Festim De Sangue
7 Estupro e Humilhação
Notas iniciais
O rosto de Integra perde a cor enquanto ela ouve, incrédula, as palavras de Philip.
― O que?! – a loira de cabelos platinados parece não acreditar no que acaba de ouvir.
Integra tenta fechar a porta e deter Philip do lado de fora, porém, o homem age mais rápido e se coloca no batente, colocando toda a força de suas mãos na porta, a fim de impedir sua esposa de fechá-la.
― O que pensa que está fazendo, amor? – questiona Philip.
― Estou tentando impedir que você entre! – diz Integra – Não parece obvio?
Os olhos de Philip se prendem ao corpo de Integra, e, ela não deixa de notar o brilho de desejo e luxúria no olhar do homem que é seu marido e não consegue deixar de sentir repulsa.
― Não vai conseguir, querida Integra. – responde Philip, com sua voz tomada por desejo pelo corpo de sua esposa. – Está linda, Integra. E esta noite, pretendo tomar os meus direitos de marido.
― E desde quando você tem algum direito aqui? – a voz de Integra deixa bastante claro todo o asco que sente do homem a sua frente.
― Esta aliança que você usa no dedo anelar esquerdo, que por um acaso ou dois é o par da aliança que eu uso em meu dedo anelar esquerdo. – fala Philip, enquanto levanta a mão esquerda e mostra propositalmente a aliança de casamento a Integra.
Os olhos de Integra brilham de irritação, enquanto ela ainda tenta, em vão, fechar a porta para impedir a entrada de Philip no quarto. Mas o homem continua impedindo que ela faça isso, e, para mostrar a ela que é em vão, ele, com apenas uma mão, a empurra e força sua entrada no quarto, fechando a porta em seguida e a trancando com a chave.
― Finalmente a sós, amor. – sentencia o homem.
Philip se aproxima de Integra, e com suas duas mãos segura o corpo de sua esposa, obrigando-a a encará-lo. Com violência, o homem arranca o robe de sua esposa, e Integra se sente exposta, apenas com a camisola fina para cobrir sua nudez, enquanto Philip a encara, e, em seus olhos, uma mistura de frustração, raiva e um desejo insano.
― Você é linda, Integra. – Philip não consegue esconder seu desejo – Pode gostar de dar uma de durona, mas é linda e eu a desejo como nunca desejei mulher nenhuma em toda minha vida!
A fúria de Integra é visível, ela range os dentes tamanha sua raiva, e seus olhos ardem de ódio pelo homem a sua frente.
― Solte-me, Philip! – ordena a Hellsing.
― Nunca! – diz o homem de forma sombria – Esta noite você será minha e de mais ninguém, Integra!
E, dizendo estas palavras, Philip empurra o corpo de Integra sobre a cama, e se joga por cima dela, impossibilitando-a de se mexer. Com as duas mãos, Philip rasga de forma violenta a camisola de Integra, expondo o corpo de sua esposa e deixando-a apenas com a calcinha para cobrir sua intimidade.
― Saia de cima de mim! – esbraveja Integra.
Ela tenta empurrar Philip, para que ele saia de cima dela, porém ele é mais forte, e seus esforços só servem para enfurecer o homem, fazendo com que ele dê uma forte bofetada no rosto de Integra, fazendo com o lábio comece a sangrar e seu líquido vital comece a escorrer pelo seu queixo.
― Miserável! – fala Integra com asco em sua voz.
― Esta noite você será minha, amor. Quer você queira ou não!
Philip tira o cinto de sua calça e com ele, bate no rosto delicado de Integra, deixando ali uma marca ao mesmo tempo em que a Hellsing grita de dor. Em um movimento rápido e urgente, Philip tira sua camisa, revelando todo o seu peitoral e seus músculos, para então começar a beijar o pescoço de Integra, enquanto ela tenta de todas as formas se livrar do homem que quer possuí-la a força.
As tentativas de Integra de se livrar de Philip só serve para enfurecê-lo e, mais uma vez, ele usa o cinto para golpear a esposa, dessa vez, atingindo o tórax dela, na altura do seio, deixando uma marca vermelha visível no local.
Com uma agilidade incrível e sem deixar uma única brecha para que Integra possa se libertar, Philip, em um único movimento, tira a calça e a cueca e as joga longe, expondo sem membro ereto.
― Veja, Integra, o tamanho do meu desejo por você! – dispara Philip, enquanto exibe para sua esposa toda a sua masculinidade.
― Pare, Philip! – Integra pede em meio ao desespero.
Philip segura os braços de Integra com suas mãos, impedindo-a de se debater, e começa a beijar o pescoço de sua esposa, molhando-a com sua saliva, enquanto Integra, totalmente impotente ante a força do homem, é obrigada a deixar que ele faça o que ele bem quiser com seu corpo.
Enquanto é beijada por aquele homem, os olhos de Integra se enchem de lágrimas, que ela tenta, em vão, não derramar. Mesmo sendo mais fraca do que ele, Integra se debate, tentando se livrar, e em resposta a suas tentativas inúteis de se ver livre dele, ele bate no rosto da esposa mais uma vez, para então pressionar seu membro ereto contra a coxa de Integra, enquanto usa sua boca para chupar um dos seios de Integra com uma urgência muito grande e tamanha violência que a machuca, fazendo-a gritar mais uma vez de dor.
Insatisfeito em apenas sugar os mamilos de sua esposa, Philip começa a mordê-los, arrancando de Integra mais e mais gritos, cada vez mais desesperados. O homem deixa um dos seios, já inchado e machucado, com marcas de mordida, para começar a fazer a mesma coisa com o outro seio, enquanto seus olhos continuam emitindo um brilho primitivo de luxúria e dominação.
― Esta noite você será apenas minha, amor! – fala Philip, deixando um pouco os seios dela para recuperar o ar – Minha e de mais ninguém!
― Pare com isso, Philip! Por favor! – Integra pede aos prantos, cada vez mais desesperada.
― Parar?! – a voz de Philip é de escárnio – Amor, saiba que eu estou apenas começando.
Philip volta a investir contra Integra, desta vez, mordendo o pescoço de sua esposa enquanto ela grita de dor, deixando ali marcas roxas, puro sinal de violência. O rosto de Integra está encharcado por lágrimas desesperadas, enquanto mais uma vez ela tem seu corpo violado pelo homem que despreza.
O homem continua mordendo a pele de sua esposa, descendo do pescoço até a barriga. E para conter os gritos desesperados da mulher, ele usa o cinto para amordaçá-la.
― Não consigo ter prazer com você gritando deste jeito, amor! – diz o homem de forma cruel.
Philip usa suas mãos para, com violência, afastar as pernas de Integra e abrir caminho para a intimidade dela, enquanto ela em vão tenta resistir, isto deixa Philip tão furioso que ele bate nela mais uma vez, deixando no rosto da mulher a marca vermelha de seus fortes dedos.
De forma ágil, ele arranca a calcinha de Integra, a única peça de roupa que ela possui, e a joga longe, para começar a beijar a intimidade de sua esposa. Sente a intimidade dela seca, e ódio explode dentro de si, fazendo com que ele a agrida fisicamente mais uma vez.
― Você deveria me desejar tanto quanto eu desejo você, Integra! – fala Philip, subindo em cima de sua esposa para olhá-la nos olhos, enquanto seu membro ereto começa a roçar a intimidade da mulher – Não precisava ser assim, bastaria que você me desejasse! Me amasse!
O homem morde de forma violenta a orelha de Integra, fazendo começar a sangrar no mesmo instante, enquanto Integra continua a se debater e lágrimas não param de escorrer por seu rosto. Indefesa, é obrigada a suportar Philip buscando prazer em seu corpo, sem conseguir ao menos gritar.
Philip continua se satisfazendo, beijando a barriga de Integra, e batendo nela toda vez que ela se debate, tentando em vão se libertar. Pressiona sem membro totalmente excitado contra a intimidade dela, quase sem se conter. Mas ele quer mais! Muito mais!
O loiro vai descendo até sua boca encontrar a vagina de Integra, e começa a beijá-la, depois mordê-la, com os dedos, penetra a intimidade dela, forçando o local até sangrar, enquanto o grito desesperado de Integra é sufocado pelo cinto que Philip usou para amordaça-la.
O homem volta a pressionar seu membro contra a intimidade de Integra, e gotas de esperma começam a respingar, ele vai subindo, pressionado o membro excitado contra a barriga de Integra, sujando-a com seu líquido pré seminal e se satisfazendo, se segurando para gozar apenas quando estiver dentro dela. Continua a subir, pressionando seu membro pelo tórax delicado de mulher, pelos seios, pescoço... Até chegar ao rosto dela, e lambuzar a face perfeita e molhada por lágrimas com seu esperma.
Com violência, ele arranca o cinto da boca de Integra, abrindo mais uma ferida nos lábios da dama, fazendo o sangue começar a escorrer imediatamente, enquanto seu corpo treme violentamente e de forma compulsiva.
Mais uma vez, Philip volta a beijar seus lábios feridos, enquanto ela tenta em vão se debater. Ele a beija de forma violenta até perder completamente o fôlego e se sentir completamente excitado, sabe que não aguentará por muito tempo, e precisa penetrá-la com urgência, para ter o prazer de gozar dentro dela.
― Quero que você grite quando eu estiver dentro de você! – fala Philip, olhando dentro dos olhos encharcados de Integra – Você gritará quer queira ou não!
― Pare Philip...! Eu imploro...! Pare...!
A resposta de Philip é mais uma bofetada na face de Integra e mais uma vez o homem se volta para seu próprio prazer, e, de forma brusca, afasta novamente as pernas de Integra para abrir caminho até a intimidade dela, ansiando por finalmente penetrá-la.
― ALUCARD...!!!!— grita Integra em seu momento de desespero.
Integra não sabe como, mas no mesmo instante, Alucard se materializa entre os dois e arranca Philip de cima de sua mestra, atingindo o homem na face com uma força brutal, deixando o local em carne viva e fazendo com que ele caia contra a parede.
De forma protetora, Alucard se coloca na frente de sua mestra, enquanto seus olhos, ardendo em fúria encaram o humano mais desprezível que já conheceu. O mostro que habita nele revive envolvido por toda a fúria que está sentindo, seus caninos à mostra são a prova cabal de que o humano pagará caro pelo que fez.
Philip se levanta, e, em seu rosto, Alucard deixara sulcos em carne viva, e o homem leva uma de suas mãos ao local ferido pelo vampiro a fim de tentar conter o sangue que começa a escorrer do ferimento.
― Maldito vampiro! – esbraveja o homem.
― Prepare-se, humano! – diz Alucard, se preparando para libertar o monstro dentro de si e fazer este homem pagar por tudo o que ele teve a ousadia de fazer a sua mestra. Mostrará a ele o verdadeiro sofrimento – Pois agora chegou o seu fim!
O vampiro não para de rosnar para o homem a sua frente, que o encara com um ódio evidente, sem se dar conta do perigo que corre, por ter tido a ousadia de fazer o que fez a sua mestra.
Ainda com a mão em seu rosto, em uma vã tentativa de tentar conter o sangue que jorra do ferimento provocado pelo vampiro, Philip caminha em passos lentos na direção da Integra, com a clara intenção de terminar o que havia começado.
― Saia da frente, maldito vampiro! – ordena Philip com o olhar em fúria.
― Você ainda não entendeu, humano! – rosna Alucard, de forma ameaçadora – Chegou o seu fim! Eu vou te torturar de forma lenta e dolorosa, vou arrancar isto que você tem entre as pernas para que nunca mais possa estuprar uma mulher!
― Saia...! – Philip diz em fúria – Integra é minha esposa, seu morto vivo maldito! Minha! Minha e somente minha!
Ainda com o corpo trêmulo e com o rosto encharcado por lágrimas, Integra está em choque, sem conseguir ao menos se mover. Mesmo não sendo a primeira vez que passa por isso, não deixa de ser vergonhoso...! Humilhante...!
Não sabe explicar o que a faz chamar por ele...! Só sabe que, quando se deu conta, já o havia chamado, e o vampiro estava ali, claramente se colocando entre ela e o homem asqueroso que se intitula Seu Marido, impedindo que ele venha novamente para cima dela terminar a violência que havia começado.
Alucard percebe o tremor vindo do corpo de sua mestra, e puxa um lençol para cobrir a nudez da mulher, e, ao mesmo tempo, impedir que Philip continue a olhar para o corpo desnudo de Integra. Nunca vira Integra desta forma, tão assustada, tão indefesa, tão... Mulher...! Nunca a vira chorar desta forma...! E isto só faz com que seu ódio aumente! Está pronto para começar a fazê-lo pagar, mas a voz de Integra o impede.
— Alucard... Tire-o daqui...! – a voz de Integra ainda soa desesperada.
Integra não precisa falar duas vezes, pois Alucard deixa a cama de sua mestra, para agarrar o homem pelo pescoço, começando a sufocá-lo, e o arrasta para fora do quarto. Do lado de fora, encosta o homem contra a parede, e com sua mão livre, lhe acerta um soco poderoso em seu abdômen, na região onde se localiza o diafragma, fazendo com que Philip perca o ar, além de toda a dor do golpe em si.
Insatisfeito, Alucard dá outro poderoso soco nas costelas de Philip, fazendo com que o homem grite ante a dor que sente.
― Grite mais, humano tolo! – ordena Alucard, com um sorriso sádico em seu rosto e os olhos vermelhos tomados de ódio – Pois isto ainda é pouco comparado ao que você fez minha mestra sofrer!
― Se... Se me fizer qualquer coisa, Integra morre! – ameaça Philip, soltando o az de sua manga.
Ao ouvir as palavras do humano a sua frente, o ódio e a fúria aumentam em Alucard, e com isso também aumenta seu desejo insano de fazer este homem pagar pelo mau que ele fez a Integra, e a primeira coisa que fará é arrancar o que ele tem entre as pernas!
― Alucard...! – Integra o chama, ainda com desespero em sua voz.
― Suma...! – ordena o vampiro ao homem.
O vampiro solta o homem, que cai no chão e encontra dificuldade em respirar, por conta dos golpes que recebera de Alucard, e, em seu íntimo, faz uma promessa de que o vampiro pagará pelo que lhe fez, nem que para atingi-lo tenha que usar Integra, a mulher que ele sempre amou, mas que o despreza completamente. Quer entrar no quarto para pegar suas roupas, mas o vampiro tranca a porta, impedindo sua entrada. Sem alternativa, o humano ruma para seu próprio quarto.
Dentro do quarto de Integra, Alucard se coloca ao lado da cama de sua mestra, que permanece estática, ainda em estado de choque. Com um cuidado excessivo que desconhece em si próprio, o vampiro leva suas mãos frias ao rosto de Integra, e limpa o sangue que ainda escorre pela boca de sua mestra, e, após fazer isso, leva sua mão, suja com o sangue de sua mestra a sua boca, e lentamente saboreia o sangue da Lady Hellsing, um sangue que mesmo contaminado pelo doce sabor do pecado, ainda permanece doce.
― Peço perdão pela demora. – fala Alucard, de forma calma.
Integra não encontra palavras para responder ao vampiro, pois, embora o pior já tenha passado, ainda se sente completamente exposta e vulnerável, e nem de longe consegue sentir toda a sua força de outrora. Neste momento, se sente pior do que a garotinha amedrontada que era tantos anos atrás, na noite em que despertara seu sevo e agora, seu protetor.
Por baixo do lençol com o qual Alucard a cobrira, seu sangue continua a escorrer. Em seu corpo e em seu rosto, as marcas visíveis da violência tanto física quanto psicológica que sofrera. E em seus olhos, as lágrimas que simplesmente é incapaz de conter.
― Ele nunca mais a tocará novamente, Integra. – sentencia Alucard, tirando sua mestra de seus pensamentos.
A loira de cabelos platinados apenas observa o vampiro, percebendo o esforço visível que ele está fazendo para não ir atrás de Philip e tirar a vida do homem. Ainda incapaz de falar, a mulher olha para o chão e vê as roupas de Philip, e apenas isto é o suficiente para todas as lembranças do que acaba de vivenciar retornem vívidas a sua mente, e a mulher leva as duas mãos ao rosto, sem se importar com a dor que sente ao suas mãos tocarem os ferimentos ali deixados por Philip.
Alucard lê a mente de sua mestra, e consegue ver claramente tudo o que ela acaba de passar. Em questão de segundos, junta as roupas do homem e as joga para fora do quarto, para novamente voltar sua atenção a sua mestra. Se Integra não fosse infinitamente mais importante que o verme que atende pelo nome de Philip, com toda a certeza estaria atrás dele para ele começar a pagar pelo que fez esta noite. Mas, no momento, é Integra quem precisa de cuidados, e não a deixará sozinha um minuto sequer.
― Policial! – chama Alucard.
No mesmo instante, Seras Victoria se materializa no quarto, e não se surpreende ao ver tal cena, dando a Alucard a certeza de que, esta não é primeira vez que sua mestra é abusada sexualmente.
Aos poucos, Integra vai se focando, seus olhos novamente voltam à realidade, de encontro aos olhares de Alucard e Seras. Ver a vampira ali a faz se lembrar da pessoa mais importante de sua vida, e do que Philip pode fazer a sua pequena filha, em vingança por não ter conseguido penetrá-la e se satisfazer plenamente.
― Isabelle... – Integra consegue dizer – Onde está Isabelle...?
― No quarto dela, dormindo. – informa Seras Victoria – Não se preocupe, Senhora, ele não vai machucar a menina.
― Fique com ela. – ordena a Hellsing, ainda em estado de choque – E não deixe que ele chegue perto de minha filha.
Seras quer protestar, dizer que no momento Integra é mais importante que a menina Isabelle, porém ela sabe que é inútil, e, usando os seus poderes, desaparece, deixando novamente mestre e serva a sós.
Integra sente nojo de si mesma, e tudo o que quer é tomar um banho, para se livrar do sêmen do homem, que está grudado em seu corpo. Se enrolando no lençol para cobrir a nudez de seu corpo, a Hellsing tenta se levantar, mas para sua surpresa e sem ao menos se dar conta, percebe-se nos braços frios de seu vampiro. Em outros tempos, ou em qualquer outra situação, isto seria motivo para pegar sua arma e dar um tipo no vampiro, porém, agora, ainda em estado de choque, não tem forças para nada. E não consegue ao menos dizer que pode andar sozinha, quando não está certa e conseguiria, principalmente por seu corpo ainda estar trêmulo, mesmo estando nos braços firmes, poderosos e protetores de seu servo.
Sem dizer uma única palavra, Alucard caminha com sua mestra em seus braços para o toalete, onde ele liga a torneira quente da banheira e espera que ela encha, para então colocar de pé, ainda enrolada ao lençol para cobrir a nudez.
― Não sairei da frente daquela porta. – sentencia o vampiro antes de usar seus poderes para desaparecer.
Sozinha, Integra se livra do lençol que a cobre, revelando um corpo repleto de feridas, marcas de mordida, sêmen e sangue, fazendo com que o nojo que a Hellsing sente de si mesma aumente. Coloca uma de suas mãos na água da banheira, a fim de verificar a temperatura e, vendo que a água está bem morna mergulha na banheira.
Sente sua pele arder nos locais do ferimento ao entrar em contato com a água, e por um longo momento, apenas fica imersa, sem se mexer, revivendo cada segundo do pesadelo real que Philip lhe causara.
Não sabe o que a fez chamar por Alucard, só sabe que, quando se deu conta, o vampiro estava entre ela e seu marido, salvando-a de ser penetrada a força pelo homem que se acha que por ser seu marido, tem algum direito sobre ela.
Contra a sua vontade, mais lágrimas caem por seu rosto, e Integra se sente impotente por não conseguir segurá-las pois, apesar de ser durona, apesar de ser a dama de ferro, a líder da Hellsing, acima de tudo isso, ainda é uma mulher, e mulher nenhuma no mundo consegue ficar inteira após ser vítima do que ela foi...!
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