Felicidade e Angustia

16 Chegamos a Terra


Notas iniciais
Olha aqui um caps fresqueinho...
dessa vez foi fazer uma coisa diferente
ATENÇÃO: se eu nao receber coments, vou demorar para postar o proximo caps NESSE site. mesmo que você acompanhe fielmente, eu nao vejo, como se o que eu escrevesse fosse em vão aqui no Nyah
Então deixem um comentário, dizendo se está bom ou não ok?
Boa leitura *-*

LEIAM AS NOTAS DO CAPITULO A CIMA!!

Arrependimento... É só isso que passa pela minha cabeça agora. Não acredito que fiz algo de tal nível. Fui baixa e suja.

Eu, estando noiva do homem da minha vida, me engraço com meu ex-namorado por carência e falta de senso. Experiência não é o importante, e foi isso que eu marquei em Merk, sua capacidade de me elevar as estrelas. Me fazer perder o juízo e virar um fantoche em suas mãos.

O desespero me tomou conta em todos os aspectos possíveis. Desde lagrimas a excessos de raiva possessiva e irreversível. Agora estou aqui, me remoendo depois de um erro, desejando voltar atrás de algo impossível de se rebobinar. A vida é não é tão bela quanto aparenta a partir do momento em que você é capaz de abrir os olhos e ver o que está a sua frente de uma maneira totalmente nova. Ela prega peças. Peças quem nos fazem desejar a morte, pela vergonha e humilhação que passamos.

Alegria, diversão, concentração, é algo que não entra em minha mente. Me sinto suja, quando me olho no espelho só vejo as marcas da traição. Imagino o que acontecerá de agora em Diante. Se conseguirei, um dia, olhar Robin com toda sinceridade e inocência que tentava me definir há alguns anos. Nunca fui uma boba, mas me fazer de tola me tirava de algumas enrascadas. Na maioria das vezes amorosas.

Sempre tive medo do amor. Medo de não ser correspondida. Medo de gostar em um dia, e no outro estar desgostando. São coisas prováveis e na maioria das vezes acontecem. Quando encontrei o homem certo, destruo tudo com meu passado, e me aprofundo mais ainda dentro dele, revivendo um amor que, num total, nem existiria. A carência foi algo que me estrangulou, o que me fez fazer o que fiz.

Tola, boba, ignorante? Talvez!

Astuta, sensata, audaciosa? Quem sabe? Depois de tudo, nem sei me descrever.

-Kory, abre as porta – resmungou Milla do lado de fora do banheiro me fazendo acordar dos pensamentos. – Por favor! Quero conversar, somente isso – indagou ela batendo incansavelmente na porta. Barulho que já estava martelando em minha cabeça, me fazendo abri-la. Ela me puxou para fora me fazendo sentar na cama.

- O que quer Milla? – perguntei tentando não puxar conversa. Ela me olhou desgostosa. Com certeza soube o que aconteceu e veio passar sermão. Mesmo não sendo a melhor pessoa para isso.

-Merk me falou – imaginei. Dei um pequenino riso – mas não acredito nele. Você é fiel, com certeza foi uma tentação – ela falou colocando sua mão em meu ombro.

-Tentação que acabei aceitando – murmurei. Ela apertou meu ombro me fazendo olhá-la.

-Por favor, para com isso. Ele é experiente. Para fazer uma mulher ir a cama com ele é fácil – argumentou ela. Não pude deixar de sorrir.

-Mulheres ou garotas? – perguntei a deixando quieta. Retirou sua mão deu meu ombro.

-fiquei com o Jay também – disse ela. Sabia que e gostavam. Não pude deixar de expressar surpresa e alegria, pequena.

-Que incrível Milla. Sabia que vocês se gostavam – ela me olhou com um sorriso meigo.

-Bom, no começo me perguntei se era somente uma tentação que tive por ele, ou se o amava – começou ela elevando o olhar ao teto – ele me ama. Foi isso que pensei, mas foi comprovado quando ouvi de sua boca tais palavras. – ela olhou-me – já perguntou se ele gostava de você? – isso foi um baque para mim. Se ele gostasse de mim? Mas como, já fazem 4 anos...

-Mas, faz tanto tempo Milla – ela riu se levantando e ficando na minha frente.

-Toda vez que conversávamos, ele só falava de uma coisa – ela saiu pala porta, mas antes falou – Você. – assim me largou sozinha no quarto. Com meus pensamentos.

Talvez devesse falar com Merk, talvez ele gostasse mesmo de mim, e isso poderia desencadear um problema maior ainda. Mas, um problema facilmente resolvível.

Me levantei e fui rumo ao “quarto” de Merk. Bati algumas vezes antes de ouvir um entre por sua parte. Respirei fundo e entrei, ele me olhou espantado se levantando com tudo.

-Kory? – indagou ele... suspirei e sentei na sua cama com ele do meu lado.

-Desculpa – falei. Ele me olhou estranho – devia ter vindo falar com você antes. Além do que, a culpa nem foi sua, foi minha – sorri com isso, um sorriso sem emoção. Senti uma mão em meu ombro logo depois me puxando. Merk me deu um abraço apertado no qual eu desabei. Algumas lágrimas teimaram em cair, o fazendo me apertar mais. Depois de um pouco de chororô ele afagou meu cabelo e começou.

-não foi culpa sua. Na verdade não era para eu ter feito nada disso. Eu... – deu uma pequena pausa, suspirou e voltou — ...ainda sou apaixonado por você. Foi uma tentação, desculpa – ele me apertou forte e logo após me soltou colocando uma mão no meu rosto – desculpa. Me perdoa? Prometo que nunca mais faço isso e eu... – não aguentei mais e o calei com um beijo.

Minha mente gritava coisas horrendas, e meu coração dava voltas de alegria. Foi uma mistura só. Quando parei por falta de ar ele me encarava com surpresa nos olhos.

-O que você... – ele tentava formular algo. Somente sorri.

-Olha, eu gosto muito de você. Não sei se é possível se reapaixonar pelo ex, pois sei que é paixão mas, ainda amo o Robin muito mais! – afirmei vendo um pouco do brilho de seus olhos desaparecer – não quero te passar falsas ilusões. Você foi, é e sempre será meu primeiro amor. Isso nem o Robin poderá mudar. – coloquei uma mão em seu rosto – entendeu Merk? – ele segurou minha mão dando um beijo da palma dela.

-Entendi minha princesa –indagou se levantando e me puxando junto – estamos de boa? – perguntou estendendo a mão. Sorri e a peguei.

-Que nem um pato na lagoa – ele sorriu e saímos do quarto para ficar a nossa ultima hora treinando e nos arrumando. Uma guerra estava prestes a começar.

Treinamos duro... Milla veio com o interrogatório. Falei tudo o que aconteceu e ela acabou treinando conosco. Jayson ficou na cabine mesmo, disse que tinha treinado bastante esses últimos três dias, e que agora ele tinha de prestar atenção no caminho, se não terá nenhuma nave gordaniana na nossa frente. Treinei bastante e melhorei muito, pelo que meu professor “senhor Merk” falou...

Faltando pouco, sai da sala de treinamentos e fui colocar minha armadura. A coloquei igual quando cheguei na terra, só que com uma saia um pouco mais cumprida, a coroa eu evitei de por, para não chamar muita atenção... Milla não colocou a armadura, ficou com seu top amarelo, seu shorts/calcinha com o cinto e as botas. Pegou sua espada e duas armas. Milla, já que não tem poderes, só a velocidade, é considerada a rainha das armas... cada coisa que ela faz me deixa impressionada até hoje. Fiquei um tempo sozinha no quarto encarando o comunicador. Será que eu devo??

-KOOOORY, VEM CÁ! – grita Milla da cabine. Dou um pesado suspiro colocando o comunicador no meu cinto e indo a cabine. Quando chego me espanto.

-Esse é o exercito? – eu estava em choque juntamente dos três ali. Ao redor da Terra tem milhares de Naves. Meu olhar direcionou ao Jayson que encarava indignado.

-meu pai é esperto- indagou ele se virando para nos com um sorriso orgulhoso e irritado.

-deve ter 1 milhão de bichos ai! – falou Merk se aproximando do monitor.

-Bichos? – Pergunta Milla. O mesmo da um sorriso.

-Não tem só gordanianos ai, infelizmente isso dificulta o trabalho. – indagou ele, encarei Jayson que deu de ombros.

-Ferrou – me pronunciei chegando do lado de Jayson – da para passar? – perguntei, o mesmo sentou na cadeira e pegou o comando da nave.

-vou deixa-la invisível e desviar das naves. Não falem nada, entendeu Milla – não pude evitar um sorriso. A mesma ficou roxa. – a partir de agora! – ele apertou um botão o que fez a nave chacoalhar fazendo-me cair na cadeira. Ele sorriu para mim e acelerou. Ficamos em silencio durante o caminho. Passamos por naves gigantescas e, cada sessão com sua espécie. É assustador. Passamos por uma raça de rastreadores, acho que é por isso que não podíamos falar. Eles escutam como ninguém.

Assim que passamos por eles entramos na atmosfera da Terra.

-Já podem conversar – dito isso Milla grita de alegria.

-Finalmente. Odeio silêncio – eu ri junto de Merk. Olhei para Jayson e o mesmo sorria para mim.

-Vamos começar Kory. Faça o possível para ficar perto de mim e de Merk – falou ele com uma voz terna. Sorri.

-ok! – ele encarou Milla.

-Você, nem pense em sair da minha vista – assim ele a puxou pra perto – entendeu? – disse em tom zombeteiro.

-Você é quem manda – deram um selinho e se dirigiram para Jump City.

Assim que chegamos Fiz contato com torre.

-Titans estão ai? – chamei a atenção deles. Somente chiados. – Gente? – novamente sem respostas. – Liga o video – Jayson o fez e deu para a sala, não tinha ninguém. –Hm. Estranho! – indaguei.

-eles podem ter saído. – balancei a cabeça negando.

-Improvável. Imprudência demais. – argumentei enquanto pensava onde poderiam estar.

-Talvez em outra casa para não serem um “alvo fácil” – disse Milla fazendo aspas no ar. Sorri, mas ela tinha razão, mas para onde irião?? Levantei o olhar na torre.

-Vamos lá, onde vocês estão – indaguei para mim mesma até que... – A torre da Costa leste – indaguei para Jayson. – Vai pra lá! – ele sorriu e rumou ao leste. Tomara que seja lá.

-Por que eles estariam lá? Ou melhor, o que é lá? – falou Milla me encarando.

-A Torre da Costa Leste é uma das “sedes” dos titans. E além do mais, a namorada de um dos meus amigos é daquela Torre. – disse com um grande sorriso. –“Quero muito te ver Robin!”

Demorou um pouco mas chegamos a Torre da Abelha. Estacionamos em cima e descemos.

-Finalmente saímos daquela nave. Não aguentava mais – indagou Milla se alongando.

-Para de drama vovó – disse Jayson descendo. Vai começar.

-QUEM É VOVÓ LOIRA DE FARMÁCIA – esbravejou ela. Não pude deixar de bufar.

-Nem namorando vocês param com isso – falei, ambos me olharam mortalmente – ta bom – fiquei perto de Merk. – Fala para eles pararem por favor. – supliquei. Ele me olhou e assentiu.

-O jayson vou ver o que aquele seu botão vermelho faz – nisso entrou na nave. Jayson deu um pulo.

-NEM PENSE NISSO. QUER EXPLODIR A NAVE? – gritou entrando nela de novo. NUNCA apertem um botão vermelho. U-U

-Bom, com certeza já sabem que estamos aqui – disse Milla.

-ainda mais com o seu grito – Respondi me dirigindo a porta. – Vamos? – ela assentiu e chamou os outros, assim entramos na Torre.

-OOOOOI – gritei tentando chamar a atenção de alguém. Continuamos a andar por um tempo. Não me lembro da torre então estamos

-PERDIDOS! –Milla esbraveja – Como você não sabe onde é a sala. — Eu ruborizei.

-Tenho todo o direito de não saber, não moro aqui – me defendi. A mesma bufou.

-Chega vocês duas! Vamos nos dividir. Merk, vai com a Milla. Pra esquerda, Kory e eu Vamos pela direita – todos assentimos e nos dividimos.

Que vergonhoso, ter de se dividir para achar uma mísera sala.

Kory POV’S OFF

Narrador POV’S ON

Milla e Merk foram pelo corredor da esquerda.

-Por que eu tive de vir com você mesmo? – resmungava ela. Merk sorri.

-não sei, pergunta pro seu na-mo-ra-do – Zombou-a. ela fechou a cara ficando uns passos a sua frente. Ele sorriu a pegando pelo braço. –Vamos estamos com pressa – sai correndo com Milla arrastada.

~o~

-Robin, alguém entrou na torre. – pronunciou Aqualad encarando os titans ali presentes.

-Consegue ver quem é? – o mesmo negou com a cabeça.

-Mas e as câmeras que eu instalei? – resmunga Cyborg.

-O Aqualad encharcou os monitores das câmeras. Se funcionam não dá para ver – responde Abelha. Cyborg suspira desapontado.

-Bom, quem quer que seja é bem barulhento – argumentou Ravena sentada no sofá – estacionou a nave a ainda por cima não cala a boca.

-Podemos ir atrás deles e ver quem é – Disse Mutano pela primeira vez naquele momento.

Ouve-se um baque no corredor.

-Não precisa. Já chegaram – Pronuncia Robin ficando em posição de luta juntamente dos outros Titans.

-MERK VOCÊ ME IRRITA – (n/a: estam falando em gordaniano -sublinhado-, quando estão só os 4 é somente em essa língua.) – esbravejou Milla do outro lado da porta.

-Que língua é essa? – pergunta Mutano.

-Um motivo para nos preocuparmos. Pode ser um dos assassinos que Jayson mencionou – Robin se mostrava tenso. Os passos aumentavam até que a porta se abriu aparecendo duas figuras estranhas e belas a frente deles.

-UOOOU – “disse” mutano encarando a Albina a sua frente recebendo um soco enraivecido de Ravena. –ITAAI!

-Quem são vocês? – disse Robin encarando Merk. O mesmo sorriu.

-Não falam nossa língua. Que coisa triste – balbuciou Merk se inclinando a eles – Me chamo Merk, e essa é minha “amiga” Milla – diz fazendo aspas no ar.

-COMO ASSIM “AMIGA” – se altera fazendo o mesmo movimento. Ele revira os olhos.

-Somos amigos de Kory... – Robin o encarou até perceber que falavam de Estelar.

-Ta falando da Estelar não é mesmo? – pergunta Mutano. Merk assenti. – e cade ela?

-Bom – começa Milla – ela é uma sonsa que não sabe nem onde é a sala dessa torre que, misteriosamente tem o formato em T. então nos separamos. Eu e o pateta, e ela e o meu namorado – falou ela fazendo bico.

-Tagarela – balbucia Merk.

-O QUEEE?

-Nossa, como vocês são barulhentos – dizia Ravena massageando as têmporas.

-Vou chamar a Kory – Milla assentiu e Merk saiu da sala.

~o~

-Então, sabe onde estamos?- começou Jayson num tom zombeteiro. Kory bufa.

-so vim DUAS vezes aqui – falou mostrando o numero com os dedos. Ele sorri.

-Mesmo assim, pelo menos a sala você tinha de saber. Mas deixe isso para lá. – ele parou encostando-se a parede – acho que vou quebrando tudo em linha reta e ver onde vai parar.

-Nem pensar! – nega Kory colocando as mãos na cintura – depois vamos ter de concertar. — Jayson não evita um sorriso.

-KORY, JAYSON – grita Merk indo na direção deles – Achamos a sala. – os dois sorriem e seguem o moreno. Assim que entram nela a primeira coisa que Kory faz é encarar Robin.

Narrador POV’S OFF

Kory POV’S ON

-Robin? – balbuciei encarando-o. não estava acreditando que finalmente podia vê-lo. Não pude evitar de dar um sorriso. – Senti sua falta. – ele se assusta mas sorri.

-Também senti – disse abrindo levemente os braços como um convite a mim. Não resisti e corri para ele pulando em cima. Ele me apertou fortemente. – demorou bastante. – não pude deixar de rir.

-Tivemos alguns engarrafamentos, nada de mais – falei sarcasticamente o fazendo arquear a sobrancelha. Olhei de rabo de olho para Merk. O mesmo estava alegre mas, eu sabia que era somente uma mascara. Suspirei. Fui em direção a Ravena lhe dando um grande abraço.

-Senti sua falta amiga. – disse saindo dos braços dela.

-É reciproco. – indagou ela. Somente sorri.

-Recipo... o que? – perguntou mutano me fazendo rir. –olha, mal chegou e já arranquei uma risada sua. Nossa, isso é um recorde. – se vangloriou. Me virei pros meus velhos amigos.

-Gente essa é Milla, Jayson e Merk – apresentei apontando para cada um. Merk me olhou ternamente, mas também um olhar de suplica, talvez quisesse conversar. Não negaria isso.

-Bom rever vocês novamente. Pena que seja nessas circunstancias. – falou Jayson se aproximando e apertando a mão de Robin.

-Bom revê-lo também. –soltam as mãos e Jayson começa.

-Isso, como já devem saber é uma guerra. Uma bem diferente do que acontece aqui na Terra. Quando entramos no sistema, quase todo ele estava repleto de Naves, tanto Gordanianas quando de aliados que meu planeta tem. – isso retirou alguns olhos arregalados deles. Não pude deixar de mostrar um sorriso – As armas que utilizamos são de nêutrons. Explode matéria viva, deixando tudo o que for inanimado inteiro, assim fácil o rearmamento. – dizia Jayson seriamente.

-Então se formos acertados por essas armas explodiremos? – pergunta o Arqueiro.

-Não necessariamente – dessa vez quem se pronuncia é Merk – depende da arma. A maioria são de fogo, mas os guerreiros mais fortes usam as de nêutrons. – ele se aproximou de Mutano – não pense em ser atingido. Isso cauda medo, e o medo causa o erro o que leva a derrota. Ser derrotado numa guerra, leva a morte. Seja astuto, e esqueça os pequenos detalhes. – Me orgulho muito de Merk. Pode parecer um bobo, mas nas horas certas sabe como falar.

-Ok, mas vocês tem dicas então já que são especialistas? – pergunta Cyborg.

-Antes de lutarmos vamos treinar vocês. Ver quais são bons para ir atacando e quais ficaram na retaguarda. – disse Jayson. Todos assentiram e nos dirigimos para a sala de treinos.

~o~

-Vamos aleatoriamente. – disse Jayson selecionando. Ficou assim:

Milla e Abelha

Merk e Cyborg

Eu e Ravena

Jayson e Arqueiro

Milla e Mutano

Merk e Aqualad

Eu e Robin

-Vamos começar Milla. Não vale matar – Milla lhe mostrou a língua e começou.

~TO BE CONTINUED ~

Notas finais
Obrigada por lerem *o*
beijos, e até o proximo!