Notas iniciais

Estou apreensvia com esta fanfic' por conter auto-mutilação... Estou aceitando críticas que sejam construtivas claro! E elogios óbvio que também ! Boa leitura!

Maria estava na sala de estar, com um pijama de dormi a parte de cima tinha mangas compridas e a parte de baixo era um short curto. Já fazia algumas horas que aguardava a chegada de Estevão, mais como de costume ele não havia chegado. Sua preocupação, já não existia, pois sabia muito bem pôr onde ele estava. Estava em algum hotel, com alguma fã como de costume. Isso lhe doia tanto. Tentava não pensar nisso, mais ela sábia o que se passava com seu amado, nesses dias de demora.

Já esgotada disso, decide ir ao banheiro. Subindo a escada, e indo ao banheiro que era a primeira porta do corredor, a segunda era do quarto dela e de Estevão.

Maria adentra o banheiro, e se tranca lá, ela vê a gillette que Estevão devia ter deixado lá em cima, de certo para se barbear antes de seu show.

... PVO Maria On...


"Mais que droga Estevão. Não bastava me fazer sentir-me como lixo. Tinha que deixar esta gillette justamente aqui? (lágrimas grossas começam a rolar sobre minha face). Achava que com você tudo iria melhorar, que tudo passaria! Mais tudo pioro. Te odeio Estevão (choro mais). Você não me ama. Nunca me amou. Nunca teve a intenção de me proteger, como dizia... Burra... Burra... Como pude ser tão burra, tão inocente para acreditar você? Pôr sua culpa tudo esta desandando em minha vida"

Maria pegá a gillette em mãos, e começa a passar sobre seu pulso. Mesmo ficando a mais de seis meses sem se corta, se cortou como se não fosse um ferimento. A cada corte lento que ia fazendo, raiva a lhe subia a cabeça, lembranças ruins, dos tempos em que os motivos pelos quais se auto mutilava. Maria fez cortes profundos, e depois apenas os enrolou em uma toalha de banho vermelha. E se senta no chão do banheiro, onde chora mais, não conseguia mais controlar. Se sentia sem chão. Sem nada!


De repente Maria ouve a porta da frente, do apartamento ser aberta. E rapidamente seca suas lágrimas, e já com o seu sangue estancado, se levanta, em seguida lava seu braço, depois de seca-lo com a toalha que antes tentava estancar seu sangue. Maria em seguida põe a toalha no cesto de roupas sujas. Passa uma água no rosto, e o seco na toalha de rosto, depois da manga de seu pijama, já abaixada. Ela se dirige ao seu quarto, onde encontra Estevão retirando sua calça, ficando apenas de cueca box.

Maria ignora por total a presença de Estevão. Que por sinal estava bêbado. Ela já sabia disto, sentiu pelo bafo dele. E pôr isso preferiu não falar nada, apenas se deita na cama. Já que já eram cinco horas da manhã.

Estevão bêbado perdia a noção de tudo, principalmente do que dizia a Maria, e sempre o que dizia a machucava muito. E ele como não se lembrava, e assim preferia, nunca sabia o que havia dito a ela.


E já com um grande incomodo por Maria não falar nada, resolve iniciar uma leve descução. Mais Maria já estava muito magoada, pelo seu dia mais do que cansativo. Seu dia havia iniciado com seu pai ligando, avisando que se Maria quisesse vê-lo novamente, que fosse atrás. Pois já tinha outra família, e ela já era grande o suficiente para se virar no mundo... Em seguida, Estevão saí com seus amigos, jogando fora a oportunidade de ficar com ela, e a fazendo jogar fora a comida favorita dele, já que ela odiava rocombole(acho que é assim que se escreve rsrs'). Sua mãe liga para ela, onde rola uma nova descução. E quando achava que se dia já estava ruim o bastante, Estevão chega e logo se inicia uma briga! Onde Maria saí muito mais que machucada, pois palavras dóiem mais que tapas e socos! E dessa descução Maria diz a Estevão quê desiste dele, e que vai embora. Mais uma chance para ele provoca-la já que agora estava bêbado.

Estevão:E agora, cadê a mulher que iria embora? (fala rindo).


Maria prefere optar pelo silêncio. Estava esgotada. Não havia posto nada em seu estômago. Não havia dormido nada, perdido muito sangue. Suas energias, as poucas que existiam apenas a deixavam acordadas, e nada mais. Sua decisão havia sido tomada enquanto se cortava, mais não iria envolver esta decisão em uma discução desnecessaria.

Estevão com a rejeição de diálogos de Maria, decide insisti, para que algo desse silêncio sai-se.

Estevão:To vendo que não irá me responder. Que saco Maria! Nem pra cumprir com sua palavra você serve, tá na hora de eu te trocar, em? (ri sarcasticamente).

Maria:(chorava em silêncio. Até que se pronúncia). Coloque! Porque não trás, essas qualquer para cá? Eu já estou cheia disso. Eu não to mais aguentando.

Estevão:Então, estamos kit's pois também, não to mais aguentando.

Maria:Vou pra minha casa (se levando).


Estevão:Que casa? Maria, Maria nem sua mãe te quer! Você é apenas um golpe do baú mal sucedido.

Maria:(Não sabia o que dizer. Sua derrota estava feita). Verdade! (fala em sussuro). Eu vou para um hotel então. Qualquer coisa é melhor do que ficar com você.

Maria vai para seu closet, onde retira a parte de cima primeiro rápido, e estava a procura de uma camisa para sair aquela hora da manhã. Mais ao ir pôr sua camisa, senti as mãos de Estevão em cima de seu anti-braço. Estevão puxando Maria pelo "braço" a leva, até a cama, onde a joga, e sobe em cima dela. Maria batendo em Estevão, e em várias tentativas de se livrar dele, onde ele a pegá em seu pulso, que tinha cortes fundos. Estevão retirá sua mão rápido de cima de Maria, ao ver a cara de dor que ela fazia, e de medo ao mesmo tempo. E ao retirar suas mãos, sente sua mão molhada, e a olha onde vê sangue. E rapidamente olha para os pulsos de Maria, e vê os cortes, seu desespero se torna grande.


Estevão:Porque? Porque? A culpa é minha né? Eu não queria que você voltasse a se corta, ou que você sofresse. Eu sou tão idiota. Eu! Eu te amo Maria.

Maria:(Segurando seu braço que sangrava, e com expressão de dor). Não você não me ama, você não ama ninguém! Ou melhor ninguém me ama.

Estevão:Eu te amo, me perdoe por tudo. Vamos tentar esquecer tudo? Prometo fazer tudo diferente. Só diga que tá afim de tentar novamente.

Maria não acreditava nas desculpas de Estevão, mais ele estava alteração, e ao menos havia se dado ao trabalho de "fingir" que se preocupar com ela. Então ela simplesmente concorda com sua cabeça, fazendo o sinal de positividade.

Estevão ajudo-a estancar novamente o sangue que não era pouco. Estevão até mesmo chegou a insisti para levá-lá ao hospital. Mais Maria se negou. Depois de Estevão ajuda-la a pôr uma faixa e um esparadrapo em seu braço, eles vão se deitar. Eles se deitam de conchinha.


Maria com seus olhos fechados ainda chorava, mais em silêncio. Entre as lágrimas que escorriam de seu rosto, seus pensamentos iam longe. Esta decidida a dar a ultima chance a Estevão, pois se àquela ele disperdiça-se, ele a perderia de vez. Maria o amava demais, e o amor estava a cegando, mais já estava cheia das traições de Estevão! Maria não pensava apenas nisso, pensava nas duras palavras, que em seu dia agitado tinha ouvido. E depois de longas tentativas para dormi, ela consegue, e se aconchega mais nos braços fortes de Estevão.

Maria é a primeira a acorda, faz sua higiene. Em seguida vai a cozinha, prepara o café da manhã para ela e para Estevão. E se senta na mesa redonda de quatro cadeiras. A mesa ela põe, seu café e suas paquecas. E pega o jornal que já havia pego na porta. Maria ergue sua perna esquerda, em cima da cadeira, uma mão segurava a chicara e a outra ia ao seu pescoço. E seus olhos vidrados, no jornal.


Quando ouve leves passes atrás de si. Como estava de costa para a porta da cozinha. Maria se virá lentamente para trás.

Estevão que estava atrás de Maria. Estevão havia acordado cedo para a hora que havia ido dormi. Estava com olheiras, com uma cara de preocupação. Ele aproveita que Maria esta já o olhando, dá um abraço em Maria forte, que até a deixou sem ar. E se separa dela a dando vários beijos em seu rosto. Quando para, ele encosta sua testa a de Maria, e com suas mãos ele continuava a segurar na cabeça de Maria.

Maria:(sem entender). O quê ouve? Você se sente bem?

Estevão:(com os olhos marejados). Eu tive (Pausa. E passa as mãos em seus olhos, para evitar de chorar). Eu tive um pesadelo. Que você havia voltado a se corta, que você iria me abandonar (não consegue mais segurar, chora). Ainda mais depois daquela nossa discução, de ontem cedo (abaixa sua cabeça, e olha na direção dos olhos de Maria. Ah sim ficando olho a olho). Eu não suportaria te perde.


Maria:Pesadelo? (com voz chorosa).

Estevão:Não era? (pergunta já olhando os braços de Maria). Você se... Se... (estava difícil àquela situação).

Maria:Sim! Foram muitas coisas ontem, (chora). Eu fui fraca, eu fui muito fraca. E, eu sinto muito. Eu não devia ter feito essa burrice.

Maria dismorona em cima de Estevão, ah sim caindo por cima dele, que de imediato se senta no chão, abraçado fortemente com Maria. Ambos choravam, os dois estavam sofrendo, Maria mais.

Estevão:Me conta o que mais aconteceu? Já fazia seis meses sem cortes.

Maria:Minha mãe ligou para meu pai, que eu... Eu estava me cortando, e que eu estava morando com você. E ele disse que desistiu de mim! E que tem outra família. Minha mãe, me ligou dizendo que, que eu não servia para nada. Já que o que ela queria era chamar atenção do meu pai. E depois (Estevão a interrompe).

Estevão:E depois eu saí com meus amigos, nós discutimos o dia todo, e ainda cheguei tarde né? O que mais lhe fiz?

Notas finais


Eu sou muito mantega derretida, e quando escrevi Maria se cortando, meu coração estava em mil pedaços ! Gostaram? Curtam, comentem, favoritem, e recomendem!!! Ah escolha é de vocês sobre a continuação da fic !
Beijos dessa escritora doida a vocês lindas que leram