Fearless
9 Happiness
Notas iniciais
Esse capítulo é mais... feliz (:
Ultimamente escrevi tantas coisas tristes que talvez tenha me esquecido um pouco da felicidade. Escrevi sobre a grande dúvida de todos que amam: sou correspondido(a)? Escrevi sobre o fim de um lindo sonho cultivado desde muito tempo e sobre como me sinto revoltada quando vejo/ouço a verbalização de sentimentos inexistentes. Mas escrever sobre tudo isso não significa que eu não seja feliz. Significa apenas que a parte triste da minha vida me reprime mais.
Não gosto de incomodar as outras pessoas com meus problemas, por mais que sejam minhas amigas. Ninguém precisa vivenciar os mesmos meus dramas. Não sou a única com problemas por aí. Em compensação, quando estou extremamente feliz, gosto de dividir minha felicidade com a maior quantidade possível de pessoas. Ou seja, só o que sobra pra escrever são os maus momentos. Mas não hoje, não agora.Eu tive um dos melhores momentos da minha vida. Um dos mais divertidos e bem aproveitados, pelo menos. Algo que boa parte dos adolescentes gaúchos gostaria de estar onde eu estive. Foi sensacional. Isso é motivo pra ficar feliz o resto do ano. Além do mais, me deu algo pra conversar com algumas pessoas. Foi tão bom que me deu motivos pra escrever aqui. Não que desde o ocorrido minha vida esteja um mar de rosas. Não está. Mas só de pensar... E eu só tenho a agradecer. Agradecer à minha melhor amiga, simplesmente por existir, aos pais dela e mais do que ninguém, à minha mãe. Se não fosse por ela, não teria sido possível. E eu não agradeço por meio desse texto, porque já o fiz pessoalmente. Só vim compartilhar com mais algumas pessoas a sensação de ter realizado um dos meus grandes pequenos sonhos.Acho que ficou confuso, como sempre. Mas eu não escrevo pra virar exemplo de coesão e coerência. Escrevo pra aliviar um pouco meu peito e a cabeça.P.S.: Eu penso em The Time — The Black Eyed Peas quando penso em tudo que aconteceu... Vai me entender.
Notas finais
Comente, se quiser (=
Fale com o autor