Notas iniciais
Beta Suellen-san.
Leiam com carinho esse cap,não é um dos meus melhores,mas...

Alguns poderiam dizer que a noite foi um fiasco, à noite planejada pelo casal não se concretizou. Tudo por conta da febre de Kiki. Niquita e Um passaram a noite velando o pequeno fazendo o que podiam para a febre baixar.

- Desculpe. — Mu pediu a ela em um determinado momento.

- Por? –Niquita que media a temperatura do pequeno lemuriano indagou confusa ao namorado.

- Era pra ser nossa noite e olha onde estamos. — disse ele achando que ela estivesse zangada.

Ela o fez olha em seus olhos.

- Não á melhor lugar do que está aqui com você cuidando do Kiki. – ela falou beijando carinhosamente os lábios do ariano era apenas um roçar.

- Você existe?- indagou acariciando o rosto dela.

Niquita lhe sorriu.

- Existo e te amo você e ele. — primeiro beijo Mu depois beijou Kiki na testa.

Dormiram os três na mesma cama, Kiki centralizado protegido pelos dois mais velhos.

Uma família.

Touro

Bem que tentou dormir, mas tudo conspirava conta. Por medo não apagou a luz do quarto o que a incomodava, sempre que tentava cochilar qualquer som diferente a despertava mantendo a alerta e o coração acelerado. O inimigo dormia ao lado se é que eles dormiam.

E pra piorar não ouvia os roncos de Aldebaran, será que ele não estava no templo e deixou-a sozinha com eles? Com esse pensamento ela se encolheu toda. O som de passos passando pelo corredor a fizeram prender a respiração seja o que fosse parou enfrente ao seu quarto depois seguiu adiante.

Em um rompante se desembrulhou, não ficaria ali sozinha nem mais um minuto. Abriu a porta com extremo cuidado para não fazer barulho, expiou corredor nada. Pé ante do pé ela seguiu até o quarto de Aldebaran sempre olhado pra atrás, sempre alerta do perigo que rondava.

- Deba. – murmurou testa encostada na madeira. — Aldebaran?

Não se ouvia nada lá dentro, sabia que era invasão, porém seu instinto de sobrevivência falou mais alto, girou a maçaneta sorriu de leve, não estava trancada.

Adentou o quarto por causa da escuridão não se podia ver nada.

- Aldebaran você esta aqui? – chamou baixinho sua voz saiu estrangulada.

O abajur ao lado da cama acendeu dando pra prever um Aldebaran sonolento, descabelado e de peito nu.

- Mabel o que foi?- indagou preocupado vendo-a parada de camisola, estava apavorada.

Sem dizer nada ela se aproximou e o abraçou trêmula.

- Bel você está fria. –se preocupou com a morena.

- Não consegui dormir, posso dormir aqui? –a voz dela saiu abafada.

- Pensei que ainda estivesse com raiva de mim. – lembrou sem solta-la.

- E estou, mas o meu medo de ficar sozinha no quarto adjacente ao dos três é muito maior. – ela explicou o coração mais calmo só de está ali protegida. — Chega pra lá, dá espaço.

Ele riu dando o espaço desejado.

- E já chega mandando. -deu-lhe um beijou a testa dela virando pro outro lado na intenção de dormir.

- Deba?! – não queria ser chata, nem ousada, mas... — Me abraça. — pediu com jeitinho.

Pego de surpresa ele voltou à posição inicial segurou a respiração, o que ela estava lhe pedindo? Soltou o ar devagar.

- Se eu fizer isso você vai dormir? –inquiriu engolindo em seco.

- Não sei, mas ao menos fico quieta. — admitiu bocejando.

Desconfiado e fez o que ela pediu a abraçou por trás sentindo o calor e o perfume dela. Mabel se aconchegou a ele de conchinha usando o braço dele como travesseiro, logo ouviu a morena ressonar. Agora quem não conseguia dormir era ele.

A noite ia ser longa.

Gêmeos.

Com preguiça de ir para o quarto Mel dormiu na sala, durante a noite Saga levantou-se para beber e a encontro encolhida no sofá, foi ao quarto dela pegou uma coberta e a embrulhou.

- Obrigado. — ele agradeceu a ela baixinho.

A paulista podia não saber, mas estava se tornado uma peça importante na vida dos gêmeos.

Câncer

Os quatro dormiram na mesma cama, Afrodite não quis voltar pra peixes, não queria ficar sozinho. O namorado adorou, já que não queria que nada acontecesse com seu peixinho estando longe.

Câncer e Peixes fizeram amor, regado de um carinho sem igual, mas durante a noite tiveram que se vestir, quando Mick entrou no quarto com Wam pedindo pra dormir com eles, aceitaram, não demorou e DD juntou-se a eles.

- Mask!- Dite chamou baixinho.

- Oi?!- ele respondeu um pouco rouco.

- Estou me sentindo mãezona. – Dite riu.

- Uma mamãe linda. — Mask o elogiou.

- Então paizão, vamos adotá-las? –mesmo sem ver nada Dite olhou pra onde deveria esta Mask.

- Você e elas já fazem parte do meu coração a muito. – falou emocionado.

- Eu te amo muito. — Dite falou com a voz trêmula procurou a mão do italiano no escuro.

- Eu te amo mais. — respondeu quando sentiu a mão dele em seu peito beijou a mão delicada unindo uma a outra.

- E nos amamos vocês. – disseram Mick e DD juntas se aconchegando mais a eles. -, mas agora calem a boca que queremos dormir. — respondeu Mick mau criada.

- Polaca azeda olha o respeito. –Máscara a reaprendeu, mas ganhou um beijo dela o desarmando.

Entre rizadas e brigas dormiram o sono dos justos.

Aquário.

Ela não sabia o porquê, mas sentia algo diferente pelo juiz que por hora dormia no antigo quarto de Hyoga.

Lary e Ran dormiam em um colchão doado por Milo tendo Hyoga como seus guarda costa bem melhor por sinal.

Ran não conseguia dormir os sentimentos conflitavam entre Aiolos e Aiacos, deviam ser os homônimos da juventude, era isso, Aiolos era seu milagre e Aiacos apenas uma admiração ou coisa do gênero. Com o coração aliviado dormiu.

De manhã encortinaria seu anjo caído, seu grande amor.

00ooo00

O Sol nasceu resplendoroso no céu azul sem nenhuma nuvem, o orvalho banhava as flores que logo seriam beijados pelos pássaros que cantavam alegres como novo dia.

No entanto, essa beleza toda passou despercebida pela morena que acordou de mau humor. Logo de cara acordou sozinha na cama, mas deixou passar já que não tinha nada com Aldebaran ela é quem foi afoita, mas ao ir tomar banho à raiva chegou a níveis altíssimos a água estava fria, os novos hospedes devia ter usado toda a água quente.

E pra piorar “sua” cozinha havia sido invadida por um ser longilíneo e ruivo que parecia bem à vontade.

Valentine preparava algo, ela fitou em volta só ele se encontrava ali.

- Sente-se, logo a refeição estará pronta. –ouviu pela primeira vez a voz de seda do espectro.

Pondo a mão no peito Mabel levou um susto, ele não estava olhando em sua direção.

- Como sabia que eu estava aqui? – indagou sem sair do lugar.

Ele virou-se comum sorriso no rosto belo. Sacanagem ele tinha covinhas.

- Seu coração. –falou, retirando uma panqueca e depositando juntas as outras na mesa.

“Coração traidor” resmungou pra se mesma, não se sentou ficou em pé.

- Quem lhe deu permissão para ficar todo á vontade na minha “cozinha”? – indagou autoritária, como ele criou coragem para encara-lo nem ela mesma sabia.

Ele não apareceu se abalar.

- Se quiser pode preparar o café do mestre Radamanthys, mas já aviso que ele é exigente. — disse sorrindo de lado.

A coragem se esvaiu apenas ao ouvir o nome do juiz, cambaleante, puxou uma cadeira e se sentou. Era medrosa e não escondia de ninguém.

- Por que não gosta de nos? Suas amigas parecem bem à vontade com nossa presença. –perguntou com uma sobrancelha levantada bem feita.

- No seu caso é por que você machucou um amigo. – disse sem olhar pra ele.

- Mantenho as almas errante em Gildeca, não posso permitir que saiam, quem era seu amigo? – quis saber talvez fosse alguém que ela amou.

- Seiya, o cavaleiro de Pégaso. –disse.

Harpia fechou o semblante no inferno o nome era bastante conhecido. Pela primeira vez durante a manhã Mabel sorriu da insatisfação do espectro ia indagar sobre o paradeiro de Aldebaran, mas a algazarra formada pela entrada contagiante de Lary, Mick, DD, Ran Sah e Mel não lhe permitiu. A morena fechou o semblante, ainda não tinha se esquecido que elas não avisaram sobre os espectros.

- Bom dia Bel! — desejou Ran sentando-se de frente a morena.

- Não tem nada de bom. –resmungou mal-humorada, sabia que estava sendo rude.

No entanto, seu baixo astral não atingiu a ruivinha, ela estava feliz tinha recebido um buque de flores mescladas logo cedo feita por Afrodite e entregues em mãos por Aiolos seu anjo.

- Ainda está zangada com agente?- Lary roubou uma uva que estava no cesto sobre a mesa.

- O que vocês acham?- disse a morena colando café e tomando um gole.

- Pois não devia já que não nos contou que uniu às aves. – disse Lary se sentando e olhando fixo para a Correntina.

- Bem que tentei, mas com a chegada deles acabei esquecendo. – sorriu de lado apontando com a cabeça para Harpia que se movia pela cozinha como se não as ouvissem.

- Boa desculpa, bolacha. –Mick falou verificando as panelas no fogão, por isso não viu a careta que Mabel lhe fez.

- Estão indo a onde?– perguntou como era domingo todas ficavam em uma das casas seja para apenas dormir ou engatarem em uma maratona de filmes.

- Áries, Mônica ligou pedindo pra descermos. – Mel explicou dando passagem a Harpia.

- Aconteceu alguma coisa?- indagou o semblante preocupado.

- Niquita não contou, estamos descenso pra lá agora, você vai? – Sah perguntou da porta.

A resposta da morena seria não, porém mudou de ideia assim que Aldebaran e Radamanthys entram pela cozinha, sua cor sumiu.

- Oi Bel. – Aldebaran a cumprimentou educado. — Meninas.

Elas retribuíram o cumprimento.

- Oi! — Mabel respondeu sem olhar pra ele constrangida e apavorada.

E pra piorar Radamanthys sentou-se ao seu lado, ele se divertia com o medo dela por ele, já que a morena era única que parecia ter uma atitude dita normal com a presença deles.

- Não precisa se preocupar, nós estamos indo embora em alguns minutos. – a voz de trovão responde divertida. — Mas o Aldebaran é tão bom anfitrião que estou pensando em ficar um pouco mais.

Ele trocou um olhar divertido com Harpia. De supetão Mabel levantou da cadeira quase a derrubando.

- Vamos, vamos. – ditou amorena da porta empurrando Sah pra fora que ria do seu nervosismo.

- Sua covarde! – Mick acusou risonha, já do lado de fora.

- Covarde com muito orgulho. – retrucou quase correndo. — Tenho amor à vida colega.

Elas não aguentaram. Desde que os espectros chegaram o humor da morena oscilava o bom era que as surpreendia, matando as de ri.

Adentraram Áries tirando a paciência da correntinha rindo falando alto.

- Mônica!– Ran chamou sentando-se em um Puff laranja.

A portuguesa apareceu com o indicador sob os lábios pedindo silêncio. Ela estava cansada tinha cuidado de Kiki ao lado o de Mu a noite toda e só há alguns minutos atrás ele pegou no sono, Mu tinha ido até a oficina terminar duas armaduras de prata logo voltaria.

- Amiga você esta um bagaço. – disse Lary surpresa com o estado da outra. — Um caminhão passou encima de você?

- Obrigada pelo elogio Lary, você é tão gentil. – foi sarcástica se sentou se ao lado de Mel no sofá de dois lugares. – Foguinho passou mal durante a noite.

- O que ele tem?– Mabel perguntou preocupada.

- Febre, esta dormindo agora, por isso, por favor, falem baixo. – pedindo, mordendo os lábios sentindo um arrepio repentino.

Arrepiada olhou na direção do corredor que levavam aos leitos a mesma sensação de dois dias atrás a fez entra em alerta.

Estavam sendo observadas.

Como Niquita, Lary, Mel, Sah, Mick e Mabel viraram ao mesmo tempo para a mesma direção que a portuguesa.

- O que foi? – Ran quis saber.

- Sentiram isso? – a portuguesa perguntou para ter certeza que não estava ficando paranoia.

- Como se alguém olhasse pra nos?– os braços de Sah estavam arrepiados

- É!– respondeu baixo, observando o corredor como se ele fosse um inimigo.

- Um espectro? – Mabel sugeriu encostando-se a prede.

- Não, já senti essa mesma senção dias atrás, mas agora é diferente. – Niquita levantou o coração apertado, tinha alguma coisa errada.

A sensação vinha... De um dos quartos.

- Kiki! – alarmada Niquita rumou em direção ao quarto do garoto.

As sete logo a atrás.

Ela estacou, antes de sair não havia fechando a porta inteiramente ouviu vozes vindas do inteiro do quarto, seu coração gelou. Kiki estava sonzinho.

Trêmula Niquita tentou abrir a porta sem sucesso.

- KIKI! –chamou a voz embargada, tentou novamente entrando em desespero, lá dentro as rizadas tronaram-se mais altas.

- Calma Mônica. –pediu Ran.

Com o desespero da portuguesa , Mick pediu a elas que se afastassem, dando dois passos pra atrás investiu contra a madeira, se não ia por bem, por mal resolveria, logo Mabel se juntou a ela.

Uma, duas, três...

Quando estavam desistindo a porta se abriu sem ninguém tocar nela. As oito se entre olharam.

Vacilantes adentram o quarto. Na cama Kiki estava acordado e sorria inocente para três mulheres no pé da cama. Usavam mantos pretos com capuz apesar disso dava pra ver seus rostos e partes dos cabelos. As três de idades diferentes.

- Demoraram!– disseram as três juntas como se fosse uma recriminação a “lentidão” das meninas em abrir a porta.

Em um estrondo a porta fechou sozinha causando sobressalto nas meninas, ignorando o que foi dito e mesmo desconfiada e com medo Niquita foi até a cama tomando Kiki no colo.

- Você está bem?– indagou verificando o corpo do pequeno se certificando que ele não estivesse machucado.

- Faz cocegas Mônica. – ele ria mostrando os dentinhos. Depois explicou a portuguesa. — Elas são minhas amigas, não vão me machucar.

Amigas? Aquelas três não tinham cara de serem amigas de ninguém.

- Quem são vocês? – Lary tomou a frente enérgica sem acredita que sua voz tenha saído firme.

Plácidas as três sorriram, a mais nova de cabelos ruivos esboçou apenas um sorriso contido, pareciam fazer tudo juntas.

- Ainda não descobriram?– responderam em uníssono.

Estavam na Grécia então... Elas seriam deusas? Mel vasculhou na mente a procura de deusas que apareciam em trio.

Quem no panteão divino tinha essa descrição? Fitou Mabel dentre as oito sabia de tudo esta balançava a cabeça em negação.

- Mabel?– Mel não tinha duvidas que a morena havia matada a charada.

Fitaram a Correntina sim ela sabia, só não desconfiava do por que de estarem atrás de uma criança inocente.

- Elas são a Moiras. – respondeu em uma voz sumida.

Deusas do destino, que decidiam a vida dos humanos, dando a vida ou a morte. E em raríssimos casos realizavam desejos humanos.

- O que querem com o Kiki?– Niquita abraçou o pequeno lemuriano quase deixando o sem ar.

Ao mesmo tempo a três deusas levantaram um sobrancelha.

- A pergunta certa humana é o quer ele queria conosco. – de novo responderam juntas

O choque foi tremendo, o menino as invocou? Fitaram o lemuriano que escondeu o rostinho no ombro da portuguesa.

Tentando manter a calma, Niquita o fez olhar pra ela.

- Querido o que você queria com elas?– perguntou gentil.

Constrangido ele mordeu os lábios trêmulos.

- Prometem não ficarem zangadas?– pediu torcendo as mãozinhas.

- Não prometemos nada até você nos contar que palhaçada é essa. – cansada de tanto mistério Mick deu um passo a frente em direção dele, mas DD a impediu.

O menino se encolheu de medo fitou cada uma os olhinhos marejados

- Eu pedi a elas pra vocês ficarem mais tempo no santuário, não queria que fossem embora. – começou a chorara abraçado a Niquita.

- Oh! Querido nós não vamos embora. – tentou tranquiliza-lo, mesmo porque não sabia como.

Limpando os olhos Kiki se afastou dela, fitou as moiras.

- Vão sim... Meu desejo não era pra sempre. – disse cabisbaixo.

- O que? – Ran levou um susto.

- Desejo? — a voz de Sah quase não saiu ao indagar.

- A verdade é que ele desejou vocês. – disseram as moiras se separando cada uma indo para um canto do quarto.

Se o choque ao saber que o ariano convocou as deusas, havia sido enorme descobri que ele era o responsável por elas estarem no santuário foi maior ainda.

Mas as meninas ficaram sem entender elas davam e tirava a vida. Entendendo a dúvida delas as três soltara uma risada estridente.

- Nos não só damos a vida ou a tiramos em raros casos realizamos desejos. — explicou a de cabelos brancos que parentava se a mais velha, mas tinha voz de criança.

- Os humanos são engraçados, almejam o que eles mesmos não podem controlar, mas uma criança é pura e pede o que lhe vai ao coração. Optamos por realizar os desejos deles aos dos adultos. – completou a de cabelos castanhos de voz idosos parecia enfadada.

- Por que nos desejou?– DD quis saber.

Não podia acreditar estavam em Saint Seiya por causa de uma criança.

- Mestre Mu estava triste e os outros viviam brigando, tentei uni-los, mas sendo criança não conseguira sozinho então convoquei a Moiras. — ele explicou soluçando.

- Por que nós? –Sah indagou a ninguém em particular.

- Eu acho que poderia ser qualquer um, não é? –sempre cética Lary indagou.

A Moira que nunca falava sozinha a fitou duramente.

- Garota de pouca fé, na verdade escolhemos vocês a dedo, cada uma com um desejo, uma esperança, mulheres com corações e desejos bucólicos. Mesmas adultas ainda carregam um que de criança, até as que não querem aceitar em tal fato. – ela fitou Ran, que abaixou a cabeça.

A mente de Mabel foi até o dia que pareceram na praia até o momento em quem que viu um vulto desaparece por entre as pedras.

- No dia que chegamos antes de todas nos estamos juntas foi você, Kiki que eu vi sumindo entre as pedras?– o fitou.

Ele arregalou os olhos fazendo um muchacho em seguida.

-Você me vil, Bel? Tomei tanto cuidado.

- Foi ele sim, queria se certificar que nos fizemos o que ele pediu. – respondeu a que tinha voz de criança – Humanos de hoje em dia não acreditam nem mesmos na palavra de um deus. – revirou os olhos.

Com uma dúvida Mick resolveu indagar.

- Porque não podemos falar com outras pessoas longe dos cavaleiros, sair sozinhas ou telefonar pra casa? – nunca falou pras meninas, mas essa dúvida não lhe saia da cabeça.

A Moira de voz idosa se sentou na cama.

- Nunca as impedimos de nada disso. — responderam fitando-as.

Era um desejo interno das oito...

- Então vocês apareceram agora para nós... Por que vamos voltar pra casa? – Lary indagou ansiosa.

- Aprecemos porque assim quisemos, mas ainda vocês não voltaram, não terminaram o que vieram fazer aqui. –falaram em uníssono.

- Eu não quero voltar. –Ran retrucou, estava tão feliz com as meninas, com Aiolos. Não queria perder isso.

As três, pela primeira vez, demonstraram carinho.

- Devem a pessoas que precisam de vocês, de todas vocês. — responderam as faces serenas.

- Quando? – aparentemente calma Mel indagou.

As três as fitaram.

- Em um momento que será criado por vocês, e será considera o mais feliz de suas vidas e quando isso acontecer as oito voltaram pra casa. – responderam para desaparecem em seguida.

- Esperem. – Ran implorou, porém elas já haviam desaparecido.

O silêncio imperou no quarto. Com medo delas Kiki se escondeu atrás do criado mudo. Em lagrimas, Mick se separou de DD e o pegou pelo braço.

- Mick não me machuca, não fiz por mal. – ele pediu apavorado.

- Menino só não te dou uns cascudos por que estou feliz. — ela falou emocionada o surpreendendo com um abraço de apertado.

Puxando Mick. Lary uniu as mãos no rosto do pequeno lemuriano.

- Poderíamos te matar de beijos garoto. –disse ela contente. Passando a beijar o rosto dele.

Alegres Mabel, Sah, DD, Mick, Mel e Niquita juntaram se a ela.

- Não estão bravas comigo? – assim que consegui se livrar delas ele indagou, limpando o rosto melado.

Sah detinha um sorriso de orelha a orelha.

- Como poderíamos se você nos deu um presente único e tão lindo Kiki? –Sah respondeu por todas voltando a abraça-lo.

Preocupado com o pupilo Mu voltou para Áries mais cedo, ao entrar no quarto se surpreendeu com a algazarra formada entono do seu aprendiz.

- Não acredito estou perdendo a festa. – ele falou da porta chamando a atenção, fitou Kiki vermelho — Meu menino já esta melhor. Olá meninas!

Elas o cumprimentaram sorridente. Niquita foi até ele o beijou apaixonadamente.

- Oi amor!– sussurrou só pra ela ouvir. — O que foi?

- Nada não. – ela lhe brindou com um lindo sorriso. — Te amo pra sempre.

Antes que chorasse com tanta demonstração de amor Ran saiu de Áries, seu coração martelava não queria voltar, para a dor e o sofrimento de novo não, mas tinha seu irmão, se sentiu tão egoísta.

Suspirou jogando a tristeza e as incertezas de lado. Iria aproveitar o tempo que tinha, fosse qualquer fosse para ficar ao lado do seu amor e das amigas.

Era isso que faria.

Continua...

Notas finais
Não me sinto nem um pouco orgulhosa desse capítulo e era pra ser o mais importante.
Ai que raiva gente fiz e refiz esse capítulo seis vezes no caderno, mas nunca saia da forma que eu queria, zangada resolvi pegar as partes que achei importante e fui colando.
Nota.
Esse ano pra minha família começou com dor e parece que vai terminar igual.
Antes uma explicação de por que eu demorei de aparecer no Orkut, Face agora em dezembro, meu pc deu pau por quase uma semana. Depois queda de energia e sinal da net fraca além de ter escrito outra fic Sant Seiya me afastaram dessas duas redes.
E por fim.
Recebei esse cap na segunda ou terça não me lembro ao certo, estava disposta a postá-lo na quarta a noite, mas faltou energia aqui e passou quase três horas sem sinal de internet, telefone etc... Ontem (quinta- feira) quando estava chegando da rua já de cara entrei no Orkut e estava lendo as mensagens para em fim respondê-las, quando minha mãe chegou e me deu uma noticia dolorosa: Um primo sofreu um acidente fatal, a família se mobilizou toda para ir ao Maranhão( a família do meu pai é de lá a da minha mãe é daqui do Piauí) infelizmente eu não fui, não consegui, não tive forças...estou aqui sofrendo sozinha, eu ia só postar amanha, mas não queria demorar e fazer vocês que estão lendo esperarem tanto...
Vocês são de mais : Minha beta meu anjo Suelle-san, Lady, Hiina, Naitoraito, Minha filhota Ran, SaoriKido(Mônica), minha fã ardorosa (nunca pensei que fosse ganhar uma fã) Kelly não estou com raiva de você amor nem do Gabi eu ia te responder ontem, mas ai...
E como diria a Xuxa: que o cara lado céu nos proteja e nossa senhora nos guie.
Um Chero.