Feliz Ano Novo?

1 Acasos de Ano Novo


Notas iniciais
Hello! It's Me!

Bem, eu não vou dizer que esse capítulo é do tipo que eu sou acostumada a escrever porque DEFINITIVAMENTE NÃO!

Essa é a primeira vez que eu escrevo um hot jasiper, porém não a primeira que eu escrevo hot, então... Não peguem tão pesado, okay?

Aproveitem!

LEIAM AS NOTAS FINAIS!

P.s. Dica de música para acompanhar: The Night We Met - HomeTown / Youth - Troye Silvan

Era noite de ano novo.

Jason era um dos últimos que restara em casa enquanto toda a sua família e amigos o esperava ansiosamente na Madison Square Garden para ver a bola descer. A ideia seria realmente muito boa... Se ele não estivesse claramente atrasado.

O rapaz de 21 anos estava praticamente pronto, mas não conseguia encontrar o outro par de sua meia de jeito nenhum. Seus tênis estavam bem em frente à sua cama enquanto este revirava cada armário que possuía na casa em busca de suas tradicionais meias verdes!

Esse é um fato sobre Jason que apenas os mais íntimos sabem: ele é completa e estupidamente supersticioso!

Todo final de ano, o caçula da família Grace gostava de usar meias verdes para simbolizar esperança e atrair coisas boas para o ano seguinte, sem as meias é como se uma maldição fosse percorrer todas as gerações de sua família e eliminar um por um.

Sim, ele também era mais dramático do que um cara normal, porém o drama estava em suas veias, já que a mãe praticamente nasceu em um palco da Broadway e o pai era empresário de várias artistas conhecidos. Também planejava cursar fotografia e o drama de cada modelo que tinha que fotografar era realmente contagioso.

No fundo, ele sabia que tudo isso era apenas um bando de desculpas. Uma atrás da outra, mas era necessário, afinal, ele tinha que ter essas meias verdes nos pés no momento em que a bola descesse pelo Empire State e anunciasse mais um ano para todo o mundo.

― Alô? – falou atendendo o telefone checando se um dos pés da meia não caíra embaixo do sofá da sala.

Irmão? – Leo gritou do outro lado da linha para ser ouvido ― Cadê você? Estamos na rua 54 te esperando!

Seu melhor amigo ligara, isso só poderia significar uma bela e grande enrascada porque era isso que acontecia quando Leo avisava. Provavelmente todos já estavam voltando pra casa achando que tinha morrido!

― Eu estou procurando minhas meias verdes... – falou tentando se justificar ― Você as viu por aí? Eu não acho em lugar algum, até já procurei na cozinha.

Leo bufou do outro lado da linha sem muita paciência. Mal sinal, Leo sempre tinha uma paciência gigante e quando a perdia tentava disfarçar com piadinhas em espanhol. Se ele não estava fazendo nenhum dos dois, então o estágio já estava avançado demais e algo o estava tirando do sério.

― Você tá legal, cara? – Jason perguntou.

Calypso está ao meu lado e Reyna ainda não chegou, o que quer que eu faça?

Ouch!

Um belo triângulo amoroso entre Leo, Reyna – a garota morena que começara a dar chance para o Valdez depois de anos – e Calypso, sua prima, em que a última era mais uma peça fora do baralho. A tensão sempre fora suportável até Leo receber uma cartinha de ano novo de “R” que deduziram ser Reyna lhe desejando um feliz ano novo e aconselhando que se queria uma chance era só beija-la na virada do ano.

― Beije Reyna! – exclamou quase alegre pensando ter visto algo atrás da geladeira e ficando levemente decepcionado ao ver apenas um dos pés completamente encharcado.

Mas e se foi a Caly?

O loiro torcia a meia na pia equilibrando o telefone entre o queixo e o ombro esquerdo.

― Claro, até porque Calypso começa com “R” e não com “C”! – resmungou vendo o líquido manchado da meia descer esgoto abaixo ― Depois dessa não irei mais brincar de soletrar com você aos sábados!

Leo bufou.

Eu estou desesperado!

― Passe manteiga de cacau na boca, chupe uma bala de menta e quando a droga da bola descer e todo mundo gritar “feliz ano novo iupi!” dê um beijo bem dado na Reyna e acabem tudo em algum quarto por aí. – Jason não lidava muito bem com fazer duas coisas ao mesmo tempo sob pressão e, apesar do amigo do outro lado se sentir levemente ofendido, aquilo fora o bastante para fazê-lo acordar para a vida.

Leo deu um sorriso gigantesco e desejou que o loiro pudesse vê-lo através da tela do celular, mas dar uma risadinha maliciosa deveria bastar não é mesmo?

Você realmente salvou a noite, Superman oxigenado! – exclamou agradecido ― Achou sua meia?

Jason bufou passando o único pé do pedaço de pano úmido no ferro de passar roupa na tentativa de fazê-lo ficar mais seco. Pelo menos a cor verde estava lhe dando alguma esperança no final das contas.

― Achei, mas não nas condições que queria. – resmungou ― Só achei um pé do par atrás da geladeira e ele ainda está completamente ensopado. Estou passando o ferro em cima pra ver se dá de usar de qualquer forma.

Leo riu do outro lado.

Por que não perguntou para Piper? Ela deve estar se arrumando para passar a virada com a família, mas acredito que vá lhe ajudar, amigo.

Jason engoliu em seco.

Piper? Pipes ajuda-lo?

Jason? – Leo o chamou novamente.

― Oh, claro! Não sei como não pensei nisso! – resmungou qualquer coisa ― Obrigado por tudo, vou tentar chegar a tempo.

E mais uma vez Leo riu do outro lado pensando em como seu amigo teria uma noitada se conseguisse falar com a Cherokee.

Você ainda tem duas horas, campeão! Peça ajuda à Pipes e não se esqueça... Usem proteção! – exclamou antes de desligar.

O loiro queria ter tido a audácia de revirar os olhos ao olhar na tela escurecida do celular que seu melhor amigo estava insinuando que ele realizasse seu desejo pela empregada de meio-período quando deveria correr para a Times Square a tempo de ver a bola descer.

Eu só posso estar louco, ele pensou ao caminhar em direção do quartinho da empregada onde seu pedido luxurioso deveria estar tomando uma ducha mais ou menos para chegar em casa e passar o ano novo junto com o pai e os irmãos.

Piper McLean tinha acabado de completar 21 anos mês passado e também cursava a faculdade de Arquitetura junto com Jason, mas apesar dos esforços da família, nenhum dinheiro de um empresário de sucesso chamado Tristan McLean, o pai de Pipes, conseguiu completar a mensalidade da faculdade, então a filha do meio saiu em busca de trabalho. A garota saiu espalhando panfletos de todos os tipos de tarefas indo de babá à doméstica só para ajudar a pagar a sua faculdade.

No fim das contas, Leo a ajudou falando com Jason que falou com a mãe que exclamou um “Que loucura!” completamente animado e contratou Piper como doméstica ajudante de sua atual e a menina só precisava estar lá cinco dias da semana e usar um uniforme informal que consistia em regata e shorts jeans a base de elástico.

Ela achava que daquele jeito ninguém pensaria nada malicioso em relação à ela, mas mal sabia ela que quando Jason a olhava só pensava em como queria acariciar aquela pele macia e dar um tapa bem estalado naquela bunda gostosa.

Voltando ao presente, Jason tomara um copo de água antes de bater na porta do quarto de empregada esperando que o líquido gelado o fizesse esfriar a cabeça quando Piper saísse de lá usando alguma roupa que marcasse todas as suas curvas e contrastasse em sua pele morena como açúcar caramelado.

Uma batida.

― Piper? – ele chamou tentando se manter controlado.

Ninguém respondeu.

Mais duas batidas.

― Pipes? Você está aí? – questionou outra vez sem obter respostas.

Como um tremendo supersticioso, Jason sabia que já havia dado três batidas, mais uma poderia quebrar toda a sua magia no ano novo e essa era a última coisa que queria como claramente mostra até esse período.

A porta não abriu depois que Jason bateu, também não escutou gritos em resposta e, mesmo que tentasse se enganar achando que ela já havia ido embora, ele conseguia ouvir o barulho do chuveiro através da porta de madeira, além do doce cantarolar de Pipes.

Ela estava lá e ele precisava urgentemente daquela meia.

Não podia demorar de jeito nenhum!

Sem opções, Jason murmurou um “com licença” apenas para limpar sua consciência e entrou no quarto minúsculo. Notou a roupa de ano novo dela em cima da cama, nada mais do que um vestido cinza prateado com uma legging preta e botas pretas com um salto pequeno. Ela ficaria linda, porém as peças íntimas não estavam lá, ao menos não a calcinha e, analisando o estilo do vestido, provavelmente não precisaria de sutiã, já que o bojo da peça era visível no vestido.

O coração de Jason começou a bater mais rápido e o sangue começou a fluir nas partes onde não deveria quando pensou que Piper estaria dentro do banheiro apenas com uma toalha felpuda e uma calcinha rosa.

Oh deuses! Ele exclamou mentalmente apertando seu pênis por dentro da calça tentando de modo falho se controlar.

O jovem Grace abriu uma fresta da porta e quase soltou um gemido.

Se não fosse por uma toalha branca que tampava uma grande parte do tronco de Piper, Jason conseguiria ver sua perdição de costas e numa imagem um tanto animadora enquanto terminava de tomar banho. Mas ele se contentava em ver a água escorrer do finalzinho das costas dela até o fim das pernas tornadas.

A água deslizava tão excitantemente pelas curvas da morena que a corrente sanguínea de Jason circulada fortemente ao redor de seu membro, fazendo o mesmo começar a doer de tão duro. Era uma excitação média, mas se continuasse a ver aquela cena....

Piper começou a passar um pouco mais de sabonete da cintura pra baixo, espalhando delicadamente o líquido em seu bumbum e passando para as pernas. Oh! Jason sabia que ia dar merda quando viu Piper começar a ensaboar as pernas!

A morena levantou a perna que ensaboava para passar sabonete até o finzinho, preferindo flexionar a perna contra seu tronco para ter uma visão melhor de onde estava espalhando o líquido floral. Era um ato inocente do ponto de vista dela, que julgava não estar sendo vigiada, mas para o loiro espião aquilo quase o fez arrancar as roupas de si e correr para o box do chuveiro.

Quando Piper levantou a perna contra a cintura, o caçula dos Grace não viu apenas o botãozinho rosado que pensava ser o cuzinho dela, mas também um leve relevo mais à frente que ele julgou ser sua vagina. Para completar, em meio aos devaneios revivendo aquela cena inconscientemente, quando voltou para a vida real, a Cherokee passava sabonete bem em sua entrada se demorando mais ali para evitar cheiros desagradáveis.

Inconsciente de estar sendo observada e achando o ato banal.

Mas não era do ponto de vista de Jason que, se não tivesse acompanhado a cena desde o início, poderia achar que a jovem estava se tocando no meio do banho. E mesmo repetindo para si mesmo manter o controle, sua sanidade gritava negando e fazendo com que deslizasse o zíper da calça o mais discreto que conseguia.

Seu pênis bateu contra a cintura quando o tirou do pano da cueca e começou a estimulá-lo apertando com um pouco de força e massageando os testículos. Ela quase gemeu olhando para a nova cena.

Piper havia saído do banho.

Ele viu com precisão os seios médios com mamilos rosados e levemente arrebitados da menina, seu corpo desenhado por curvas acentuadas, a perna sendo enxuta pela toalha branca e a pele cor de caramelo o chamando através do cheiro doce e viciante que emanava. De bônus, os cabelos lisos da menina estavam presos num coque para que não molhassem deixando-a como uma verdadeira beldade grega.

Ele não resistiu, ou melhor, já resistira demais.

Jason chutou a porta com força fazendo a toalha de Piper cair no chão e a menina desnuda tentar cobrir as partes íntimas do corpo com as mãos ao encarar, num misto de assustada e surpresa, Jason Grace em sua frente.

Ela notou os cabelos quase alinhados contrastando com as bochechas coradas dele pelo esforço contido. Notou sua calça aberta e a cueca de leve enquanto a blusa parecia esconder algo com o relevo cilíndrico e roliço até um pouco acima do umbigo. Ela podia ter uma ideia do que era aquilo, mas o pensamento de que fosse verdade a assustou mais ainda... Há quanto tempo exatamente ele estava ali atrás da porta?

Se o jovem loiro tivesse com sua sanidade normal, o mesmo se desculparia e provavelmente se declararia para ela tendo apenas 50% de chance de se aliviar. Mas ele não estava. E foi isso que o fez puxar uma Piper completamente pelada para o beijo mais quente que conseguia realizar.

O corpo dos dois parecia entrar em combustão, principalmente o dele que ainda estava coberto por roupas. Ele não ousara ainda fazer mais do que beijar Piper e segurar sua cintura com força, mas a mulher estava tão extasiada que se sentia submissa de seus desejos inoportunos ao passar as mãos por baixo da blusa que o patrão usava e arranhar seus músculos rígidos.

Jason viu nisso uma oportunidade para realizar todo o tesão que acumulara por ela e todas as vezes que quase se tocou ao vê-la limpando os armários mais altos e empinando a bunda inocentemente. Suas mãos grandes se encheram com a polpa morena da bunda da garota puxando as bandas para lados opostos ouvindo o suspiro agoniante de prazer dela quase escapando do beijo selvagem, ele pretendia segurá-la por um bom tempo ao beijo quando McLean arranhou com força seu abdômen de maneira tão prazerosa que ele parou tudo que estava fazendo apenas para gemer roucamente.

Aproveitando o espaço de tempo, Piper praticamente arrancou a blusa de Jason a jogando para algum canto seco do banheiro analisando o peitoral malhado que acentuava a V line do rapaz. Era de tirar o fôlego, e ganhou mais intensidade ao notar o que era que ele escondia: o pênis completamente rijo batendo contra seu corpo branco.

O olhar dela se perdeu ali mesmo que ela tivesse vergonha. Era tão... Sexy? Ela não sabia explicar, afinal, na sua cabeça só passava a imagem do pau de Jason e de como era: ia até um pouco acima do umbigo, grosso na medida certa e — deuses! — possuía um tom rosado que lhe lembrava levemente um pirulito. Será que ele a deixaria chupa-lo um pouco?

― Gostou? – ele perguntou e logo em seguida se arrependeu. Haveria algo mais broxante do que aquilo? Mas Pipes corou tão intensamente que o fez acender novamente.

Jason a segurou levemente pela cintura e posicionou a cabeça em sua nuca. Seus lábios beijavam o pescoço moreno cor de chocolate e a pele dela incrivelmente tinha o gosto do doce fazendo o loiro chupar um pouco mais forte o local. Enquanto isso, a garota fechava os olhos fortemente se sentindo nas nuvens e — merda! – ele tinha que fazer isso logo no seu ponto fraco?

As mãos finas de Piper se enfiaram em meio aos fios loiros de Jason à medida que ele descia mais, indo pelo colo e, logo em seguida, lambendo a pele do seio esquerdo dela para chupar com força o mamilo rosado. Os lábios do homem estavam vermelhos e inchados pela selvageria a qual fazia isso, mas não chegava a coloração gritante que deixara os mamilos da moça, os puxando com os dedos provocando ainda mais.

― Pelos deuses! – ela sussurrava com esforço ― I-isso é tão... Oh, deuses, i-i-sso!

Jason massageava os dois seios lambendo os mamilos de vez em quando. O clitóris de Piper parecia pulsar como se pedisse atenção, mas ela não queria que Jason saísse daquela região, ainda mais porque se forçasse sua cabeça para a própria vagina não alcançaria mais o membro dele, cuja qual estava massageando e masturbando tão dedicadamente.

Mas tudo tinha o fim.

Piper o distanciou com uma agonia nos olhos e o líquido quente de excitação escorrendo pelas pernas longas e torneadas, o que chamou a atenção dele. Rapidamente o de olhos azuis interligou os fatos.

A moça se apoiou contra a pia e empinou a bunda em direção à Jason. O rapaz apertou forte seu pênis pensando que ninguém nunca conseguiria broxar com a visão de Piper nua. Sua entrada gotejava exigindo que alguém tomasse de seu licor e o botãozinho rosado de seu cu vibrava em vermelho e rosa também contraído.

Tão perfeita....

Voltando de seus devaneios, Jason se agachou bem abaixo do corpo da jovem e passou a língua pelas suas pernas provando do tesão que se derramava da vagina da garota. Os lábios quentes dele junto com a língua tentando limpar o estrago, percorriam um caminho até os lábios vaginais completamente inchados de Piper, esta que fechava os olhos e segurava com mais força seja lá o que tinha agarrado por impulso.

E então ela deu um grito alto de prazer.

Jason finalmente chegara com sua língua bem onde ela queria e sugara com tanta força o líquido gotejante que a Cherokee sentiu as pernas bambas. A língua dele abria espaço entre seus lábios vaginais e insistia em começar um beijo demorado ali até que pudesse eliminar qualquer vestígio de tesão dali. Mas ainda não era o suficiente para ele.

O loiro esticou seus dedos o máximo que pôde e a morena ao olha-los de relance, encaçapou na boca deixando aquela região bem lubrificada. Esperava que ele inserisse aqueles dedos em sua entrada e estocasse ali o mais rapidamente possível, mas ao notar que Jason continua a cuspir e “limpar” seu buraquinho da frente, rugiu ao sentir que fora penetrada .

Em contrapartida, Jason sentia seus dedos se achatarem ao dedar intensamente no cu de Pipes sem dó. A sensação parecia maravilhosa apenas usando os dedos, imagine quando realmente enfiasse o pênis lá dentro.

― Meu santo espelho da felicidaAWNN! – ela gemeu com vontade e apertou as paredes de sua região íntima. Se sentia mole, quase ao ponto de gozar, mas só estava disposta a gozar uma vez para não se atrasar.

― Isso! – Jason incentivava – Força mais um pouquinho, princesa.

Princesa.

Se ele soubesse o quanto aquilo soou erótico do ponto de vista dela. A jovem podia até mesmo imagina-lo falando isso enquanto mordia distraidamente em cima daquela cicatriz ainda mais excitante que o loiro tinha no lábio inferior.

Ela sorriu e saiu da posição indo para o quarto.

A empregada colocou a roupa que separara para usar na virada do ano em algum canto próximo para que não amassasse e deitou-se na cama esperando por Jason, porém não podia esperar demais. Seus seios estavam sensíveis por ter sido interrompido o prazer quando já estava quase gozando, sem falar na vagina que implorava para que massageassem o clitóris e enfiassem ao menos um dedo ali dentro.

Aquilo era pressão demais para a garota e ela não conseguiu se controlar.

Ela abriu as pernas e lambuzou de saliva os dedos. Sua mão esquerda massageava com vontade o botão de carne acima de seu buraco vaginal e a direita apertava os seios com força puxando de leve os mamilos eriçados. Ela suspirava e gemia a cada segundo e o mundo a sua volta parecia ter se esquecido de que estava acompanhada.

Bem, até um certo loiro encara-la se tocando com o olhar mais selvagem que seus azuis – engolidos pelas pupilas dilatas – conseguiam demonstrar.

E então ela o notou ali.

Ambos sorriram maliciosamente e olharam os atributos um do outro.

― Abre as pernas pra mim, princesa? – ele a questionou ao sussurrar em seu ouvido, a voz estava rouca por sufocar gemidos altos. Piper sentiu mais um pouco do líquido do tesão escorrer por seus dedos.

E ela abriu as pernas mostrando-se por inteira.

Jason capturou seus lábios rapidamente, a temperatura natural dos dois subia cada vez mais e ele colocou delicadamente o pênis dentro dela durante tudo isso.

Eles juravam ter ouvido o grito de liberdade quando Piper rebolou de leve contra a ereção dele pedindo para terminarem logo com aquilo.

Jason surrava a vagina dela e prendia um de seus seios na mão. As estocadas eram rápidas e fortes, Piper gemia sem fim, Jason respirava com dificuldade. As paredes dela esmagavam seu membro tão intensamente, o interior era tão quente e úmido. Ele se perguntou o porquê nunca tentara algo com ela antes.

― Quer um pirulito, McLean? – ele falou em meio a estocadas brutas.

― Q-quero. Uhum! – ela prolongava por vezes algumas letras quando ele quase acertava seu útero ― M-mais... Meus deuses!... Por f-favor-r!

O jovem sorriu ladino.

― O que você quer, princesa?

― F-forte! – pedia em meio aos elogios e arranhadas.

E o rapaz aumentou a velocidade e a força, sentia os testículos batendo contra a bunda de Piper e sentiu o ar rarefeito nos pulmões. Ele puxava o cabelo dela tão deliciosamente, via as marcas que havia feito nela e seus olhos brilhavam de luxúria, os respingos de suor escorreriam por entre o vale de seus seios. Uma genuína deusa da perversão estava em sua frente.

E então a respiração parou enquanto as últimas forças socavam as paredes dela, os respingos de suor caíam da testa molhada e Piper mordeu os lábios com forças lhe dando mais um incentivo. Ele se sentia tão perto.

Ela mudou a posição e se sentou em cima dele, começou a cavalgar intensamente. Queria chegar ao orgasmo logo, queria limpar o gozo de Jason com sua própria boca e queria fazer tudo isso ainda naquele ano e ainda fincando suas unhas no peitoral dele.

E então ela gozou.

Jason sentiu o pênis ficar melecado com o gozo dela e o peito de Piper subir e descer intensamente ao recuperar o fôlego. Mesmo assim a menina não parava de rebolar o cavalgando sem querer se livrar dele.

Ele começou a estocar pra cima enquanto ela sentava em cima de seu pau repetidas vezes e com força. A respiração o atrapalhava e o cabelo insistia em cair encharcado de suor em seu olho, mas mesmo assim ele continuava.

A visão dele embaçou de repente e o baixo ventre foi fisgado. Ele sentiu o líquido sair de dentro de Piper melecando-se ainda mais. A respiração descompassada estava voltando ao normal e finalmente ele tirou a franja molhado de cima dos olhos.

Ambos haviam finalmente gozado. Tudo estava acabado.

Mas saindo de cima de Jason, a descendente de Cherokee se posicionou em frente ao membro de Jason que voltava ao normal lentamente e se abaixou pegando-o com as duas mãos. Isso chamou a atenção dele.

Piper espalhou o gozo dos dois na cabecinha do pau do rapaz como se misturasse molhos distintos e, em seguida, o colocou na boca. Começou a limpar coma língua toda a extensão suja, tirava os resquícios de prazer entre lambidas e beijos, chupou os testículos e, por fim, sugou forte a cabecinha inocentemente. Era tão viciante!

Jason estava tão sensível que apenas com essas carícias gozou mais uma vez.

Os jatos fortes sujaram o busto e um pouco do rosto de Piper que discretamente amaciou os mamilos com um pouco e provou um pouco da amostra ao leva-la a boca.

― Feliz ano novo? – ela perguntava marota sentando-se no colo dele e roubando-lhe um selinho casto.

Ele sorriu sem conseguir acreditar que tudo aquilo havia acontecido.

― Feliz ano novo, princesa.

Notas finais
PEDIDO DA LINDONA GOSTOSA DA Sarada Uzumaki QUE ME PEDIU FAZ TEMPO E EU NÃO TIVE TEMPO DE POSTAR!

TÁ AQUI VICKS!! YAYYY!!

Próxima one a ser postada: Leyna HOT!

Vejo vcs lá?

Se gostaram... Comentem e favoritem?

Xx

Laísm / Lah ♥
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!