Fate of Emotions
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Boa Leitura.
A Oitava Regra, não se deixe levar pelas suas emoções, já fiz isso, foi um dos meus piores erros. Por isso estou aqui, em volta de várias pessoas bêbadas que nem se quer eu conheço.
Eu devo ser considerada uma invejosa traidora pelos meus antigos amigos agora, pena que nunca me dirão isso agora.
E sua família? Eu não sei se posso considerar meu pai como um membro familiar meu, e minha irmã, ela vive sua vida sem preocupações e desespero, só esperança, esperança e amigos verdadeiros. E a mim.
Sai daquele tumulto, e comecei a andar nas ruas de barro do vilarejo. Pensar que a nobreza anda em tapetes de seda, não só como nobres e reis humanos também de outras espécies com herança nobre.
Comecei a andar para o caminho da minha casa, provavelmente minha irmã deve ter saido para tentar um relacionamento amoroso. Desde que se mudamos para essa Vila ela apostou com sigo mesma que iria conseguir um namorado. Não sou desse tipo, acho que namorar é só uma perda de tempo.
Cheguei na minha casa nem um pouco diferente de outras da Vila, tirei minha jaqueta e a joguei no sofá, eu a ganhei quando era uma das soldadas de guerra, mas eu sai dali. Muito Entediante.
Como havia pensado, minha irmã não está em casa. Como a sobra do almoço, e acabo saindo de novo por falta do que fazer em casa.
Sai em direção da Floresta Ystal, onde alguns metros da Vila Cint, a vila onde moro. A maioria das vezes tem soldados andando por ela, um campo livre de treinamento.
Estava andando na floresta, com suas árvores cheias de folhas, e quase do tamanho de um castelo, é como se fosse uma casa na árvore gigantesca.
Depois de um tempo, percebi que o céu já estava escurecendo, estava correndo antes que a floresta fique nublada, todos os dias é assim.
A floresta estava rapidamente ficando nublada mais do que normalmente, se você ficar na floresta Ystal nublada você tem que ficar até passari nublado, ou melhor, você tem que passar a noite nesse matagal. Mas este não é o grande problema, o problema são os lobos gigantes que aparecem aqui. Meu pai já me jogou aqui dentro quando "não o respeitei" ele é um assino.
Mas eu continuo respirando.
Corro, corro, corro e corro, mas nada adianta. Estou dando voltas. Não há mais tempo, já posso ouvir os uivos dos lobos mais perto a cada passo. Ouvi dizer que se uma pessoa subir em cima de uma da árvores os lobos não te alcançarão, mas isso é impossível, essas árvores tem metros ou até quilômetros de altura. Única atitude que devo fazer agora é correr sem me virar para traz. E assim faço, corro nem se quer dar uma espiadinha para traz.
Depois de um minuto de adrenalina, meu corpo se cansou rapidamente me fazendo querer parar instantaneamente. Eu não posso parar. Corro.
Além de árvores, posso ver alguma coisa escura, forço minha visão e percevo que era uma caverna enorme com marcas de arranhões para rodos os lados. A alcateia vive aqui.
Viro-me para o outro lado, lá não é seguro. Mas esses bichos repugnates me cercaram, sem nenhum jeito de correr...
Sinto uma sensação não tão estranha, o desespero, eu desesperada. Eu quero voltar para casa, ver minha irmã e dizer "te amo", mas invez disso vou morrer aqui sem ninguém se quer saber que eu existi.
Só conseguia ouvir latidos e a morte. Um lobo provavelmente o alfa correu até mim, fiquei parada, pensando que morreria da forma mais idiota possível para um soldada. Quando olhar ao redor, podia ver um vulto passando ao redor das árvores, estou ficando louca.
Volto minha visão ao pulguento, mas ele não estava mais lá, ele estava morto.
Toda a alcateia se afastou e correu para longe. Mas oque está acontecendo? Eu não estou entendendo mais nada.
Fico Parada, esperando algo acontecer ou alguém aparecer. Que ocorre exatamente isso. Uma sombra aparece, o mesmo vulto que passou. Cada passo diante a mim, um passo para traz.
Sou capaz de ver que usa um capuz velho e rasgado, cheio de sangue.
Ele retira o capuz, revelando uma garota de cabelos totalmente ruivos e curtos. Ela estava cheia de poções, armas, etc...
Uma druida.
Ficamos nos observando umas nas outrad por um tempo, até que a druida decide falar:
—- É... Bem, nós vamos falr aguma coisa tipo "ah, qual é seu nome?" " O que é você?" -- Fala a Druida, fazendo uns tipos de movimentos, como se estivessemos se falando -- Ouu... Vamos ficar nos obsevando??? Fala aí.
—- Você não precisa saber meu nome, e nem eu quero ouvir o seu -- Disse fria, me virando oara o outro lado e deixando a druida para traz na névoa.
—- Eii! Bonitinha! Você vai acabar se perdendo, não quer que eu vá com você?-- Ela grita me fazendo parar. Ela me chamou de bonitinha?
—- Eu já disse! Não necessito de ajuda!-- Grito, fazendo um eco enorme na floresta. Quando percebo que a druida já estava do meu lado me olhando.
—- Entãoo... Você sabe que a sainda é para o norte né? -- Fala apontanfo para o norte onde deveriamos ir. Eu rápidamente me volto ao caminho onde deveria ir, e ando mais rápido tentando deixa-la para traz. Mas a druida é rapida de mais. Isso pode até parecer um teleporte.
—- Como você reconhece as direções nessa névoa? -- Digo sem fazer contato visual.
—- Ah... Isso é por que eu moro há tipo assim quase 2000 anos sabe? Aí me acostumei com a floresta... -- Fala. "Quase 2000 anos", isso não é tão surpreendente ela pode fazer qualquer tipo de poções. Mas a unica coisa estranha é que ela é bonita demais, druidas normalmente são feios, como bruxas de conto de fadas.
—- Oh... E você mora aqui sozinha?
—- Não, eu moro com um bom amigo -- Fala -- Eu moro em cima dessas árvores
—- Ele é um druida também? -- Falo apontando para suas poções presas em sua cinta.
—- Não amor ele é um elfo-- Eu acho estranho, pelo que o reino inteiro saiba os elfos estão extintos faz alguns anos.
—- Mas... Os elfos estão extintos há alguns anos
—- Ha! O restante dos elfos depois da guerra fugiram e se esconderam, e com isso todos acham que estão extintos.-- " Se esconderam depois da guerra" isso nunca me trará boas lembranças.
—- Então você namora com um elfo?
—- Sim, como você sabe?-- Fala a druida virando para mim com uma cara duvidosa.
—- Meio óbvio...-- Falo-me sorrindo para ela.
—- Ah sim eu as vezes falo demais... -- Fala corando mexendo em uma mecha de seu pequeno cabelo.
—- Qual seu nome mesmo? -- Digo, até que ela merece alguma chance de ser minha "nova amiga".
—- Eba! Essa era a hora que eu mais esperava! -- Disse a druida correndo para frente e jogando várias poções no caminho deixando um brilho lindo, até que ela para e joga uma última poção no chão que solta varios fogos de artifícios-- Eu sou umas das mais poderosas druidas, e eu me chamo Tsunade Yoshida!
—- Nossa... Que, dramático
—- E você linda? -- Disse voltando ao mesmo lugar de antes seguindo meus passos.
—- Mahina Pekoyama...
—- Ah... Que legal -- Fala -- Mahi, nos já estamos saindo da floresta okay?
—- Que bom... Mas o que é okay? -- A Yoshida fala de um jeito totalmente diferente do pessoal da Vila Cint e de mim, deve ser da família ou algo assim...
—- É tipo a mesma coisa que falar "tudo bem" ou para concordar
.
—-Hum entendi...
***
Tinha saido da floresta junto de Tsunade, que me deixou em casa. Como da primeira vez joguei minha jaqueta do sofá e fui para o quarto, minha irmã já estavs dormindo profundamente, e depois fiz o mesmo.
***
Acordo, minha irmã Hinata estava no sofá comendo algo, provavelmente uma gororoba que ela faz. Logo volto ao corredor que dá para o quarto e o banheiro, a casa é bem pequena com apenas um banheiro, um quarto, uma sala e uma cozinha, todos bem estreitos. Tomei uma ducha rápida e logo sai pegando uma roupa aleatória que estava no guarda-roupa e vou para sala de novo, Hinata minha irmã, já não estava mais comendo e sim lendo um livro que tinha comprado em uma loja daqui da Vila. Logo ela percebe que estou na sala junto dela e a mesma me olha, mas seu olhar volta ao livro segundos depois.
—- Hina, vou sair um pouco, você quer vir comigo? -- Falo -- Ou prefere ficar com a cara grudada nesse livro?
—- Na verdade... Eu prefiro ficar grudada aqui... Junto do meu livro -- Fala abraçando o livro, dou de ombros e vou até a porta e a abro.
Á luz do dia, Cint parece bem menos mais sinistra do que à noite. O Sol brilha forte no céu e aquece o tranquilo ar do outono. Além das casas, a vegetação da praia dá ao lugar a um conjunto de árvores esparsas. Nada parecido com os carvalhos ou pinheiros da floresta Ystal, mas serve. Vendedores com faixas de suas lojas descarregam veículos, empilham caixas com seus vários produtos. Diminuo o ritmo na esperança de espiar o carregamento, mas toda a multidão estrondosa por pero me deixa receosa. Alguns soldados desconhecidos pelo reino passam pela rua, de uniforme azul, mas não azul vivo como fadas, nossos aliados, e sim de um tom mais frio e escuro. É bem familiar, mas não consigo lembrar de onde. Eles parecem com minha antiga tenente, altos e brancos, de cabelo loiro e branco brilhande, com o corte agressivamente baixo. Estrangeiros, concluo. Estão de pé sobre às pilhas de carga, espadas e arcos na mão, protegendo às caixas.
Mas protegendo de quem?
Ignoro e volto meu olhar para as lojas, que eram simples mesas com 4 pedaços de madeira prendendo um pano, mas é claro, também existem vendedores com lojas extremamente grandes, alguns pode comparar até o triplo de minha casa. Mas é óbvio, essa é só a parte nobre que consegue comprar seus produtos extremamente caros.
Estava mais ou menos meio quilômetro depois do tumulto com poucas pessoas nas ruas, até que ouço um susurro no meu ouvido dizendo "Olha para traz" ou algo do gênero. E assim faço, olho para traz me deparando com Tsunade, com um sorriso em seu rosto.
—- Oiiii. O que você está fazendo?-- Fala Tsunade dando pulinhos para traz, se afastando um pouco.
—- Só andando. Ou para alguns, nada.
—- Sério? -- Perguntou pasma -- Vamos para as montanhas do norte, vai ser legal, amiga.
—- Não, nos só somos colegas --Disse fria, mas dando a perceber que gaguejava um pouco.
—- Por que? Você não confia em mim?
—- Não, e além disso, você não deveria confiar em mim...-- O silêncio domina por alguns segundos depois que falo.
—- Não! Eu nunca trairia alguém e sei que você não me trairia Mahina!-- Ela aumenta seu tom de voz-- E além disso se fosse, já teria passado todas as suas informações para alguém cruel!
Não falo nada. Sinto meu rosto arder e molhar. Estou chorando. Tsunade muda sua cara raivosa para uma cara preocupada, ela se preocupa comigo. Como? Por que? Eu sou alguém horrível, por que ela me escolheu para ser minha amiga? Eu tenho muitas perguntas, que só tem uma pequena resposta. Por que ela confia em mim e quer ganhar minha confiança, e sermos amigas.
Ela chaga perto de mim com um ar de preocupação dizendo "Ei, não chora" "Eu não queria ter dito aquilo".
—- N-não... Não é s-sua culpa -- Disse gaguejando e limpando meu rosto -- Eu estou bem.
Ela não fala nada, invez disso me abraça. Às ações falam mais que 1000 palavras. Então depois de um tempo abraçadas, finalmente digo algo:
—- Somos amigas. Eu arriscarei te proteger no perigo. E... Fazer coisa que amigas fazem -- Digo olhando nos seus lindos olhos azuis marinhos -- É uma palavra de soldado.
Continua...
J
Notas finais
Tchau lindus!
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