Fiction
16 Predadores não amam
Notas iniciais
Você sabe como é?
...Andar sobre o gelo fino.
O copo uma vez mais bateu sobre o tampo de vidro fumê, enquanto a bebida descia rasgando a garganta. A cabeça prestes a explodir, os sentidos confusos, o coração acelerado, o adormecimento das pontas dos dedos, agora azulados.
Você tem noção de como é
Ser o único deixado para trás?
A música alta penetrava em seus ouvidos, o cheiro de bebida, cigarros e mais qualquer merda, carregando de pessoas ainda mais fedidas e sem pudor nenhum, sentado com suas bundas nojentas nos bancos de madeira. Bebendo em copos mal lavados, e com suas bordas com sabão liquido seco. Asqueroso...
Você nem faz ideia, de como é ser encarado como,
Lobo mal da história toda.
Os bêbados brigando por alguma mulher sem algum amor próprio, enquanto um barman escondia a pistola na cintura, pessoas comemorando algum feito em mesas, dando gritos exagerados, sem alguma elegância, sem algum senso de educação.
Sabe o que é estar perdido,
E encontrar tantas portas fechadas...?
E mesmo com tudo indo contra qualquer padrão que eu possuísse, era o único local em que eu poderia me privar da lembrança daqueles olhos, poderia esquecer as palavras, poderia sadicamente mentir para mim, e fingir que não passa de uma mentira.
Por que as mentiras são a força no meio do caminho.
Imagine um elevador fechado com alguém, agora tente pensar nele tendo todo o ar que possui e logo em seguida sendo lançado a dezoito metros do chão em velocidade constante de 1 km/h. Visualize que nos últimos seis finais todo o ar voltasse a este elevador, essa seria a sensação de ter e perder tudo a meu ver.
Porque sim, o grande e insensível Levi estava sem chão, prestes a bater contra o concreto, tendo o peito prensado e a consciência rodopiando. E como todo grande ser humano, a saída lógica para meus problemas era a bebida.
E assim...
Talvez assim aquelas lágrimas sumissem do meu inconsciente, e quem sabe o sabor tão amargo da bebida agora, pudesse ser dos lábios teus¹.
Aquele lugar cheirava de forma asquerosa, o ar continha aquele maldito cheiro de urina que causava ardência para quem respirasse, e quanto mais eu me segurava para não vomitar, mas eu sabia que um lixo como eu estava em seu lugar.
“... Eu nunca precisei de você, ou do seu nome para cuidar do meu filho...”.
Tudo aquilo, todas aquelas palavras, parecia nada mais do que uma maldita piada, e ainda assim aquele olhar vivo e tão claro, cheio tristeza me dizia o contrário. Não poderia ser real, ia contra a realidade, contra a ciência e a razão, sumia com tudo que eu aplicava em meu trabalho, mas ainda assim, era tão real...
“... Não me importo com você, nem com o que acha me importo só com o meu filho”.
Tão pouco tempo para destruir uma vida, assim eram as palavras que ecoavam dentro de mim. Porque meu coração, mesmo contra a sensatez, mesmo contra a coerência, parecia que ia desfalecer.
Uma doce e simples ironia, saber que a mesma pessoa que possuía o ‘encaixe’ certo com você, pudesse ser a mesma que lhe apontaria uma arma. E ainda assim sofrer com mentiras e fraudes, como um tolo, pois nada daquilo era verdade, aquelas lágrimas eram apenas mentiras, aqueles olhos eram dissimulados...
Você e eu pegamos pesado um com o outro como se estivéssemos indo para a guerra
Você e eu somos rudes, continuamos jogando coisas e batendo as portas.
Cocei o pescoço, sentindo aquela pequena queimadura ocasionada pelo puxar exagerado de meu cordão. E tudo aquilo era como aquela dor, todas aquelas palavras, uma pequena dor incomoda. Todavia, a questão de tudo aquilo seria: Por que mentir?
Quem seria a mulher por trás daquilo tudo?
Porque criar uma história tão impossível, tal como a sua gravidez?
Ele realmente não tinha outra carta dentro da manga?
Porque aqueles olhos pareciam ser tão sinceros e tristonhos?
Era como andar em corda bamba, sem nunca saber se teria os aplausos do outro lado, ou o abraço do chão, o doce sabor da dúvida. E assim se encontrava a minha mente, e meu coração retumbava em milhares de direções, mesmo indo contra tudo isso.
Eu realmente adoraria acreditar,
E não pisar no fino gelo, sem cair na escuridão que esperava abaixo deste.
Sim, eu parei de usar a minha cabeça [...].
Tenho você presa no meu corpo, no meu corpo como uma tatuagem, oh.
E agora eu me sinto estúpido [...] rastejando de volta para você, oh.
E como esta ferida, o calor ainda persistia em minhas mãos, assim como o sabor. E clamava a raiva dentro de mim misturada com álcool, e talvez por isto os gritos, o cheiro de podridão e a baderna não pareciam me incomodar.
Você é como uma droga que está me matando
Elimino-te totalmente
Mas eu fico tão alto quando estou dentro de você
__Você não se encaixa muito bem em um lugar como este, se me permite dizer _uma voz jovem e alegre soou ao meu lado, chamando a minha atenção para um pirralho mais alto de cabelos loiros claros, e olhos verdes...?
Inclinei de leve minha cabeça, tentando ver seus olhos, e logo enxergando seus orbes castanhos e sem graça, fiquei levemente decepcionado por não serem esmeralda, em nem tão brilhantes. Patético.
__Por que talvez eu não pertença a essa merda toda_ disse em tom sarcástico, ouvindo uma risada rouca. Puxou um banco e sentou-se ao meu lado.
__Você é interessante... _ele comentou rindo _Hey cara me ver uma cerveja.
O barman grunhiu algo do outro lado, trazendo logo em seguida uma cerveja e a deixando sobre o balcão. O garoto agradeceu, abrindo ela e limpando a borda na manga da camisa.
Ele usava uma calça de cor vermelha extremamente colada em suas coxas, uma camisa xadrez e uma jaqueta em estilo colegial cinza com as mangas negras, botas de couro com salto, o que dava certa harmonia com os olhos castanhos quase verdes destacados pelo lápis de olho.
__Comer as pessoas com olhos é meio incomodo tio... _ele falou de forma matreira e eu sorri.
__Primeiro pirralho, não sou seu tio e nem sou tão velho assim, e segundo, você não tem as características que me agradam _falei levando o copo de whisky aos lábios, sorvendo a bebida lentamente.
__Oh, isso realmente doeu _ele se virou em minha direção, cruzando as pernas e sorrindo de forma maliciosa _Você não gosta de loiros?
__Talvez o “O” na palavra seja o problema _Falei virando-me parcialmente em sua direção, sorrindo de canto e vendo as suas bochechas rosarem.
__Ah me desculpe, eu não quis...
Ele virou o rosto envergonhado, não que o garoto fosse desagradável, mas talvez os loiros, realmente não me agradassem. Olhei novamente para ele, e percebi os seus olhos ficarem verdes, e por algum estúpido, momento levado em conta por copos de whisky barato, meu peito pareceu se comprimir.
__Bem, eu disse talvez _sorri maliciosamente para aquele garoto de olhos quase verdes e olhar inocente.
__Thomas Wagner² _ele falou sorrindo maliciosamente
__Rivaille... _dei um ultimo gole em minha bebida
Sim, você pode começar de novo.
Pode correr livremente
Pode encontrar outros peixes no mar
Pode fingir que era pra acontecer
Mas não consegue ficar longe de mim
~*~
Ergui os olhos perante a escuridão do cômodo, meus olhos ardiam um pouco, e o cansaço fazia tudo parecer mais complicado. O lugar ainda cheirava a tinta fresca, mas não era ruim, e a grande janela que dava vista para a noite fria, mas melancolicamente bela.
Não sabia exatamente como agir, ou como me portar, apenas sabia que estar ali, no escuro e com aquele odor me acalmava, mesmo que não soubesse bem se este era o meu estado de espirito real, era como estar queimando e se jogar na água gelada, não havia dor, e assim que eu saísse dela o meu corpo arderia novamente.
Eu poderia dizer exclamar o quanto eu estava com raiva, ou o quanto eu o odiava e de forma clichê recitar meu amor suicida, mas nada disso importava, algo havia sido tirado de mim, e isso me deixava inquieto e feliz.
Você consegue sentir,
...Meu andar sobre lava quente?
Havia tantas perguntas e ainda assim, eu apenas conseguia ficar ali suspirando e cantarolando alguma musica que ouvi com Lian, enquanto as coisas pareciam tão inertes, que soariam sem graça.
__Eren? _A voz cheia de preocupação e de carinho de Armin ecoou pelo ambiente, me fazendo dar uma retorcida e ver os cabelos loiros presos em um coque mal feito ao longe.
__Aqui _falei voltando a observar a janela, com as estrelas apagadas.
Engraçado, sempre em tantos livros, quando um personagem olha para o céu, enxerga ele repleto de estrelas, com luzes coloridas e constelações aparentes, mas eu apenas via nuvens em tom cinza, a lua não tão clara ou resplandecente, e pequenos pontos espalhados no céu.
Sem imagem...
Sem forma...
Apenas pontos.
__Como foi? _Armin veio até mim no sofá, sentando-se sobre uma mesinha improvisada ali no meio, de uma lata de tinta com um pedaço de madeira em cima.
__Bem desagradável, na verdade _falei desviando o meu olhar para o loiro com um bico infantil.
__E como você está?
__Não sei, eu me senti triste, mas depois um pouco aliviado, como se... Haha de forma clichê houvesse tirado algo dos ombros _Falei rindo, enquanto olhava para a janela novamente.
__Você acha que ele acreditou?
__Na realidade, nem eu mesmo acredito às vezes _falei sorrindo para ele que sorria de leve _Mas eu tenho a minha pequena prova, não é? E não ligo muito.
__Ainda preciso ir com Jean? _o loiro falou ficando em posição de meditação com as pernas, enquanto apoiava o cotovelo nas mesmas, e o rosto sobre a mão.
__Não, mas ainda preciso que ele ligue para o amigo dele...
__Marco. Jean ligou para ele, e o mesmo quer te conhecer para saber um pouco mais sobre a situação.
__Ele é de confiança?
__Bem, eu o conheço, e posso dizer que sim, mas acho que você que tem que classifica-lo assim _ o loiro falou olhando para as unhas.
__E o Lian?
__Dormiu na sala com o Jean, estavam assistindo algum filme de animação _Armin bufou _Às vezes não entendo o Jean, realmente.
__Por quê? _olhei para o loiro que corou virando o rosto e eu sorri.
__Ele, bem me deu um elogio.
__Só por isso? _Armin estava inquieto, eu o conhecia o bem suficiente para saber que o cavalo havia ganhado algum ponto com o loiro sem perceber.
__Não, houve uma lista de fatores que me fazem acreditar que não é só isto _ele falou cruzando os braços.
__Fresco...
__O gay aqui é você _ele falou rindo e me empurrando de leve com o pé.
__Claro, porque gostar do Jean é super. Másculo _falou revirando os olhos.
__Idiota.
Dei um sorriso cúmplice para Armin, no momento não importava o quão bem ou mal eu pudesse estar apenas de ter meus amigos ao meu lado já me fazia feliz.
~*~
O ambiente permanecia escuro, aquele quarto antes inexplorado, mas que no momento não importava quantos corpos houvessem se deitado naquela cama, ou quantas posições diferentes aqueles enormes espelhos houvessem visto.
As luzes estavam parcialmente apagadas, mas nem a escuridão conseguia esconder o leve rebolado do garoto mais novo em minha frente, que caminhava de forma sensual para o meio do quarto, apenas esperando ser abatido.
Não havia música, romance, ou qualquer palhada clichê que se contava em histórias, era apenas desejo, instinto humano da forma mais pura e audaciosa, mas nem por isso perdia a sua mágica. Nada mais importava fora daquele quarto e muito menos dentro.
Não era para esquecer alguém, não era para saciar uma vontade de possuir outra pessoa, era apenas um ser humano fazendo a coisa mais normal de todas, procurar conforto nos braços de outra pessoa qualquer para acalmar o ego machucado.
__Nós poderíamos ter ido para o meu apartamento _o garoto falou ainda andando pelo quarto, eu sorri de forma cínica, enquanto desabotoava a minha camisa.
__Não, não poderíamos, pois quando o sol amanhecer eu estaria em sua casa depois uma simples transa casual, e para isto motel foram feitos _falei terminando de retirar a minha camisa e caminhando até uma mesinha com copos e servindo-me de um copo de conhaque.
Eu sei que você me quer
Eu deixei óbvio que eu quero você também
Então, coloque em mim.
__Oh! Sua sinceridade me machuca um pouco tio _ele falou em tom brincalhão, enquanto retirava a jaqueta e a jogava no chão.
__Sei de outra coisa que vai te machucar um pouco mais _Falei segurando o meu membro sobre a calça, enquanto entornava o resto do líquido do copo e ouvia a gargalhada.
__Assim eu espero...
Deixei o copo sobre a mesinha e caminhei até o garoto que começava a retirar a camisa do corpo, puxei o seu braço com força, o fazendo se ajoelhar para mim, enquanto retirava o resto da sua roupa, sorrindo de forma safada.
Caramba, eu gosto do jeito que você se move.
Então dê para mim (ooh oo)
__Cale a boca, e simplesmente me chupe _Falei retirando o meu sinto, enquanto o loiro de olhos castanho esverdeados sorria de forma lasciva.
Ele levou suas mãos até a minha calça, abrindo o meu zíper e a abaixando até a metade de minhas pernas, dando uma lambida sobre o meu membro pré-desperto sobre o tecido. Podia sentir o meu corpo todo entrando em estado de excitação, enquanto embolava os meus dedos sobre o cabelo loiro.
__Você é bem dotado tio _o loiro falou abaixando a minha cueca e pegando o meu membro com os dedos esguios, movendo-os devagar _Vou adorar sentir você quente e duro dentro de mim.
Oh! Aquele sorriso safado, aquele olhar devasso e guloso, com toda a certeza eram coisas que faziam um homem sentir o seu ego crescer rapidamente, não importava mais se era o segundo cara que eu foderia, apenas importava o quão forte eu o faria.
Ele começou a movimentar a mão de forma devagar, apenas descendo o prepúcio¹ lentamente, rodeando minha grande com polegar, e depois se voltando para a base. Descia apertando lentamente, enquanto a sua mão ia para os meus testículos, massageando-os.
__Criança, se não sabe brincar, o titio vai lhe ensinar _o puxei pelos cabelos com força, tomando os lábios rosados com fúria e lasciva.
Retirei a sua camisa, exibindo o tórax meio trabalhado, com pelos castanhos sobre os mesmos. Não era um conto de fadas, com um homem de pele macia igual a uma mulher, era áspero, cheirava de forma máscula e ainda assim era totalmente excitante.
Ele se levantou, e mesmo sendo mais alto do que eu, o beijo não fora interrompido por besteira. Desci meus lábios pelo pescoço dourado do sol, ouvindo leve arfares que o garoto soltava, enquanto levava suas mãos ao meu membro, voltando a me masturbar e apertar o seu próprio.
Lambi toda a extensão de pele em minha frente, até chegar aos mamilos levemente rosados e que estavam durinhos, lambi rapidamente o lado direito, ouvindo o gemido estrangulado do garoto que parara os movimentos em mim.
__Eu não disse que podia parar pirralho _Falei mordendo o bico inchando com força, até deixar uma marca avermelhada com força.
O garoto voltou a mover os dedos, de forma mais apressada, apertando a minha glande levemente com os dedos, e depois descendo até a base, massageando o local ali. Subi uma de minhas mãos até a sua nuca, enquanto sugava com força um dos mamilos, raspando o dente sobre eles, mordicando-os e torcendo-os com minha língua.
O loiro já gemia roucamente, mesmo não tendo o tocado. Meu corpo todo parecia febril, e o cheiro de suor, mesmo desagradável, era excitante. Comecei a andar com o pirralho até o sofá próximo a nós, o jogando ali, enquanto retirava o que sobrava de minhas roupas.
[...] Vamos remover o espaço entre mim e você.
Agora balance seu corpo (ooh)
Caramba, eu gosto do jeito que você se move.
Então dê para mim (ooh oo)
Porque eu já sei o que você quer fazer
Os agora olhos esverdeados me olhavam com cobiça, enquanto o garoto apertava a mão com força sobre o próprio membro. Sorri de forma divertida, enquanto começava a me masturbar, próximo a ele.
__Você é tão gostoso _o garoto falou mordendo os lábios inchados.
__Você ainda não viu nada _socava com força o meu membro em minha mão, fazendo sons completamente impudicos, ele abriu a sua calça vermelha, escorregando até a metade de suas pernas, me dando uma bela visão do membro com a cabeça para fora da boxe vinho, e das coxas brancas.
Eu o puxei pelos cabelos, fazendo o garoto voltar a ficar de joelhos enfrente ao meu membro que babava, o hálito quente batia contra minha pele, enquanto eu o olhava com total malicia apenas esperando o garotinho começar a brincar.
__Eu vou foder essa sua boquinha até você ficar rouco _Ele sorriu lambendo da base à glande, segurando o meu membro de forma delicada.
Seus lábios beijavam todo o extenso daquela região, dando leves sucções, que me deixavam sem folego, enquanto suas mãos massageavam o meu saco. Ele começou a sugar a minha glande, me arrancando um gemido rouco que ecoou por todo o quarto.
Por favor, me desculpe eu não quero ser rude.
Mas esta noite eu vou te comer
Oh, você sabe.
O filho da puta sabia usar a língua, isso era verdade, pois enquanto suas mãos massageavam agora o meu membro, sua língua dava voltas e leves apertos sobre a minha agora inchada e gotejante glande.
Levei a mão aos cabelos loiros, levemente suados agora, começando a mover a cabeça do pirralho com força, fazendo assim sua boca chegar até a base. Aquela cavidade quente e deliciosa sugava com força toda a minha masculinidade, enquanto aqueles olhos verdes febris encaravam-me luxuriosos.
Os movimentos antes devagar, agora eram rápidos, com o maldito me engolindo até a garganta com força. Comecei a movimentar o meu quadril com rapidez contra a boca gostosa, ouvindo aqueles sons tão pecaminosos, e que me deixava com os fios da nua eriçados.
Era enlouquecedor, enterrar-me todo dentro daquela boca quente, e com aqueles olhos verdes me encarando tão inocentes, tão apaixonados, enquanto puxava com força os fios castanhos com força, estocando mais e mais rápido.
Meu corpo inteiro deu uma estremecida e eu afastei o garoto, olhei para ele que lambia os olhos, enxergando o cabelo loiro e os olhos castanhos, uma sensação amarga se instalou em minha boca, mas nada disso importava. Não. Não agora!
Eu o empurrei conta o sofá, o forçando a ficar de quatro o mesmo, enquanto abaixava mais a sua calça, até retira-la, dando uma mordida sobre a nádegas direita grande e forte, retirei a sua boxe em seguida vendo com meus próprios olhos aquela região redonda e deliciosa.
Hoje à noite eu vou fazer
Tudo o que eu quero com você
(Que esta noite eu vou te comer)
Abri com certa impaciência o vale entre suas nádegas, enxergando o meu objetivo ali. O orifício rosado e pulsante, que piscava enlouquecido para mim, apenas fez eu me sentir ainda mais duro. Levei um dedo meu até aquele local, o dando uma forte imprensada, ouvindo grito abafado do garoto.
__Ah! Isso... Mete logo...
__Você é tão impaciente criança, eu ainda nem comecei a brincar.
Falei rindo e me afastando, enquanto caminhava até a minha caça, retirando de lá uma camisinha, e depois indo me servir de mais um copo de conhaque, com bastante gelo. Olhei para o garoto, enquanto atravessava o quarto, com o meu membro teso.
__Isso é frustrante _ele falou se deitando no sofá.
__Oh, você mesmo me chamou de homem velho Thomas, e vou lhe ensinar como os "velhos" gostam de foder vagarosamente suas vitimas.
__Essa sua voz só me faz ficar mais duro... _ele falou levando a mão ao seu membro e começando a se masturbar.
__Fique de quatro olhando para mim _ele concordou, enquanto eu ficava de frente para ele _Agora, hora de voltar a brincar com o meu amiguinho.
Ele lambeu os lábios, e começou a me chupar novamente, enquanto se masturbava com força. Comecei a puxar os fios loiros, estocando com vontade, enquanto voltava a tomar o meu conhaque.
Tirei o meu membro de sua boca, batendo em seu rosto com o mesmo enquanto segurava a minha glande, passando-a em seus lábios e colocando só a pontinha ali, que ele sugava com força. Abri a camisinha, colocando nos lábios dele, e voltando a colocar o meu membro devagar, para que a proteção entrasse de forma eficaz.
E logo em seguida voltei a bombardear com força contra a boca do mais novo, chegando até a sua garganta, enquanto via os olhos esverdeados lagrimarem, mas sem perder o brilho malicioso.
__Vire-se.
Ele ficou de joelho, me dando um beijo nos lábios rapidamente, e logo estava com o corpo todo jogado sobre o encosto do sofá, e a bunda totalmente arrebitada em minha direção.
__Mete com força!
Dei uma risada, enquanto dava um tapa forte em uma de suas nádegas, vendo a mesma logo ficar vermelha, e coloquei o meu membro entre seus glúteos, encostando a minha glande na entrada piscante, fazendo o garoto estremecer e dar um grito rouco.
Eu quero fazer contorcionismo com você
Da janela
Até a parede
Vou te dar, meu tudo.
Inverno Verão
Quando eu te pegar na Primavera
Vou fazer você cair
Comecei a subir e descer lentamente, apenas encostando a ponta do meu membro no ânus pulsante, enquanto ele se empurrava com força ganhando um forte tapa novamente, e me dando como resposta um gemido estrangulado.
__Eu que mando pirralho, e se eu quiser apenas brincar, eu vou fazer _Falei puxando os seus fios loiros, até alcançar a sua orelha _E quando eu quisera-te foder, oh, você vai gritar tão alto, que o atendente vai ficar babando só de pensar na forma que eu estou te comendo.
Ele sorriu e gemeu rouco, enquanto eu enfiei a ponta do meu membro com força, o garoto deu um grito de dor, e eu retirei o meu membro rindo, enquanto o abaixava de forma submissa, mostrando aquele olho pulsante e vermelho.
Peguei o gelo de dentro do meu copo, passando ele naquele pequeno espaço, fazendo o garoto estremecer de desejo, enquanto eu apenas o esfregava de cima abaixo. Coloquei o mesmo entre os meus dedos, e comecei a novamente esfregar o gelo em seus ânus, escutando o grito de prazer do pirralho.
Forçava a pedra um pouco contra a entrada, o vendo ficar preso e lambia em volta, vendo as contrações daquela região tão excitante, o garoto gemia manhoso toda vez que minha língua encostava-se àquela região.
(Por favor) me desculpe
Eu não quero ser rude
Mas esta noite eu vou te comer
Peguei outro gelo e com um pouco de força sobre o primeiro, o fiz entrar no pirralho que deu um grito levemente dolorido, passando em cima o outro gelo em seguida.
__Isso é... Ah! Isso... Ah! Ah! _ele encostava a língua nos dentes, puxando o ar e deixando aquele típico som puxado do "s".
Enquanto o segundo gelo derretia, eu o coloquei dentro do garoto com meus dois dedos, que deslizaram facilmente, até aquela passagem apertada. Estoquei com força, até sentir o gelo ir ao mais fundo que os meus dedos conseguiam, ganhando um grito enlouquecido do garoto em resposta.
Segurei novamente o meu membro o colocando na entrada do garoto, o sentindo uma vez mais estremecer. Lambi toda a sua costa, dando uma risada quando ele se inclinou, fazendo o meu membro entrar um pouquinho.
__Essa noite eu vou te comer...
Empurrei-me com tudo, entrando de uma só vez e ganhando um grito do pirralho tão alto, que com toda certeza os outros visitantes dos cômodos vizinhos escutaram, e sem esperar ele se acostumar, comecei a estocar com força.
Era tão bom, sentir o meu membro se esmagado naquele lugar, enquanto puxava os cabelos do garoto com força. Logo o som dos nossos corpos ecoava pelo quarto, junto com os meus gemidos de prazer e os manhosos do loiro ainda dolorido.
Segurei com minhas duas mãos a sua cintura, o puxando com força contra mim, fazendo o sofá se inclinar um pouco com o corpo do garoto, que se balançava com força contra mim, o safado empinava aquela bunda em minha direção, me deixando louco.
__E ai, como é ser... Comido tão gostoso como nunca antes?!
__Isso... Eu... Argh! Ma-Mais...
Dei uma risada enquanto ele mal conseguia formular uma palavra, aumentando o ritmo de minhas estocadas, dando uma leve girada de vez em quando, fazendo o pirralho gritar mais e mais de prazer.
Meus olhos tentaram se focar no corpo bronzeado e esguio, nos cabelos castanhos maiores e nos chamados tão deliciosamente inocentes, mas enfiar-me ali com força e brutalidade era a única coisa que conseguia raciocinar no momento, não ligando para saber que as características citadas, não fossem fieis a realidade.
__Me chama de senpai! Vamos pirralho!
__Sen-senpai! Me fode _deu um tapa em sua nádega _Ah! Senpai!
Retirei-me de dentro do moreno de olhos jades, sentando-me sobre o sofá e o trazendo para cima de mim. Pude ver o meu membro inteiro entrar devagar naquela região, sendo acolhido para dentro daquela perdição, enquanto ouvia um gemido manhoso do moreno.
[...] Você é bonita pra caramba.
Se eu tivesse um tipo de garota, ela seria você.
Eu não quero ser rude
Mas esta noite eu vou te comer
Ele começou a descer lentamente sobre mim, rebolando de forma lasciva sobre o meu duro membro, enquanto o seu teso, pingava sobre mim. Lambi os lábios, enquanto o puxava com força contra o meu corpo, lhe acertando provavelmente em seu ponto mais sensível, o ouvindo dar um grito tão alto.
A escuridão escondia parcialmente o rosto jovem e de traços jovens, não me deixando ver os verdes turquesas revirarem de luxuria a cada movimento meu, mas a cada vez que ele sentava com mais força sobre mim, meu corpo inteiro estremecia e o meu peito se aquecia.
Joguei o pirralho de qualquer jeito sobe o estofado, abrindo as suas pernas e deixando uma sobre um de meus ombros, me jogando com força contra aquele orifício apertado, que abraçava o meu corpo, me fazendo sentir toda a sensação de suas paredes me apertarem.
Ele estava perto...
Voltei a me movimentar agora com mais afinco, escutando os seus gemidos aumentarem ainda mais se possível, meu corpo todo parecia começar a tremer e por tal eu parava com os movimentos rápidos, e logo em seguida estocava com força.
Logo senti o líquido pegajoso do mais novo jorrar, me apertando com força, enquanto eu apenas estocava com mais e mais violência, sentindo o corpo em total êxtase sobre o meu. Ouvi a risadinha maliciosa, e os cabelos castanhos pareciam ganhar foco, alterando-se para um loiro, e os verdes turquesa ganhando uma coloração castanha.
Meu corpo inteiro enrijeceu, enquanto eu voltava a ver o garoto do bar, e não o moreno do banheiro da escola. Engoli em seco saindo de dentro do garoto e retirando a camisinha, sentindo um peso estranho no peito.
__Hora de me chupar com vontade pirralho...
Não importava...
Você nunca entenderia como é te desejar e jamais te alcançar.
Aqui está a situação
Já estive em todas as nações
Ninguém nunca me fez sentir do jeito que você faz
[...]
(Por favor) me desculpe
Eu não quero ser rude
Mas esta noite eu vou te comer
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