Fashion Police

18 The Lake House Pt 01


Notas iniciais
Olá meu amores.... E lá vamos nós para mais um capitulo. Ah vamos fazer de conta que as meninas cantando são Emma e Regina. No mais... Enjoy ♥

Sexta-feira 30 de Junho. Finalmente chegaram à casa do lago, no fim da tarde, teriam tempo de curtir um lindo pôr do sol.

Saíram do carro de boca aberta.

– Como vocês só moram em mansões com um salário de tenente e de modelo? – Perguntou Emma impressionada com a casa.

– É realmente um paraíso – Maura constatou.

– É. – Jane e Belle concordaram.

– Antes de arrumarmos as coisas acho que devemos ver o pôr do sol. – Ofereceu Ruby. – Ali do Píer.

Todas foram ao píer e ficaram apreciando o sol se pôr.

–É muito lindo – Maura falou enquanto abraçava Jane.

Regina e Ruby que estavam abraçadas começaram a aplaudir quando o sol finalmente se pôs, ao olharem pra trás viram que as outras mulheres as encaravam com cara de interrogação.

– Ahn... Toda vez que a gente apreciava o pôr do sol com nosso pai, ele aplaudia no final... Não sei bem a razão – Regina explicou com o rosto corado.

– Vocês são estranhas. – Belle constatou.

– Bell. – Emma empurrou a prima, ela estava sendo indelicada.

– Nós sabemos. – Ruby e Regina falaram em uníssono.

– Bem, hora de mostrar a vocês seus quartos, a casa tem 5, como só temos um casal... Jane e Maura, vocês irão dividir. – Regina disse apontando para as mulheres.

– Olha... Não vou reclamar, pode acreditar – Jane respondeu.

Maura, Jane e Regina ficaram com os quartos que tinham camas de casal. As outras ficaram com os quartos que tinham camas de solteiro, não reclamaram eram tremendamente confortáveis.

– É tão lindo aqui – Emma falou para Regina enquanto a morena lhe servia uma taça de vinho.

– É sim. – concordou.

– Deve ter sido maravilhoso crescer aqui. – Falou sorrindo para Regina, tentando puxar assunto.

– Crescemos em Nova York, mas todo ano a gente vinha pra cá pelos menos duas vezes, em 04 de julho e no Natal. Mas sim... Era maravilhoso. – Regina lhe respondeu e sorriu de volta. O que fez Emma pensar que talvez fosse uma besteira ficar só na amizade com a outra mulher.

As mulheres jantaram e agora estavam reunidas na sala de estar conversando. Emma estava zoando Jane, na casa havia um porta retrato da época do Ensino médio, e Jane estava na foto, junto com Regina e as outras líderes de torcida. O segredo que Jane guardou há tanto tempo tinha sido revelado.

– Você não cansa não? – Jane perguntou pra Emma que a todo o momento lembrava-se da foto e voltava a gargalhar.

– Teremos 90 anos Jane e ainda vou rir dessa foto.

As outras riram das duas brigando, Emma e Jane às vezes pareciam até irmãs de tão parecidas na personalidade.

– Acho que é hora de cantar – Ruby falou.

–Ruby não... – Regina ameaçou.

– Se estamos aqui, temos que seguir todas as tradições irmãzinha. – Falou levantando e saindo da sala.

– Me ajuda aqui. – Regina falou suplicando pra Maura.

– Me desculpa minha querida, mas eu quero ver isso – Foi o que Mau se limitou a responder.

Ruby voltou com um violão em mãos. E entregou pra Regina, que colocou de volta no colo de Ruby.

– Eu não vou tocar – Falou toda vermelha.

– Vamos, por favor... Pelos velhos tempos... Vai Rê. – Suplicava Ruby.

– Ok... Eu posso tocar, mas eu não vou cantar... O que você quer cantar?

Ruby pensou por um momento.

– Quero cantar What’s up do 4 non blondes. – Falou animada.

Todas riram, Ruby podia ser uma mulher extremamente linda, mas cantar com certeza não era um dos seus talentos.

Emma foi até seu carro e pegou um Ukulele e ajudava Regina a tocar as músicas, a cada musica que tocavam elas cantavam mais alto, e toda vez uma das mulheres escolhia uma musica, Belle amava e pedia musicas do Roxette, Jane sempre pedia musicas do Guns n’ roses e Maura do Scorpions. Ruby assim como Belle era fã dos clássicos e pedia Cranberries.

– Cara vocês são um casal perfeito mesmo né, sabem tocar todas as musicas – Belle falou já alterada devido às várias taças de vinho que tomou.

Emma e Regina apenas se olharam e riram envergonhadas.

– Eii você não cantou e não pediu nenhuma musica ainda Emma – Jane acusou.

– Nem você Regina. – Maura concluiu.

– Claro, vocês pedem tantas. – Emma retrucou. – Mas ok. Vou cantar uma.

– Obaa – Ruby bateu palminhas, animada.

– Pode me emprestar seu violão? – Perguntou para Regina.

– Claro. – Entregou. – Mas cuidado. – Concluiu brincando.

– O que vai cantar? – Belle perguntou.

– Uma musica que realmente amo, você sabe qual é Bell. Do Mágico de Oz.

Todas ficaram quietinhas escutando Emma tocar a musica, era realmente linda.

– Somewhere over the rainbow

Em algum lugar além do arco-íris

Way up high

Bem lá no alto

And the dreams that you dreamed of

E os sonhos que você sonhou

Once in a lullaby....

Uma vez em um conto de ninar...

Regina a observava totalmente encantada. Jane e Maura se beijavam a todo o momento.

Somewhere over the rainbow

Em algum lugar além do arco-íris

Blue birds fly

Pássaros azuis voam

And the dreams that you dreamed of

E os sonhos que você sonhou

Dreams really do come true.

Sonhos realmente se tornam realidade...

Quando Emma terminou todas bateram palmas.

– Uau... Isso foi... Realmente muito bom. – Regina lhe falou sorrindo.

– Obrigada – Emma agradeceu corada.

As duas ficaram se encarando, quando Regina olhou para os lado viu que todas presente a encaravam.

– O que? – Perguntou confusa.

– Sua vez – Maura falou.

– Eu não vou cantar. Eu não gosto de cantar gente. – Confidenciou, mas ninguém pareceu comprar.

– Só porque canta bem... Canta logo. – Ruby falou impaciente.

– Não. Vou ganhar o que com isso? – Desafiou.

– Um beijo da Emma – Jane se adiantou.

Todas riram.

– Eu não ofereci nada... Mas eu pago, se eu gostar – Emma falou.

– Não precisa me dar nada. – Regina falou para Emma enquanto pegava seu violão de volta. Ficou vermelha ao notar que todas lhe olhavam com expectativa.

– Então, qual vai ser? – Emma perguntou.

– É surpresa. – Se limitou a responder.

Respirou fundo e começou a tocar, já nos primeiros dedilhados todas reconheceram a música. Regina começou a cantar:

– Well you only need the light when it's burning low

Bem, você só precisa da luz quando está escurecendo.

Only miss the sun when it starts to snow

Só sente falta do sol quando começa a nevar

Only know you love her when you let her go

Só sabe que a ama quando a deixa ir

Emma sentiu que seu coração ia sair pela boca. Enquanto Regina cantava lhe olhava diretamente nos olhos.

– Only know you’ve been high when you’re feeling low

Só sabe que estava bem quando se sente mal

Only hate the road when you're missin' home

Só odeia a estrada quando sente saudade de casa

Only know you love her when you let her go

Só sabe que a ama quando a deixa ir

And you let her go

E você a deixou ir.

Maura apertou a mão de Jane e começou a chorar, Jane ficou sem entender o porquê, e apenas abraçou a namorada. Maura estava sem entender também, mas estava sem entender como duas pessoas que claramente se amavam ficavam com essa ideia boba de se manterem separadas.

– Staring at the ceiling in the dark

Olhando para o teto no escuro

Same old empty feeling in your heart

O mesmo velho sentimento de vazio em seu coração

'Cause love comes slow and it goes so fast

Porque o amor vem devagar e se vai muito rápido

Well you see her when you fall asleep

Bem, você a vê quando adormece

But never to touch and never to keep

Mas para nunca tocar e nunca manter

Because you loved her to much

Porque você a amava muito

And you dive too deep.

E você mergulhou fundo demais.

Sem nem ao menos notar Emma foi se aproximando de Regina, o olhar das duas não quebrava nunca. Estavam a pouquíssimos centímetros de distância enquanto Regina ainda cantava para Emma:

– Only hate the road when you're missin' home

Só odeia a estrada quando sente saudade de casa

Only know you love her when you let her go

Só sabe que a ama quando a deixa ir

And you let her... go.

E você a deixou... ir.

Regina parou de cantar, mas continuou encarando Emma que nada fazia apenas a olhava de volta, as outras em volta ficaram aguardando em expectativa, esperando uma das duas fazer algum movimento. Elas nem respiravam com medo de estragar o momento. Emma pode notar os olhos de Regina ficando marejados. Quando ia dizer algo, a morena foi mais rápida.

Regina foi a primeira a quebrar o contato, derrubou o violão no chão e levantou-se rapidamente.

– Chega de musica por hoje... Boa noite – Falou indo correndo em direção a seu quarto.

Todas ficaram desapontadas com o desfecho da história, tinham certeza que as duas iam se resolver de vez.

Emma se levantou e fez menção de ir atrás de Regina. Mas Ruby a segurou pelo braço.

– É melhor você não ir lá agora, ela está chateada. – Falou finalmente.

– Eu fiz algo errado? – Emma perguntou aflita.

– Não, mas ela acha que ela que fez... Vai por mim, eu a conheço melhor que a mim mesma. Deixa-a vir até você.

– Mas... – Emma tentou argumentar.

– Emma é só a primeira noite... Vocês tem tempo – Ruby falou piscando.

*****

– Uau essa noite... Essa noite foi surreal. – Maura anunciou.

– Fala do que acabamos de fazer ou de Emma e Regina? – Jane pergunta brincalhona.

– Estava falando de Emma e Regina... Mas o que a gente faz também foi surreal.

– Eu sei.

– Sabe? – Maura perguntou com as sobrancelhas arqueadas.

– Sei – Jane respondeu com um olhar malicioso.

Maura sorriu e a beijou novamente.

Maura POV

Eu me sentia mal por aquelas duas, era nítido o quanto uma gostava da outra. Queria que elas deixassem de lado esse orgulho bobo e se resolvessem...

Mas agora não era o momento de ficar triste por elas, afinal Jane estava nua na minha cama, que tipo de mulher eu seria se perdesse uma oportunidade dessas, não é?

A beijei novamente depois de conversarmos e brincarmos um pouquinho sobre como aquela noite tinha sido surreal, a gente tinha acabado de fazer amor, mas eu não estava satisfeita, amo tanto a Jane e a desejo tanto que desconfio que nunca estarei. Sempre estarei com aquela gostosa sensação de quero mais.

– Eu te amo – Foi o que eu disse quando a olhei nos olhos.

– Eu também te amo, muito meu amor! – Foi o que ela me respondeu, enchendo meu coração de alegria, Jane no dia a dia era naturalmente ogra, mas comigo ela sempre era tão delicada e sempre ganhava quando a gente tentava ver quem era mais romântica. As vezes acho que ganhei na loteria das namoradas, se é que existe uma, era impossível existir alguém tão perfeita, feita sob medida pra mim, mas existia e eu estava ali agora, olhando em seus olhos.

Sorri para ela maliciosamente, ela prontamente entendeu o recado. Enrijeceu um pouco o corpo, sabia que eu ia me aproveitar dela, mas fazer o que, é algo que eu preciso mesmo fazer.

Voltamos a nos beijar, eu estava por cima, pedi passagem com minha língua e colei ainda mais nossos corpos, Jane já tinha entendido que era a minha vez de comandar. Craveis minhas unhas em sua cintura, e sorri ao constatar que lhe tirei uns gemidos de excitação com isso. Desci e agora dava atenção a seu pescoço enquanto minha mão passeava por sua barriga, isso lhe arrancava pequenos gemidos, e me deixava mais louca ainda de desejo.

Parei de beija-la e a encarei, eu achava engraçado como toda vez ela ficava corada quando eu a encarava ela parecia conseguir ler meus pensamentos, sabia das maldades que eu faria com ela a seguir.

A beijei novamente e agora minhas mãos massageavam seus seios, ela gemia baixinho, isso não era o suficiente pra mim, a beijei com mais energia enquanto uma das minhas mãos descia, e parou exatamente onde eu queria. Ela gemeu de desejo quando eu toquei seu sexo. Agora ela não era mais tão delicada, me arranhava e falava absurdos nos meus ouvidos.

Fui descendo minha boca pelo seu abdômen intercalando entre beijos suaves e leves mordidas. Ela já estava cansada da minha tortura, não conseguia mais se segurar, me implorava pra lhe tomar. Mas eu continuei sem pressa. De repente ela puxou meus cabelos me fazendo a encarar, seus olhos estavam cheios de fúria e desejo.

– Maura... Faz... Agora – Me deu um ultimato com sua voz irritada, mas ainda cheia de desejo.

Eu tive que rir, às vezes Jane é tão impaciente. Já era hora de parar de brincar, resolvi fazer o que me era solicitado. Dei um beijo suave em seu sexo, e antes mesmo que ela pudesse protestar lhe invadi com com a língua. Ela curvou seu corpo em excitação e imediatamente gritou meu nome. A sugava de forma voraz, e ela respondia puxando meu cabelo e arranhando meu ombro com força me fazendo gemer de dor e de prazer.

Apesar de querer tomá-la logo eu não me sentia satisfeita se não a torturasse o máximo possível. Eu não sei explicar, apenas sentia mais prazer ao vê-la implorar. Comecei a brincar com meus dedos na sua entrada fazendo menção de penetra-la, mas nunca o fazia de verdade. Eu não ia avançar enquanto ela não implorasse, queria conhecer seus limites, queria saber até quando ela resistiria. Tenho que confessar, ela não tem resistência nenhuma.

– Mau... Por favor. – Me implorava.

Sorri maliciosamente, nesse jogo a Jane nunca ganhava... Subi novamente até sua boca, a beijei e perguntei inocentemente.

– O que você quer que eu faça meu amor?

– Por favor, Mau... Não seja Má. – Continuava me implorando.

Ta bom, eu fiquei com dó, ela é muito bonitinha toda submissa. Eu fiz o meu trabalho a penetrei enquanto a beijava sensualmente. Ela rebolava em minhas mãos, tentava respirar, ficava louca não sabia se gemia ou gritava meu nome. Saber que eu tinha o poder de deixar Jane nesse estado me deixava muito feliz...

– Ah... Eu to chegando lá – Ela sempre avisava atrasada. Ela já havia tido seu orgasmo.

Dessa vez a beijei de forma suave e terna. Ela tentava recuperar o fôlego. Quando parecia mais calma eu tive que propor, só pra não perder o costume.

– Então, quer de novo? – Perguntei.

Ela me olhou com os olhos arregalados, estava na cara que estava exausta. Sorri com seu olhar.

– Eu estou brincando, amor. – Falei lhe abraçando e deitando em seu peito.

Notas finais
Acho que o pai de Regina era de humanas... Pra aplaudir o sol assim sem razão aparente! kkkkk Se Regina cantasse Let Her Go pra mim eu teria um mini ataque cardíaco. Emma, porque só pensa rápido na cama? Sobre Maura, eu achei que Regina era cruel e predadora... Mas oh, ela está de Parabéns! rs Até o próximo cap. ♥