Notas iniciais
Primeira vez pessoal, espero que gostem, desculpem qualquer erro ai!

CAPITULO I — SONHO

Eu estava em um lugar totalmente escuro, parecia algum tipo de mata dessas onde vivem vários bichos selvagens fico totalmente confuso escuto o barulho dos grilos e sapos, olho ao redor e começo a caminhar por um pequena trilha na mata fechada quando começo a escutar algumas vozes dê pessoas conversando em um clareira perto, me baixo e me escondo atrás de uma samambaia observo um garoto, aparentava ter 16 anos, alto branco, de cabelos negros, ele parecia estar usando botas estilo militar blusa preta e calça preta também ele tinha na cintura algo que parecia como um tipo de arma, um tipo de... espada! Lembro das aulas de história mas, isso era uma arma medieval... o que um garoto estaria fazendo com ela?

Ele está em frente a um buraco parecendo algum tipo de ritual sinto uma energia estranha que me dá calafrios parece conversar com alguém.

– Senhor, talvez não seja a hora de... — CALE-SE! – ruge um voz alta e grave que vinha do buraco ela me dá um arrepio na espinha – SOU EU QUEM DIZ O QUE FAZER! E DIGO QUE ESTÁ NA HORA! JUNTE A ALIANÇA E COMECE! – Sim senhor... – ele fala parecia que estava com medo dou um passo pra trás e escuto um barulho de algo se partindo um graveto – droga – murmuro e o garoto olha em minha direção rapidamente

– Quem está ai? – ele fala em um tom de raiva e surpresa e no mesmo momento desembainha sua espada, ela era negra, parecia ser feita de algum tipo de ferro, coloco minhas mãos na boca tentando controlar a respiração

– MATE-O! – ruge alto a voz do buraco no mesmo instante ele corre em minha direção me viro e começo a correr não consigo olhar pra trás sinto o vento no meu rosto quando sou acertado por alguma coisa nas costas e caio no chão com o rosto na terra, logo ele pega minha cabeça olho nos olhos dele que eram negros como mármore ele coloca a espada na minha garganta – adeus... – ele finca a espada no meu pescoço e arranca minha cabeça fora.

Acordo assustado e ofegante passo ás mãos no rosto – Só foi mais um sonho – murmuro pra mim mesmo olho o relógio 7:35

– Droga! – murmuro me levantando rápido e correndo para o banheiro pego minha roupas e tomo um banho rápido visto uma calça preta, e um blusa branca eu não estava nem ai pra uniforme era o último dia de aula mesmo finalmente ás férias de verão aviam chegado, não via a hora de viajar para o Rio escovo os dentes rápido e me olho no espelho olho nos meus olho que são violetas, não sei por que, isso era um caso raro um em um bilhão não gostava disso, por isso usava lentes de contato verdes dou uma arrumada rápida no cabelo, pego minha mochila e saio do meu quarto rápido passo pelo quarto da minha mãe ela estava jogada na cama dormindo o sono dos justos, sorrio minha mão sem dúvida ontem anoite ela encheu a cara em um festa, bem minha mãe, ela era demais muito alegre e festeira tinha 45 anos cabelos cacheados morena dos olhos castanhos, aparentemente baixa 1,65, Laura Black era simplesmente demais... para seus amigos e familiares é claro, por que pra mim, ela não era “lá essas coisas”.

Pego meu casaco e paro na porta tendo um pensamento maligno – hm... hoje eles a vão acordar bem felizes... – rio baixo e vou até um som aumento o volume no máximo e coloco um CD de rock e aperto play rio e saio correndo pois já estava atrasado corro rápido rindo pesando na minha mãe e meus irmãos acordando com aquele barulho enorme com certeza hoje eu estava de bom humor.

...

Não existe coisa pior do que aula de matemática principalmente se for com a minha professora, Sra. Lopes a mulher mais egocêntrica e histérica que já conheci em toda minha vida, só conseguia no máximo um B ou um B- na matéria dela, ela sempre usava uma saia no joelho, camisa de botões, e um sapato preto com um pequeno salto, tinha uma verruga bem na ponta do nariz, todos os alunos tentavam evitar olhar para ela por que a Sra. Lopes não gostava nem um pouco.

– Senhor Fellype Black – dê repente acordo dos meus pensamentos e vejo todos da sala olhando pra mim olho para Sra. Lopes e sem querer dou de cara com sua verruga poxa! Era impossível não vê ela, ela me fuzila com o olhar. – Poderia me dar a resposta dessa simples equação do segundo grau? — olho pra o quadro e vejo a equação fico irritado ela avia feito aquilo para me humilhar, olho para ela e sem pensa digo.

– Não sei, deveria perguntar a sua verruga, e tão grande que parece ter vida própria. – falo ríspido ela arregala os olhos de surpresa logo a turma toda desaba e um gargalhada alto de crianças de sétima série rio junto com a turma rio tanto que escorre até algumas lágrimas ninguém nunca teve coragem dê falar nada com ela era a primeira vez ela fica totalmente pasma como se estivesse sido atingida por um caminhão desgovernado, logo sua expressão muda totalmente ela fica seria e severa e grita alto.

– SILÊNCIO! – A turma instantaneamente se cala, ela olha para mim com ódio vejo minha vida inteira passar perante meus olhos – Senhor Black. Me acompanhe. – fala saindo da sala e deixando a porta aberta, me levanto e todos da sala me olham, saio da sala a passos curtos.

– Droga estou ferrado — murmuro para mim mesmo e caminho de cabeça baixa até que sem quere esbarro em alguém e caio de bunda no chão.

– Olha por onde anda pivete! – fala um voz meia irritada, levanto os olhos e dou de cara com um garoto alto dos olhos azuis, pele branca, cabelos loiros, ele era muito musculoso usava uma blusa laranja, calça jeans preta, e tênis All Star, levei um tempo pra decifrar os nomes que estavam escritos na blusa Acampamento Half-Blood foi o que eu vi – Foi mal ai cara. – falo ficando meio irritado e me levantando rápido ele revira os olhos e volta a caminhar olho para trás vendo ele ir.

– nunca vi ele... quem ele pensa que é? – penso ficando confuso e caminho em direção a diretoria quando escuto algo como um barulho de uma explosão vindo do banheiro masculino saio correndo até lá chego no banheiro não consigo ver nada sai muita fumaça por um buraco na parede logo o alarme da escola toca, tinha certeza de que todo mundo estava saindo agora então a única coisa a fazer e sair também, mais algo me prende lá queria saber o que estava acontecendo começo a escutar algumas vozes altas de grunhido e gritos como se alguém estivesse lutando com algum animal.

– Oh... que ótimo – suspiro e dou meia volta para sair não tinha nada fazer ali no mesmo instante sou acertado por algo e caio no chão de cara me segurando com ás mãos – Pronto... agora eu me ferrei mesmo...

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.