Febre

1 Capítulo 1


Notas iniciais
ENtão.. eu disse no disclaimer mas direi aqui também xD
Essa fic seria como uma continuação das outras duas que fiz (por isso o 3/??) quem quiser ler as outras só entrar no meu perfil xD
coloquei "??" porque ainda não sei quando irei "encerrar" isso.. pretendo fazer duas de dois eventos e finalizar ali >_> asuhhusahusa mas né, quem sabe eu acabe fazendo mais XD
Também estou planejando outras de LxL *u* (uma delas é uma songfic de cantarella.. talvez eu a poste amanha ou depois de amanha x3 husahusahusa)
Confesso que não gostei tanto do resultado (prefiro a do Halloween ainda xD) mas enfim, aceito criticas construtivas /o/
espero que gostem!! me inspirei num desenho que a Ilora Souza fez ♥3 ajsuhsahuas
eu uso muito "Disse fulano" e cito muuuuuito o nome dels, mas é porque fico com medo que vcs nao entendam e tal ;w; me desculpem, vou tentar melhorar nisso dhuashuads

–Estão todos aqui? — Disse Lothus, encarando os guerreiros enquanto os contava mentalmente.

–Está faltando Lupus Wild! -Disse Lin, enquanto a maioria a encarava.

– Sempre notando a falta dele, não? Hahahaah! — Comentou Amy, enquanto dava pequenas risadinhas.

– Não é isso, eu só não o vi entrando!

– Não precisa se explicar, eu também sentiria falta do Jin, não se preocupe! Hihihiih.

– Quer que eu o procure, comandante? — Perguntou Lin.

– Não, eu vou. Esperem aqui. — Disse Lothus, passando pela porta.

Lothus foi caminhando pelo corredor e subiu as escadas para ir aos quartos dos Chasers. Imaginou que ele estaria lá, afinal, quando não estava procurando alguma recompensa, estava trancado ali. Ao chegar no quarto do Haros, bateu na porta e chamou pelo seu nome. Por não ter resposta, logo abriu a porta e o viu deitado na cama com várias cobertas em cima de si.

– Dormindo a essa hora? — Disse Lothus caminhando até ele e chegando ao lado da cama.

– Uhg.. não me sinto bem. — Disse Lupus, com a voz fraca.

– Entendi. A missão de hoje será difícil, verei qual chaser poderá ficar com você.

– Quero ficar sozinho.

– O que você quer não importa por aqui, caçador. — Disse Lothus já saindo dali.

Ao chegar onde os Chasers estavam, explicou a situação e os chasers começaram a discutir sobre quem ficaria.

– Holy, poderia ficar? Suas habilidades de cura podem ajuda-lo.

– F-ficar com o.. Lupus? E-eu acho que precisarei usar meus poderes na missão.. — Disse Holy, com o rosto assustado.

– A pequena Holy tem medo daquele demônio. Não podemos pegar qualquer um também, cada um terá sua utilidade na missão.

– É melhor a Lin ficar! Ela tem aquele lado trevas, a missão será dificil e estressante, isso pode perturba-la! — Disse Amy, encarando a Sacerdotisa com um sorriso.

– E-eu? — Se assustou um pouco. Não era como se ela não quisesse, pelo contrário, estava esperando a chance de ficar sozinha com ele a um tempo porém se preocupava com o destino da missão.

– De fato, poderia. Mas ela será útil também, ataques de longa distancia serão essenciais. — Comentou Ronan.

– Ninguém poderia me substituir? — Disse, não queria perder a chance. Estava um pouco confusa, não queria abandonar o grupo mas seu coração “falava” mais alto.

– Eu posso tomar o lugar de Lin usando minhas esferas. — Disse Rey, respondendo Ronan. — E depois usar o corpo-a-corpo.

– E quem substituirá o lugar de Lupus? Precisamos de um atirador.

– Não se preocupe, Ronan. Eu dou conta! — Disse Lire, determinada.

– Eu posso ir na missão também. Estou um pouco enferrujada mas consigo dar conta de alguns monstros. — Disse Lothus, pegando sua espada.

– Tudo bem. Estamos todos prontos, estávamos apenas esperando suas ordens, comandante.

– Eh.. eu consegui algumas poções para usarmos nas missões. Como eu não irei, levem por mim… — Disse Lin, entregando sua mochila aos Chasers. — Tem alguns selos de proteção também.

Após entregar suas coisas, Lin foi até o quarto de Lupus e os Chasers estavam indo em direção a saída.

– Posso entrar? — Disse Lin, batendo na porta. Ouviu ele dizendo algo mas não conseguiu entender e abriu a porta. — Eu não consegui ouvir..

– Veio me convencer a ir na missão? — Disse Lupus, num tom irônico. Ela sempre o convencia, foi assim com o desafio e o halloween.

– Não, eu vim cuidar de você. — Disse Lin, esboçando um sorriso e levando sua mão em direção a testa do haros. — Você está super quente e suando! Tire essas cobertas agora e vai tomar um banho!

– Eu consigo cuidar de mim. Vá logo na missão.

– Eles já estão saindo e eu quero cuidar de você. Levante logo dai ou eu mesma te darei um banho. — Disse Lin, retirando as cobertas de cima dele.

Lupus se levantou, estava ofegante e tremendo. Sentia muito frio e sua blusa estava molhada pelo suor. Caminhou até o banheiro com ajuda de Lin e abriu o chuveiro.

– Farei uma canja de galinha e pegarei alguns remédios. Se precisar de ajuda, me chame!

Lupus a encarou por alguns segundos e em seguida fechou a porta.

“Me sinto mal o vendo assim.. “ — Pensou Lin, enquanto ia até a cozinha.

Lupus retirou suas roupas e entrou de baixo da agua. Sentiu um alivio imediato, sentir a agua em seu corpo o relaxou.

Lembrou dos momentos que passou com Lin e sentiu uma grande vontade de estar com ela ali e agora. Passou a imaginar coisas alem das quais tinham passado e percebeu que estava endurecendo. (*autora: se é que me entendem... ). Encostou-se na parede e hesitou se faria aquilo. Optou por não fazer, estava cansado de mais para isso e os efeitos ficariam obvios de mais. Terminou o banho, colocou uma toalha e foi pegar roupas. Se sentia um pouco melhor, não parecia que estava morrendo.

Após se vestir, saiu do quarto para pegar um copo d’agua. Entrou na cozinha e viu Lin cortando legumes.

– Se sente melhor? — Perguntou, virando para ele.

Lupus ficou a encarando. Não conseguia tirar seus olhos dos dela, eram hipnotizantes.

– Ei, você tá me ignorando de proposito? — Perguntou com uma expressão irritada enquanto colocava os legumes dentro da sopa. Estava acostumada com ele ignorando algumas coisas que ela dizia, mas era a segunda vez seguida!

– Estou melhor. Vim só pegar agua. — Disse, olhando para o lado. Foi até a geladeira para pegar a agua. Voltou ao quarto e deitou na cama.

“Estou a achando irresistivel. Deve ser efeitos da febre” pensou. Na verdade, não conseguia deixar de pensar nela e aquilo estava mesmo o irritando. Não era ela que o irritava, mas ele estar pensando em alguém e não conseguir controlar isso. Odiava ficar doente, ficava fraco de mais. Fechou seus olhos e tentou dormir.

Lin estava desfiando o frango e colocando na canja e depois disso só faltaria por o arroz. Estava caprichando, alem dos ingredientes, também estava “colocando” muito amor e carinho. Queria mesmo que aquilo o ajudasse. Lembrou de quando ele a encarou nos olhos e acabou corando. Não notou o clima na hora por esta concentrada na canja e acabou se arrependendo.

Terminou de colocar os ingredientes, fechou a panela e foi ver como ele estava.

O viu dormindo e se aproximou. Sentou na beirada da cama e colocou sua mão na testa dele. Estava melhor.

– Aguardo ansiosamente pelo dia em que você se apaixonará.. — Disse, sorrindo. Acabou dizendo aquilo impulsivamente.

Lupus abriu seus olhos e acabou rindo um pouco. Não estava zombando dela, só achou fofo.

– Você ouviu?! — Disse, se levantando.

– Sim. Calma. — Disse, a trazendo de volta com uma de suas mãos.

– Agora já sabe porque insisto tanto nisso. — Disse Lin, fitando o chão.

– Não consigo mais te pedir para desistir. — Disse Lupus, afagando sua cabeça. — Me desculpe por aquele dia.

– ...Não sente nada? — Disse Lin, sorrindo de canto.

– Não sei responder isso agora. — Disse, sentando-se ao lado dela cama e a encarando nos olhos.

Lin não respondeu, apenas o encarou também. Sentiu ele segurando suas mãos e corou. Não sabia o que fazer, só sentia o efeito das “borboletas” voando no seu estomago.

– Me desculpe por dizer indiretamente que gosto de você. Não sei o que fazer agora.. — Disse, colocando as mãos no rosto.

Lupus pegou uma de suas mãos e aproximou seu rosto de Lin. A albina fechou os olhos esperando por aquilo mas os segundos passaram e nada aconteceu.

– Eu acabei agindo impulsivamente.. é melhor não, você pode ficar doente, me desculpe.

Lin assentiu com a cabeça, saiu do quarto e foi ver como estava a sopa.

“O que estou fazendo?” pensou Lupus. “Eu me desculpei..?!”

“Ele está tão diferente.. até se desculpou! Deve ser porque tá doente.. que vergonha!”

– Já está pronto, aqui! — Disse Lin, ajoelhando-se perto da cama. — Agora diga “á”!

– É só uma febre, eu consigo comer sozinho.

– Não importa, “á”!! — Disse, abrindo a boca.

– …

– Vai!

– “Áá” — Abriu a boca. Se sentia ridiculo fazendo aquilo mas estava doente de mais para insistir naquilo.

– Isso! — Disse Lin, levando a colher até sua boca. — Aviãozinho entrando!

– Lupus foi obrigado a fazer isso até acabar a sopa. Em seguida, Lin lhe deu um remédio.

– Ele dá sono e cansaço também, não estranhe.

– …Percebi. — Disse, com a voz cansada e os olhos fechados.

– Espero que melhore. — Disse, colocando as mãos em sua testa para ver se continuava quente. Lupus a agarrou e a fez deitar-se em cima dele.

Olhou para seu rosto e não sabia se estava dormindo ou ainda não. Apoiou sua cabeça em seu peito e dormiu também.

Já estava escurecendo e provavelmente passariam a noite toda assim e aos poucos a relação evoluia.

Alguns dias se passaram e Lupus foi melhorando aos poucos. Não se sabia o que ele tinha pegado, mas quando os chasers voltaram ele já estava melhor. O caçador acabou voltando ao seu estado normal e logo foi atrás de recompensas de novo.

– Como foi Lin?! — Disse Amy, correndo até a albina.

– Não aconteceu nada.. obrigada pela ajuda! — Disse Lin, sorrindo e abraçando a rosada.

– Ao menos ele melhoroou? — Perguntava Amy ansiosa por algum resultado bom.

– E-eu acabei me confessando sem querer...

– A reação dele foi boa?

– Nâo sei, parece que sim.. depois contarei em detalhes. Como foi a missão?

– A missão foi fácil até, demoramos mais porque o Ryan passou o mapa errado e tivemos que achar o caminho certo.. — Disse Amy, olhando para os lados como se estivesse procurando alguém. — Se a reação foi boa é porque tá dando certo, não desista! Onde ele tá agora?

– Ele foi completar uma missão para receber algumas recompensas.

– Vai atrás dele e ajuda ele!

– Não, isso é de mais! Não quero acabar o irritando..

– Hihihihi, tudo bem! Se precisar de ajuda to aqui. — Dizia Amy enquanto entrava em seu quarto sorrindo. Era uma grande amiga apesar de estar sempre falando de roupas e maquiagem.

Lin estava pensando no que daria de presente a ele no natal. Faltava um tempo mas queria fazer algo especial.

Enquanto a albina aguardava ansiosamente por uma confissão, o haros somente esperava o momento certo para fazer aquilo.

Notas finais
Novamente: Espero que tenham gostado e aceito criticas construtivas /o/
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!