Fantasy Hunter
3 Capitulo 3 : A nossa primeira missão.
Notas iniciais
Makena acorda a noite que era algo estranho para vampira. Ela vai até a geladeira que tinha várias bolsas de sangue, mas nenhuma delas pareciam boas. O cheiro de Wellington invade suas narinas, mesmo sabendo que não pode fazer isso. Ela anda divagar até o quarto dele, sobe em cima dele e morde o pescoço dele. A garota começa a sugar o sangue dele, pensando : “Esse sangue é tão gostoso, é delicioso como uma droga para mim”. Seus pensamentos são perturbado ao sentir algo envolvendo sua cintura e então Wellington diz :
— Sabia que você faz muito barulho quando anda. – Comenta segurando forte a cintura dela.
— Desculpa, fiquei com cede. – Makena se aconchega no corpo dele, rebolando com um sorriso fofinho e eles estavam com os rostos colados. – Você está quente...
— Você também está. – Completa com um sorrindo.
Os seus rostos estavam colados que dava para sentir suas respirações que estavam ofegantes, Wellington que estava corado mesmo sendo a segunda vez que via ela daquela forma, pensa : “Como isso é possível ? Ela está com um rosto naturalmente provocador, como posso me segurar ?”. Seus rostos começam a se aproximar cada vez mais, porem o garoto não reparava naquilo, já que toda sua atenção estava para os lindos olhos avermelhados que brilhavam no escuro. Eles se beijam apaixonadamente, suas mãos viajam pelo corpo do parceiro. Ele passa a mão por cima da calcinha dela e começa a tira-la. Então uma luz branca que emana da sua direita que diz :
— Vocês não podem fazer isso, sem a autorização do pai dela. – Avisa uma voz feminina que parecia de uma criança ou de uma pré-adolescente. – Wellington, baka.
— Quem disse isso ? – Grita Makena assustada saindo dos braços dele.
— Sou eu, Excalibur. – Se apresenta irritado por aquilo. – Mas pode chamar de Ex.
— Você é minha arma ? – Questiona Wellington sentando e sentindo a Makena no colo dele. – Makena !
— Sim, sou eu e Makena não rebola no colo dele. – A arma estava irritada e aparentemente com ciúme do seu parceiro. – Vocês não deveriam fazer essas coisas.
— Tudo bem, Imperador dragão branco. – Concorda Makena saindo do colo dele, ficando de quatro e dando um longo beijo nele. – Boa noite, meu dragão.
A garota sai do local ajeitando sua calcinha. Wellington fica olhando aquela cena quase babando. Ele repara na sua mão que tinha um tipo selo branco que diz :
— Você mão deveria fazer aquilo. – Grita irritada por seu parceiro ter tentado fazer coisas pevertidas. – Você deveria pensar mais, antes de fazer algo.
— Tudo bem, você é mulher ? – Questiona estranhando na voz feminina da arma.
— Sim, sou. – Confirma com orgulho. – E você deveria manter o controle perto dela.
— Está bem, podemos continuar nossa conversa amanhã ? – Wellington estava morrendo de sono e sentia fraca por ter seu sangue sugado por sua parceira de apartamento.
— Sim, durma bem. – Concorda enquanto o selo desparece de sua mão r o garoto volta a dormir como uma pedra. – Eu vou te proteger, Wellington
Enquanto isso, no apartamento de Péricles. Ele tinha acabado de mexer na papelada, se levanta com fome pensando : “Como é chato ter que mexer nesses papeis de escola e de missão, espero que eles estejam pronto para isso. O que será que tem na geladeira ?”. O garoto por instinto vai até o quarto de Aline que estava dormindo em cima da escrivaninha. Péricles a pega no colo, a colocando na cama e a cobrindo. Então uma sombra aparece perto dela em forma de um homem de cabelos negros e olhos vermelhos que diz :
— Ela lembra a minha Lilith. – Afirma passando a mão em seus cabelos, mas atravessam. – Por favor, me deixa toca-la.
— Lucifer, você deveria estar dentro de mim. – Retruca cruzando os braços e o fuzilando com os olhos. – Lilith era sua mulher, não é ?
— Uma elfa branca linda, não sei o que ela viu em mim que era um mero vampiro. – Responde cabisbaixo e saindo de perto dela. – Os elfos acharam que ela estava doente e a mataram.
— Que pena, mas ela é uma Nekomata. – Explica sentando na cadeira e reclinando. – Mas porque você aparece no mundo físico ?
— Queria ver ela. – Responde olhando pela janela, o céu estava chuvoso parecendo que irá relampejar a qualquer momento. – Sinto saudade dela e daquela época, é uma dor que corrói você por dentro.
— Sei como é. – Afirma mexendo nas orelhas dela que por sua vez se encole com um sorriso fofo. – Você quer protegê-la ?
— Sim, você me ajuda ? – O homem estava serio enquanto a olhava e desaparecendo no ar. – Não vou cometer o mesmo erro duas vezes, cuide dela.
— Eu vou, seu vampiro idiota. – Pericles sai do local com seu estomago roncando, abrindo a geladeira e vê um prato de comida com seu nome. – Obrigado, Aline-chan.
No quarto de Eduardo...
O garoto estava dormindo, mas é acordado por um raio que caiu perto dali. Então um grito é escutado do outro cômodo, era Sarah assustada que para na porta dele dizendo :
— Posso dormi com você. – Pede tremendo de medo, como tivesse visto a morte encarnada. – Por favor.
O garoto abre a boca para responder, mas outro raio acontece e a garota que já estava com medo, entra com toda a velocidade debaixo das cobertas e se enrolando nele. Eduardo assustado, entendi que ela tinha pavor de raios e com dificuldade faz carinho na cabeça dela, dizendo :
— Calma, vai ficar tudo bem. – Tenta acalma-la, mas ela já estava dormindo e babando. O garoto fica com uma cara de paisagem ao ver aquilo. – Ela dorme rápido.
— Parece que vai ser difícil lutar junto com ela. – Comenta uma luz amarela vinda da sua mão esquerda com uma voz masculina. – Ela é bem infantil, não é ?
— É verdade... – Concorda sem perceber que a voz vem da sua mão e quando percebe fica perplexo com rosto assustado. – Você é o Striker ?
— Sim, um dos dragões do apocalipse ou o Rei dos raios. – Se apresenta calmo e educado como um duque. – Sou sua arma Hunter.
— Olá, eu sou Eduardo. – O garoto estava ainda processando aquilo, porque raramente as armas falam com seus parceiros e também seu parceiro tem que ser forte para escuta-lo. – Prazer, porque você começou a falar comigo ?.
— Eu achei apropriado, já que você sabe que sou um Rei Dragão. – Explica com um tom mais calmo e descontraído. – Sei que é estanho, eu começar a falar agora.
— Está bem, mas estou com sono, podemos conversar amanha ? – Pede soltando um bocejo longo. – Pode parecer meio estranho, mas estou com muito sono.
— Tudo bem. – Concorda desparecendo da mão dele.
No quarto de Gabriel...
Gabriel estava desligando seu computador e se reclinando na sua cadeira. Ele se levanta, indo até a sala e quando chega lá. Elizabeth estava dormindo na sala, porque ela estava vendo um filme de comedia romântica. Então o garoto tenta acorda-la, mas nada acontece. Ele respira fundo e diz :
— Ela tem sono forte. – Comenta pegando ela no colo, ela se aconchega nele que faz o garoto ficar corado. – É melhor colocar ela na cama.
— Elfos brancos deveriam ser extintos. – Afirma uma voz masculina vinda de um selo negro da sua mão esquerda. – Graças a eles estou em forma de arma.
— É você, Fafinir ? – Indaga serio olhando para o selo e levando a garota na cama. – Você é um dos dragões imperadores, certo ?
— Sim, parece que agora você é forte para me escutar. – Afirma sério, mas sabia que ele já o escutava faz tempo, o dragão não parecia ligar para o parceiro. – Quem imaginaria que meu usuário iria ser amigo do meu inimigo.
— Eu não ligo para sua rivalidade idiota. – Retruca colocando a garota na cama e ajeitando o coberto nela. – Por que vocês se odeiam tanto ?
— Nos dois sempre lutamos em tempos e tempos e destruímos muitos reinos. – Começa a explicar como fosse normal, tudo aquilo. – Por que lutamos toda hora, bom trevas e luz sempre lutamos.
— Meio vago essa explicação. – Confessa sem entender nada e com uma das sobrancelhas levantadas. – Apenas por isso vocês lutavam até a morte ?
— Não só por isso, a gente lutava para ver quem governaria todo universo fantasy. – Continua mudando seu tom de voz para algo mais sério que antes. – Mas os reis do apocalipse se meteram na nossa luta, quando ficamos fracos. Os elfos branco e negros juntos com os Vampiros, Cerberus, Grifos e Fadas; nos selaram em pedras.
— Nossa, que pedreira. – Afirma olhando para o selo em sua mão esquerda. – Mas deveria olha, por que essa raiva dos elfos brancos ?
— Foram eles que fizeram o selo que me prendeu. – Responde começando a desparece da mão. – Adeus, moleque.
— Tudo bem... – Gabriel estava cabisbaixo, já que ele no fundo não tinha uma boa relação com a arma e sempre ignorava o que ele falava. – Espero que possamos ser amigos.
O silencio prevalece no local, o garoto olha para as garotas antes de ir dormir. No apartamento da sua frente, Yago estava vendo alguns documentos sobre um cabaré que traficava mulheres e fantasy como nekomatas, vampiras e também quartzo vermelho ou de sangue. Uma voz diz :
— Por que negou se infiltrar lá com a Hemera no local ? – Indaga a voz masculina vinda da sua mão direita num selo laranja. – Seria mais fácil que colocar Gabriel e Wellington no meio.
— Eu sei, mas eu e ela não iriamos passa impressão que a missão precisa. – Argumenta pensativo, já eram três da manhã, era a decima vez que relia os dados e refazia o plano. – Não posso errar...
— Eu sei da pressão, mas você já fez tudo que pode e agora é com eles. – Afirma tentando reconforta o garoto que sempre era calculista e minucioso nas coisas. – Eu sou o Dragão das chamas da erradicação, pode confiar.
— Está bem, Kyogos. – Concorda desligando o computador, retirando seus óculos e coçando os olhos. – É melhor ir dormir.
O garoto se joga na cama e cai num sono profundo. Hemera chega perto com um olhar sério, cobrindo ele com coberto e dizendo :
— Se você estiver exausto amanhã, vai ser ruim para missão. – Afirma saindo do local um pouco corada, já que ele era talvez o primeiro homem que ela respeitava sem ser seu pai. – Boa noite, Rei das chamas.
No dia seguinte...
Todos os garotos e suas parceiras tinham acabado de acorda e são chamados no prédio do lado que tinha uma sala de reunião. Péricles e Matheus estavam em pé na frente e um deles dizem :
— Sente-se por favor. – Pedi Péricles sério e com alguns papeis na mão. – Vocês leram o memorando ?
— Sim. – Responde todos se sentando na mesa ao lado de suas parceiras. – Hoje vamos para a missão ?
— Sim, mas antes de falar sobre a missão. – Confirma Matheus procurando alguns papeis. – Bom, Gabriel, Wellington e Yago estão liberados para ter qualquer relação com suas parceiras, sem precisar de autorização dos pais e Gabriel isso só vale para Yuna.
— Eba, agora posso ser namorada do meu imperador. – Grita Makena abraçando eufórica. – Isso não é bom ?
— Sim... – Concorda corado e nervoso pelo olhar dos seus colegas que era de julgamento. – Vocês querem me matar, né ?
Gabriel e Vinicius concordam com a cabeça. Yago se levanta devagar com uma áurea aterrorizante envolta e diz :
— Bom, vocês sabem da missão ? – Questiona olhando para todos que apenas concordam, ele apenas sorri e bota algumas imagens num criador de hologramas. – Bom, esse é um Minotauro chamado Guru. Ele é um dono de um cabaré na zona nobre do Rio de janeiro e está aparentemente traficando mulheres e quartzo vermelho e negro também.
— Entendo, mas por que ainda não prendeu ele ? – Vinicius estava bem serio, já que ele e Cayra seriam um tipo de guarda costa de Wellington e Gabriel. – Por que você não se passa de cafetão e Hemera de acompanhante ?
— Não daria certo. – Responde ajeitando óculos e respirando fundo. – Gabriel e Wellington tem uma grande sinergia e isso é crucial para a missão.
— Isso é verdade, mas isso vai ser difícil para gente se passar de cafetões. – Argumenta Gabriel cruzando os braços com um rosto sério. – Você acha que vai dar certo ?
— Isso depende de vocês. – Responde cruzando os braços e mostrando imagens de um caminhão com mulheres e o Minotauro vendendo elas. – Então, Wellington e Gabriel vão se passar por cafetões, Vinicius e Cayra ficaram como segurança deles e motoristas, Eduardo, Sarah, João Pedro e Amara estarão de prontidão para ajudar eles, estamos de acordo ?
Todos acenam positivo com a cabeça, se levantam e saem de sala. Gabriel e Wellington param e um deles diz :
— Você está nervoso ? – Indaga Wellington curioso.
— Sim, o que você acha ? – Gabriel estava tremendo, suando por estar com uma mistura de medo e nervoso. – Eu estou ferrado...
— Calma, eu também estou. – Diz botando a mão no ombro do amigo, tentando reconforta-lo mesmo também estivesse igual. – A gente se ajuda.
— Estou contando com isso.
Os dois fazem um toca aqui sorrindo, mesmo estando morrendo de medo. Yago dá uma tapa na nuca deles e diz :
— Desculpa por colocar vocês nessa fria. – Pede cabisbaixo por não poder fazer nada para mudar aquela situação. – Suas roupas estão lá em cima e irei dar assistência pelo rádio.
— Obrigado, por reconforta a gente. – Diz Gabriel irônico, mas fazia aquilo mais como piado do que para critica-lo e todos ali sabiam disso. – Como vamos prendemos ele ?
— Bom, precisamos de uma gravação e ai que o óculos do Wellington entra. – Começa a explicar e vê seu colega de óculos soando frio. – Seus óculos vai ter uma nano-câmera para grava-lo e ai os pegamos.
— Mas ele pode fugir... – Argumenta o garoto ajeitando os óculos e tendo medo que sua parceira e agora “namorada” ficasse em perigo atoa. – Não quero que a Make fique em perigo.
— Make ? Deve ser a Makena. – Yago entende aquela preocupação, mas ele pensou em algo. – Vai ter um juiz e o senhor Gesê vão ver a gravação na hora e aí daremos o comando para atacarem.
— Tudo bem e Wellington, eu vou te ajudar a proteger a Makena e você me ajuda com as elfas, que tal ? – Gabriel faz um sinal de positivo com um sorriso que era quase uma assinatura quando ele estava pronto para ajudar um dos seus amigos.
— Estou contando com você. – O garoto também faz um sinal de positivo, começando a rir por estar tão nervoso que estava quase perdendo a cabeça. – Melhor a gente subir.
Algum tempo depois na recepção...
Os dois garotos estavam parados arrumando suas roupas. Gabriel estava com uma camisa social preta com listras vermelhas, um blazer preto, uma gravata vermelha, uma calça preta e um chapéu. Wellington estava com a roupa igual, mas a diferença era que sua roupa era branca com listras azuis clara e sem óculos. Gabriel começa a rir e diz :
— Cara, cadê seu óculos ? – Questiona gargalhando, já que era difícil vê-lo daquele jeito.
— O idiota do Yago pegou ele. – Responde irritado por ter que estar sem os óculos, já que era muito estranho estar sem aquilo. – Odeio ficar sem eles.
— Aqui, seu bebê chorão. – Yago estava sério, mesmo que no fundo estava rindo daquela situação. – Toma isso.
— Obrigado, eu estava enxergando nada na minha frente. – Explica ajeitando os óculos no rosto. – A câmera já tá ligada ?
— Sim, eu mexo no zoom pelos computadores. – Yago dá um tapa nas costas dos dois. – Boa sorte.
Os dois garotos apenas dão um sorriso. Suas parceiras descem as escadas, Makena estava com um vestido vermelho com botões que parecia um casaco e bem curto, Yunna estava com um vestido cocktail preto bem colado ao corpo e deixando um pedaço da barriga amostra e Elizabeth estava usando um vestido branco que lembra o de noiva, mas curto e com decote. As elfas estavam envergonhada por estar daquele jeito, a Makane estava feliz por poder mostras seu corpo para Wellington e diz :
— Como eu estou ? – Pergunta fazendo uma pose se mostrando para ele que no mesmo momento fica vermelho. – Gostou ?
— Sim, está linda. – O garoto estava quase babando por ela, mas tentava se controla. – Eu gostei muito da roupa.
— Bom, temos que ir logo. – Adverte Vinicius que estava usando um terno, luvas pretas, um cape preto e óculos escuros. – Estamos no carro esperando.
— Estamos indo. – Afirma Gabriel ajeitando a roupa e reparando nas elfas que estavam lindas de mais. – Vocês duas estão lindas.
— Muito abrigado, senhor Gabriel. – Elizabeth estava vermelha por ter que vestir aquela roupa. – Mas é estranho usar essa roupa.
— Elfas brancas não estão acostumadas a usar esses tipos de roupa. – Explica Yuna rindo daquela vergonha da garota, mesmo estando envergonhada também. – Você gosta desse tipo de roupa ?
— Sim, por que ? – Pergunta sem entender aquela pergunta e ele já havia dito que elas estavam lindas.
— Vocês têm que ir agora. – Afirma Gesê entrando no local sério, já que seu sobrinho iria entra na sua primeira missão oficial. – Boa sorte na missão.
Eles saem do local e entram na limusine. Makena estava agarrada em seu parceiro que era compreensível por amá-lo tanto. Gabriel estava sério, mesmo que por dentro estava rindo da cena que estava acontecendo na sua frente. Na verdade, ele estava feliz que seu melhor amigo havia arrumado uma namorada que era algo quase impossível. Então Vinicius que estava dirigindo diz :
— Vocês dois. – Chama serio abaixando um vidro fume preto que separava a cabine dos motoristas da parte de trais. – O senhor Gesê está lingando, devo atender ?
Os dois garotos acenam concordam. Vinicius aperta um botão e desce uma tela no meio do carro, Gesê aparece na tela com um terno e diz :
— Até que vocês ficaram bonito com essa roupa. – Comenta tampando a boca tentando não rir. – Bom, vou dar uma leve explicação, tudo bem ?
— Sim, está bem. – Concorda os dois garotos.
— Bom, esse cabaré fica em Ipanema, seu dono se chama Guru que é filho único de um falecido milionário e herdou o império do seu pai. – Começa explicar serio por saber que seu sobrinho iria bater de frente com aquilo. – Ele gerencia muito bem sua “empresa” e tem uma grande influência na política por dar um incentivo aos governantes.
— Tudo no brasil é assim. – Afirma Wellington triste por saber que seu pais era daquele jeito. – Pelo menos podemos mudar um pouco disso.
— Verdade, cara. – Concorda Gabriel sério, tentando entrar no personagem de cafetão. – Vamos com tudo, né Wellington ?
— Vamos mandar ele para o inferno. – Afirma com um sorriso de nervosismo.
— Estarei vendo pela base. – Explica desligando a ligação. – Mais uma coisa seus nomes foram mudados para João e Walter.
— Eu sou quem ? – Questiona Wellington.
— Você é Walter e o Gabriel é João. – Explica dando um sorriso. – Boa sorte.
Os dois garotos trocam olhares de apoio entre si e por um breve momento suas parceiras viram os olhos deles ficarem como de um réptil ou dragão. Vinicius ajeita seus óculos e dá uma arrancada com carro. Tinham outros dois carros preto, um era prisma preto e um outro corola prata. No prisma estava Eduardo e Sarah e no corola estava João Pedro e Amara.
Algum tempo depois na frente do cabaré...
Wellington, Gabriel e suas parceiras entram no cabaré. Wellington estava muito nervoso por estar ali. Uma linda mulher de cabelo ruivo, olhos verdes usando um vestido vermelho com um decote e diz :
— Senhor João e Walter ? – Questiona olhando os dois de cima a baixo. – Estão cinco minutos atrasados.
— Mil desculpas, o senhor Walter demorou para sair. – Explica Gabriel com a voz seria, mesmo estando nervoso. – Podemos entrar ?
— Sim, ele está esperando. – Confirma fazendo uma referência e se vira andando. – Me sigam, por favor.
Os dois vão atrás dela junto com suas parceiras. Vinicius e Cayra ficam na porta antes de entrar no local, vários monstros estavam envolta dele ficam olhando para a cerberus com um sorriso malicioso que faz o garoto ficar em fúria.
Dentro do cabaré, havia uma boate de strip que o Minotauro estava num tipo de camarote particular. Wellington estava com intercomunicador no ouvida, assim como Gabriel. A mulher abre a porta para o camarote, lá dentro, Guru estava sentado numa grande poltrona com várias mulheres seminuas. Nessa hora, Wellington fica corado com aquilo, mas Gabriel estava sério e diz :
— Podemos nos sentar ? – Questiona com um sorriso. – Desculpa pela demora.
— Mas é claro, por favor se sentem. – Responde apontando para duas poltronas na sua frente. — Por que o atraso ?
— Bom, meu amigo estava dando muita atenção para sua “acompanhante”. – Explica com o corpo relaxado, como fosse o dono do local e mesmo estando nervoso. – Eu disse para ele não dá a ela tanta atenção.
— O que eu faço com ela é problema meu. – Retruca Wellington relaxando, já que sentia que Gabriel iria tomar controle daquela situação. – Pelo menos só tenho uma “acompanhante” e você que tem duas.
— Eu e o senhor Guru sabemos que só uma não é tão bom, né ? – Gabriel dá um sorriso olhando para o minotauro.
— Sim, você está certo, mas... – Ele dá uma pausa para fumar se charuto e dá uma leve baforada. – Vocês dois botam elas como principais, isso não dá problemas com as outras ?
— Elas sabem muito bem seus lugares. – Responde o garoto de roupa preta. – Mas tem algo para beber ?
— Sim temos, o que gostariam ? – Pergunta com sorriso no rosto. – Temos vodka se quiserem.
— Gostaria de um vinho, você tem ? – Indaga Gabriel dando um leve toque na perna. – Meu amigo, vai de que ?
— Bom, também aceito um vinho. – Responde relaxando.
— Por favor, três taças. – Pede batendo palmas.
As garotas que estavam ao lago de Guru, se levantam e pegam as bebidas. Os três bebem um pouco de vinho e Gabriel diz :
— Bom, vamos falar a sério. – Afirma pegando uma das maletas e bota na mesa. – Vamos falar de negócios, tudo bem ?
— Nossa, gostei do seu estilo. – Guru começa a gargalhar ao ver aquilo. – Parece que vamos “brincar” um pouco.
— Bom, quais são as suas “mercadorias” ? – Questiona Wellington cruzando os braços, mesmo que tivesse vontade de se matar ao dizer aquilo.
— Bom, se quiserem podemos lhe mostrar. – Responde se levantando sorrindo. – Vamos ?
— Mais é claro. – Responde os dois se levantando indo atrás do homem.
Os três saem do camarote e entram numa porta atrás do palco que dava num gigantesco armazém. Lá, tinham várias garotas de várias espécies que estavam acorrentadas como animais. As gaiolas aonde estavam ficavam empilhas como fossem mercadorias. Guru dá um sorriso e diz :
— Gostaram das minhas mercadorias ? – Questiona orgulhoso daquele local. – Quais vocês querem ?
— Bom, queria aquelas duas gatinhas pretas. – Responde Gabriel observando todas as gaiolas.
— Boa escolha e você senhor Walter ? -Indaga cruzando os braços. – Alguma lhe agrada ?
— Bom, eu vim aqui para outro tipo de negócio... – Retruca olhando para o minotauro e colocando a mala numa mesa de madeira. – Vamos falar daquelas pedrinhas ?
— Parece que vocês não estão brincando, senhores. – Gargalha alto e batendo forte com as duas mãos na mesa. – Parece que vamos ser bons sócios.
— Gostaria de saber como eles são feitos. – Gabriel estava dando um leve sorriso. – Esse é único jeito de fecharmos.
— Tudo bem, vamos fechar essa merda. – Grita sorrindo e entusiasmado. – Feiticeiro Rodrigo, eu lhe invoco.
Um homem aparece em cima de um altar com um manto preto. Os dois garotos ficam olhando aquilo e então Guru diz :
— Mostre a eles como você faz aqui. – Ordena apontando para uma lâmia que estava quase sem força. – Use essa.
— Sim, mestre. – Concorda juntando suas mãos com fosse uma oração, um grande círculo aparece envolta dele, lança uma faca no peito dela com um selo e uma comrrente liga a faca a mão dele. – Pacto de sangue, faça o meu desejo.
Os dois ficam surpresos ao ver o sangue da garota saindo dela, passando pela corrente até a pedra que estava na mão dele. No centro de controle, Yago estava vendo aquilo e diz :
— Juiz, isso vale para matar ele ? – Indaga, já sabendo qual era a resposta. – Posso mandar executa-los ?
— Sim, não tem como ele ser absolvido. – Responde sério, cruzando os braços e com nojo de ver aquela cena.
— Eu vou avisa-los. – Diz Gesê chegando perto de um microfone e aperta um botão. – Podem acabar com ele.
Os dois garotos ao escutar aquilo, dão um sorriso que assusta suas parceiras. Wellington com a mão brilhando branco, diz :
— Estou doido para te levar para o outro lado. – Afirma olhando para o Minotauro e com ativando sua arma.
— O que você disse... – Ele é interrompido por um corte branco que corta seu chifre esquerdo. – Seu desgraçado !
Todos os bandidos que estavam no local como outros minotauros e fantasy em geral, começam atirar na direção deles e então Elizabeth diz :
— Seres da terra, me deem força. – Grita enquanto emana uma áurea branca e várias plantas fazem uma barreira. – Barreira natural.
As plantas param os tiros, mas não aguentaria muito tempo. Gabriel dá um sorriso e diz :
— Já que você disse, o Guru é teu, o feiticeiro e resto é meu. – Afirma ativando sua katana. – Sua habilidade Absorb serve para dano físico ?
— Bom, sim, mas absorvo só a metade do dano que se choca com a Excalibur. – Responde olhando para espada que estava tremendo. – Estou com medo.
— Tudo bem, Wellington-niichan. – Diz a espada piscando branco. – Vamos conseguir.
Wellington dá um salto para fora, seguido por Gabriel e Makena. Elizabeth e Lunna juntas criam uma barreira em volta das jaulas. Makena dá um chute em um Minotauro que tinha dois metros e meio e o lança encima de vários outros capangas. Seu parceiro dá um corte de cima para baixo, mas Guru para com uma mão e o lança para longe.
Enquanto isso na boate...
Todos os capangas do local escutam o tiroteio na parte de trais. Quando um cerberus iria abrir a porta um tipo de bola de fogo acerta a maçaneta a derretendo e assim não deixando ninguém entrar no local, então alguém diz :
— Sabiam que é errado se meter em assunto alheios. – Adverte uma voz masculina vinda da entrada do local.
Todos do local olham para o local que a voz emanava. Lá estava, Vinicius ajeitando suas manoplas e Cayra arrumando o cabelo e o cape. Todas as prostitutas se escondem no camarim delas, os capangas começam a atirar e Vinicius diz :
— Cayra pega aquele três minotauros e eu pego os dois cerberus que estão atirando e o minotoauro que está junto dele. – Grita indo para cima dos tiros com as manoplas defendendo seu rosto.
— Sim, senhor Vinicius. – Concorda indo pra cima de um dos minotauros.
— O que essa menin... – Tenta dizer mas é interrompido por um chute forte no estomago que faz vomitar sangue e danificou os seus órgãos internos.
— Posso ser mulher, mas sou mais forte que vocês. – Retruco estalando seus dedos.
Vinicius dá um soco no estomago de um dos cerberus que estava com um fuzil e sua manopla brilha fazendo a carne do fantasy se transformar em um tipo de liquido. Cayra pula em cima do Minotauro maior que tinha três metros e com movimento rápido quebra seu pescoço e seu parceiro para o ataque de um dos seus oponentes com facilidade e começa a derreter a mão apenas com o calor da manopla.
Enquanto isso no lado de fora...
Os seguranças que ficavam em volta do estabelecimento, escutam a “pequena” confusão que estava rolando. Eles vão conferir o que está acontecendo, então um raio acerta uma lamia macho e uma voz vinda de um Prisma que dizia :
— Vocês não estão na lista de convidado. – Diz saindo andando de perto do prisma e girando sua lança. – Vamos acabar com, né Striker ?
— Claro, parceiro. – Confirma a arma envolta de eletricidade.
Um gigantesco ciclope de cinco metro vem ataca-lo, mas antes que se desse conta como um clarão a lança atravessa seu corpo e uma descarga descomunal que faz o atacante cair no chão como fosse uma pedra e então Eduardo diz :
— Quem é o... – Ele sente algo envolta da sua cintura que o puxa de volta para o prisma. – Mas que porra é essa ?
— Eu tô com medo, Eduardo. – Berra Sarah dentro no carro, encolhida com seu ursinho de pelúcia. – Fica aqui.
— Tudo bem, Sarinha. – Afirma fazendo carinho na cabeça dela, todos os inimigos riem daquilo e então ele olha para o céu. – Pode acabar com eles ?
— Com todo o prazer. – Responde João Pedro que estava flutuando ao lado de Amara que estava com suas lindas asas brancas com um leve toque de rosa nas pontas. – Sinta a fúria divina, Ventos Sagrados.
Ele jira seu bastão e uma grande corrente de ar que corta todos, Amara por alguns segundos podia ver um dragão coberto de penas brancas e olhos verdes. os inimigos caem no chão e Amara usa sua poder para amarra-los em vinhas.
Enquanto isso no armazém...
Wellington estava tentando bater no grande Minotauro, mas nada dava efeito e então um grande soco desferido pelo fantasy que o joga para longe. Makena estava longe sai correndo para defende-lo, mas Guru a segura com toda a força e diz :
— Depois de acabar com seu “dono”, eu mesmo me encarrego de te educar. – Explica apertando cada vez ela.
O grito da garoto ecoa no local, Wellington levanta com uma olhar de fúria e seua olhos estavam com brilho azul muito claro. Então Gabriel fala :
— Mostra a fúria do dragão para ele. – Grita enquanto corta o braço do feiticeiro em várias partes com sua lamina que estava brilhando com um tom esmeralda.
— Com prazer. – Confirma com um leve sorriso e com um gesto faz todo o local em volta do criminoso congelar com suas chamas brancas. – Vou te destruir.
— Cala boc... – Tenta retrucar, mas um clarão branco em forma de lamina o faz fechar o olho, quando volta a ver, seu braço tinha sido cortado e seu antebraço estava congelado aonde estava seu braço. – Seu filho de uma putinha.
Wellington num movimento rápido encrava a lamina no peito dele, o congelando inteiro de dentro para fora e dando um soco que o destrói. Gabriel faz a mesma coisa com feiticeiro, mas o queima até a morte. O garoto de óculos vai ver como sua parceira estava e diz :
— Make, Make, diz algo. – Grita chorando e a abraçando forte.
— Seu corpo está frio, bebê. – Comenta dando um sorriso.
— Para de graça. – Pede secando as lagrimas.
Os dois dão um longo beijo, Gabriel ao ver aquilo solta um sorriso e pensa : “É legal saber que meu amigo tem uma namorada agora, isso vai ser legal a partir de agora e estou louco para saber que outras loucuras vão aparecer agora”.
Enquanto isso em uma mansão no Rio...
Um homem de cabelos grisalhos, usando um roupão preto e acima do peso, diz :
— Parece que meu filho me fez um grande favor ao tirar o Guru dá jogada. – Comenta ao ver algumas imagens do local oande a operação aconteceu. – Pericles, Pericles, quando vai aprender que você não pode comigo, né Belfegor ?
— Sim, mestre. – Concorda um ser de longos cabelos pretos,l usando um manto preto com detalhes marrons e olhos castanhos. – Temos que mostrar para ele e Lucifer qual significado do sangue demoníaco.
— Verdade, vamos mostrar o poder da família Garcia que ele tem nas veias. – Concorda se levantando e olhando para o gigantesco jardim bebendo uísque. – Vamos fazer uma visita a ele.
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