Rogo e imploro, água salgada

O fundo do poço, alma alagada

No convés da pureza, arranhas com desdém

Paras aquela foice que surge do vasto além

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E logo cai

Tão bela, esvai...

Pelos sentidos do paraí-so

Meteorito após a chuva após o sol

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Que nasce da savana modificada

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Minh'alma refletida na superfície

Tão infinita vontade do desejo que existe

Não obstante quando passas ao meu lado

Por breve instante me sinto alegre, renovada

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A estrela cadente passa, pedem meu coração

Contudo, já fora dada aquela que eu queria

Sobre a minha face, a luz do dia

Sobre o impasse, a melodia

Sobre o silêncio

Viera minha iluminação