Faça-me, Quero Ser Tua.

39 Mirada traiçoeira, e a melhor visão do mundo.


Notas iniciais
Oi Genteee! Como vcs estão? Bem, como avisei em alguns grupos do Whats e no PV pra algumas leitoras, a postagem seria apenas dia 13, mas, acredito que irei viajar, então adiantei a postagem em dois dias. Felizes? kkk Agradeço do fundo do coração a essas meninas que dedicam poucos segundos para comentar a fic... isso é o incentivo que preciso pra essa história não morrer. Obrigada. Bem, segue cap fresquinho, com umas cenas, que mds.. #Molhada. Desfrutem...

Carlos Daniel foi tomado por uma expressão desconhecida, e me surpreendi quando ele suspirou, levando seu sexo até mim. Eu e ele estávamos com as respirações aceleradas, e elas ecoavam pelo quarto, fazendo-me ficar ainda mais pronta para ele. Eu estava sensível demais, e quando ele pressionou a ponta de seu sexo em minha intimidade, eu gemi agarrando minhas unhas as costas dele.

–Está tudo bem? –perguntou-me com o olhar mudando a cor. Levei uma de minhas mãos ao cabelo dele, e sem deixar de mira-lo nos olhos, o puxei, beijando-o com carinho e lentidão. Fui tomada por desejos, e suavemente o puxei pelas costelas, fazendo-o adentrar-me com seu sexo.

Oh, Meu, Deus...

Deliciosamente doloroso e...

oh, sim.

Gemi contra a boca dele, e meu corpo todo tencionou, tentando acostumar-se novamente com ele dentro de mim. Bem que ele disse que eu ficaria dolorida.

–Está dolorida, não é mesmo? –perguntou ele com o maior sorriso canalha na cara, como se ouvisse minha mente protestando.

–Bastante. –respondi sentindo meu rosto corar por inteiro.

–Hoje, irei parar de te amar, apenas quando entregar-me tudo o que desejo.

–Oh meu Deus. Ele passou seus lábios por minha mandíbula, e encaixou seus dentes no lóbulo de minha orelha.

–Quero que esteja completamente minha, minha por inteira.

Ele não me deu tempo de pensar, e rapidamente meu corpo se arqueou sobre a cama, quando daquela maneira forte ele começou a empurrar seu corpo ao meu. Ah Meu Deus! Gemi agarrando-me a ele, que sorriu beijando meu pescoço, e gemeu quando eu envolvi uma de minhas pernas em sua cintura. Seu corpo batia forte e insistente ao meu, e parecia que eu iria partir em mil pedaços. Eu não podia me controlar, e os sons de minha boca já não eram mais de meu domínio.

–Ah Carlos Daniel... –murmurei tomada por prazer, abrindo-me mais para ele, arqueando-me sobre a cama.

–Diga o que queres... diga Paulina.

Nossos corpos se batiam um contra o outro, e aquele som que me enlouquecia ecoava, ecoava, e ecoava... Eu sabia que não duraria muito tempo, mas queria que ele se entregasse a mim, tanto quanto eu me entrego a ele.

–Preciso... de você. –sussurrei sentindo minhas pernas tencionarem e... ah...

–Precisas de mim, como? –grunhiu ele mordendo minha pele, e foi como atirar fogo na gasolina. –Peça...

E foi ali, a primeira vez, que me vi pedindo para que ele me desse todo o prazer que eu necessitava.

–Mais... quero mais de ti.

–Caralho, Lina. –Ele se apoiou sobre as mãos, deixando-me com uma visão tentadora dele. Deus, do, céu. Gemi quando ele tirou minha perna de sua cintura, e de uma maneira forte ergueu-a, colocando meu joelho quase de encontro ao meu seio. Ele embalou seu corpo ao meu e... AH! Seu sexo tocou-me fundo, e gritei em puro prazer agarrando-me a ele, implorando por mais. Ele acelerou seu ritmo, e eu estava quase lá, eu já sentia meus músculos tencionarem, meu ventre ardia, e parecia que o mundo ia desabar entre minhas pernas.

–Implore. Implore. –murmurou.

–Implorar? –como assim? Eu não consigo nem pensar, ele quer que eu implore algo?

–Implore para que eu te faça gozar, Lina. Implore, e eu farei.

Ah Meu Deus. Suas palavras se misturaram com a sensação que crescia dentro de meu ventre, e eu não podia me controlar, eu tinha que... ah...

–Por Favor... –pedi cerrando os olhos, tentando achar uma forma de respirar enquanto minhas batidas cardíacas me sufocavam.

–Diga Lina, Diga aquelas duas palavras e te farei gozar. Fácil, bem fácil.

–Por Favor Carlos Daniel, não me judie assim. –implorei sentindo meu rosto corar ainda mais, mas a necessidade de explodir estava me dominando, e as palavras estavam pressas a minha garganta.

–Vamos... –grunhiu ele dando um forte apertão em minha coxa, que se juntou ao meu ventre. Ele empurrou mais forte contra mim, e eu sentia as gotas de suor escorrerem por minha testa. Agarrei uma de minhas mãos aos lençóis, e a outra, levei até o braço dele, tentando descontar ali a força dos espasmos que me dominavam. Ele estava suado como eu, suado e quente. Não pude mais me segurar... minha espinha parecia ser tomada por brasa quente, meus dedos ficaram imobilizados, meu braço o puxou forte, e aquela minha perna que estava semidobrada, voou na cintura dele, agarrando-o contra mim. Ele foi diminuindo a velocidade do ato, seguro e em uma última estocada, forte, eu me derramei ao redor dele, com os olhos cerrados, gritando seu nome. Carlos Daniel tombou sobre mim, quente e suado, e lentamente ele diminuiu e diminuiu a velocidade de nosso ato, até acomodar-se sobre mim. Fiquei confusa, mas minha necessidade saciada, eu estava mais relaxada.

–Agora, acho que mereço o mesmo. –sussurrou ele com a voz ofegante, passando os lábios por meu queixo. Abri meus olhos, e quando o mirei naquela íris escura, ele pressionou-se a mim, e meus lábios se abriram em... alguma expressão sem nome, enquanto eu sentia meu corpo mais sensível do que nunca.

–Deus... tão molhada, tão deliciosa.

Gemi pressionando-o contra mim, sentindo seu cheiro tão bom se espalhar pelo quarto, ficando gravado na minha mente. Ele movimentou-se para trás, e por um instante pensei que ele sairia de mim, mas não. Ele mergulhou outra vez lá no fundo, deslizado de maneira lenta, lenta... e oh Deus.

Carlos Daniel afastou seu peito do meu, e sua cabeça baixou-se mirando meu ventre. Fechei meus olhos, tentando –de alguma maneira impossível- livrar-me da necessidade de mira-lo. Ele moveu-se da mesma maneira anterior e... não consigo pensar!

–Tão perfeita... olhe Paulina... olhe a maneira como me encaixo em você. Olhe.

Sua voz rouca e acelerada, me fez tremer por inteira. Não, não irei olhar, isso... é demais pra mim. Balancei minha cabeça em negação, e Carlos Daniel grunhiu alto, apoiando as mãos sobre a cama, deixando-nos apenas encaixados ‘lá’.

–Olhe... quero que veja. Olhe. –ele cerrou os dentes, e pude ouvir o som dele rangendo-os. -Estou mandando. Olhe.

–Não... –afirmei com toda certeza, eu não poderia mira-lo daquela forma, assim... era algo... demais.

–Paulina, estou mandando, olhe. –falou diminuindo a velocidade do ato.

–Não... não vou olhar, não vou.

Perdi a noção de tudo, quando uma das mãos dele voou para entre meus cabelos, agarrando minha nuca, puxando os fios entre os dedos. Ele puxou forte minha cabeça, e gemi levando minha mão para seu punho, tentando impedi-lo. Ele me sacudiu sobre a cama, balançando minha cabeça. Meus olhos, piscaram, assustados, mirando o rosto dele. Ele colou sua testa a minha e em uma rápida mirada, sussurrou ofegante.

–Mandei que olhasse.

Gemi pressionando minha testa contra a dele, que com força puxou meus cabelos, apertando forte seu quadril ao meu. Aquele movimento lento estava me enlouquecendo, e eu podia sentir ele vibrar sobre mim. Carlos Daniel sacudiu minha cabeça, e meus olhos se abriram, mirando para onde ele mandou.

A..

Visão...

Mais... Mais...

O corpo dele encaixava-se ao meu com perfeição. Era algo um tanto assustador. Intimidador. Exigente. Íntimo. Era algo que nunca imaginei em ver, algo que não podia me imaginar fazendo. Aquela imagem dele, empurrando contra mim... nossos corpos exatamente ‘lá’, cobertos pela fina luz da noite, brilhando com a umidade que nos envolvia. Ele começou a dizer algumas palavras, mas aquela visão estava tirando meu pensamento para qualquer outro lugar que não fosse onde nós nos tocávamos. As únicas coisas que pude prestar atenção, era em algo ao me ter sobre ele, outra sobre me ter contra a janela, e também no piso da sala. Meu Deus.

–...quero te foder em todos os cantos da casa. Essa, a nossa, nossa casa.

Meu corpo começou a quase sucumbir sobre a cama, com meu olhar preso onde nossos corpos se encontravam, e aquela sensação deliciosa começou a formar-se... e tudo a tremer, tencionar...

–Porra Paulina, Goza... Vai. Goza.

Ele murmurava as palavras, soltando-as entre os dentes cerrados, enquanto minhas mãos criavam vida própria e o tocavam. Minha mirada perdeu-se quando fechei os olhos tentando absorver aquilo tudo. Ergui meu rosto, tocando sua boca a minha, enquanto nossas testas continuavam coladas.

–Vou gozar, Paulina... vou gozar...

Suas palavras foram meu precipício e me atirei sem medo, ouvindo-o soltar um gemido rouco, com o corpo empurrando fundo ao meu, e então ele caiu pesado me acompanhando em um som formado por nós dois. Me agarrei a ele, descontando os espasmos que ainda me tomavam, sentindo-o vibrar sobre mim.

Ele rolou sobre a cama, tirando seu sexo de mim, e na penumbra da noite o vi tirar o preservativo, jogando-o em um canto qualquer. Isso não é a primeira vez que acontece. Ele me puxou para sobre si, e acomodando-me afastou minhas pernas, colocando uma de cada lado de seu corpo. Arrastando-nos no colchão, ele sentou-se recostado a cabeceira, e pude apoiar minha cabeça em seu ombro. Ele cheirava a um pouco de Whisky, seu perfume fresco tradicional, e o melhor cheiro do mundo, que era o seu.. Nunca acreditei que adoraria sentir o cheiro de um homem suado, mas Meu Deus, o cheiro desse homem...

Seus braços me envolveram, e tremi inteira quando sem querer suspiramos juntos. Ele limpou a garganta, e iniciando um mover de seus dedos em minhas costas, murmurou:

–Agora sim. O que você quer conversar?

Notas finais
E ai gente? mereço um comentário? pequenino? ´pfvr... kkkkkkk Espero que vcs tenham gostado! Beijo e até o próximo!