Ficção ou Realidade?

6 Aceitação e planos


Notas iniciais
Desculpem a demora, mas para compensar natal e ano novo aqui vai dois caps fresquinhos.

No capítulo anterior.

– Sejam bem vindas ao santuário. — a voz da deusa sou calma e melodiosa.

Por conta da emoção, Mabel não sentia as pernas e antes que caísse procurou um lugar afastado e se sentou, fez isso discretamente para que ninguém percebesse. Niquita mais controlada cumprimentou a deusa sobe o olhar atento e desconfiado de Shion. Assim que viu o cavaleiro de leão adentrar o recinto Marin acenou discretamente ele retribuiu sentindo o coração palpitar isso sempre acontecia quando ela estava por perto. A garota de cabelo rosa assim que viu Shaka, arregalou os olhos e meio que hipnotizada foi até ele tagarelando. Nesse momento as meninas descobriram que havia mais uma “perdida”

O cavaleiro de virgem ficou abismado com o falatório da garota, ela era pior que as duas ruivas juntas, impaciente Shaka a fez calar tapando sua boca.

O momento era sério, no entanto, tinha um ser que estava adorando observar os amigos se tornarem “humanos” como era o caso de Kamus e Shaka. Apesar de achar divertido o escorpião sentia um pouco de ciúmes, já que é ele quem na maioria das vezes recebia mais atenção que os outros e até agora nenhuma delas veio falar com ele isso o deixava um pouco magoado.

Mel procurou por Mabel estranhou não vê-la com Niquita falando com a deusa. Quando a achou chamou as outras.

– Bel?! — disse tocando o ombro da amiga.

Podiam ter se conhecido a pouco, mas a amizade mesmo recente se fortalecia a cada minuto.

– Estou bem. — tentou tranquilizá-las, mesmo brincando odiava ser o centro das atenções principalmente quando se sentia debilitada como agora. — Só foi à emoção em...

– Ver a Saori? Esta assim por causa dela. — Ran criticou.

Suspirando a morena fechou os olhos pedindo paciência.

– Por favor, Ran, eu gosto dela então... – Mabel odiava brigas e essa seria infundada

– Desculpa. — pediu a francesa sincera. — Non está mais aqui quem falou.

– Você tem uma preferência estranha. — Mick comentou se referindo a Mabel, fazendo Ran soltar uma risada gostosa.

– Digo o mesmo de vocês. – Mabel disse rindo, nunca poderia imaginar ser amiga de pessoas de pensamentos e desejos tão diferentes do seu.

Depois que prometeu não falar Sabrina foi solta por Shaka, triste resolveu interagir com as novas companheiras.

– Oi! — cumprimentou séria.

– E você é?- Lary questionou desconfiada.

As duas se encararam, a animosidade no ar, pelo jeito o gênio das duas era bem parecido tanto que se podia ver a tensão crescente entre elas. Obviamente DD gostou da rosada imediatamente. A paulista estendeu a mão impedindo uma futura briga.

– Eu sou Melisse e essa é Lary. — a carioca virou as costa para a outra, Mel revirou os olhos com conduta de Lary. — Ran, Mick. – acenaram. – DD.- deu um “oi” baixinho. – Mabel. — mandou um tchau. — E a que está conversando com a deusa é a Niquita.

– Nossa destemida líder. — Mick disse ficando de cócoras se apoiando na katana, ao lado de Mabel.

– Líder? — a garota em questão era muito nova para receber um posto tão sério “é muita responsabilidade” pensou. — Sou Sabrina. – estendeu a mão em cumprimento só Lary recusou a rosada não se importou.

Nesse momento, Niquita juntou-se a elas, observou a nova integrante do grupo acenou sendo retribuída.

– E ai fez a social com a deusa? — parecia uma pergunta debochada, mas não era Lary estava curiosa.

– Esteja à vontade pra zoar, mas fiz sim. — Niquita respondeu rindo estava de bom humor e nada estragaria isso nem mesmo a rabugice de Lary.

– Ela foi simpática? — Mabel indagou esticando as pernas. Olhou seus pés descalços estavam horríveis então os cruzou de novo.

– Muito, além de gentil e está curiosa sobre nós. – nem parecia que Saori estava a poucos passos delas e podia ouvir tudo o que diziam.

– Ela sabe como fazer pra nos levar de volta pra casa? — DD questionou essa era uma dúvida que lhe martelava.

Sentindo um calafrio, Ran mordeu os lábios rezando para a resposta ser negativa, delas talvez ela fosse à única que não queria voltar. Tinha deixado para traz uma vida cheia de dor e mesmo que tudo fosse um sonho Ran iria aproveitar da melhor forma possível.

– Não cheguei a perguntar, mas é provável que não. — a ruiva mais nova escondeu o sorriso, para outras era importante volta já que provavelmente tinha alguém preocupado com elas e ela praticamente não tinha ninguém, ficar seria sua tabua de salvação.

– Não queria voltar mesmo, fazer o que em casa? — fingiu está preocupada.

– Lá se vai minha prova de desenho virtual. – Sabrina disse rindo.

– Adeus formatura. — Mabel choramingou acenando pro nada, ia perder uma das datas mais importantes da sua vida se bem que esse era um momento importante, muito mais que isso.

– A Saori pediu que fossemos pra outra sala, eles querem decidir o que fazer conosco. — então era por isso que Shura tinha se aproximando.

Eles não confiavam nelas, esse era o ponto, as oito não podiam ficar chateadas com isso. Também depois do que elas revelaram ninguém acreditaria mesmo. Shura as conduzir até a autora sala. Na verdade era um quarto.

– Logo as chamarei de volta. — falou o protetor da décima casa educado. Mel sorriu pra ele, mas foi ignorado pelas outras a atenção delas estava voltadas para ao ambiente onde foram deixadas. — Mulheres. – falou saindo.

No salão

– Saori, elas são intrusas, não suas amiguinhas de infância. — Shion argumentava nervoso, queria que a deusa fosse prudente. — Se descobrir algo sobre elas as mandarei para o cabo Sunior

Saori suspirou achava um exagero tanta preocupação consigo. Shion tinha voltado à vida em sua forma jovem só que por causa de suas obrigações parecia que seus anos reais o dominavam. E pra piorar era avoado arrasava corações e nem percebia, as servas faziam tudo o que ele queria sem ao menos o mestre pedir só que ele era alheio a isso, seus interesses eram protegê-las assim como o santuário e pôr os santos na linha. Na opinião de Saori ele precisava de umas férias pra relaxar, arranjar uma namorada ou quem sabe um namorado, não seria ela que iria impedir.

– Sabe tão bem quanto eu que elas não representam perigo algum. — enquanto falava, Saori recolhia o tabuleiro guardando o em uma caixa.

– A senhorita deveria pensar na possibilidade. Elas podem ter sido enviadas por algum outro Deus. — desde o momento que tinha se deparado com as meninas, Aiolia manteve certa desconfiança. E não era pra menos sempre tinha algum alguém querendo destruir o santuário dominar o mundo.

A possibilidade de um Deus ataca não era infundada, no entanto desde Hades estavam em tempos de paz, tanta desconfiança era um pouco excessivo.

– Olia você está exagerando. — Aiolos interveio, não tinha a menor possibilidade da pequena ruiva de olhos mesclados ser espiã, ela era tão frágil.

– Uma garota que anda com um ursinho de pelúcia é uma ameaça pra você? — Kanon indagou, quem é que andava pra cima e pra baixo com um urso de pelúcia naquela idade?

– Ela segurava uma Katana vão dizer que não viram?

– Aiolia tem razão não podemos nos enganar por rostinhos bonitos, até a rosa mais bela do jardim tem seus espinhos. — Shura falou dando uma indireta em Shina. Essa percebeu, no entanto não esboçou nenhuma reação.

Shura já havia dado algumas investidas, mas a “cobra” era arredia. Todos sabiam do namoro dela com Seiya. A pesar da distância os dois estavam firmes, e isso deixava a amazona mais indócil do que já era.

– Eu gostei delas, são espirituosas. — Aldebaran se pronunciou.

Milo abraçou o touro pelos ombros ou tentou.

– Quanto a esse assunto sua opinião não conta grandão, você simpatiza com tudo a sua volta. — riu mostrando os dentes perfeitos. Deba sabia que ele estava brincando por isso não conseguia ficar bravo com o escorpião.

Shina se dirigiu a saída sob o olhar de Shura, que não perdia nenhum movimento dela.

– Se não confiam plenamente nelas à única forma é enquanto estiverem aqui serem vigiadas de perto. — saiu deixando a bomba.

Esse era o ponto onde a Deusa queria chegar, mas não sabia como, sem iniciar uma discussão entre eles. Por isso agradeceu mentalmente a Shina.

– Pois bem vocês cavaleiros estão incumbidos de vigiá-las. — ela ocultou um sorriso “Lá vamos nós e é um, dois e...” contou mentalmente.

Máscara da Morte foi o primeiro a explodir. Descontente, afastou se da pilastra que até então estava encostado.

– É brincadeira, seremos babás daquelas pirralhas. — esbravejou, olhou carrancudo para Aiolia, não ele tinha que abrir a boca pra chamar a atenção da águia, leão idiota depois não só ele se ferra, mas os outros também. — Fica você Aiolia tenho mais o que fazer.

Começou a andar e um lado a outro como se tivesse preso em uma jaula.

– Mascara?! — Afrodite chamou preocupado o cosmo dele estava começando a elevar.

– Sou um cavaleiro, me orgulho disso, agora... Nunca, não vou me rebaixar a tanto. — dizia praticamente cuspindo as palavras com raiva, mexia as mãos como um legitimo italiano. — Nem em meus piores pesadelos me prestaria a uma cosa como essa.

– Máscara da Morte. – Peixes tentou de novo dessa vez parando o. — Assim vai me deixar tonto, acalme se ela disse todos nós.

Com o toque do amigo, a respiração e o cosmo de Máscara foram se acalmando até se estabilizar. Devia ser o perfume das rosas causando um efeito relaxante no sistema do canceriano ao menos era isso que ele pensava.

– Eu não serei babá de ninguém. — avisou pra Shion voltando a se encostar-se á pilastra.

– Não é você quem decide o que fazer. — o mestre respondeu não tinha gostado da explosão do canceriano — Tomar conta delas é o menor dos nossos problemas.

Crispando os dentes Máscara indagou:

– Mesmo? Bancar a baby sister de um bando de garotas crescidas não é um problema, então qual é?

– Onde serão instaladas. — Shaka respondeu pelo mestre.

O silêncio tenso que se seguiu foi quebrado por duas vozes alteradas.

– Não as quero no meu templo. – ditou Máscara da Morte

– Posso ficar de olho, mas de longe. – Aiolia não queria ser responsável por elas, o que ele não sabia é que suas palavras feriram alguém que ele preza muito.

Aborrecida com a conduta do amigo Marin resolveu intervir.

– As garotas podem ser instaladas no acampamento da amazonas, lá elas serão bem vindas. – disse Marin seca a frase foi dirigida a Aiolia.

– Marin eu... — Tentou se redimir envergonhado.

– Qualquer resolução é só me informar Saori, estarei no campo de treinamento. — Fez uma reverência à deusa, saiu ignorando o protetor da quinta casa.

– É você acabou de jogar merda no ventilador meu camarada. — Milo disse achando graça.

– Eu sei. — falou querendo se bater.

– Vá falar com ela irmão. – Aiolos incentivou, sabia do interesses do menor pela ruiva.

– Depois eu irei. — respondeu tristonho.

– Querendo ou não elas terão que ficar em algum lugar, não quer arriscar a segurança de Atena. — Shion retomou ao ponto onde tinha parado. A deusa voltou a revirar os olhos.

Gritos vindos do quarto onde as meninas estavam fizeram os cavaleiros entrarem em alerta. Shion decidiu verificar o que estava ocorrendo no quarto.

– Não se preocupem elas estão bem. — a tranqüilidade da deusa surpreendia. É eles precisavam de umas ferias urgente. — ouçam são gritos de alegria.

No quarto

Alguns minutos antes

– Que quarto lindo. –Mel caminhou até a cama alisando a colcha. — É tão macio.

– Não vamos perder o foco temos que saber onde estamos e pedir ajuda para regressarmos para casa. — Lary queria ser racional e não cair em um mundo de fantasia. Sentou se em uma poltrona.

– Como se você não soubesse. – perdendo a paciência Mick segurou Lary pelos ombros fazendo a levantar da poltrona a chacoalhando. — Isso é Saint Seiya Lary. Se tudo que você viu e ouviu lá fora não foi o suficiente pra você acreditar, vou te esbofetear ate que acredite.

– Ai está me machucando. — reclamou se sentindo tonta.

Mel e Mabel foram separar, mas Mick não soltava a carioca de forma alguma.

– Isso é pouco para o que vou fazer com você. — levantou a mão na intenção de desferir uma bofetada no rosto da outra, mas não conseguiu atingir seu objetivo. Niquita a fez parar.

– Michelle! Não. Controle-se e solte a Lary. – pediu a português, soltando a mão catarinense. — Anda Mick.

O espadachim ainda resistiu se fosse por ela não teria soltado Lary tão cedo, como a garota ainda duvidava do que estava acontecendo não só com ela, mas com todas? Mesmo a contra gosto Mick soltou Lary.

– Sua louca. — Lary reclamou esfregando os braços doloridos.

– Sou louca sim , ao menos admito e você que desde que chegou só tem negado tudo o que está acontecendo, fazendo as meninas duvidarem quando quem está em duvida é você. Nós acreditamos se você não acredita Lary azar o seu. — desabafou, sentando no chão em posição de lótus fazendo a respiração se acalmar antes que pulasse no pescoço da carioca e fizesse um estrago.

Nervosa Lary começou a andar de um lado a outro.

– É tudo uma loucura, Michelle, nada faz sentido, não percebem? Na vida real...

– Cada uma estaria vivendo suas vidinhas normalmente, mas querendo você ou não agora essa é a nossa vida real. — disse.

– Eu também quase não acreditei quando acordei e me deparei com o santuário, é tão irreal. – disse Sabrina ajeitando o cabelo, as pulseiras chacoalharem umas nas outras fazendo barulho.

– A conversa não chegou à butique. — Lary esbravejou com Sabrina que só queria ajudar.

A novata não gostou.

– O que você tem contra mim garota? — questionou pondo a mão na cintura um sinal de desafio.

– Quer saber? Você não sabe pelo que passamos pra chegara aqui. — dizia pondo o dedo no rosto da outra. – Então vem você querendo se tornar nossa amiga.

– Como se você estivesse dando valor a nossa amizade. — Ran disparou.

– Sabrina já e nossa amiga ela tendo vivenciado ou não o que passamos. — Mel falou fazendo Sabrina sorri vitoriosa para a carioca

– Como?

– Foi o que você ouviu. — Niquita estava cansada queria paz não brigas

A vontade de Larissa era de puxar os cabelos e sair gritando. Admitir que estivesse em Saint Seiya era como assinar um atestado de insanidade. Por causa disso estava afastando pessoas tão maravilhosas com sua teimosia. Enquanto Sabrina que mal havia chegado conquistava a todos, ela afastava.

Pensando nisso Lary encarou Sabrina.

– Sim?- indagou ríspida achando que a outra queria mesmo brigar.

– Desculpe. — pediu pegando a rosada desprevenida.

– Tudo bem eu entendo. — estendeu a mão desses vez sendo retribuída.

– Ao menos é um passo! — Mick elogiou.

– Povo! Venham aqui. – Mabel que estava ao lado do que parecia se uma cômoda chamou, ela segurava uma porta retrato os olhos pregados na fotografia. — Vejam isso.

Uma a uma foram ver o que tanto a morena queria mostra. Ao olharem a imagem não tiverem duvidas de quem se tratava. Elas se entreolharam fascinadas.

Na foto seis jovens encaravam a câmera, felizes. Um deles pra surpresa delas tinha o esboço de um sorriso.

– Se eu ainda tinha duvidas elas acabaram de ir pro espaço. — Lary murmurou analisando a foto.

– Não acham que tem algo errado com essa imagem? — Sabrina indagou tirando a atenção da fotografia e olhando para as novas amigas.

– O que? — Mabel perguntou não via nada de diferente.

– Não vejo nada. — Ran concordou com Mabel.

– Ele está feliz. — DD constatou apontando para a imagem do mais velho do grupo.

– Isso. Não é estranho logo ele que...

– Você crê mesmo que ele vive de “TPM”? Ainda mais com o irmão por perto. — Niquita pegou a foto.

– Tem razão. — a rosada reconheceu.

– Uma coisa eu tenho certeza. O que mais tem nessa foto é amor. — falou Mel.

Era verdade e ninguém podia contesta. Voltaram a analisar a foto Mick mordia os lábios o olhando o semblante fofo do mais novo do grupo. Mabel alternava sua atenção entre o loiro e o moreno de sorriso fácil. Niquita babava pelo moreno mais velho.

Do nada ouviram um grito, ao olharem espantaram–se com quem gritava. Lary pulava e ria sob a cama, parecia está chorando também.

Ninguém entendeu nada.

– O que deu nela? — Sabrina indagou sem entender o comportamento da carioca.

– Sei lá! — DD deu de ombros, também estranhado o comportamento da outra.

– Lary?! — A turma do M chamou preocupada (Mônica, Mel, Mick e Mabel)

Sorridente a carioca desceu da cama, bom se era para enfim admitir que acreditasse em uma realidade que nunca pensaria em existir por que não demonstrar estando feliz por isso. Lary abraçou cada uma dando gritinhos de felicidade.

– Me desculpem. — pediu sincera. — Duvidei, fui cabeça dura. Perdão, mas agora eu... — parou de falar tentando se conter, mas não consegui, voltando a pular soltando um grito estridente assustando às outras. — É Saint Seiya.

Nenhuma delas esperava uma reação dessas, uma hora ela negava e agora...

– Agora ela admite! — Sabrina uniu o sobrolho.

– Acho que você chacoalhou a Lary com muita força Michelle. — Mel ria.

– Duvido não foi tão forte. – Michelle retrucou.

Com um sorriso maroto Mabel observou cada uma.

– Querem saber? Só não fiz antes o que ela esta fazendo por pura falta de oportunidade e coragem, mas esse pequeno detalhe pode ser remediado agora mesmo. – ditou correndo até a cama subiu passando a pular junto com Lary.

Balançando a cabeça incrédula DD observou as duas enlouquecerem de vez, nem pareciam mulheres adultas e sim crianças. Ao seu lado Ran descalçou a sandália logo foi à vez de Mel e Michelle esta pegou Wan na mochila provavelmente pra brincar com ele, seu pensamento não estava errado, juntas as três se arremessaram na cama causando risadas, por fim Mônica faz o mesmo.

– Você não vai? — ouviu Sabrina lhe indagar ela não esperou resposta se unindo as outras seis.

A garota ainda pensou na possibilidade delas terem perdido a razão de vez, mas parecia que não era o caso, só estavam felizes, realizavam um sonho e como Michelle havia dito presenciavam um milagre. Tímida a catarinense caminhou cautelosamente até o leito. Mônica e Lary puxaram-na. Em fim o grupo estava completo comemorando algo que jamais pensaram que um dia fosse se tronar real.

E foi assim que Shion, Saori e os cavaleiros as encontraram, rindo e brincado sem preocupação a parente, apenas felizes.

A deusa adorou por ter sido criada a moda japonesa sua personalidade era mais contida e vê-las tão descontraídas mesmo um ambiente “desconhecido” a fez sentir que valia mesmo a pena proteger a terra. E por um momento quis estar fazendo o mesmo que elas.

– Elas são o que mesmo Olia? — Aiolos indagou cutucando o irmão, este fechou o semblante.

Como se tivessem sido chamadas elas em fim perceberam a presença dos santos no quarto aos pouco o local foi ficando silencioso. Se possuíssem os poderes de Mu elas já teriam desaparecido a muito, mas um buraco no chão viria a calhar tamanho era a vergonha delas. A vontade de DD era de estapear Mabel e Lary por fazerem com que ela fizesse papel de idiota na frente deles. Desde que haviam chegado ao santuário esse foi o primeiro momento que Niquita se sentiu descontraída e por isso não se importou por ter sido pega se divertindo achou até engraçado.

– Desculpe atrapalhar a diversão de vocês. — a deusa disse sorrindo, ao se aproximar o semblante mudou pra preocupado. -, mas tenho algo há lhes dizer.

– Não podemos levá-las pra casa. –a portuguesa disse ofegante. — Nem sabe como. – Se essa era a preocupação dela, Niquita e as outras na esperavam por isso. — Estamos cientes disso.

Esse tema não tinha vindo à baila ainda. A deusa engoliu em seco, essa era um de suas preocupações como levá-las de volta. As oito não eram simples garotas que haviam se perdido estavam no santuário por algo maior. Saori só não sabia o que.

– Bom como vocês vão ficar no santuário por tempo indeterminado. — Saori mordeu os lábios pra não ri da cara emburrada de Máscara da Morte. — as oito terão que se instalar em um dos templos.

Os olhos das oito brilharam, se era pra viverem no santuário melhor seria ficar onde se sentissem à-vontade, Mel deu um pulinho discreto de felicidade. Pra Ran era oportunidade perfeita para observar Kamus e Milo.

– Podemos escolher? — Mônica indagou esperançosa.

Saori fitou Shion por essa eles não esperavam, a escolha seria deles não delas, talvez fosse melhor assim. Os cavaleiros mais resistentes a ideia seguraram a respiração.

– Aiolia pense no quadro, você tendo que conviver com as oito! — Milo sussurrou querendo irritar o leonino.

– Calado, quem sabe elas não escolhem a sua casa. — devolveu irritado.

– Há! Meu amigo será como está no Elísio. — sorriu safado.

– Pervertido. – disse o leão lhe dando as costas.

De onde estava Kamus balançou a cabeça em negação “ele nunca vai crescer”

A conversa demorou alguns segundos, tempo suficiente para Saori consultar Shion que no fim deu de ombros.

– Podem. — respondeu Saori depois de um tempo.

Elas soltaram gritinhos de contentamento dessa vez até Afrodite participou recebendo um olhar atravessado de Máscara da Morte.

– Relaxa Máscara não é todo dia que o santuário recebe tanta alegria. — murmurou o Peixes — Elas têm vida.

– Até demais. – resmungou.

As oito fizeram uma rodinha, para decidir em qual casa cada uma com ficaria. Mick escolheu câncer e isso ascendeu um alerta, se ela ficasse sozinha com o italiano provavelmente não sobraria terra sobre terra.

– Alguém tem que fazer companhia a você em câncer Michelle. — Niquita avisou.

– Por quê? – ela quis saber.

– Adivinha! — Lary riu.

– Só por que sou um pouquinho esquentada. – ela fez bico, não se ofendeu ter alguém com ela ia até ser divertido ao menos não se sentiria sozinha. — Bel, por favor.

– Sinto muito... Sinto nada já disse e repito não entro naquela casa nem sobe decreto. — só em pensar em chegar perto de câncer ela se arrepiava toda

– Eu fico. — disse DD

Quem disse que esse mundo não surpreende? E Mabel achando que DD fosse escolher aquário ou gêmeos.

– Tem certeza? — perguntou para não ter duvidas.

DD acenou positivamente.

– Era de se imaginar! — com exceção de Mabel quase todas as meninas gostavam de ante-heróis.

– Eu e a DD vamos pro templo dele. – disse Mick para Saori decidida apontando pra Máscara.

– Não, não, vão não. — esbravejou revoltado.

Mick não se intimidou, também era tímida, mas quando via um desafio ela não deixava passar por isso foi categórica:

– Vamos, não é você quem manda. – apontou pra Saori. — É ela e como ela concordou...

Não queria ser grossa, pois gostava dele, pelo jeito com Máscara tinha que ser forte e decidida. Afrodite piscou pra Mick a garota tinha fibra.

Com a decisão Máscara saiu porta fora amaldiçoando todos os ancestrais de Mick e DD, só que isso não aplacava sua fúria. O leão iria ver só “ele e essa boca grande”. Não foi muito longe parou nos fundos do templo de Peixes e se sentou esperando. Se fosse adiante teria destruído tudo a sua frente e Afrodite não teria gostado.

No salão o olhar da carioca passou por todos, ela parou ao lado de Aiolia e ele gelou. A escolha, no entanto foi outra.

– Vou para a casinha mais refrescante do Santuba. — disse sorrindo.

Saori soltou um rizinho e Shion não pareceu ter gostado do apelido dado ao santuário.

– Há! — Ran reclamou triste fez bico, contrariada. — Também queria ficar em aquário.

Mesmo sentindo uma dor esquisita no peito, Milo riu do amigo. Kamus estreitou os olhos e foi o escorpião que resolveu o impasse.

– O Kamus vai adorar ter as duas em sua casa, não é mesmo amigão? — o aquariano disse um “é” frio prometendo a se mesmo que o outro acordaria com certas partes de sua anatomia congeladas era bom ele não dormir essa noite.

Dando pulinhos Mel se meteu entre os gêmeos laçando o braço dos dois, um de cada lado.

– Posso ficar com vocês? Posso ,posso ,posso? – pedia com os olhinhos brilhando.

– Acho... Que... Sim? – indagou Kanon ao irmão, pois a ultima palavra seria de Saga.

– Claro! — Saga estava surpreso, não imaginava que uma delas fosse escolher gêmeos. E se ela queria ficar ao lado deles mesmo sabendo do que eles haviam feito no passado por que não?

Sem dizer nada Sabrina caminhou até sua escolha. Shaka, ela o fitou apreensiva.

– Aceito você se me prometer ficar calada. — ele disse meio rude. Ela apenas concordou, seria difícil a convivência com ele, mas tentaria.

Enquanto as outras escolhiam. Monica e Mabel conversavam.

– Ainda não tenho certeza pra onde vou. — Mabel estava na dúvida se ia pra aquário, libra ou touro, quando Lary e Ran escolheram irem juntas pra aquário ela agradeceu internamente.

– Eu tenho, já escolhi há muito tempo. – a portuguesa só queria ira para um lugar e decidida

Já tinha feito a sua escolha.

– Sorte sua! – exclamou, todo libriano tinha esse pequeno problemas de ficar em cima do murro e não saber pra onde ir só depois de muito pensar, refletir e ponderar é que resolviam alguma coisa, no entanto era só decidir que não largavam mais e foi o que aconteceu ao olhar pro lado viu o olhar pidão de Aldebaran, ele parecia uma criança grande, sorrindo foi até ele, teve que olhar pra cima pra isso. — Você se importaria de me hospedar na sua casa? Juro que não dou trabalho.

– Será um prazer hospedá-la. — Aldebaran parecia que tinha ganhado um presente antecipado de natal. Aiolia bufou.

Agora só faltava Niquita, decidida foi ate sua escolha.

– Oi! — cumprimentou.

– Oi! — disse Mu timidamente.

– Mônica. — falou carregando no sotaque.

– Mu.

Ela riu

– Eu sei

Ele a analisou por inteiro ficando encabulado. Então resolveu fazer algo que ninguém esperava nem mesmo a própria Monica.

– Hã... Você gostaria de se hospedar no templo de Áries? — convidou, todos olharam pra ele que aguentou firme na sua decisão.

– Eu adoraria. — falou feliz.

– Estou voltando pra arena. – Aiolia bufou de raiva saiu do templo aborrecido.

Saori observou a saída dele e soltou um suspiro estafado.

– Amanhã à noite quero todos vocês aqui, será uma reunião especial. — falou isso incluía as meninas. — Depois avisem o Aiolia, Máscara, Marin e Shina, por favor, podem ir. — os liberou sorriu cansada.

Elas concordaram, saíram para em fim se instalarem. Em Peixes encontraram Máscara da morte e Aiolia se ignorando mutuamente o último tinha ficado para esperar o irmão. Afrodite desceu reclamando que nem unha delas tinha o escolhido. O sueco até citou alguns benefícios de se morar com ele: como uma banheira enorme, cama King Size e massagem relaxante, nele claro. Elas caíram na risada. Mascara não achou graça ficando irritado com as gracinhas de Peixes pra cima das oito.

Aquário

O dono da casa deu passagem às duas novas moradoras, mostrou as dependências, onde elas iriam dormir. O quarto estava pintado de branco gelo, havia duas camas, um guarda roupa branco com detalhe em marrom o ambiente era simples e bem masculino. Ran se sentou em uma das camas sentiu uma fisgada no braço, por conta das emoções do dia tinha esquecido a dor, sem que nenhum dos outros dois visse esfregou o braço discretamente se bem quem ele não estava mais doendo tanto. Ran prometeu a se mesma que não contaria o que se passava, a dor estava distante e lá ficaria.

– Esse quarto é do...? — Lary quis saber, mas foi interrompida.

– Não importa é aqui que vocês vão ficar. – disse rude, percebendo tentou amenizar — Os meninos nunca usam quando veem aqui.

Ele parecia orgulhos ao falar dos “meninos” percebendo que estava sendo sentimental seu ar frio voltou.

– A geladeira está abastecida, o banheiro fica no corredor duas portas a direita se precisarem estarei na arena. — e com isso saiu.

As duas analisaram um pouco mais o quarto, quando seus olhares se encontraram elas riram soltando gritinhos alegres.

Virgem

Os dois entraram em virgem sem proferir em uma única palavra e assim permaneceram, mas para Sabrina não fazia diferença. Estava achando tudo lindo, colorido. Só queria saber onde dormiria, parece que Shaka leu seus pensamentos.

– Vou te mostrar suas acomodações. — disse indo em direção a uma porta com enfeites índus o quarto era modesto e diferente do resto da casa, simples aconchegante e nem um pouco feminino, mas ela daria um jeito nisso.

– Eu... — ele estreitou os olhos ela murmurou um. — Obrigada.

Shaka saiu deixando Sah sozinha. Havia um Buda sobre uma penteadeira. Ela o pegou analisando rostinho redondo.

– Ele não me suporta. — disse ao Buda. — Só por que falo muito, não é motivo, além do mais, ele não é isso tudo... Mentira é sim, mas nem ao menos, me conhece direito. – desabafou. — Mas posso fazer dar certo. O que acha?

O Buda lhe sorria.

– Obrigada. — devolveu a estátua seu lugar.

Ela faria dar certo ah se faria.

Câncer

DD já sabia a convivência com Máscara seria literalmente o inferno. O protetor do quinto templo não estava sendo nem um pouco cordial.

– Vou para a arena. — avisou a contra gosto. — Não toquem em nada, quando voltar quero tudo intacto.

Sua passagem foi interrompida por Michelle.

– Pode não gostar de nós, mas ao menos nos mostres nosso quarto. — ela estava começando se irritar com ele.

– Vocês não têm um quarto. — disse satisfeito.

Mick estreitou os olhos

– É melhor dizer onde é, por que quando você voltar podemos está arranchadas nele e duvido que você vá gostar. — Avisou, não queria ser rude, mas ele estava pedindo.

Os dois se encararam por alguns segundos, pra DD o embate durou uma eternidade, nessa Mick saiu ganhando.

– Inferno! Fiquem com o quarto onde á cabeça de uma criança pendurada na porta sintam-se à-vontade. – disse grosseiro. Na verdade ele já tinha parado com a coleção há muito tempo e o rosto da criança era só uma máscara de enfeite saiu pisando duro e elas ainda ouviram um sonoro. – PORRA!

– Não queria ser rude com ele. — abraçou DD pelos ombros. — Mas não sou chamada de demônio à toa.

O dono do templo era infernal e a convivência não seria diferente.

Gêmeos

Os irmãos chegarão ao templo brincando um com o outro. Mel percebeu que quem iniciava esses momentos descontraídos era sempre Kanon, parecia que o mais novo não gostava de ver o mais velho em seus momentos de solidão mesmo que fossem poucos. E isso era bom mostrava que um se preocupava com o outro.

– Kanon?! — Mel chamou, ele parou de atazanar o irmão.

– Sim?

– Onde você dorme? — pra ela foi uma pergunta comum, mas ao que parece Saga não achou isso, pois engasgou com a própria saliva, solicito Kanon o ajudou, Mel sorriu de lado.

– Tudo bem?- indagou preocupado, Saga confirmou Kanon a levou onde ela queria ir. – Esse é o meu quarto ao lado do Saga.

Como o dono o quarto era lindo.

– Ficarei nele. — resolveu entrando.

– Vai me fazer companhia? — perguntou sedutor.

Querendo provar uma questão ela caminhou sedutoramente até ele, na ponta dos pés tocou o ombro dele sentindo seu calor.

– Kanon você é muito bonito e sexy. — enquanto dizia o empurrava pra traz. -, mas tenho namorado então você vai ter que se virar e arranjar um lugar pra passar as próximas noites.

Com isso fechou a porta na cara dele. Ela encostou a testa na madeira tentando ouvir a conversa dos dois.

– E agora onde vou dormir? — Kanon perguntou a Saga.

– No sofá. — Saga respondeu seco.

– Dividiremos o quarto. – decidiu o gêmeo mais novo, Saga não gostou. Kanon percebeu levantou o sobrolho. — Qual o problema? Quando crianças, compartilhávamos a mesma cama.

– Não somos mais crianças. – disse Saga aparentando indiferença “não sei se vou suportar que Zeus me ajude”

– Você tem mania de complicar tudo, vou dormir com você e pronto.

No quarto Mel ouviu os passos soar cada vez mais longe. Saga reclamando com Kanon. Depois de um tempo Mel colocou a cabeça pra fora eles tinham saído. Por isso resolveu conhecer a casa.

Touro

– Esse será seu quarto, infelizmente não é uma suíte por isso terá que usar o banheiro de fora, na parte de cima do guarda roupa tem lençóis de cama e cobertores limpos.

Sentada na cama o ouvia falar fascinada não tinha errado na escolha.

– Obrigada. Aldebaran, você não tem que voltar para seu treino? — se tivesse o deixado falar, Aldebaran não voltaria tão cedo e provavelmente levaria uma bronca de Shion e não queria isso.

– Tentando se livra de mim? — indagou parecendo magoado.

– Claro que não, só não quero que leve bronca do mestre por minha causa. — apressou em se explicar.

Aldebaran achou graça da apreensão dela.

– Não se preocupe Shion ladra, mas não morde. – ele saiu do quarto sendo seguida por ela. — Tudo o que você precisar é só me dizer.

– Certo.

– Estou indo. — disse sem vontade.

– Tchau! — ela acenou.

– Tchau! — ele se foi.

Sozinha Mabel voltou tranquilamente até o quarto sentou na cama incluindo o corpo pra traz soltando um grito e agitou as pernas e braços rindo feliz.

Áries

– Esse é o meu quarto? — Mônica indagou a Mu quando este parou ao lado de uma porta.

– Sim, era o quarto do Kiki, mas com você aqui ele fica comigo. — disse simples.

– Ele não vai se importar? — indagou preocupada em desaloja o garoto.

– Não. – o próprio garoto respondeu a duvida dela — Mestre Mu pode ir até a vila?

– Pode mais não demore, quero que me ajude a terminar o concerto de uma armadura.

– Há! — disse triste. — Não posso concertar outro dia?

– Não, e senhor ainda tem que treinar, então vá e não demore. – avisou bagunçado os cabelos vermelhos do garoto, logo ele se tele transportou assustando Mônica. — Desculpe-o...

– Não tudo bem. — disse rindo

O sorriso dela o fez parar de pensar, tudo ficou branco e só tinha ela na sua frente então ele piscou voltando a realidade.

– Eu... Tenho que ir fique a vontade. — disse saindo apressado.

Sozinha, Monica resolveu conhecer a casa. Na sala não tinha televisão, havia pufs e cadeiras confortáveis. A cozinha era bem aparelhada tinha de tudo, mas o que mais chamou atenção estava instalado na parede, um telefone que ao contrário do normal não tinha números e sim os símbolos zodiacais de Áries a Peixes. Curiosa resolveu testar, usando a sorte apertou o símbolo de gêmeos e esperou.

– Alô? –atendeu a voz de uma mulher hesitante.

– Melisse?!

– Eu, quem... Mônica? — Niquita ouviu a amiga riu alto relaxando. — Garota você lê mentes? Estava pensando em falar com você.

– Fiquei curiosa e resolvi testar o telefone zodiacal*. – riu. — faz um favor pra mim?

– Fala o que foi?

– Pode ligar pra Ran e a Lary em aquário e pra Sabrina em virgem? Peça pra elas descerem e encontrarem com você em gêmeos venham juntas pra Áries, vou chamar Mick, DD e a Mabel. Precisamos conversar.

– Vou fazer isso agora. – respondeu prontamente desligando em seguida.

Mônica ligou pra câncer e touro estranhamente Mabel demorou em atender, cinco minutos depois ela estava em Áries logo Mick, DD, Mel e Sabrina chegavam, mais uns quinze minutos as outras duas.

– Estou morta, deviam construir um elevador ou uma escada rolante. – Lary reclamou se sentando em um puf.

– O que foi que eu falei? – Mabel riu.

– Então por que nos chamou? — Mick, direta e reta como uma flecha.

Em pé Monica observou cada uma.

– Acho que não é por acaso que viemos para em Saint Seiya, algo ou alguém nos trouxe aqui e não foi a passeio. — disse se sentando ao lado de Lary. Em uma posição que dava pra fitar todas.

– Somos especiais. — soltou Lary se sentindo.

Mabel soltou um rizinho.

– Eu sei que sou não sei você. — disse Mick de brincadeira. Lary lhe mostrou a língua.

– Sim, somos especiais e estamos aqui por um motivo. – Sah concordou pensativa.

– E qual seria esse o motivo? — Mel indagou mesmo desconfiando a resposta.

– Estamos aqui por causa dos cavaleiros. – DD respondeu o que achava ser o óbvio.

– Para ajudá-los a se declarem. — Ran completou.

– Sim.

– Não seria apenas nossa imaginação de fã aflorando cogitando a ideia que eles... – agora Mabel quem duvidava, está ali, era uma coisa, outra totalmente diferente era fazer especulações sobre romances entre os cavaleiros sem saber se era verdade.

– O ciúme do Shion para com o Dohko, quando o mestre ancião sorriu para o Treme foi nossa imaginação? — indagou sorridente a carioca podia não ter acreditado no início, mas viu o ciúme do mestre.

– Ou as brincadeiras de Dite com o Máscara, até os gêmeos... Agora a pouco tive a confirmação, Eu fiquei no quarto que era do Kanon, agora eles vão dormir juntos, pois o Kanon se recusou a dormir no sofá, Saga me pareceu incomodado. – informou.

– Garota você é rápida. — Mick estalou os dedos.

– Não vim a esse mundo a passeio não colega. — Mel gargalhou.

Então se não era imaginação...

– E como vamos fazer para formar esses casais lindos e apaixonantes? — Mabel indagou já se animando.

– Primeiro analisaremos um pouco mais. — disse Mônica cautelosa. — Ver onde podemos ou não interferi para só depois partimos pra ação.

– Acho que estamos brincando com fogo, mas por eles vou adorar me queimar. – disse Ran.

Acharam graça do comentário.

– Sei até como fazer pra observar as reações de todos de uma única vez. — Olharam pra Sah confusas. — a reunião amanhã pessoas esqueceram?

Ficaram mais um pouco em Áries jogando conversa fora, depois cada uma foi embora esperar os cavaleiros e descansar. Haviam tido um dia agitado e pelo que sentiam mais surpresas viriam pela frente.

Continua...

Notas finais
*A ideia do telefone zodiacal não é minha é da Krika Haruno aparece na fic Caminhos Tortuosos. Se eu estiver errada me corrijam. Não pedi, mas estou dando os devidos créditos a quem merece.
Obrigada pelos coments aqui e no ffnet.E aultima a aparecer e a se aprensetar Sabrina Palma (Sah).
Peso perdão a minha filha Ran que deve está p da vida comigo, filhota, mamis está estudando feito uma louca por isso o sumiço não me mate.