Festival da Maçã
4 Capítulo 4
... Outros aparecem!
Sábado. O festival seria no dia seguinte, Roy e Riza continuavam brigados, pois ele continuava a bater na tecla que ela não sabia se divertir, e os outros homens ainda tentavam juntá-los... Tipo quando Armstrong fez os dois lavarem a louça e limpar as paredes depois de causarem uma guerra de comida, sempre os deixam sentarem juntos, o que nem sempre é uma boa idéia.
- Como é difícil fazer esses dois esquecerem as diferenças. – Breda suspirou pesadamente
- Estão agindo com duas crianças mimadas. – Fuery falou
- Eu estou surpreso é pela a tenente... Ela costuma ser tão equilibrada! – Alex falou
- Estou a ponto de desistir de tudo isso. – Havoc disse
- Não desanime pessoal! Vamos fazer o que é certo. – Armstrong se levantou e tentou animar os rapazes.
- Mas como?
- Hum...
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- Eu estou com fome. – Disse Mustang se sentando à mesa.
- Eu também. – Hawkeye sentou-se também.
- O que tem para o café, Armstrong? – Roy perguntou apoiando a cabeça na mão.
Um silêncio tomou conta da sala
- Armstrong?
- Não tem nada pra comer.
- Para de brincadeira logo de manhã. – Roy bocejou
- Não estou brincando. Não há comida na dispensa, nem na geladeira, e nem nos armários.
- Como assim? Como não há comida? – O coronel perguntou alarmado
- Não há. Parece que de noite o Havoc ficou com fome, se é que me entende.
- E você diz isso assim? – Riza falou
- É.
- Mas o que vamos comer? E cadê o Havoc pra mim matá-lo?
- Eu e os outros vamos ao centro comprar e vocês ficam aqui.
- Mas aqui é tão longe do Centro.
- E é exatamente por isso que podemos demorar um pouco. Vocês ficarão bem?
- Claro. – O coronel disse confiante
- Acho que sim. – Riza disse não tão confiante. – Posso dar conta do coronel.
- Tomar conta de mim? – Roy estreitou os olhos – Eu não preciso de babá.
- Bem, eu já estou indo.
Armstrong resolveu sair antes que eles começassem a brigar de novo.
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- O telefone está funcionando caso algo aconteça. – Armstrong disse passando agachado pela a porta.
- Não demore, eu estou faminto. – Roy disse.
- Não se preocupe. – Disse Breda
- É. Vamos rápido feito um cometa. – Disse Fuery
- Fechem a porta, pois pode entrar algum animal selvagem.
- Duvido muito. E caso entre, eu o incinero. – Roy disse estufando o peito e apontando para si.
- Nossa, estou tão protegida. – Riza disse sarcástica.
- Não duvide de mim.
- Eu? Duvidando de você? Nunca!
- Engraçadinha.
- Obrigado.
- Bem, nós já vamos.
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Algum tempo (muito tempo) passara, Roy e Riza estavam sentados em sofás diferentes, ambos não falavam nada.
- \"Vamos rápido feito um cometa\". Que raios de cometa lento é esse? – Roy falou mirando o teto
- O cometa que da a Terra dez vezes. Que fome...
De repente Riza sentiu algo em sua perna.
- AHHHHHH!
- O que foi, Riza? – Roy perguntou alarmado.
- Co-Co-Co!
- Eu não estou entendendo.
- COBRA!
- Onde? – ele subiu no sofá e ficou olhando no chão.
- Eu não sei... – ela olhou para o chão procurando o animalzinho – Aí do seu lado!
- AH! – ele pulou para o sofá onde Riza estava.
- O que está fazendo, homem? Você não devia matá-la?
- Eu tenho medo de cobras, fui mordido por uma quando eu era criança – gota em Riza.
- Ela tá vindo pra cá. – Riza apontou pro animal que rastejava sobre o sofá.
- AHHHHH! – Roy agarrou Riza e gritou alto.
- Me solta! – Riza gritou por ele estar a sufocando.
- Eu tenho medo!
- Não precisa ter. Eu te protejo!
Ela disse e pela a primeira vez se encararam, estavam tão próximos... Roy entreabriu os lábios e fechou e logo aproximou seu rosto do de Riza que estava vermelha como um pimentão.
- Ela já foi. Acho que se assustou com seus gritos. – Riza disse se afastando.
- Graças a Deus. \"Por que ela fez isso? Eu queria beijá-la!\" – Roy pensou
- É. Porque com certeza não foi graças a você. – Riza estreitou os olhos
Roy fez uma cara de desgosto e voltou a se deitar no sofá, mas antes verificou se a cobra tinha mesmo ido embora.
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- He he he! Funcionou. – Armstrong disse olhando pelo o vidro da janela.
- É! O plano está indo bem.
- Agora precisamos da parte final.
- O festival da maçã...
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