Famous Friend
3 Now your nightmare comes to life...
Notas iniciais
E ah, obrigada MayShadows' pelo coment. :)
ENJOOY IT!
Pov. Mallory Scotcher.
– PAI! — gritei enquanto descia as escadas correndo, quando o vi ele se virou sorrindo e o abracei, morria de saudades do abraço de meu pai.
– Bom Dia, meu amor, como foi de viagem? — perguntou carinhosamente, ainda tomando seu café.
– Foi tranquila, pai. — disse contente, como era bom falar essa palavra, 'pai'. O observei de terno e gravata. ''Quer dizer que ia trabalhar sem me ver, denovo?'' — pensei semicerrando os olhos.
– Sabia que tenho um presente de boas vinda para você ?! — neguei com a cabeça, presente de boas vindas? Mais que porra... — Venha. — gesticulou para que eu o seguisse quando ele se levantou da bancada.
Descemos a escada que leva para a garagem subterrãnea e eu comecei a suspeitar do que seria, então meu pai ligou as luzes da garagem e tinha 3 carros ali, uma BMW prata, que sabia que era da Sam.
Logo a seguir uma Mercedes', que por ser um carro classico deduzi ser do John, e por ultimo um carro com uma lona cobrindo-o.
Paramos de caminhar quando chegamos nesse carro, ele me olhou encorajadoramente com um pedido silêncioso para que eu seguisse em frente. Hesitei a príncipio, mas puxei a lona que cobria todo o carro de uma só vez.
Minha primeira reação foi levar a mão a boca, surpresa. Era um Murcielago Envelopado, "awn" foi a unica coisa que pensei quando olhei pra carinha de meu pai preocupado se eu tinha ou não gostado.
Sorri para meu pai e o abracei, demonstrando que eu tinha amado o presente, ele retribuiu o abraço com um sorriso.
– Obrigada pai, era tudo o que eu queria! — o apertei mais, meu pai conhecia meus gostos por carro, ele acertou em cheio. Já me imaginei voando pelas ruas, sem transito, sinais, regras... Só eu e essa maquina.
Logo depois meu pai saiu para o trabalho e eu fiquei minutos apreciando meu carro, só alisando. Funcionei ele, escutei o barulho excitante do ronco do motor e não resisti, resolvi sair para dar uma volta pela cidade.
Subi correndo no meu quarto e troquei de roupa, colocando um shorts jeans bem curto, uma regata branca e um tenis all star.
Sai pelas ruas de HB sem um destino definido, faziam 7 anos que eu não vinha aqui, portanto não fazia idéia de onde ir e então senti uma enorme vontade de passar pelo litoral.
Passei pela praia, lentamente, talvez eu reconheça alguém de longe, é sábado poxa. Recebi vários olhares por causa do meu carro, por onde passava.
Então resolvi encostar numa lanchonete na praia, que tinha uma cara ótima e eu ainda não tinha tomado café da manhã. Quando encostei o carro perto da calçada da lanchonete, todos sentados nas mesas me olharam, surpresos, maravilhados com a minha maquina. E eu nem gosto disso, néah?! — ri de meus próprios pensamentos.
Desci do carro e um cara que estava andando de skate próximo ao meu carro, ali na calçada quase caiu quando me viu. Sorri gentilmente, para ele e para todos os outros que me observavam. Eu não sabia desse meu efeito nas pessoas, quer dizer, tudo bem eu me acho bonita.
E nem estou me vangloriando, quando você faz curso de modelos, tem que aprender a ter auto estima e confiança com sua própria imagem. E digamos que eu seguia padrões consederados importantes de beleza.
1, 64 de altura; não muito baixa e nem muito alta, minha pele era clara beem clara que aparentava palidez mas entrava em contraste com o meu cabelo castanho escuro e levemente ondulado, por causa do corte repicado. Bom, eu era uma magra saudavel, digamos que eu era magra de ruim mesmo, eu não engordava facil (para a minha sorte.) mas ainda assim eu tinha um corpo considerado bonito, considerado 'gostosa' pelos padrões criados por não sei quem.
E os olhos azuis, os que mais chamavam atenção, por ser de longe a caracteristica mais bonita em mim.
Sentei no banco, encostada na bancada da lanchonete e pedi um suco natural de laranja e uma porção de batatas.
Comia e tomava meu suco em silêncio, observando pessoas brincando na agua, então alguém sentou no meu lado, e pediu um suco natural de maracujá. Não olhei na direção daquela voz masculina, que eu achava que ja tinha escutado antes, mas sentia seu olhar confuso sobre mim. Eu simplismente continuei com o meu lanche.
– Por favor, um guardanapo? — pedi pra moça atrás do balcão que estava hiper distraída com o cara ao meu lado. Ela simplesmente me olhou com uma expressão indiguinada, como se eu estivesse interrompendo um orgasmo mental. Ri um pouco da sua expressão quando ela estava indo buscar o guardanapo.
– Eu não acredito,... MELL ? — olhei na direção da voz, que obviamente era aquele que estava do meu lado, e esqueci de respirar por um segundo.
Vi ele ali, musculoso, (que musculos!) com algumas tatuagens cobrindo o braço e o peitoral delineado e nu, tirou os oculos escuros que á pouco estavam em seu rosto, mostrando aquele inesquecíveis olhos verdes. E aquelas covinhas, por causa do seu grandioso sorriso.
– Matt Sanders? — demorei para me tocar, estav anum daqueles momentos onde você não sabe o que fazer.
– Hey garota! — se levantou um pouco, não muito estavamos próximos, e me abraçou forte, apenas o abracei de volta sentindo seu delicioso cheiro masculino misturado com perfume. — Que saudades, Mellz. — me arrepiei com a forma que ele falou meu nome, e digamos que ele ainda não tenha me soltado.
–Er, ... também senti muita saudades Armário Sanders. — rimos juntos do seu antigo apelido, então ele me soltou e olhou em meus olhos. Porfavor, eu estava tremendo e gaguejando. — éé ...
Eu definitivamente não sabia o que dizer, ainda mais com aquele par de olhos verdes lindos, me observando de um jeito estranho.
– Voltou quando? — perguntou para puxar assunto, sabe quando as vezes rola um momento constrangedor, quando faz tempo que não vê mais a pessoa e não sabe o que falar, ou como agir perto dela?
Então se imagine assim, e ainda por cima, assim com um cara como o Matt sem camisa. Não tem como não deixar de perder o foco, porra.
– Ér,... voltei ontem! — falei meio sem jeito, acho que ele esperava que eu dissesse alguma coisa porque, ELE NÂO TIRAVA OS OLHOS DE MIM, PORRA! Estava tremendo mais que não sei oque. — Hm.. Como vaa-i os outros meni-i-inos ? — ótimo tinha que gaguejar.
– Estão todos bem e vão adorar saber que você voltou, principalmente o Syn... — sorriu enormemente, Matt para de sorris assim, quanta sedução num homen só.
– Syn ? — perguntei abobada, efeito de seu sorriso. — Quem é Syn ? — fiz uma careta e então me lembrei que li numa revista que eles tinham nomes artísticos e que esse provavelmente era ...
– O Brian! Agente chama ele assim agora, Syn, Synyster... — ele tomou um gole do suco.
– Ah, notei! — disse apenas e notei um grupo de garotas sentadas numa mesa não muito longe de nós, que não paravam de nos observar e ficavam me torturando mentalmente com olhares. Deduzi que eram fãs maniacas dele, simplesmente sorri.
Começamos a bater bapo, coisas banais como o que eu fiz esse tempo todo na França, contei um pouco da minha vida e do meu trabalho e falamos de como ele ficaram famosos e tals. Eu fiquei mais tranquila e menos nervosa quando vi que ele era o mesmo Matt de sempre, divertido e engraçado, só que bem, vocês sabem mais gostoso.
Já era umas 10 hrs quando decidi que já era hora de ir para casa, tinha saído cedo e já estava quase na hora do almoço.
O Matt pagou nossas contas, mesmo eu insistindo que não precisava pagar a minha e depois me acompanhou até meu carro pelo qual e diz ter 'gamado' e elogiou meu bom gosto.
Ainda conversamos alguns minutos encostados no capô do carro.
– Então, hoje a noite agente vai tocar lá na HB Arena... você vai, né ? — perguntou com uma cara de cachorro pidão. Bom, esse pedido me deixou um pouquinho nervosa, porque eu iria rever os .. meninos e tals.
– Er, .. eu não sei Matt. — olhei para baixo, fugindo de seu olhar e suspirei. Acho que o 'Syn' não vai querer me ver...
– Ah, qual é Mellz não vai fazer desfeita, vai? Você nunca perdia um show quando estava aqui. E pode ter certeza, que os meninos vão me matar se descobrirem que no minimo não me ajoelhei ao seus pés para implorar para você ir. — rimos um pouco dessa situação toda. Ele me olhou apelativo.
Talvez seja bom, eu ver os meninos.
– Ah. Tudo bem, vai. Eu vou! Tenho os passes camarote, mesmo! — sorri, e ele fechou a cara, tentando parecer sério ;
– Não acredito, Mallory Scotcher que você fez eu gastar toda a minha lábia com você, e você ja iria no show. (?) — resolvi nem falar nada, porque eu não iria no show, mas ele iria querer saber o porque e bla bla bla.
Começamos a gargalhar denovo, era como se estavamos felizes demais para conseguir ficar sérios, quase impossivel.
– Ok, Matt. Valeu pela manhã maravilhosa! Mas tenho que ir. -o abracei, sentindo aqueles músculos me envolver. Opa, próximos demais.
– Ah, obrigada você. Nos vemos de noite, então? — acenei que sim com a cabeça meio insegura, mordendo o lábio inferior. — Vou te buscar no camarote, no final do show. — falou fazendo cocegas de leve na minha barriga, falando em barriga, tem um monte de borboletas voando na minha...
Sorri de canto e acenei para ele, enquanto me distânciava com o meu Murcielago, voltei para casa.
(...)
– Porra Mallory, como que você promete pra ele que vai? Agora quer me obrigar a ir junto? — Samy perguntou vermelha, enquando estavamos eu, ela, papai e Dave almoçando;
– Modos, Samanta! — meu pai a advertiu, eu e Dave e meu pai começamos a convence-la a ir, mas só eu sabia do porque, de ela não querer ir.
– Ta bom, vaii. Mas só dessa vez. — sorri vitoriosa, para ela. Ao menos eu iria acompanhada de minha irmã e seu namorado.
Depois de tanto conversar, subi para o meu quarto pois precisava de um banho urgente.
Fiquei longos minutos relaxando com a agua quente, sentindo ela o vapor entrar em contato com o meu corpo enquanto pensava no que esperar para hoje a noite. Vesti uma roupa confortavel e deitei na minha cama, pegando no sono rapidamente no meio dos ursos de pelúcia.
(...)
Quando acordei já eram 7:00hrs da noite o que me deixou desesperada, pois o show era as 8:00 e Dave nos pegaria dali 1 hora e meia.
Tomei uma ducha novamente e lavei meu cabelo, então fui para o guarda roupa procurar algo para vestir. Fiquei fodidamente indecisa com o que usar, então optei por um look black, basico e feminino.
Um vestido cinza simples e curto, e uma jaqueta de couro por cima. E nos pés, um salto alto preto.
Passei uma maquiagem escura, delineando bem os olhos e destacando-os por serem claros em contraste com minha pele.
Sequei o cabelo com o secador e escovei os dentes, acho que estava bom, olhei-me no espelho e me senti segura com minha aparência.
Então passei meu perfume de cereja, o mesmo que usava a 7 anos atrás. 2 minutos depois a Samanta bateu na minha porta, me chamando para descermos.
(...)
Chegamos no local do show, e estava hiper lotado de fãs e fotógrafos. Entramos mais rapido com os passes camarote.
Estávamos numa sala, encarpetada, com sofás, champagne e aperitivos, e uma enorme janela, que dava bem de frente com o palco, como ficava num lugar meio alto, dava para ver o palco inteiro meio de cima.
Foi uma gritaria enorme, quando todas as luzes se apagaram, uns 15 minutos depois que entramos. Começou a primeira musica, (Nightmare) e as luzes continuavam apagadas, mas a gritaria aumentou.
E então entrou o som da guitarra na musica e uma luz focalizou em uma pessoa bem no meio do palco, meu coração descompassou quando vi quem era... Brian.
Ele estava tão diferente, tão mais musculoso, tão mais tatuado, tão mais.. gostoso, tão mais perfeito. Se isso fosse possivel.Opa, mais um descompasso quando ele olhou para frente.
Como ele podia causar isso em mim, ainda?
È inenarravel a reação que tive quando vi todos eles ali, tocando e cantando juntos, como antes, minha respiração acelerou e eu sentia coisas estranhas por todo o meu corpo.
O Show da banda foi animado, e eles estavm melhores ainda do que eram a 7 anos. De vez em quando gritava, e pulava, simplesmente era impossivel ficar parada com as musicas fodas deles.
Acho que na 5ª musica, o Matt olhou na minha direção sorriu e acenou, eu parelizei a principio mas acenei de volta é claro. Mais isso nem foi nada...
Depois dessa musica que ele acenou para mim, ele cochichou algo para o Zacky, que cochichou algo para o Jojo e depois para o Syn.
E todos ele ficaram olhando para a grande janela do camarote, mas pareciam não me ver ali, acho que Matt disse que eu vim, então.
O meu coração voltou um pouco ao normal, mas na ultima musica que seria A Little Piece of Heaven o Matt começou a agradecer a presenças de todos e tal, coisas de fim de show. E dedicou a ultima musica, ...
'' — Eu vou dedicar a próxima e última musica para uma amiga de infância da banda, que está aqui hoje.. — meu coração denovo me traíndo queria pular fora de meu peito. Ele apontou na minha direção, e os garotos da banda e os fãs todos olharam para mim, ou para cima procurando, porque não tinha só eu no camarote. Mas dei dê cara com 5 olhares certeiros. Eu ia desmaiar, juro. Estranho foi quando o Brian olhou pra mim e paralisou. Eu apenas sorri nervosa. ''- PRA VOCÊ MELL SCOTCHER!''- ele falou logo introduzindo a musica com as guitarras e a bateria. Puta merda, não acredito que ele fez isso.
Meu rosto devia estar vermelho agora, durante essa musica o Syn olhava pra mim de 1 em 1 minuto, me deixando mais desesperada ainda.
Eu amei a musica e a voz do Matt e do Jimmy juntas eram lindas.
Eles finalizaram o show e as luzes se apagaram, nem preciso descrever a reação da platéia, a gritaria era tanta que eu praticamente não escutava nem meus pensamentos.
O camarote foi esvaziando e a Samy começou a me apressar para ir embora, disse que não queria ficar para vê-los, a fiz esperar 15 minutos e nada, então resolvi que era melhor ir embora mesmo, acho que não estava preparada para vê-los de perto.
Estavamos indo em direção da porta quando ela se abriu, não nos deixando saída, mas sim um enorme sorriso em meu rosto.
Notas finais
Comentem, que daii eu posto mais. :)
beiijo.
Fale com o autor