Faça-me, Quero Ser Tua.

26 Um abismo chamado prazer.


Notas iniciais
Oi amores da minha vida... olha quem está aqui... isso mesmo, EU! ~~parei de zoa Bem, aqui está mais um cap, e quero de todo o core agradecer as 11 meninas que comentaram a no ultimo cap. Foram bem menos que o esperado, mas essas dedicaram alguns segundos em troca das horas que passo escrevendo. Obrigada meninas! Desfrutem desse cap, que é todo de vcs...

Ele tocou-me daquela forma atrevida, sem pena do que eu poderia sentir, e realmente eu não sabia o rumo que aquilo iria tomar. Seus dedos deslizando sobre minha pele, fazendo-me ofegar ao seu toque, era algo que nunca imaginei ser tão bom. Definitivamente, não queria que ele parasse. Queria que ele continuasse e que cumprisse comigo todos os sonhos que me passaram naqueles 20 dias.

Sua boca deslizou sobre minha pele, rumando mais uma vez por meu pescoço, deslizando pela borda entre meu uniforme e minha pele, e então senti seus dedos hábeis tocarem-me em um ponto que... que... Deus.

–Isso Paulina... sinta todo o prazer que posso te dar.

Suas palavras contra mim, levaram-me a um abismo sem medidas, e gemi movendo-me ao seu toque. Não acreditava no que estava acontecendo, era algo sublime, e a sensação era... sem explicações.

Ele começou a desenhar círculos com seus dedos em minha intimidade, e a única coisa que eu realmente conseguia fazer era gemer e apertar o corpo dele. Ele, deixando-me louca com aquele toque, tirou seus dedos de mim e empurrou seu quadril contra meu corpo

Virgem de Guadalupe!

Seu sexo completamente pronto tocou minha umidade por sobre todo aquele tecido. Gemi pela sensação desconhecida, e ao mesmo tempo me frustrei por esconder algo dele. Droga! Mil vezes droga!

Foi ai então, que ele abriu seu cinto fazendo meu corpo inteiro gelar com o som.

–Carlos Daniel, espera... –murmurei cerrando os olhos, afastando minhas mãos dele.

–Hey, o que foi? –perguntou ele puxando-me para si, colando seu sexo coberto ao meu.

–Eu... eu... –não conseguiria falar... mas era necessário!

–Diga Paulina... fale de uma vez! –repreendeu-me apertando minha coxa que pressionava seu quadril.

–Eu... nunca... nunca...

As palavras travaram em minha garganta, e imediatamente a vergonha me acertou uma bofetada. Empurrei-o com as mãos trêmulas, e ele não recuou, mostrando-me toda sua força. Deus. Tentei outra vez, e então ele me assustou, fazendo-me agarra-lo com meus braços pelo pescoço. Suas mãos agarram minhas coxas, erguendo-me no ar, e com força bateu meu corpo contra a parede, apenas com sua pressão firmando meu corpo ali. Fechei os olhos, segurando um gemido na garganta, e então ele beijou meu queixo, mostrando-me que não iria parar. E com as palavras na garganta, as cuspi de uma só vez, agarrando meus dedos a roupa dele.

–Carlos Daniel, eu sou virgem.

Seus lábios congelaram onde estavam, e imediatamente meu corpo travou também. Ele, suavemente foi largando meu corpo, e obriguei-me por equilibrar –na obrigação- minhas pernas. Ele não se afastou, ficando ainda colado a mim, e quase perdi os sentidos quando senti seu sexo latente entre nós. Ele me queria. Ele ficou ali, esperando que eu dissesse algo, enquanto a vergonha por ser inocente gritava na minha cabeça. Maldita hora que não me entreguei ao Osvaldo! Bem. Isso foi um acerto. Nesse momento estaria arrependida por ter feito tal coisa. Droga... estou tão confusa.

–Eu já imaginava... –sussurrou ele depositando um casto beijo em minha boca. –Bem, eu já sabia.

–o que? –murmurei abrindo meus olhos, mirando-o em uma confusão quase sem ter como explicar.

–Sua Inocência. Fascina-me. E... Faz-me querer ainda mais fazer-te mulher.

Ele, sem esperar que eu raciocinasse o que ele dizia, me ergueu mais uma vez em seus braços, tomando-me de forma delicada. Tremi em seus braços, um tanto nervosa e assustada. Nervosa pelo que estávamos a beira de fazer, e assustada pela maneira como meu corpo estava reagindo a isso.

Carlos Daniel segurou-me com apenas um de seus braços, enquanto o outro limpava a mesa ampla de sua sala. Os objetos foram ao chão, e em poucos segundos eu estava ali, sobre a mesa dele, refém de suas carícias. Mas... O nervosismo não me abandonava, e eu estava assustada, preocupada com o que estava por vir.

Ele beijou minha boca de forma ávida e possessiva. Seu corpo empurrando contra o meu, pedindo para se unir a mim, enquanto seus lábios mordiscavam e marcavam os meus. Ele desceu as mãos por minhas pernas, e sem dificuldades, ergueu uma delas, apoiando meu calcanhar na ponta da mesa. Oh meu deus. Ele empurrou meu corpo para trás, fazendo-me tencionar, nervosa. Um pequeno “shh” saiu de sua boca pressionada contra a minha. Deixei o peso de meu corpo cair contra a mesa, e o dele tombou sobre mim. E lá estava eu... sobre a mesa dele, com seu corpo entre minhas pernas, degustando de um sabor inigualável, perdida em um toque que ansiava por pertencer-me.

Sua boca correu por meu pescoço e uma de suas mãos agarrou minha mandíbula, erguendo meu pescoço para que seus lábios tivessem mais espaço. Entreguei o que ele buscava, tentando controlar os gemidos de minha garganta, tentando acalmar o calor que me possuía.

Sua boca correu mais abaixo, e afastando-se de mim de maneira brusca, ele ficou ali, posicionando entre mim. Abri meus olhos, e quase sem coragem o mirei. Ele correu os dedos por meus seios, tocando-os de uma maneira que tantas vezes havia sonhado, e com maestria abriu cada um dos botões de meu uniforme, me fazendo ficar ofegante toda vez que um pouco mais de minha pele ficava descoberta. Tremi, segurando o punho dele, e sem controle ergui minha cabeça mirando-o. Ele estava fixo em minha barriga descoberta, e minha pele se ouriçou quando seus olhos encararam os meus e seus dedos deslizaram por ali.

Mirei onde ele tocava e era algo fascinante. Sua pele morena com a minha, parecia uma pintura, algo jamais visto... e era... lindo. Ele continuou a deixar seus dedos vagarem por minha pele, e com rapidez me vi com a roupa aberta, estando de lingerie na frente dele. Viva o presente de Manuela no meu aniversário. Sua mão espalmou-se sobre meu ventre, e com delicadeza correu em direção ao ponto alto de minhas coxas. Gemi tremendo sobre a mesa, ainda segurando seu punho.

–Acalme-se Paulina... não irei tirar tua virgindade aqui, sobre a mesa. –disse ele firme, correndo os dedos pela borda de minha calcinha. Gemi mais uma vez, sentindo o tecido raspar contra mim, e ele pressionou sua outra mão contra minha coxa. –Desejos não me faltam, mas você não mereceria.

Sua voz soou grossa, pesada, carregando meu corpo de prazer, e em menos de meio segundo, ele largou o peso de seu corpo sobre o meu. Sua boca caiu certeira sobre meus seios, e seus dentes correram ali, chupando, mordicando, enlouquecendo-me. Sua boca subiu em meu corpo, tomando mais uma vez meu pescoço, e então ele beijou meus lábios. Puxei-o para mim deliciando-me com sua boca, sentindo seu membro roçar-se a mim, o querendo de um jeito descontrolado. Suas mãos começaram a correr forte por meu corpo, deixando-me em ruínas. Seu quadril começou a balançar contra meu corpo, e seu sexo ereto raspava contra mim, produzindo um calor desconhecido, uma sensação de querer mais, de precisar de alívio. Uma de suas mãos entrou entre nós, e seus dedos se esgueiraram para baixo do tecido de minha calcinha. Tremi por inteira, sentindo-o tocar-me minuciosamente, e acabamos por produzir um único som juntos... um grave gemido. Ele tomou meu corpo como seu, e ainda beijando-me de uma maneira sufocante, sua mão agarrou meu seio, beliscando-o, e o senti endurecer ao seu toque. Me contorci sobre a madeira fria, sentindo o calor de sua pele ultrapassar o tecido, e então ele afastou sua boca de mim, deixando-a próxima ao meu ouvido.

–Tens medo de mim? –questionou com a voz pesada.

–Sim. –murmurei trêmula, sabendo as mil e uma maneiras que ele poderia me ferir.

–Deveria mesmo. –concluiu fazendo meu coração dar um salto. –Mas confia?

Sua pergunta sussurrada em meu ouvido, fez-me questionar a mim mesma. E então Paulina, confia? Bem, se não confiasse nele, ele não estaria assim, me tomando dessa maneira pecaminosa.

–Sim... –gemi contorcendo-me quando iniciou aqueles círculos com os dedos em minha

Ele raspou seus dentes contra minha orelha, ainda balançando seu corpo coberto de roupa contra mim, e então afastou os lábios de minha intimidade com seus hábeis dedos. Gemi no amplo espaço, sentindo o sorriso dele se formar contra minha pele, enquanto minhas mãos corriam por suas costas, alternando entre seus cabelos.

–Confia? –questionou mais uma vez. Respondi sem esperar por mais nada.

–Sim, confio! –gemi alto, estando em um mundo somente dele e meu, arqueando o corpo, jogando a cabeça para trás.

–Feche os olhos... –sussurrou erguendo seu corpo, afastando seu peso de mim. Fiz o contrário, abrindo-os assustada, mirando seu corpo frente a mim, mirando seu olhar negro. –Confie. –disse-me passando seus dedos pela minha intimidade completamente encharcada.

Gemi fechando os olhos, e tentando não abri-los virei meu rosto, tentando esquecer que ele me mirava... mas era impossível com seu toque tão quente e presente. Sua mão que me tocava de forma íntima, diminuiu a velocidade de seu movimento, e a outra –que tocava meu seio- desapareceu. Minha audição se aguçou, triplicando sua atenção, e então teve um som que me fez esquecer o que ele me pediu, e abri os olhos. Ele acabara de abrir seu cinto. Seus olhos queimaram os meus, e assustada o mirei.

–Não disse que confiava? –questionou parando seus dedos em minha intimidade. Não tive a coragem de responder, tamanha a frustração que me dominou. –Já disse que não vou te fazer mulher aqui. Então, se confias mesmo, feche os olhos e aproveite.

Meu corpo todo tremeu com suas palavras pesadas, e fazendo-me entreabrir os lábios, ele passou seus dedos com de uma maneira forte contra mim.

–Apenas quero mostrar-te como posso te agradar. –sussurrou ele movendo sua outra mão para minha barriga. –Não abra os olhos. Se abrires, irei perder o controle.

Balancei a cabeça em concordância, completamente trêmula e perdida, sentindo uma carícia tão intima e nova me tomar, e parecia que realmente tinha nascido para ser tocada por ele. Cerrei meus olhos, virando meu rosto outra vez, e então ouvi novamente o som de seu cinto se abrindo. Minha pele se arrepiou, e senti o som daquelas batidas cardíacas pularem em minha cabeça. Ele continuou a abrir suas calças, e então coisas que não imaginava por sentir, começaram a me tomar. Minhas pernas começaram a endurecer, e meu quadril criou vida própria, movendo-se de encontro a sua mão. O som do mundo ao nosso redor desapareceu, e a única coisa que prendia minha audição era a respiração acelerada dele. Espalmei minhas mãos sobre a mesa, sentindo uma onde descontrolada de calor dominar meu corpo, e ele então gemeu algo, movendo seus dedos contra mim. Eu podia sentir a facilidade com que ele deslizava por minha pele e... ele estava trêmulo, absorvido em alguma sensação tão prazerosa quanto a que me entregava. Não me atrevi a abrir os olhos, mas mergulhei no maior dos meus pecados.

Gemi alto, arqueando-me sobre a madeira úmida de suor quando ele deslizou com facilidade um de seus dedos para dentro de mim. Meu quadril ergueu-se pedindo por mais, e eu não conseguia parar de gemer, não conseguia parar de querer mais, e sem querer me vi pedindo que me entregasse tudo o que ele quisesse.

–Por favor...

–Sh! –disse-me em forma de repreensão. –Não me faça perder o controle.

Ele gemeu mergulhando forte seu dedo dentro de mim, movimentando-o de maneira rápida para dentro e fora de meu corpo e então senti que partiria em mil pedaços. Meu corpo não parava de se mover sobre aquela mesa, buscando mais do toque dele, e tudo em mim parecia tencionar e virar água, criando um círculo vicioso. Oh Céus... O que é isso?

–Vamos... não pare... mexa-se pra mim.

Suas palavras foram algo que explodiu dentro de mim, e então meu corpo arqueou-se e em segundos bateu contra a mesa, senti as pernas tencionarem, a coluna arder, meus olhos se cerrarem com força, e com uma voz que nunca imaginei me pertencer, gritei o nome dele entre um gemido.

–Ah... Carlos Daniel!

Ele caiu sobre mim, tirando seus dedos de minha intimidade, e no mesmo instante senti seu sexo quente e livre tocar meu ventre. Gemi debaixo dele, ainda confusa pelas sensações que acabara de descobrir, e então ele abafou contra meu pescoço um gemido, tocando as laterais de meu corpo. Ele me pressionou contra a madeira, e senti seu membro pulsar entre nós, e logo algo quente espalhou-se por sobre minha pele...

–Céus... –gemeu ele contra meu pescoço, beijando-me ali, e pude ouvir em meio sua respiração acelerada um pequeno riso.

Permaneci imóvel, com a respiração ofegante, sentindo meu coração martelar por toda minha pele, e sentindo o maravilhoso prazer de seu peso sobre mim. Ele respirou fundo, deslizando sua língua por meu pescoço, e depois do que houve, estava exausta demais para pensar em repreende-lo. Não podia fazer isso depois de minha cena exibicionista sobre aquela mesa, e... depois de tudo, a vontade de negar-me a ele já não mais existia.

Notas finais
E ai gente? Mas que porra foi essa? kkkkkkkk Espero que tenham gostado, e que possam deixar um comentário por aqui... ~~lembrem-se que passo horas escrevendo pra vcs...~~ Beijos, e até o próx cap. Dai.