Notas iniciais
Acho que ninguém esta lendo, mas como eu gosto de escrever ta aqui mais um capitulo 2bjs :*

#Leticia

Hoje foi muito legal, meus amigos me fizeram um piquenique, eu nunca tina feito um e era um sonho meu (bobo né?), adorei a tarde com eles principalmente porque é o começo das férias e pelo visto elas vão ser bem animadas.

– Eu sei que você me ama, pode fala – falo mostrando a língua.

– Ta bom, te amo sua gorda – devolve Pedro mostrando a língua também

– Gente to indo bjs – fala a tatá mandando um beijo no ar

Tava tudo bem, até a tatá resolver atravessar a rua sem olhar. Foi muito rápido só consegui gritar o nome dela antes que fosse atropelada. Saí correndo na direção dela sem pensar se estava vindo carro, quando cheguei, ela tava desmaiada e tava saindo sangue de sua cabeça, entrei em desespero comecei a grita pra todo mundo ligar pra ambulância.

Depois de uns 20 minutos a ambulância chegou, mas não me deixaram ir com ela, a tia Val pediu pra eu ficar esperando alguém buscar o carro dela, e entrou na ambulância.

No outro dia...

Assim que pude fui ao hospital ver como a minha tatá estava. Quando cheguei a mãe dela tava no quarto:

– Oi Leticia – diz tia Val me recebendo

– Oi tia, como ela está? – falo preocupada com minha amiga.

– Ah ela ta bem só teve um corte na cabeça – fala ela sorrindo fraco – Daqui a pouco ela vai acorda, os sedativos tão passando o efeito. Eu vou ali comer alguma coisa, você fica com ela?

– Fico sim, pode deixar tia – Falo com um sorriso.

Não demorou muito a tatá começou a acordar, mas ainda não estava consciente só tinha pequenos movimentos com o corpo, como se quisesse acordar mas estava com sono demais pra isso.

– Bom dia vadia – amor eterno

– Bom dia Gorda — devolvo o carinho.

– O que aconteceu?

– Ah você foi atropelada ontem, e agora estamos aqui. Não se preocupe já está melhor, eu acho.

– Ah obrigada por ficar aqui comigo

Resumindo teve aquela bajulação entre amigas, uma agradece a outra agradece também e foi assim até o medico chegar e manda-la pra casa. A tia Val me levou pra casa, mas continuei conversando com ela por whats.

#Thaís

Depois de sair do hospital, minha vó falou pra eu ficar em repouso. Comassim vó? Eu? Repouso? Isso não combina comigo, mas aceitei já que se eu não aceitasse era bem capaz dela me amarrar na cama. O dia passou comigo deitada vendo TV ou mexendo no celular.

A noite fui tomar banho e notei um coisa estranha, minha pele tava formigando e parecia que ficava mudando de cor. Entrei em pânico e chamei minha mãe, assim que me viu me levou pro hospital. Ah não, de novo esse lugar!

Os médicos começaram a fazer um monte de exames, sangue e outros que prefiro não citar, passei a noite no hospital. De manhã a enfermeira disse que o doutor queria falar com a gente.

– Bom dia sra Macbee e srt Macbee – O médico

– Bom dia – respondemos juntas

– Eu vou direto ao assunto. Sua filha está com uma bactéria incomum

– Incomum?

– Sim, essa bactéria geralmente ataca os glóbulos brancos do sangue causando baixa imunidade. Porém esta bactéria está atacando a melanina.

– Melanina?

– É, ela está matando a melanina. A melanina é responsável por dar cor à pele, se nós não começarmos a tratar logo a Thaís corre o risco de ficar Albina.

– Então o que devemos fazer?

– Como é uma doença rara são poucos os lugares onde tem tratamento, então teremos que ir pra São Paulo trata-la.

– Tudo bem. Hoje mesmo vamos

E ai começou minha viajem médica, fiz outros exames e comecei o tratamento. O ultimo passo era entrar numa máquina tipo aquelas que veem o tumor na cabeça, só que essa ia matando a bactéria com radiação.

A doença acabou, mas meu cabelo também; Eu fiquei careca em uma tarde.

Voltamos pra casa e só estava no meio das minhas férias. Meus amigos vinham em casa mas eu não os deixava ver minha cabeça, nem eu mesma me olhava.

Então chegou o dia de voltar pra escola. E por incrível que pareça, meu cabelo estava maior do que quando caiu.

Notas finais
Espero que gostem 2bjs :*