Fedemila- Um amor que não existe
36 Capitulo 36
Notas iniciais
(Por Federico)
Ficamos um tempo daquela maneira até que nos separamos e ela estava sorrindo!
– Ludmila você tá sorrindo ou é impressão minha?
– Não tô sorrindo.- Disse ela ainda com um sorrisão na cara.
– Hum... sei.
– É verdade!- Ela dizia isso mas não parava de sorrir, então eu comecei a rir e ela perguntou:
– Que foi?
– Você diz que não tá sorrindo mas linda, você tá sorrindo!
– Não estou não seu bobo!- Xi! Será que ela bebeu alguma coisa. Ela estava sorrindo então pra descontrair um pouco eu disse:
– Quer outro?
– Sim! Quer dizer... não!- Aí sim ela fechou a cara.
– Sim ou não?
– Não!
Eu ri de novo, mas eu sabia que ela tinha gostado.
– Ludmila, por favor agora é serio. Eu preciso de uma resposta. Você quer voltar comigo?
– Se eu disser que não o que acontece?
– Eu não te perturbo mais, de verdade.
– E se eu disser que sim?
– Aí você vai ser uma garota de sorte.
– Haha engraçadinho.- Ela disse sarcástica.
– E aí Ludmila?
– Hummm... não.
– Como é?- Eu disse preocupado
– Não aguentava mais ficar sem você.
Aí eu abri o maior sorriso. A abracei, como eu sentia fala daquele abraço. E disse:
– Pode se considerar uma garota de sorte daqui pra frente.
– Eu sei.
Nos beijamos mais uma vez e entramos de mão dadas.
(Por Ludmila)
Quando entramos na sala a Naty nos viu de mãos dadas e deu uma piscadinha pro Federico então eu virei pra ele e perguntei:
– O que você disse pra Naty aquela hora hein?
– Ah ela deu uma ajudinha fazendo com que o lugar ficasse mais vazio e ainda me contou que você ainda me amava.
– O que seria de você sem ela hein?
– Pois é!
Então a Naty chegou perto de nós e disse pro Fede:
– Pelo jeito você conseguiu né.
– Consegui, depois dela tanto insistir eu acabei cedendo.- Eu dei um empurrãozinho nele que riu.
– Federico!- Eu disse.
– Bom, boa sorte pombinhos eu já vou embora que tá tarde. Tchau.- A Naty disse e saiu.
– Bom eu também.- Eu disse.
– Eu te acompanho até em casa.
No caminho de casa fomos conversando e quando chegamos na minha porta ele disse:
– Bom, que eu me lembre é aqui.
– É isso mesmo.- Eu disse rindo. E continuei:
– Federico, eu já vou indo. Sonha com os anjinhos.
– Tá certo. Sonha comigo tá.
– Tá.
Eu fui entrar em casa quando ele me chama:
– Ludmila!
– Que?
Ele me puxou pelo braço e me beijou. Quando nos separamos ele disse:
– Eu te amo.
– Eu também.
E entrei em casa, me deitei na cama e comecei a revisar essa noite perfeita.
...
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