicada. Pois, poderia ser em qualquer lugar na rota ou mesmo fora da rota que o avião havia tomado ao sair de Seattle.

Enquanto isso, Calliope havia adormecido esperando Arizona, ela tinha preparado uma bela recepção para sua esposa que estava mesmo precisando de uma noite maravilhosa. Callie acordou com batidas na porta, ela olhou para o relógio de cabeceira que marcava 23:50, o que queria dizer que Arizona estava mais de duas horas atrasada e que havia esquecido a sua chave já que ela decidiu viajar as pressas pela briga com Alex. Ela levantou-se sorridente, arrumou os cabelos na frente do espelho e correu para porta.

“Baby... ainda bem que...” Quando se deparou com Hunt na porta Calliope se assustou “Owen! O que você faz aqui há essa hora? Nossa eu pensava que fosse Arizona!” Ela disse fechando o hobby enquanto Owen procurava palavras para dar a notícia da queda do avião para Torres.

“Torres...Callie, o avião caiu!” Callie sentiu suas pernas fraquejarem “Nos não temos noticias do avião... sabemos apenas que ele saiu de Seattle e não pousou!” Owen falava mais Callie já não o escutava apenas pensava em Arizona e Mark.

“Owen... Onde está a minha esposa?” Ela falou entre as primeiras de muitas lágrimas que Callie derramaria pela queda daquele avião.

XXXX Flashback off XXXXX

“... eu não parei de orar e pensar em você e no Mark! Eu sei que já sofremos muito mais também sei que merecemos a felicidade.” Callie sorriu para Arizona “Ari, vai tomar um banho e descansar quando a Sofia acordar eu venho te chamar, ok?!” Calliope sem perceber colocou a mão por sobre a de Arizona e afagou carinhosamente, o que não passou despercebido por Arizona, que analisava qualquer sinal de carinho de Callie como uma gota de esperança.

Notas finais
Mais um capítulo, gostaram? Comentem! Beijos.