Faça-me, Quero Ser Tua.

49 Sonhar, sonhar, realizar...


Notas iniciais
Bom Dia / Boa Tarde meus amores! Como estão vocês? Olhem como estou boazinha, já postando pra vcs novamente! hahaha Bem, agradeço do fundo do meu coraçãozinho todos os comentários! Queria dizer que não estou com tempo para responde-los, mas leio todos eles... todos! Obrigada Sempre. Ah, pra quem pediu tchuco, e a Lina safadinha... muhahahaha Beijos, e desfrutem!

Seus braços me envolvem. Ele beija minha boca, mordisca meu pescoço. Me ergue em seus braços, colocando nosso desejo no limite dos prazeres. Gemo seu nome, uma, duas, três, infinitas vezes. Ele me cala. O Vapor envolve nossas peles, suadas, escorregadias. Beijos possessivos, ansiosos, carregados de luxúria. Estoca dentro de mim uma, duas, três...

Um toque familiar percorre meus ombros.
Acordo-me em um sobressalto, mirando meu amado ao meu lado, sentado a beira da cama.

—O que fazes aqui?

Meu coração está acelerado, respiração descompassada, a pele, lavada de suor. Mas o que foi isso?

—Vim apenas para dar-te um bom dia antes de ir trabalhar. -Diz tranquilamente.

—Você interrompeu meus sonhos... -resmungo mirando-o. Interrompeu o dia de trabalho também que sei. Mas...ele está lindo! Minha vontade é de agarra-lo pela gola da camisa e puxar seu corpo para debaixo das cobertas junto ao meu.

—E com o que sonhava? -Questiona, os olhos brilhando.

—Com você. -Respondo sem nem ao menos pensar.

Minha resposta trás um sorriso familiar aos seus lábios. Ah, esse homem.

—E o que estava sonhando?

—Quer mesmo saber?

Seu sorriso se alarga.

—É claro que quero saber.

—Bem... -Tiro meus olhos dos seus, apenas para ter a certeza que conseguirei falar. -Sonhei que fazíamos.. hm, amor. É... contra a parede.

—Ah é?

Meu rosto queima de imediato. Se arrependimento matasse... O que eu fui abrir a boca hein?

—Qual parede? -pergunta ele como se fosse a coisa mais normal do mundo.

—Pra quê você quer saber?

Ele ri. Aquele riso solto e mágico que tanto gosto.

—Não sei, estava no seu sonho, então gostaria realmente de saber.

Um vermelho conhecido aparece em meu rosto. Miro-o brevemente. Ele espera minha resposta.

—Ok, Carlos Daniel; Foi no Banheiro.

Ele fica calado. Nada diz. Sua língua aparece por um instante, molhando um lábio depois o outro. Levantando da cama, seus passos seguem até as janelas onde bruscamente ele puxa a cortina fazendo os raios de sol invadirem o quarto.

Ah, meus olhos! Os cerro brevemente, adaptando-me a luz.

Seus passos voltam a mim. Ele, sem demoras tira os sapatos largando-os ao chão. Suas mãos apoiam-se sobre a cama e sorrateiro ele sobe nela, indo em direção a mim.

Ah. Meu. Deus.

Ele... Minha nossa!

Suavemente, ele solta seu peso sobre minhas pernas e então me mira de forma fixa. Seus olhos nos meus.

Sem me importar com nada mais, nem com o fato dele outra vez ter parado suas tarefas para estar comigo, agarro a gola de sua camisa e o puxo contra minha boca. Ele nem protesta.

Sua boca cola a minha. A Saudade me invadindo, o calor de sua pele aplacando toda a ansiedade que sua falta me trouxe. Seu corpo posa inteiro sobre o meu. Seu peso me prendendo no local que mais amo no mundo todo: Seus braços.

Não demoro a ficar ofegante com nossos beijos e mordidas, quando calmamente ele se afasta de mim, mirando as horas no relógio de pulso.

—Já são oito horas... você tem que trabalhar daqui a pouco.

Ah merda.

Faço cara feia para ele que imediatamente deposita um beijo casto em minha boca e então se afasta, rolando sobre as cobertas.
Vejo um sorrisinho em seus lábios quando descubro meu corpo e levanto da cama.

—Bela camisa... -Diz contendo o riso.

O Ignoro segurando meu riso também e sigo para o banheiro, controlando o ardor em minha pele e a vontade de ficar em seus braços.

Mas Caramba! Que calor em minha pele! Se não bastasse o sonho, acordo com ele aqui, tocando-me.

Tiro a roupa o absorvente interno e de imediato ligo o chuveiro, entrando e deliciando-me com a água quente. Odeio me atrasar para o trabalho. Isso praticamente nunca aconteceu, nunca. Não acho moralmente profissional. Não é certo. Acho que, se tem uma coisa que temos que fazer com amor é o nosso trabalho.

Minha mente voa. Aproveito o banho para orientar as ideias e esquecer que Carlos Daniel encontra-se no outro cômodo. Esse Louco... não tem mais jeito!

Tirando o shampoo do cabelo ao abrir os olhos, não consigo conter um grito quando vejo Carlos Daniel mirando-me do outro lado do vidro. Ele ri, contente por ter me assustado, e imediatamente abre o vidro do box, entrando comigo debaixo d'água. Miro seu corpo por inteiro. Seu desejo evidente e já coberto com uma camisinha.

—Será que está o suficiente bom para realizarmos teu sonho?

—Você...

Nem tenho tempo de falar alguma coisa. Aqueles olhos que me encaram com furor voam sobre mim. Sua boca cola a minha, empurrando-me com pressa contra a parede de mármore. Gemo em sua boca, ansiosa e já o querendo. Suas mãos me erguem com força, fazendo-me rodear sua cintura com as pernas no mesmo instante.

—Você gozou no sonho, querida? -murmura ele mordendo minha orelha, arrepiando-me inteira.

—Não... você me acordou antes... -digo em um fio de voz, puxando seu rosto para mim.

—Mas aqui, na realidade, você vai... e vai muito.

Ah Não! Eu estou... Meu rosto incendeia.

—Não... não posso Carlos Daniel! -Cerro os olhos, negando a ele o que mais desejo.

Ele trava. Ainda segurando-me em seus braços, sinto que me observa.

—O que aconteceu? -pergunta com um fio de voz, um tom que nunca o ouvi.

—Eu, eu...

—O que foi, Paulina?

Obrigo-me a abrir os olhos. Ele não tira os olhos de mim, esperando que eu diga algo.

—Estou naqueles... naqueles dias...

O rubor toma meu rosto por completo. Poxa, estou quase sem nada de sangramento, mas... mesmo assim! Estou e...

—Está Menstruada? -pergunta sereno.

—Sim.

—Desde Quando?

—É... -Isso é pergunta? Ele devia era fazer uma cara de nojo e me soltar. -Uns três, quatro dias... já está cessando.

—Sente dor?

Apenas balanço a cabeça em negação, esperando que ele diga alguma coisa.

—Você quer que eu coma você, que... que... Que façamos amor aqui no banheiro, agora?

Sua pergunta me deixa com o rosto enrubescido e o desejo correndo solto em minhas veias.

Balanço a cabeça novamente, agora concordando, aceitando que ele faça aquilo comigo.

Seus olhos encaram os meus e em um golpe só, ele está dentro de mim. Tremo com a pequena dor que me atinge, mas me entrego aos seus beijos, as suas carícias.

—Como se eu fosse deixar de te fazer minha desse jeito tão gostoso apenas por essa besteira. -Diz beijando meu pescoço.

Minhas mãos correm por suas costas, minha boca beijando seus ombros, seu pescoço, gemendo descontrolada em seu ouvido.

Ele mete... uma, duas, três... e eu não consigo me conter!

A sensação de sua pose é o paraíso, a euforia, a delícia do pecado. Ele não para. Me beija, suga meus lábios, me encara fixo, observa cada ato meu.

—Era assim no seu sonho? -pergunta ele com a voz entre os dentes, reduzindo a velocidade de nosso ato.

Ele escorrega, lenta e vagarosamente dentro de mim, preenchendo-me de forma delicada.

Como um flash, recordando o sonho, apenas sussurro:

—Não.

—Não? -Diz ele surpreso. Seus olhos brilham com expectativa. -Então me conte como era... fale.

Minha respiração acelerada não me deixa falar. Meus olhos encontram os seus, minha boca procura a sua, mas ele a desvia.

—Fale... me conte.

—Era forte... muito forte. -digo num murmúrio, apoiando-me aos seus ombros, mirando seu rosto.

Ele morde o lábio, fechando os olhos e sem pena alguma enfia tudo dentro de mim. Forte, muito forte. Grito.

—Assim? -Pergunta repetindo o ato.

—Sim! -grito novamente. Um grito de puro prazer.

Ele faz outra vez e outra e outra e mais uma.

Suas mãos cavam minha pele, apertando com tanta força minhas coxas que tenho a certeza de que ficarei marcada. E não me importo.

—Metia rápido? -pergunta ele beijando minha mandíbula.

—Sim... -murmuro.

Então, perco o foco.

Ele faz... exatamente como meu corpo ansiava e minha mente criou durante meu sono. Puta Merda!

—Assim?

Não consigo responder. Meu corpo apenas treme tenso em suas mãos, adorando as investidas dele dentro de mim, gemendo louco em seus ouvidos.

—Ah Paulina... Porra! -grunhe ele baixando o rosto, mordendo o alto de meus seios.

Tremo inteira, nervosa e desejando. Envolvo seu pescoço, pendurando-me em seus ombros, perdendo a noção de tudo o que não seja ele entrando dentro de mim.

Não conseguimos parar.

É uma mistura de desejo acumulado pelo tempo longe, com anseio de sempre querer mais, acentuado com o deleite de ver as reações de prazer no rosto um do outro.

Simplesmente não conseguimos parar.

—Era assim no seu sonho, querida? Hm?

Apenas agarro mais firme o corpo dele, sentindo aquelas sensações tão perfeitas se criando dentro de mim. Deliciosamente... enlouquecedora...

—Cacete... Não consigo parar. -murmura ele mirando meu rosto brevemente, encarando seco meus lábios abertos que não conseguem fazer nada além de gemer e gemer... e gemer. -Vou acabar deixando você dolorida... -diz por fim.

—Não pare... por favor... -Digo quase sem voz, segurando suas costas com força.

Somos uma batalha. Uma guerra em busca de prazer.

—Você é muito gostosa Lina. Muito gostosa e só minha.

—Carlos Daniel... assim...

Sou uma onda gigante em direção a beira do mar. Uma louca prestes a pular de um penhasco.

Abro os olhos, mirando-o e vendo aquela cascata de água cair ao nosso redor. Meu corpo dói, a vontade de alcançar o ápice é gritante... mas, não quero que isso acabe.

As mãos dele me seguram, mordo seu pescoço, seus ombros, agarro seus cabelos.

—Deixe vir... deixe...

Miro seus olhos com fascinação, mas quando aqueles espasmos começam a me dominar inteira, só consigo fechar os olhos e gemer coisas incoerentes enquanto simplesmente me derramo ao redor dele.

—Paulina!

Ele grita meu nome, e prendendo meu corpo contra a parede, o sinto pulsar contra mim.

Ali, somos dois loucos sem limites. Cada um com sua loucura, mas juntos fazemos um estrago danado. Ele aos poucos vai soltando meu corpo, escorregando pelo seu. Assim que sai de mim, imediatamente tira a camisinha e a joga em um canto do banheiro.

—Você é linda, perfeita... -murmura ele agarrando meu rosto entre os dedos. Minha mirada fica firme contra a sua. Agarro seus pulsos, sentindo seus olhos dizerem-me mais que suas palavras dizem.

Formo mil respostas mentais para ele, desde as declarações de amor intensas até a ironia. Opto pela segunda opção.

—Até que você não é nada mal. -murmuro desviando nossa mirada.

—Ah é? É assim senhorita?

Carlos Daniel ri, dando um tapa firme em minha coxa. Solto um grito, mirando-o surpresa. Isso... isso... foi... bom? Ai meu Deus.
Antes que eu pense mais, ele já está me beijando novamente, prendendo-me a si, deixando-me em fúria.

—Carlos Daniel, eu... preciso ir trabalhar... -murmuro já sem ar, sentindo aquele desejo louco por ele novamente.

—Não brigue comigo, mas menti as horas... queria você no banho logo. Ainda temos tempo...

—Você não tem jeito! -digo já o beijando, puxando-o para mim.

Notas finais
E ai, amores? Que tal? Já estão querendo mais? Beijinhos e ah.... gente do céu, isso não é uma coisa que eu faça muito, maaass... Uma Amiga minha, dona PaCa, está escrevendo uma fic SpanicLeón e eu... estou apaixonada! Confiram ali: https://plus.google.com/106719109043294338704/posts Espero que gostem também! E enfim, nessa fic, comentem, favoritem, recomendem (pq tô com saudade) Façam isso, ok? Beijooooos a todo mundo... Las Quiero! ♥