Fantasiando Com A Bellinha - Parte 2.
9 Fazendo Silencio.
Notas iniciais
Segue mais um capítulo...
Capítulo betado por: Petra... I♥you.
Ah eu não iria postar hoje, visto que eu já postei um hoje... Mas vocês têm sido umas fofas em comentar, então eu estou adiantando o capítulo... Viu como eu sou boazinha? Rsrsrsrs Vocês são as melhores leitoras que alguém pode ter ♥♥♥
Aviso: Antes de ler esse capítulo tenha algo refrescante ao lado, depois não diga que eu não avisei rsrsrs
Agora vamos a historia...
Pov Emmett.
Deixar Bella tinha sido a coisa mais difícil em muito tempo. Eu estava excitado e tudo que eu queria era voltar lá e terminar o que eu tinha começado, mas eu não poderia. Não com Charlie acordado em casa.
Eu tive que sair de lá antes que o chefe Swan me visse, mas graças à velocidade vampírica eu pude entrar em meu carro e dar partida antes que a viatura de Charlie se aproximasse da casa.
Não acho que Charlie iria apreciar ver a evidente excitação no qual eu me encontrava perto de sua única filha.
Eu voltaria mais tarde, quando Charlie estivesse dormindo.
Deixei meu carro na garagem e corri para a floresta para caçar. Isso me ajudaria a focar em outra coisa e me manteria ocupado.
Passos atrás de mim me chamam a atenção. Eu conhecia bem esse ritmo.
Rosalie.
Eu paro depois de alguns metros e me viro, esperando sua aproximação.
Ela parou cerca de dez passos de onde eu me encontrava.
– Você cheira a ela, sorte sua que sou eu e não alguém de nossa família. Você deveria ser mais cuidadoso. – ela me repreende.
– Eu vou vê-la essa noite. – eu declaro.
– O que sente por ela Emmett?
– Eu... Eu não sei.
Eu estava muito confuso. As coisas tinham mudado desde que eu e Bella tivemos nossa primeira relação sexual e eu me sentia perdido. Rosalie já tinha me feito essa mesma pergunta antes e eu não tinha chegado a nenhum lugar mais longe do que eu tinha ido há duas semanas.
– Tenho certeza que logo você descobre. – Rosie diz suave afagando meu rosto. — E não Emmett eu não irei lhe dizer, você terá que descobrir sozinho, mas seja o que for eu te apoiarei e estarei ao seu lado.
– Obrigado Rosalie. – eu digo sorrindo timidamente quando ela beija minha face e corre em direção a casa sem deixar de me lembrar de que eu não devo voltar para casa até eliminar qualquer odor que estivesse impregnado em mim.
Eu não voltei para casa... Pelo menos não nesse dia. Eu corri, cacei e quando achei que já estava tarde o suficiente eu voltei para casa de Bella.
Escalei a árvore de frente a janela do quarto de Bella ouvindo atentamente qualquer som da casa. Eu podia ouvir os roncos de Charlie, o que indicava que ele já se encontrava dormindo.
Onde estava Bella?
Eu entrei em seu quarto, olhando ao redor só para constatar o obvio. Ela não se encontrava no quarto.
Eu continuei imóvel e então o som dos batimentos cardíacos tão conhecidos chegou a meus ouvidos.
Bella estava subindo as escadas e... Tropeçou em um dos degraus.
Desajeitada.
Eu sorri com isso.
Ela entrou no quarto e se assustou a me ver parado no centro de seu aposento, mas não emitiu nenhum som além daquele que seu coração produziu. Seu coração batia rapidamente e isso fez com que o veneno se ajuntasse em minha boca. Sabendo que ali não muito distante corria o sangue, que pelo cheiro era bem doce... Mas para minha surpresa seu sangue não era o que eu mais desejava.
Bella estava com uma camisola verde esmeralda que cobria seu corpo perfeitamente. Eu não sabia que Bella tinha uma camisola tão sensual... Não que eu soubesse alguma coisa do que ela vestia em suas horas de dormi, visto que em casa quando ela estava acompanhada de Edward ela geralmente usava algum tipo de moletom.
Ela costuma usar esse tipo de vestimenta quando está em sua própria casa? Não era a toa que Edward não deixava de ficar com ela a noite... Eu não gostei de saber que Edward ficava com ela a noite... Mas o que é que estou pensando? Edward é o namorado de Bella e eu... O que eu era?
Fui tirado de meu devaneio ao sentir a excitação de Bella no ar.
Eu a desejava, somente ela. Seu corpo... Seu toque... Bella fechou os olhos nesse instante e passou a respirar e inspirar provavelmente tentando se refazer do susto que eu havia lhe dado sem ter tido essa intenção.
A tensão foi construindo gradativamente a cada minuto que se passava. Eu não sabia o que dizer. Se fosse como qualquer outro dia eu provavelmente teria feito uma piada para aliviar o clima e ambos estaríamos rindo em segundos.
Mas nada era como antes.
Em vez de dizer algo a ela, eu apenas observei a bela morena a minha frente. Eu só queria... E como se Deus ouvisse minhas preces ela olhou em meus olhos. Olhos chocolates profundos encarando o meu âmbar.
Uma gama de emoções tomou conta de meu ser e eu me senti mais confuso. Eu não via apenas uma Bella a minha frente, mas duas.
A primeira, uma Bella menina... A menina que eu considerava minha irmãzinha, a menina que eu costumava brincar e fazê-la corar com meus comentários e rir por obter tal reação dela. A segunda... Uma mulher no qual eu desejava com cada fibra de meu corpo. Um anjo lindo que era como uma benção aos meus olhos, tamanha a sua beleza. Não tinha me passado despercebido suas curvas suaves e bem definidas e... Eu não poderia deixar de notar seus seios que subiam e desciam conforme ela respirava e inspirava. Eu amava seus seios...
Foco Emmett, foco.
Eu sabia que uma delas teria que desaparecer, porque ambas não poderiam coexistir.
Eu teria que abrir mão de um desses relacionamentos e manter o que eu queria... Não... O que eu precisava mais.
Mais uma vez fui tirado de meu devaneio ao sentir o cheiro da excitação de Bella. Eu gemi internamente. Ela cheirava tão bem. Eu precisava tê-la.
Em um instante eu me encontro a sua frente e a puxo tomando seus lábios nos meus.
Pov Bella.
Por que eu estou cobiçando Emmett, eu deveria manda-lo embora, mas antes que eu pudesse firmar meus pensamentos Emmett me puxava para mais perto, beijando meus lábios, como se estivéssemos há séculos separados e não algumas horas.
– Eu senti a sua falta. – ele diz entre beijos, enquanto minhas mãos ansiosas deslizam por sua camisa em busca de um maior contato com sua pele.
Ele se afasta e retira sua camisa rapidamente jogando ela em cima da cadeira de balanço antes de voltar a tomar meus lábios novamente em um beijo apaixonado.
Suas mãos, tão frias em contato com meu corpo quente, foram deslizando por baixo de minha camisola. Por um momento eu me deixei embalar em minha fantasia de jogá-lo na cama e me perder nesse momento.
Então a realidade bate minha mente me lembrando de que eu não sou a única residente na casa. Frustrada eu coloco a mão em seu peito e ele apenas me olha confuso.
– Eu não posso. Charlie está dormindo no quarto ao lado.
Emmett deu de ombros como se ele não se importasse com isso, voltando a me beijar e a distribuir beijos em meu pescoço.
– Charlie pode nos ouvir e acordar. – eu tento fazê-lo entender, mesmo não querendo parar qualquer avanço de sua parte nesse momento.
Emmett se afasta apenas um pouco de forma que eu possa olhar para seu rosto. Um sorriso brinca em seus lábios com uma malicia em seus olhos.
– Eu sou perfeitamente capaz de ser silencioso. – ele diz em uma voz baixa e em um movimento rápido ele me pega e me deposita na cama sussurrando em meu ouvido. – Você pode?
Eu olhei para ele dividida entre receio e o fascínio do proibido. Eu o desejava tanto...
Eu abro a boca para dizer sim quando seus dedos são colocados por sobre meus lábios me silenciando.
– Em silencio. – ele diz sem mesmo fazer um único som.
Eu sentia meu coração martelar em meu peito em expectativa.
Emmett me olhava por vários minutos, talvez tenha sido apenas alguns segundo, mas eu estava ansiosa de mais para ser precisa.
Ele se afastou e passou a retirar sua roupa lentamente. Ele definitivamente estava tentando me torturar. Eu continuei observando ele retirar o restante de suas roupas avidamente.
Em um momento ele retirava sua roupa e no outro ele já pairava sobre mim em uma velocidade que eu em meus olhos humanos não consegui acompanhar.
– Agora nós devemos jogar um jogo? – ele perguntou rouco e eu apenas acenei de forma positiva, apta a aceitar qualquer coisa que ele me propusesse. – Você vai ser muito silenciosa.
Ele arqueia sua sobrancelha em questionamento e eu mais uma vez acenei para ele, incapaz de formar uma única palavra. Ele sorriu malicioso, sorriso que fez borboletas em meu estomago.
– Se você falar ou fazer qualquer barulho, eu terei que amordaçar você. Você entende?
Eu volto a balançar a cabeça, queimando de desejo. Eu mordo meu lábio inferior esfregando minhas pernas em busca de um atrito muito necessário.
Emmett apenas sorriu. Porra! Ele estava se divertindo as minhas custas. Emmett adorava um jogo.
– Eu prometo que você vai desfrutar disso. – ele disse retirando minha camisola, colocando sua mão em meu seio, acariciando... O afagando em uma doce tortura. Eu arqueio minhas costas até que ela esteja apoiada devidamente no colchão conforme ele me empurrava gentilmente contra ele. Seus dedos se fechando em torno de meu mamilo antes de coloca-lo em sua boca, chupando e mordiscando antes de dar a mesma atenção ao outro.
Eu tinha aprendido na primeira vez o quanto Emmett tinha fascínio interminável com meus seios.
E eu adorava o toque de sua boca e... O toque de sua língua neles.
Ele continuou com suas ações por momentos longos, lânguidos, alternando de mamilo a mamilo, os dedos certificando que um nunca ficava sem atenção. Eu arqueava meu corpo em busca de seus toques, querendo mais contato do que ele estava me dando nesse momento.
Balancei a cabeça de um lado a outro, frustração brotando dentro de mim, sabendo, de antemão, que Emmett iria prolongar essa tortura... Que de tortura não tinha nada.
Eu vi um sorriso bailando em seus lábios entre um beijo e outro sobre a minha pele. Perdi a noção de tempo. Meu corpo tremia sob suas mãos hábeis e os toques de sua boca por sobre meu abdome.
Quando ele finalmente teve sua cabeça por entre minhas pernas tremendo eu levei minha mão a boca para conter o grito de prazer que ia escapar de meus lábios.
O primeiro contato de sua língua em meu clitóris fez com que eu arqueasse meu quadril para cima. Emmett, no entanto segurou meus quadris de volta ao colchão com leve pressão. Eu ouço sua risada baixinha... Bastardo... Antes de voltar a me lamber, provocando sensações indescritíveis para mim.
Quando ele colocou mais pressão com sua língua eu quase cheguei ao meu clímax. Emmett aparentemente estava fazendo tudo para que ele obtivesse uma reação audível de mim, enquanto que eu fazia tudo para me manter em silencio.
Estava sendo tão difícil não fazer um som quando ele estava causando tal agonia maravilhosa em meu corpo. Eu tremia sobre seus toques, meu corpo gritava por uma medida de alivio. Eu o queria dentro de mim... Eu precisava dele dentro de mim.
Nesse momento ele olhou em meus olhos e eu disse sem emitir um som:
“Por favor.”
Ele sorriu sensualmente e deslizou seu membro em meu interior lentamente, devorando meus lábios em um beijo ávido e intenso.
Eu engoli um gemido, conforme ele deslizava em meu interior e eu não pude me parar em apertar meus músculos internos em volta de seu membro por um longo período de tempo antes de voltar a relaxar.
Ele engasgou, realmente engasgou e, em seguida sussurrou contra a minha boca.
– Você vai pagar por isso.
Seus movimentos eram lentos e deliberados. Nunca lento o suficiente ou rápido demais. Suas mãos escorregavam pelo meu corpo... Provocando... Instigando... Eu cerrei meus dentes tentando arduamente conter o grito que se formava em minha garganta, determinada a permanecer calada e não lhe dá o sabor de sua vitória.
Seus movimentos ganharam mais velocidade e tudo que se ouvia era o som de nossos corpos se encontrando. Emmett me olhava com desejo e ânsia e seus movimentos se tornaram mais rápidos e mais profundos.
Finalmente ele estava me dando o contato que eu queria... Eu estava tão perto agora...
Suas estocadas estavam mais ásperas e mais profundas. O ritmo começou a vacilar e ele puxou minha cabeça, tomando meus lábios em um beijo tão suave e firme que me trouxe lagrimas nos olhos.
E então Emmett chegou a seu orgasmo, deslizando sua mão até meu clitóris e me trazendo junto com ele com uma sensação de esmagamento em meus sentidos.
Ele delicadamente saiu de dentro de mim, rolando para o lado e me puxando de encontro ao seu peito. Minha respiração era arfante, meu corpo ainda tremia como se cada terminação nervosa estivesse liquefeita.
Em seus braços eu fui me restabelecendo, ouvindo ele me elogiar com ternura infinita.
– Eu fiquei quieta o suficiente? – eu murmuro de encontro a sua pele.
– Sim, você foi incrivelmente silenciosa. – ele diz com um sorriso malicioso jogado em seus lábios o que me fez arquear a sobrancelha em questionamento. – Da próxima vez eu quero ver o quão alto eu posso fazê-la gritar.
Notas finais
Faça uma autora feliz *...............*
Beijos ♥
Nota da Petra:
Olá!!!
Gente... O que é isso?!?!?!?!?!?! A Rose também sabe?!?!?!?!? Ainda não me acostumei com essa ideia... Estou ficando fã dela!!! =]
E meu Pai... Que joguinho é esse?!?!?!?!?!?! Que pegada é essa que o Emmett tem?!?!?!?!?!?! Eu também quero um desse pra mim!!!!!!!!!!!!!!!!!!! *__*
Comentem, por favor!!!!!!! =]
1000 bjks
Petra
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