Feelings
1 Capítulo Único
Notas iniciais
Quem me desafiou foi a UchihaKarolina u.u
Dedico as lindas e pervas do grupo do Whatsapp ♥
(Primeira fic que posto aqui e.e)
Enjoy ;)
Rasa andava muito ocupado com o trabalho de Kazekage ultimamente, mais Karura não se importava, ela aguentaria toda a falta que ele faz e a saudades. Sabia que a vila precisava dele. Temari e Kankuro eram seus únicos filhos e ainda eram pequenos, cuidar deles era o passatempo favorito de Karura, Temari, a mais velha, já frequentava a academia ninja e Kankuro estava fascinado com sua nova paixão, marionetes.
A primeira dama de Suna estava mais sorridente e radiante do que de costume, afinal aquele era um dia especial, seu aniversário de casamento. Decidiu que iria fazer uma surpresa para o kazekage e naquele instante ela andava pelas ruas de Suna acenando e cumprimentando todos que a chamavam, passou no mercado e comprou itens para fazer um jantar para aquela noite.
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Perto dali Rasa observava Suna por uma grande janela, pensava naquele dia tão especial, e naquela mulher especial que tanto o fazia feliz. Decidiu chegar mais cedo em casa e aproveitar o resto da noite com a mulher, iria lhe oferecer o amor que não estava dando-a, iria amá-la com toda profundidade do sentimento. O kage sempre mantinha uma postura dura enfrente a todos, mais com Karura era diferente, ele não tinha defesas. Ela o desarmava de um jeito cruel e o mantinha preso, fazendo com que ele tivesse se tornado dependente dela.
- Ela vai ter uma surpresa. – Respirou fundo e continuou a olhar sua vila, de repente, três toques seguidos na porta são dados. – Entre. – Ele disse.
- Kazekage-sama, estou aqui como me pediu. – Baki rapidamente entrou na sala e fechou a porta atrás de si.
- Ótimo. Trouxe o que eu lhe pedi? – Se virou para encarar Baki, ele estava com um embrulho nas mãos e logo o estendeu ao kage. – Obrigado Baki você está dispensado, pode ir. – Pegou o embrulho e o Jounin logo saiu, tão rápido quanto entrou, sentou-se na grande poltrona e começou a folhear papeis.
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O cheiro que vinha das panelas era deliciosamente bom, ele notou isso quando chegou em casa, mais cedo do que de costume. Tudo estava silencioso. Adentrou o cômodo em busca de alguém e encontrou lá sua mulher, sua amada.
- Tadaima Karura. – Disse em alto e bom tom.
- Okaeri Rasa. – Ela o olhou e sorriu. – O que faz tão cedo em casa? – Perguntou curiosa e soltou uma risada divertida.
- Vim fazer uma surpresa para minha mulher. – Ele chegou por trás e a agarrou, cheirando seus curtos cabelos castanhos.
- Oh! É uma ótima surpresa querido. – Ela se virou e enlaçou os braços no pescoço dele.
- E as crianças onde estão? – Perguntou.
- A Temari foi dormir na casa de uma colega da academia, Kankuro está com a Chiyo-baa-sama. – Sorriu docemente e deu um pequeno selinho no marido.
- Ah, trouxe isto para você. – Estendeu um buquê de flores que tinha escondido nas costas em direção à mulher, esta sorriu largamente.
- São lindas querido, arigatou. – Dizendo isto o marido lhe beijou a testa.
- Eu vou tomar um banho. – Deu mais um selinho na mulher e saiu do cômodo.
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- Então como vão as coisas no tratado com Iwagakure? – Karura perguntou curiosa.
- Não vamos falar dessas coisas hoje meu amor. – Ele segurou a mão da mulher. – Vamos aproveitar que as crianças não estão. – Rasa sorriu sedutoramente e logo Karura corou.
- R-Rasa... – Ela retirou a mão bruscamente. O homem se levantou da cadeira para ajudar a mulher a retirar os pratos da mesa, então ela ficou enfrente a pia os lavando.
- Hoje a noite é nossa Karura... – Ele chegou agarrando a mulher por trás e passando seu nariz pelo pescoço da mesma, fazendo círculos delicadamente.
- Ka-kazekage, não seja tão levado. – Karura repreendeu, mais logo soltou um longo suspiro ao sentir a boca quente de seu marido em sua nuca. Ele a apertou mais contra si, e o prato que antes ela segurava se chocou com o fundo da pia, Rasa afastou os cabelos de sua mulher para um lado e uma alça do vestido para baixo deixando o ombro exposto.
- Eu senti tanto sua falta Karura. – Sussurrou roucamente no ouvido da amada que estremeceu.
- Eu também senti sua falta Rasa... – Disse num fio de voz.
Quando ele lhe virou bruscamente a deixando sem ter para onde escapar, suas mãos se apoiaram na pia, segurando também as dela. Seu lábio foi tomado num beijo sôfrego e necessitado, sua cintura segurada com força e pressionada cada vez mais contra a pia enquanto o kage se aproximava.
- Kazekage, kazegake. – A mulher chamava entre gemidos. Seu pescoço estava sendo explorado sem dó e a outra alça do vestido foi afastada também para exploração daquele local.
- Hm. – Ele resmungou enquanto puxava delicadamente os fios curtos para trás, deixando o pescoço livre para suas investidas.
- Não acha melhor subirmos para o quarto? – Perguntou quando apertava fortemente os fios vermelhos entre seus dedos.
- Tem razão. – Ele suspirou. – Vamos? – Estendeu a mão para a mulher que a pegou com um belo sorriso no rosto, logo esta foi posta nos braços do homem e arregalou os olhos surpresa, o kage apenas lhe sorriu misteriosamente. Tiveram uma noite arduamente deliciosa. Rasa deu a mulher tudo o que queria, ofereceu todo seu amor, tudo o que mantinha guardado dentro dele e apenas ela sabia, apenas aquela pequena criatura que agora estava nua ao seu lado, a respiração suave se chocava contra a pele de seu pescoço.
- Eu te amo Karura... – Sussurrou sabendo que ela já não o ouvia mais. Beijou-lhe a testa e foi fechando os olhos pouco a pouco.
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- Acorde querido. – A voz doce da mulher soava pelo cômodo o acordando quase que instantaneamente.
- Ohayo querida. – Ele sorriu com um dos braços ele tampava os olhos.
- Ohayo, o café está quase pronto. – Ela disse.
- Que horas são? – Perguntou temeroso.
- São sete da manhã. Você estava tão sereno que tive medo de te acordar. – Deu um pequeno selinho no homem.
- Já vou descer. – Pegou a mulher nos braços e arrancou um longo beijo dela.
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Rasa voltou a suas atividades normais aquele dia e pelo resto dos dias seguintes vivia apenas no escritório do Kazekage, voltando poucas vezes para casa. Karura não se sentia bem, vinha sentindo enjôos e tontura tinha suas suspeitas e por isso marcou uma consulta com um dos melhores médicos da vila.
- Bem vinda Karura-san. – A voz masculina soou pelo local.
- Ohayo Temaku-san. – Cumprimentou educadamente.
- O que a trás aqui hoje. – O homem de meia-idade sorriu.
- Eu venho sentindo alguns enjôos e tonturas constantes, eu tenho uma suspeita, gostaria que o senhor Temaku-san a confirmasse para mim. – Karura estava visivelmente nervosa.
- Sente-se aqui nessa maca, por favor. – O médico apontou para a maca e iniciou os exames. Aqueles minutos se pareceram longas horas para a mulher que estava aflita por respostas.
- Então Temaku-san? – Perguntou curiosa, o médico vinha com um envelope em mãos.
- Aparentemente está tudo bem, não há nada de errado com você Karura-san. – Disse depois de olhar os exames e os entregou a mulher para que esta conferisse com os próprios olhos.
- E então? – Perguntou já aflita.
- Você está grávida Karura-san. Você vai ser mãe. – O médico sorria de orelha a orelha.
- Estou mesmo grávida... – Ela sussurrava consigo mesmo. – Eu preciso contar isso ao Rasa. – Sorriu radiante. – Arigatou Temaku-san. – Apertou a mão do homem e saiu do hospital com um grande sorriso no rosto.
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Os Sabakus estavam sentados ao redor de uma grande mesa, toda a família estava reunida. Temari havia ajudado a mãe a preparar o jantar, Karura não tirava o sorriso do rosto e quando Temari a questionou ela disse que era uma surpresa, que contaria apenas quando a família se reunisse para o jantar.
- Eu tenho algo a dizer... – Karura começou e a família a olhou atenta. – Em breve teremos mais um membro na família. – Sorriu largamente.
- Vamos ter um irmãozinho? – Kankuro dizia alegre.
- Ou uma irmã. – Temari sorria satisfeita com a idéia.
Rasa observava a mulher, admirado com aquele sorriso radiante que ela lançava em direção aos filhos enquanto eles discutiam algo sem importância, nasceria um fruto do amor deles, mais um Sabaku. Ele se levantou meio sem jeito e foi em direção a mulher e se ajoelhou ao lado dela, Karura o olhou espantada e as crianças o olharam curiosos, segurou firme as mãos da esposa e olhou profundamente em seus olhos. Lágrimas já se formavam no rosto dela.
- Obrigado Karura, obrigado por me fazer o homem mais feliz do mundo. Obrigado por estar me dando mais um presente maravilhoso, obrigado por me amar. – Ele sussurrou agora abraçado a mulher.
- Koishiteru Rasa. – Sussurrou em meio ao choro.
- Koishiteru Karura. –
FIM
Notas finais
Até a próxima u.u
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