Notas iniciais
Gente, tá acabando! Essa fic vai mais ou menos até o capitulo 40 um pouco mais ou um pouco menos tá. Boa leitura!

(Por Federico)

Ficamos um tempo daquela maneira até que nos separamos e ela estava sorrindo!

– Ludmila você tá sorrindo ou é impressão minha?

– Não tô sorrindo.- Disse ela ainda com um sorrisão na cara.

– Hum... sei.

– É verdade!- Ela dizia isso mas não parava de sorrir, então eu comecei a rir e ela perguntou:

– Que foi?

– Você diz que não tá sorrindo mas linda, você tá sorrindo!

– Não estou não seu bobo!- Xi! Será que ela bebeu alguma coisa. Ela estava sorrindo então pra descontrair um pouco eu disse:

– Quer outro?

– Sim! Quer dizer... não!- Aí sim ela fechou a cara.

– Sim ou não?

– Não!

Eu ri de novo, mas eu sabia que ela tinha gostado.

– Ludmila, por favor agora é serio. Eu preciso de uma resposta. Você quer voltar comigo?

– Se eu disser que não o que acontece?

– Eu não te perturbo mais, de verdade.

– E se eu disser que sim?

– Aí você vai ser uma garota de sorte.

– Haha engraçadinho.- Ela disse sarcástica.

– E aí Ludmila?

– Hummm... não.

– Como é?- Eu disse preocupado

– Não aguentava mais ficar sem você.

Aí eu abri o maior sorriso. A abracei, como eu sentia fala daquele abraço. E disse:

– Pode se considerar uma garota de sorte daqui pra frente.

– Eu sei.

Nos beijamos mais uma vez e entramos de mão dadas.

(Por Ludmila)

Quando entramos na sala a Naty nos viu de mãos dadas e deu uma piscadinha pro Federico então eu virei pra ele e perguntei:

– O que você disse pra Naty aquela hora hein?

– Ah ela deu uma ajudinha fazendo com que o lugar ficasse mais vazio e ainda me contou que você ainda me amava.

– O que seria de você sem ela hein?

– Pois é!

Então a Naty chegou perto de nós e disse pro Fede:

– Pelo jeito você conseguiu né.

– Consegui, depois dela tanto insistir eu acabei cedendo.- Eu dei um empurrãozinho nele que riu.

– Federico!- Eu disse.

– Bom, boa sorte pombinhos eu já vou embora que tá tarde. Tchau.- A Naty disse e saiu.

– Bom eu também.- Eu disse.

– Eu te acompanho até em casa.

No caminho de casa fomos conversando e quando chegamos na minha porta ele disse:

– Bom, que eu me lembre é aqui.

– É isso mesmo.- Eu disse rindo. E continuei:

– Federico, eu já vou indo. Sonha com os anjinhos.

– Tá certo. Sonha comigo tá.

– Tá.

Eu fui entrar em casa quando ele me chama:

– Ludmila!

– Que?

Ele me puxou pelo braço e me beijou. Quando nos separamos ele disse:

– Eu te amo.

– Eu também.

E entrei em casa, me deitei na cama e comecei a revisar essa noite perfeita.

...

Notas finais
E aí? Estão gostando? Comentem por favor. Beijos.