Famous Friend
17 Sin...
Notas iniciais
queria agradecer a presença de vocês, novos leitores, e agradecer tbm aos comentarios super divertidos! kkk' vocês são fodas, mesmo!
Espero que gostem desse aqui, eu amo ele!
:)
ENJOOY IT! *-*
Pov. Mallory .
Argh! Meu celular não parava de tocar desde o momento em que acordei, que saco!
Já era a 5ª vez que tocava em menos de 8 minutos! Todas vezes o nome daquele puto aparecia no visor, para me lembrar de como fui idiota.
Eu já havia até trocado a música do toque do celular, porque enjoei de Waking the Demon, e olha que era difícil eu enjoar de musica boa, em!
Estava trabalhando em casa hoje, depois de ter passado a noite com febre e com o Pét cuidando de mim. Estavamos na sala apenas eu e meu notebook, eu tinha muitas coisas para fazer.
Já tinha agendado as coletivas de imprensa da banda, que aconteceria antes deles viajarem. Agora faltava revisar as coisas da minha empresa, comecei por checar a conta bancária e ver os investimêntos da agência, depois entrei no site para me antenar as novidades e tendências de Paris. Após eu vir para HB me desliguei até do meu senso de moda.
Estava tudo aparentemente tranquilo, realmente Sophia era uma ótima sócia e sabia se virar sózinha.
Depois entrei no meu blog e fiquei instantes olhando para meus ultimos posts.
Estava tão extressada pelos últimos fatos ocorridos, que não foi difícil desenvolver um bloqueio criativo e não condeguir pensar em nada interessante para compartilhar com os amantes da moda, frequentadores da minha página.
Puff', fechei o notebook indignada.
E meu olhar passou em minhas mãos encima da minha perna, observei aquele anel prateado com uma pedra delicada de brilhantes que havia ganhado de Pétrick antes dele sair, parece que o passeio de ontem era para oficializar o nosso noivado. Como estraguei tudo ele apenas colocou o anel em meu dedo, e beijou minha mão carinhosamente.
Era impossível não amar Pét, ele era carinhoso, delicado, prestativo, compreensível... muitas outras qualidades que todas as mulheres buscam em um homem. Mas por que não me sentia apaixonada por ele, como deveria? Porque eu era uma completa idiota.
Ali, parada, olhando para aquele anel no meu dedo percebi o quanto ele pesava... não literalmente mas sim psicológicamente. Ele era mais pesado que eu.
Meu momento de reflexão foi interrompido pelo meu celular apitando do meu lado, indicando uma nova mensagem de texto.
E adivinhem de quem? ... Ele não vai desistir, senhor? O que ele queria aqui? Pedir desculpas? Jogar na minha cara que sou tola?
Senti uma extrema curiosidade em saber quais eram os seus objetivos, que resolvi ler a mesma.
" Se você não atender essa porra de celular, Mallory, eu vou ai na sua casa."
Fiquei longos minutos olhando para o celular, o amaldiçoando por ficar me importunando. Resolvi deixa-lo ligar a vontade, não iria atender coisa nenhuma! Ele que se dane!
(...)
A campanhia tocava descontroladamente, já eram umas 8:00 horas da noite e eu havia dormido no sofá.
Olhei ao redor e a casa estava silênciosa. Sózinha denovo.
Não sozinha não, eu e mais alguém que vai quebrar a minha porta daqui a pouco de tanto bater.
Caminhei lentamente até a porta e quando abri, ele estava com a feição raivosa. Brian, é claro!
– Tava díficil atender o celular ou responder minhas mensagens, ou abrir a porra da porta? — me olhou bravo, e mesmo depois de tudo, eu me perdi naqueles olhos que exalavam irritação agora.
– Eu estava dormindo, Brian. — disse simplismente e dei as costas a ele, que me seguiu sem mesmo ser convidado.
– Você está com uma aparência horrível! — constatou olhando para as minhas olheiras possivelmente do tamanho de Johnny, ÊPA.
– Obrigada, Brian. — sorri irônica e me joguei no sofá, fazendo minha melhor cara sarcástica. — O que você quer? — disse rude. Ele pareceu pensar por instantes, parecia que nem ele sabia o que veio fazer aqui.
– Er,... todos estavam preocupados com você, ... vim saber como você está! — sentou-se ao meu lado no sofá e suspirei levemente arrepiada com a aproximação. Mas daí me lembrei, que não deveria abrir a guarda.
– Estou bem, obrigada. Agora você pode voltar para o banheiro do estúdio, vai que a Michelle está te esperando lá. — bufei e me levantei indo para a cozinha. Ele me seguiu novamente.
– Mell, realmente me desculpe pelo o que você viu, er... a Michelle me provocou ao extremo e ... — fui na direção da geladeira e peguei um suco, fingindo não ligar para o que ele falava.
– Eu não me importo! — Mentira. Mas ele não precisava saber dessa parte.
– Você se importa sim, e nós sabemos disso! — me fitou escorado no balcão. Comecei a rir do meu modo mais debochado.
– Não me importa onde você enfia isso que você tem entre as pernas, muito menos se você enfia numa vadia dentro do estúdio onde todos nós trabalhamos. — o encarei, já chega de ficar calada. Ele me olhou surpreso e começou a rir.
Ele se aproximou de mim, perto da geladeira e passou o dedo na minha bochecha, um arrepido da porra correndo por toda a minha espinha.. Argh' esse miserável, filho da puta, gostoso, idiota, lindo ... que eu, ... que eu odi-i-ava. Ai.
– Realmente eu sinto muito, mas se você não quer admitir que se importa ... tudo bem! — deu um sorrisinho de canto e se aproximou de mim um pouco eu já previa o que aconteceria e uma parte de mim teve a reação mais sensata e eu o empurrei.
– Larga de ser ímbecil Haner! Eu tenho um noivo não vou ficar ligando para suas idiotices... — viish droga, falei merda. A sua cara estava indecifrável.
– Co-o-mo assim,.... no-o-iva ? — gaguejou abobadamente, ele parecia estar sem reação. Sério que falei essa palavra? Parabéns mais uma vez, Mell.
– Esquece, Syn . — me virei e bebi mais um gole de suco.
– QUE PORRA É ESSA, MALLORY ? VOCÊ NÃO PODE CASAR COM AQUELE FRANCÊS IDIOTA. VOCÊ É MUITO NOVA PARA CASAR! — começou a gritar para o meu completo desespero, mais que merda ele tava pensando que estava falando? O sangue subiu para a minha cabeça, concerteza eu deveria estar vermelha agora;
– VAI SE FUDER, BRIAN! EU FAÇO O QUE EU QUISER DA MINHA VIDA. E NÃO ME TRATE COMO CRIANÇA EU JÁ TENHO IDADE O SUFICIENTE PARA SABER O QUE QUERO! — gritei de volta, estavamos os dois quase explodindo de raiva, e quando isso acontecece, a coisa ficaria feia.
– VOCÊ NÂO QUER CASAR COM ELE! — retrucou e apontou o dedo na minha cara, uma lágrima desceu por meu rosto... de surpresa, raiva, e odio de suas palavras completamente verdadeiras.
– Isso não é da sua conta. — sussurrei com a verdade daquelas palavras me atingindo. Outra lágrima e opa! Ele percebeu.
– Deixa de ser idiota! — grunhiu enquanto se aproximava de mim, nem deu tempo de eu perceber quais eram as suas intenções, eu só me toquei quando senti sua mão puxar meu corpo para mais perto do seu e sua lingua invadir a minha boca de um jeito desesperado.
Ele não estava sendo gentil. Me empurrou contra a geladeira e apertou a minha cintura com uma das mãos. Mordi seus lábios arrancando um gemido de ambos. Espera! Isso está errado... eu tinha que sair daqui enquanto é tempo.
Tentei o empurrar, inutilmente. Ele não saiu do lugar, seu beijo estava cada vez mais profundo e mais envolvente... se demorasse muito, não haveria mais pudor e nem forças para resistir.
– Bri-i-aan . . . — tentei falar em meio ao beijo, ele não estava facilitando. Seus beijos foram para o meu pescoço, me dando tempo para respirar e para tentar raciocinar direito. — Bri-ian poor ... favo-or pare ago-ora . — balbuciei perto de seu ouvido. Isso pareceu excita-lo, suas mãos criando vida e alisando todas as partes alcansáveis do meu corpo. Suspirei com os olhos fechados, eu não podia me render ... não podia. Um erro!
Seus olhos me fitaram por um instante, havia desejo, dor, desespero, e um sentimento desconhecido, todos misturados naqueles olhos quase negros agora.
– se você é apaixonada por mim, por que insisti nesse casamento ? — sussurrou muito próximo de mim. Meus olhos se ofuscaram quando o sentido daquelas palavras chegaram até mim
– Nã-ao sou . — retruquei sem esperanças. Ele sabia.
Ele pareceu ficar com raiva por eu não ter concordado, seus lábios se voltaram para os meus denovo. Maltratando.
Ele me emprensava cada vez mais contra a geladeira, e um fogo subiu pela minhas pernas, parecia que eu queimaria até o ultimo fio de cabelo.
– Bri-ian. .. por ... favor, — implorei quando ele me deu um intervalo curto para respirar. Ele me encarou profundamente e sussurrou apenas...
– Não. — um 'não' firme e decidido. Ele não desistiria.
Quando percebi ele puxou minhas pernas para seu quadril, me suspendendo no ar. Arfei quando senti o quão excitado ele estava. Logo fui tomada por um beijo novamente desesperado.
Minhas mãos foram para o seu cabelo e os puxei sem dó, ele gemeu denovo, porém dessa vez de dor .
Não estavamos sendo gentis um com o outro, eu o odiava... o odiava tanto por me fazer me odiar, e por fazer me apaixonar mais ainda por ele . Eu me sentia uma vaca com isso.
Ele começou a caminhar comigo no seu colo, não devia estar nem olhando para onde ia, pois batemos nos armários da cozinha.
Quando percebi estavamos descendo as escadas que davam para a garagem subterrãnea, e eu não tinha mais controle por meus atos, eu o arranhava, beijava, apertava, porque era tão dificil?
Ele simplesmente me jogou encima do carro e puxou meu shorts com violência, nem parecia ser o Brian que eu conhecia. Ele estava descontrolado e eu estava ... eu nem sei como eu estava!
Olhou para a minhas coxas nuas e as apertou beijando a minha barriga, comecei a tirar a sua camiseta enquanto arrepios eram causados em mim por seus toques extremamente íntimos. Ele era o ponto de perdição na minha vida. Não havia maneiras de resistir a isso..
Ele puxou meu corpo para o seu denovo, e mordeu o lóbulo de minha orelha, eu novamente lutava contra o o botão de sua calça... mas ele não me ajudou dessa vez, estava oucupado demais tirando o resto de minhas roupas e beijando cada parte que ele deixava a mostra.
Eu era dele. Em um movimento eu havia esquecido do mundo lá fora, esquecido de meus propósitos, esquecido de meu compromisso com Pétrick.
Quando estava com Brian era como se o mundo fosse desligado, e eu não devia estar sentindo isso agora, eu não devia estar gemendo seu nome como se ele fosse a única coisa que eu precisava, enquanto ele saciava meus desejos mais internos, me fazendo sucumbir por mais e mais prazer, eu não devia estar novamente traíndo o Pétrick. Um pecado.
Atingimos o ápice intenso depois de tanta violência, desejo, prazer juntos num mesmo ato.
Ele se vestiu enquanto eu ainda estava paralizada, sim.. ainda em cima do carro.
Me olhou por um instante, e saiu. Simplismente foi embora, sem dizer nada.
Lágrimas insistentes caíram de meu rosto. Um desespero ganhando espaço no meu peito.
Eu queria morrer.
Notas finais
Se vocês prestarem atenção nos atos do brian, vão entender o que está acontecendo!
:)
hm, nem sei o que falar!
COMENTEM! PORFA. EU MEREÇO PELO MENOS, UM CHINGAMENTO. :)
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