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16 Dia 16 — Paciência


Notas iniciais
Minha página atualizou do nada quando eu tava escrevendo. IMAGINA O DESESPERO DE NOVO, GRRR ENFIM, CONSEGUIMOS! COMEÇOU AS 200 PALAVRASSSS Palavra: Plúmbeo, chumbo ou algo que tenha sua cor.

Localizado no centro da mesa moldada a partir de plúmbeo, descansava um pote de vidro, a índole de conteúdo ostentando seu tom chamativo. Esta, admitia da forma fantasiosa de um coração. Seus raios azulados repeliam a obscuridade da sala, e acabavam por transferir uma impressão gélida enquanto refletidos nas paredes. Logo, não seria necessário nenhuma fonte de energia ofertando claridade, sendo a ALMA humana de grande utilidade no cenário.

Alphys deslizou vagarosamente seu dedo indicador pelo vidro, formando círculos invisíveis do lado de fora do recipiente. Havia sido um tanto dificultoso para ela atravessar Hotland. Felizmente, havia seu jaleco para esconder a espalhafatosidade do item em especial, mas o cuidado necessário e a pressão que teve no momento acabou deixando-a em alerta. Ressaltava ainda mais o zelo que teria que manter perante a situação.

Com um suspiro pesaroso, sua mente acabou inundada por pensamentos de um só tópico, estranhamente específico.

Como teria sido o portador daquela ALMA?

Talvez uma garota de cabelos castanhos e de pele amendoada, ou um menino de porte fino e esguio.

Azul claro definia o adjetivo de paciência. E, com tal recordação, Alphys sorriu com a ironia: paciência seria mais do que necessária durante aquele procedimento.

Notas finais
turururur