Notas iniciais
LEIAM ESSA PORRA AQUI, PORFA MINHAS JÓIAS.
Oi, amores. Bom demorei para postar aqui porque estava com um bloqueio criativo fodido. E bom, não estava consiguindo construir a cena da Mell e do Pét e bla bla bla, essas bagaças todas. Sorry pela demora. :(
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E, hm... eu estou pensando em postar mais uma história do Avenged e gostaria de pedir encarecidamente que vocês também a acompanhasse. :)) Estou considerando essa idéia ainda. Não é nada certo e pá.
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Espero que vocês não me torturem muito' depois desse. viish .
Podem me chingar nas reviews pela demora e pelos erros ortográficos, e adoro quando vocês dão a opinião de vcês ou sugerem algo, sério . Continuem pls. *-*
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ENJOOY IT! :)

Estava indo em direção a porta onde tinha uma pessoa que tocava a campanhia insandecidamente, eu tinha acabado de chegar da casa do Matt e estava sózinha denovo para o meu completo desgosto.

Abri a porta e dei de cara com um Pétrick sério estatelado na escadaria perto da porta. Meu coração acelerou um pouco com a surpresa ao olhar para ele vestido elegantemente .

– Olá. — sorriu gentilmente quando viu a minha cara de idiota. Eu não fiz nada, só fiquei o observando paralisada. — Estou atrapalhando algo? — perguntou com o cenho franzido e deu um passo para trás.

– Ah, oi. Não está atrapalhando nada Pét, quer entrar ? — abri mais a porta, ele se aproximou e deu um beijo desajeitado na minha testa quando passou por mim.

Depois que fechei a porta ficamos nos encarando por uns instantes, um silêncio fatal. Ele suspirou e olhou para suas mãos.

– Eu ... er, ... vim conversar com você. Um assunto sério. — Puta que pariu, eu estava preparada mesmo para terminar um namoro de 3 anos? Porque acho que seria agora. Acenti e puxei-o pela mão até o meu quarto, para podermos conversar. Podia chegar alguém da minha familia a qualquer momento lá na sala ou um empregado, não sei. Ele me seguiu tranquilamente.

Tranquei a porta e nos sentamos na cama, ele olhou para a cama e ficou vermelho por uns segundos intensamente tensos. Tudo tinha mudado tão rapidamente, não consiguia mais olhar para Pétrick direito sem sentir insegurança, vergonha, arrependimento ... tudo ao mesmo tempo. O que me deixava realmente insegura com toda essa mudança de sentimentos.

– Pétrick. — chamei sua atenção, o mesmo parecia estar tendo uma discução interna. Se eu não acalmasse as coisas o Pét teria um derrame cerebral de tanto pensar no que falar. — Independente do que você decidir, eu vou entender... se você resolveu que é melhor acabar com isso logo, eu vou querer continuar a ser sua amiga ... bom, se você quiser é claro. Pois se achar que não mereço nem a sua amizade... eu também entenderia. — olhei para baixo, eu estava decidida a terminar esse discurso. Talvez seja a última vez que ele me escute. — Então você não precisa escolher muito o que falar, você pode terminar com isso tudo em apenas 4 palavras, Pét. — o encarei tentando passar segurança. Bem, estava pensando em palavras com ''Está tudo acabado, Mell''. Ele não precisaria de justificativas, na verdade eu me sentiria menos culpada.

Ele considerou por uns instantes e se aproximou um pouco de mim. Me olhou nos olhos e abriu a boca mas nada saiu dela.

Tentou novamente e nada, ... ele pareceu se extressar um pouco com isso e suspirou. Eu aguardei, chega de palavras minhas. Chega de tentar concertar tudo.

– ''Quer ser minha noiva?" — falou seriamente, meu coração parou por 3 segundos contados e compassados pela minha respiração ofegante. Eu arregalei os olhos quando percebi que aquelas palavras haviam saído realmente de sua boca, eu não estava delirando. Ele continuou me observando, aguardando por alguma reação.

– O-o... que é isso? — perguntei indignada, ele não podia estar falando sério. EU O TRAÍ. Pétrick era um corno manso assumido ou o que? Ele ficou corado e desviou o olhar.

– Bom, é... você falou que eu podia resumir tudo em quatro palavras. — voltou seu olhar para mim com um sorriso tímido. Não eu não estava acreditando nisso!

Me levantei andando para perto da janela, eu precisava respirar. Ele me quer como sua noiva! Garanto que se fosse há meses atrás, iria adorar esse pedido.

Mas agora estava com os sentimentos confusos demais. Eu o amava, talvez não o amava incondicionalmente como dizem que tem que ser mas gostava de Pétrick, mais e o que eu sentia por Brian? Era mais que apenas atração, desejo. Era muito mais do que eu imaginava sentir por ele e isso me deixava imensamente confusa.

Ele me fitava, procurando por indicios na minha expressão levemente desesperada.

Eu estava lutando comigo mesma, meus dois lados disputando bravamente: O lado que dizia que eu deveria sair correndo para os braços do Brian, e o lado que me mandava' aceitar o pedido.

Não, a proposta de ser sua noiva não era totalmente inaceitável. Eu devia isso a Pétrick, eu o prendi por 3 anos difíceis abusei da sua paciência da sua hospitalidade e ele sempre me ajudou com tudo, dai a idiota quer trocar tudo por um relacionamento indeciso e extremamente complicado. Vocês trocariam algo seguro e definitivo, algo melhor para todos (quase todos), por algo que você não tem certeza se podeiria acontecer.

Eu também não sou tão burra assim. Pétrick havia reconsiderado seus conceitos, perduado uma traição e ela ainda me queria ao seu lado mesmo sabendo que eu não o amava como ele esperava que eu o amasse.

Durante todos esses minutos de reflexão, ele ficou me olhando esperando. Uma lágrima pequena caiu de meus olhos, quando eu percebi que não tinha saida. Eu me arrependeria se aceitasse o seu pedido e me arrependeria se não aceitasse. E agora? Virei o rosto para esconder as outras lagrimas que insistiam em escorrer.

– Olha Mell, — Pétrick começou se aproximando de mim, ele pegou em minha mão e me fitou com aqueles olhos claros. — Eu não ligo se você dormiu uma vez com o cara que você era apaixonada quando era adolescente.. — é, era apaixonada e ainda sou, Pétrick para a minha completa desgraça. — O que eu sinto por você, é mais do que tudo isso. Eu te quero ao meu lado. E você, você gosta de mim o suficiente para me querer ao seu lado? — ele parecia sincero, com seu olhar, suas palavras, seus gestos. Eu não o negaria, ele não merecia isso. Quem disse que não posso ama-lo, quem disse que não posso construir um futuro bonito com a ajuda de Pétrick? Quem?

– Gosto Pétrick. — impedi que mais lágrimas escorrecem, eu seria forte o suficiente para superar os fatos. Eu faria isso por Pétrick. — Sim. — suspirei e tentei sorrir o mais convincente possivel. Ele me olhou um pouquinho confuso.

– Sim o que? — apertou mais a minha mão, ok eu conseguiria falar essa palavra ? 'Noiva'? Era isso que eu seria dele, né? Hm, ok .

– Eu quero... ser sua n-o-oiva, Pét. — sussurrei gaguejando nervosamente, era o meu ultimo passo para o precipício.

Ele sorriu tão enormemente que por um segundo imaginei seus lábios se partindo, ele me pegou no colo e me carregou para a cama que não estava muito longe.

– Eu te amo, Mell. — sussurou no meu ouvido, e imaginei o Brian falando isso para mim. Senti um aperto no coração quando pensei que isso agora era quase impossivel de acontecer.


Pétrick me beijou tão carinhosamente de um jeito reconfortante, ele queria selar esse novo compromisso e provar que o que sentia por mim era verdadeiro.

Eu me senti segura em seus braços, mas nada além disso.

(...)

Pétrick esperou meus pais chegarem em casa para contar a grande novidade, que deixou eles muito felizes obviamente. Era o sonho de meu pai eu me casar com ele.

Minha mãe começou com seus planos para o casamento, lua de mel e bla, bla, blás. Mas Pét logo cortou o assunto, dizendo que não planejavamos nos casar por agora. Ele queria primeiro organizar a nossa vida, para depois casar. Acho que ele pediu minha mão agora, para eu não dar-lhe um pé na bunda. O que certamente teria acontecido.

– Filha, você não me parece muito entusiasmada com esse noivado. — comentou quando estavamos apenas nós duas na cozinha, preparando uns drinks enquanto meu pai e Pétrick conversavam sobre o inicio do casamento dele com a mamãe. Puff... Ainda bem que sai logo de lá.

– Só estou um pouco assustada com isso tudo mãe, — respirei fundo, e ela me olhou curiosa mas pareceu acreditar. Até porque era verdade, eu estava assustada com essa mudança mas não era só esse o motivo.

Voltamos para a sala onde os homens continuavam conversando, eu me sentei ao lado de Pétrick e ele passou o braço por minha cintura me puxando para mais perto de seu corpo. Ficamos praticamente toda a noite conversando sobre responsabilidades de um casal, sobre a festa enorme que minha mãe planejava para comemorar o noivado que recusamos é óbvio. E até que começamos a conversar sobre filhos e coisas do tipo, argh, não me senti nada confortável com meus pais se metendo tanto assim na minha vida.

– Posso te buscar amanhã para um passeio? — Pét perguntou, depois de se despedir dos meus pais e os mesmo já terem ido para seus aposentos. Estavamos na porta agora, ele achou melhor dormir no hotel denovo.

– Hm, ... pode ser, mas tenho que ir para o estúdio de manhã. — me lembrei, droga! Teria que ir para o estúdio e ver, vocês sabem quem' denovo. Pétrick acentiu com um sorriso singelo e disse que me buscaria as 6 horas da noite para darmos uma volta.

Nos despedimos com um beijo e ele se foi.

(...)

– Mell, conseguiu marcar a matéria com aquela revista Rolling Stones? — Matt me perguntou, enquanto eu procurava por horas vagas na agenda de compromissos da banda. Já fazia umas 2 horas que tinha chegado no estúdio. Neguei com a cabeça concentrada.

– Está difícil Matt, a agenda de vocês está um pouco apertada. E não são nem shows são reuniões e mais reuniões. — Suspirei, como eles arranjavam tantos assuntos para conversar em uma sala fechada? Ele sorriu um pouco.

– Estamos planejando uma nova turnê Mell, para daqui um mês. — Ele parecia contente, mas não sei ao certo porque motivo eu não estava assim também. Quero dizer, eu estava feliz por eles e tal... mas não queria que se afastassem. Que grande merda eu sou em?!

Logo depois chegaram Brian, Val e .... Michelle, urgh. Mais que porra, ela não desgrudava mais do pé dele? Ou o que, ... eles estavam juntos e eu não sabia? Eu os olhei torto por um instante e voltei parte da minha atenção para a agenda que estava em minhas mãos.

Matt que estava do meu lado no grande sofá de couro da sala, se levantou para ir comprimentar a Val.

– Eae, cadê os putos? — Brian perguntou para Matt depois de acenar de longe para mim, que ótimo ele estava evitando contato agora?!

– Não sei, ninguém chegou até agora e nem avisou nada. Devem estar vindo. — Matt respondeu, eu cumprimentei-os com um sorriso coustumeiro. Mas Val veio em minha direção me abraçando.

– Oi gata, que saudades! — Sorriu para mim, me fazende revirar os olhos com o termo 'gata'. — Está fazendo o que?

– Hm, agendando o tempo precioso do seu marido famoso. — ela sorriu e os outros escutaram. Se intrometendo na nossa conversa que a segundos era particular'.

– Ah, e eu? Você não agenda o meu tempo precioso não? Achei que você era agente da banda'. — Brian se aproximou de mim com um sorriso de canto, aquele que deve conquistar todas. Bufei.

" Se seu tempo você tão precioso assim, Brian você não ficava gastando com certas pessoas." — Eu juro que achei que era apenas um pensamento irônico que se tornou palavras baixas e sussurradas mas Matt, Vall e Brian que eram mais próximos e que prestavam atenção em mim escutaram. Isso ótimo, continue assim Mallory querida!

Matt arregalou os olhos quando entendeu o que eu quis dizer e olhou para a Michelle e depois para Brian e voltou para mim, ele segurou um sorriso. E é claro, meu rosto ficou vermelho. Os outros fingiram não escutar mais Brian ficou me fitando depois dessa.

– Ahn, — Val pigarreou tentando desmanchar a atmosfera tensa. — Mell, quer tomar um suco comigo mais tarde, lá pelas 6 hrs? — se direcionou a mim. Eu suspirei e olhei para a agenda denovo.

– Er, ... eu marquei de sair com o Pét para comemorar ... er, deixa pra lá. — Sério que eu quase falei que estava noiva? Acho que eu precisava de m cérebro novo. Todos eles me olharam estranhos, tentando entender o porque de eu ter parado de falar.

– Comemorar o que? — Matt perguntou depois de uma certa sessão de caretas. Meu rosto deve ter ficado vermelho de novo.

– Hm, ... nada demais. Não é bem uma comemoração, é só que... agente esta se acertando denovo. — revelei apenas, e quando eu olhei para cima quem estava com uma cara de paisagem era o Syn. A Val entendeu que tinha mais coisas do que isso, e olhou para o Matt significativamente. Fingi não perceber isso.

– Er, Gates... o que acha de começarmos sem os outros? — Matt deu um tapa de leve no ombro do Brian o chamando atenção, ele concordou e os dois sairam em direção a sala de reuniões. Val me questionou com olhares e puxei ela pela mão.

Abri a porta do estúdio e como era um prédio de 2 andares, ficamos no corredor perto da escada. Não ia dizer nada para ela com a Michelle lá escutando.

– O que aconteceu? Você parece estar triste. — costatou e passou a mão no meu cabelo. Eu supirei, era tão evidente assim. Hm, ok eu sou muito rasa, não consigo esconder nada de ninguém por muito tempo.

– Eu estou noiva do Pétrick, Valary . — Eu disse logo, esperando sua reação ela levou a mão para sua boca.

– Quando isso aconteceu ? — ela sussurrou como se estivesse alguém aqui para escutar, abaixei o olhar para minhas mãos para que ela não percebesse o quão desanimada estava, se bem que não adianta nada.

– Ontem de noite. — respondi e ficamos em silêncio por uns instantes. Ela parecia concentrada em algo, mas então fez uma cara de desanimo.

– Eu achei que você e o syn... — eu sabia o que ela ia falar, que achou que agente iria ter alguma coisa depois que agente, bem .. ficou. Eu a interrompi.

– Olha Val, eu devia isso para o Pétrick ok? Eu não tinha como recusar, além do mais... eu não tenho esperanças com o Brian. Foi legal e tudo mais, mas convenhamos que ele nunca foi de se envolver com ninguém. E o que eu mais preciso agora é de um relacionamento sério. — Suspirei pesadamente após esclarecer esse assunto para ela. Eu suspirava muito ultimamente.

– Mas Meh'.- ela derrepente começou a rir. — Esse apelido combina com você, posso te chamar assim? Meh'. Será uma coisa só nossa, só eu posso te chamar desse jeito! — eu revirei os olhos com a descontração do momento e acenti. Eu tinha muitos apelidos.

– O que você ia falar? — gesticulei com uma sombrancelha arqueeada, a garota começa a falar sobre algo e derrepente muda de assunto! Aff, só a Val mesmo.

– É, que... o Pétrick sabe que você e o Syn. hm... — ela piscou sugestivamente, hm... estava demorando para ela perguntar isso.

– É sabe, Val. Ele não discutiu comigo nem nada, só pediu um dia para pensar... Então ele aparece lá em casa me pedindo em noivado e tal... Eu fiquei muito confusa com isso, já imaginava o fim da nossa relação. — Ela acentiu e me abraçou, correspondi. Seus braços eram um ótimo consolo.

– Ah, Mell. Você ainda é apaixonada pelo Brian né? — perguntou ainda com os braços envolta do meu pescoço. Eu fechei os olhos, lutando contra mim mesma para admitir isso.

– É o que tudo indica. — quando abri os olhos denovo, encontrei um Jimmy boquiaberto parado na escada nos observando. Ótimo, ele havia escutado o final da conversa. Me soltei da Val e olhei para baixo corada.

Ela pareceu perceber minha reação e quando o viu ali, ela mudou de cor umas 4 vezes.

– Rev, tá fazendo o que ai parado? — o olhou brava, tipica reação da Val quando foi pega no flagra. Bom, pelo menos era o Jimmy e não o Brian o que seria muito pior.

– Não adianta mudar de assunto, eu escutei o que a Mell disse. — Fez uma careta para a Valary e se aproximou de mim me abraçando logo em seguida. Apertado. — Ele por acaso sabe disso? — perguntou quando me soltou. Neguei com a cabeça, mais alguém sabendo da minha desgraça, ou, o que chamão de paixão pelo Brian era tudo o que eu precisava mesmo, obrigada Gosh.

– Esquece isso, Sullivan. E não quero você comentando isso com ninguém ouviu? — O olhei ameaçadoramente, ele ficou pensativo por mais uns instantes. Seu olhar passou de mim para a Val.

– Desde quando você gosta dele Mell? — me olhou nos olhos. Ah, não! Ele vai insistir nesse assunto, somos muito burras também de conversar uma merda dessas no corredor.

– Acho que desde sempre, ... — suspirei novamente, demonstrando toda a minha auto-indignação. — Mas se intensificou quando voltei para HB. — ele pareceu concordar. Acho que até ele já desconfiava que eu tinha um tombo por Brian antes de me mudar para outro país.

– O que vocês estão fazendo aqui? — Zacky também apareceu na escada, atrás de Jimmy o que confirmou que aqui era realmente um péssimo lugar.

– Hm, a Mallory estava me dizendo que é apaix ..- arregalei os olhos quando percebi o que ele ia falar, e chutei sua canela com força o que o fez se curvar e chingando de dor. — AAI, CARALHO MALLORY! QUER AMPUTAR A MINHA PERNA? — me olhou vermelho enquanto massageava a sua perna.

Zacky nos olhou confuso, e Valary estava sem respirar. E bom, meu coração quase saiu pela boca só de pensar na possibilidade de Jimmy contar para mais alguém. Mais que porra...

– Nossa, vocês são estranhos... eu vou entrar! — Zacky deu de ombros e me deu um beijo no rosto e depois no de Valary e saiu.

Jimmy ainda parecia nervoso com o chute 'fraquinho' que lhe dei.

– Não precisava apelar também, né! — me olhou com um bico hilário, que em outras horas eu riria mais agora, eu estava nervosa demais.

– Você ia contar pra ele, Rev! Ninguém mais pode saber disso, ouviu? Niguém! Principalmente o Brian. — sussurrei para ele que desviou o olhar, corado.

– Desculpa Mell, eu esqueci... nem prestei atenção só saiu! — Eu o olhei por um instante. Era impossível ficar com raiva desse grandão que eu tanto amava. Sorri para ele, um gesto que demonstrava que tudo estava bem. Ele sorriu de volta mais logo fechou a cara denovo. — Não quero nem saber, depois iremos conversar sobre isso direitinho! Detalhes!

Bufei e fiz cara de paisagem para ele. Que beliscou minha bochecha, e a Val apenas observava tudo com um sorrisinho descreto no rosto.

Entramos para o estúdio, e estavam todos na sala de entrada denovo. Até Matt e Brian que tinham ido para a sala de reuniões ontem.

Ficamos conversando um pouco, só para passar o tempo enquanto esperavam o Johnny atrasado como sempre.

Até que durante a conversa escutei uma frase que não me agradou muito.

– Syn, podemos conversar um instante? — Michelle disse alto e em bom tom para ele. Ele suspirou e os dois sairam indo em diração ao corredor, onde tinham várias e várias portas mas nem olhei em qual eles entraram.

Jimmy me olhou por um instante. Ah, agora ele ia ficar me analisando toda vez que comentassem algo sobre o Syn que pudesse me atingir. Provavelmente sentindo pena de mim, por ser a nova amiga chutada pelo Haner. Bufei.

Ficamos ali uns instantes e derrepente parecia que todos olhavam para mim. Não. Não parecia. ELES TODOS ESTAVAM OLHANDO PARA MIM, até o Zacky, que também percebeu os olhares sobre mim... e depois começou a olhar também procurando pelo motivo pelo qual os outros olhavam.

Ah, não fodem comigo, vai.

Me levantei indo em direção ao banheiro . Não aguentaria o olhar deles o tempo todo, precisava respirar.

E por um instante esqueci que Brian e Michelle poderiam estar conversando em alguma dessas portas. Tentei escutar algo enquanto passava na porta da sala de reuniões e não escutei nada, eu não tinha prestado atenção onde eles tinham ido.

E quando abri a porta do banheiro, que dava para varios outros compartimentos vi uma cena não muito boa.

Ele estava praticamente comendo a Michelle encima da pia, é meus amigos. Ela estava com as pernas envolta de seu quadril, e sua mão estava apertando a bunda dele, enquanto o cafajeste pegava nos peitos dela.

Nossa Brian, até no estúdio? Bufei e bati a porta atrás de mim, eles me olharam e a Michelle sorriu um pouco. Já o Syn ficou vermelho e parecia que iria ter um ataque do coração.

– Ah, desculpa. Não sabia que estavam se comendo no banheiro do estúdio. Podem continuar, eu já vou indo! — disse sarcástica e me admirei com a acidez nessa fala. Bati a porta do banheiro fazendo um barulho enorme. Todos na sala se assustaram e me encararam. Eu estava lutando violentamente para que as lágrimas que insistiam a sair, não me traíssem.

– O que foi, Mell? — Matt se levantou e me olhou assustado, minha expressão não devia ser das melhores. Peguei minha bolsa e minhas coisas, e olhei para todos na sala.

– Hm, eu tenho que ir gente. Resolver alguns problemas... eu vou levar a agenda e marcar os compromissos de vocês em casa, ok? Espero que não tenha problema! — os olhei triste, e Matt entendeu o que aconteceu. Ele olhou na direção do corredor e me olhou denovo.

– Seu carro está la embaixo. — afirmou apenas e me entregou a chave, agradeci silenciosamente e me despedi de todos com um aceno.

Quando estava no corredor me permiti chorar, as lágrimas correndo pelo meu rosto super vermelho. Estava tão distraída que trombei com o Johnny na escada.

– Hey ... — ele desmanchou o sorriso quando viu que eu estava chorando. — O que foi que aconteceu Mell? — limpou as minhas lágrimas com o dedo. Mas não adiantou nada, pois mais delas caíram molhando a minha blusa clara.

– Nada Johnny, desculpa. Eu é que sou idiota! — sorri irônica, ele deu um passo para trás quando disse essas palavras, ele percebeu o nível de acidez na minha voz;

– Quer que eu te leve para casa? — questionou baixo e me abraçou um pouco, ele nem sabia o que havia acontecido mais estava querendo me consolar. Era de mais pessoas desse jeito que eu precisava a minha volta .

– Não, Jojo. Obrigada, ... ma-as eles estã-o te e-e-sperando .. — ótima hora para soluçar! Dei um beijo na sua bochecha e sai correndo escada abaixo, já sabendo o que ele falaria quando chegasse lá.


Todos saberiam que eu estava chorando e ficariam preocupados e eu estava fodidamente fodida.


Notas finais
E então, mereço um review pelo menos para saber se vocês me querem morta, picotada ou algo do tipo? hehe'.
Não se preocupem tudo irá se resolver, e espero postar o próximo amanhã mesmo, se eu tiver tempo livre pois tenho trabalho do cuzão do profe de Fisica, affs. :(
Mais comentem pls. ♥