Renan Carvalho (anteriormente)

Caminho por Acigam a procura de novos alvos, vejo pessoas chorando pelos cantos, lutando no mercado para ter o que comer e se matando quando não há mais forças para lutar nesse maravilhoso reino, mas nenhuma dessas pessoas me chama mais a atenção que o contente casal de irmãos na mais complexa harmonia. Isso não me deixa nenhum pouco feliz.

Tenho 12 anos e sofro bullying, os meninos mais velhos puxam minha cueca até ela rasgar me deixando com o bum bum assado, tendo que passar pomada quando chego em casa, e quando vou sem cueca eles apertam meus mamilos, isso somente porque tenho uma mente aberto, perco o foco em minhas redações e passo a tarde lendo Historias em quadrinhos ou assistindo anime.

Leran e Luana serão minhas próximas vitimas ninguém aqui pode ser feliz hahaha!. Quero ver eles sofrendo, e para isso começarei pelo pai deles criarei silenciadores, meus soldadinhos irão até ele e o matar jogando seu corpo como um lixo no lugar mais sujo de Acigam, depois farei Leran se apaixonar pela amiga do silenciador que matou seu pai, em seguida matarei seu avo, o velho rabugento que Leran tanto ama, com uma morte lenta e dolorosa, todos aqueles que são amados cairão diante de mim, por fim fazendo-o sofrer mais ainda matando o amor de sua vida , porque eu sou o mago dos magos, eu sou o Deus de todos os reinos, eu sou Renan Carvalho! hahaha!

- Renan, acorde!, está na hora.

- Só mais cinco minutinho mãe. digo com voz sonolenta tentando dormir mais um pouquinho.

- Tira a bunda dessa cama e vai estudar moleque!!. ouço minha mãe gritando e dou um pulo da cama, pelo jeito meu dia hoje será longo sonhos estranhos, gritaria no inicio da manha, acho que não irei escrevei mais um capitulo de supernova hoje, mas preciso colocar no papel tudo aquilo que sonhei, O MASSACRE DE ACIGAM.

Levanto da cama com um sorriso de orelha a orelha, vou para o banheiro, escovo meus dentes e apronto para o colégio, como algumas frutas com cereal dou um beijo em minha mãe e vou para o colégio, para mais uma sessão de tortura.

Vix, la vem a minha professora segurando algo que deve ser,... minha redação, acho que dessa vez eu tirei um 10 penso sorrindo.

-Renan Carvalho, a redação proposta era sobre crise econômica, oque a necromancia de cimérium tem haver com isso?. Diz ela sem saber se me da um sermão ou se ri de mim.

-Desculpa professora, acho que sai um pouco do tema proposto pela senhora, mas eu tenho chance de pelo menos ficar com cinco?. digo com um sorriso tímido.

-Você tirou zero, saiu muito do tema proposto, preste mais atenção da próxima vez Renan Carvalho.

Renan Carvalho (Hoje)

Acordo assustado, mas dessa vez não foi um sonho, estou amarrado, sinto essas cordas sugarem toda minha força, tento gritar, mas ninguém pode me ouvir, de repente uma sombra se projeta na parede, uma jovem loira muito linda aparece na minha frente com uma capa preta alguns detalhes em dourado e um olhar sem vida, segurando uma adaga ela caminha ate mim.

- Não, não, não, isso não é real, calma, eu estou sonhando isso não é possível. digo em estado de choque.

-Renan, Renan, Renan, que bom poder te ver, sabia que da muito trabalho trocar de planeta, o mundo da fantasia é QUASE... impossível de sair, mas com a ajuda te todos os que morreram em sua historia eu consegui hahaha!, AGORA É MINHA VEZ DE BRINCAR UM POUQUINHO! hahaha!. Diz Judra com sua maligna risada.

Sem dizer nada Renan tenta acordar mas percebe que aquilo não é um sonho, ele treme de medo, começa a chorar pedindo perdão.

- Já estou cansada de todo esse papo, vamos começar nosso joguinho.

Em seguida Judra saca sua adaga e corta superficialmente os braços dele jogando álcool por cima.

- AHHHHHH, Judra, por favor, Por Phelgor, eu lhe prometo que não irei mais matar, faço oque quiser, posso te ressuscitar junto a seus amigos.

- Sabe oque é Renanzinho, eu gostei da morte, as trevas é bem mais doce que essa sua mente que destrói corações, imagine como deixou seus leitores apos as varias mortes de sua autoria.

- Por Phelgor Judra, eu tenho família, me deixe ir. diz Renan chorando ao lembrar de casa.

- Eu também tinha, levante ele, quero brincar mais um pouquinho. apos os capangas de Judra o levantar ela pede para que abaixe a calça de Renan a se aproxima novamente se ajoelhando a sua frente segurando sua adaga.

-por favor Judra, tudo menos isso. Renan Carvalho ja esta amarelo, com muito medo do que ela é capaz de fazer e começa a gritar o mais alto que pode.

- Mas que coisinha pequena Renan. Diz ela rindo sarcasticamente.

- Não, não, não.

Sem pensar duas vezes Judra o passa sua adaga pelo pênis de Renan arrancando-o sem dó nem piedade fazendo ele gemer, gritar e se contorcer na corda que o segura.

- Meus servos, agora é com vocês, torture-o, amarre-o em um crucifixo no deserto de Samu-Ra por 2 dias, sem água e sem comida, corte a ponta de seus dedos, raspe a cabeça dele e por fim, aperte os mamilos dele ate ele se render diante nos.

Apos toda a sessão de tortura terminar os servos trazem Renan de volta a capela onde Judra se instalou, todo arrebentado, quase não conseguindo respirar Judra se aproxima dele e diz.

-Agora você sabe do que somos capaz Renan, eu não quero que ninguém morra em satélite de ferro, ou irei atras de você novamente, irei te caçar por todo o universo, te torturar até a morte, EU SOU, GUARDIÃ DOS SENTIMENTOS LITERÁRIO, PROTETORA DOS LEITORES DE TODO O UNIVERSO!!!.

Notas finais
Presente de todos os leitores que sofreram em Encantador de flecha e A Estrela da morte, para Renan Carvalho.

#GuildaDomina
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!